O Renascimento
 
Introdução É no final do século XV , inicio do século XVI que floresce o Renascimento. Após todas as perturbações da Idade...
A mentalidade renascentista O Homem, centro do Mundo ou Homem vitruviano sintetiza o ideário renascentista: humanista e cl...
O  Humanismo  é uma das principais características da nova mentalidade renascentista, que valoriza o ser humano e as suas ...
Classicismo O  Classicismo  nas suas manifestações literárias e artísticas. Estes intelectuais desenvolveram uma renovação...
A arte renascentista <ul><li>Na medida em que o Renascimento resgata a cultura clássica, greco-romana, as construções fora...
Arquitectura <ul><li>Os arquitectos renascentistas perceberam que a origem de construção clássica estava na geometria eucl...
Escultura <ul><li>Pode-se dizer que a escultura é a forma de expressão artística que melhor representa o renascimento, no ...
<ul><li>Dois elementos se destacam: a expressão corporal que garante o equilíbrio, revelando uma figura humana de músculos...
Pintura <ul><li>Duas grandes novidades marcam a pintura renascentista: a utilização da perspectiva, através da qual os art...
<ul><li>Em um período de ascensão da burguesia e de valorização do homem no sentido individualista, surgem os retratos ou ...
O Estilo manuelino <ul><li>O  Estilo manuelino , por vezes também chamado de  gótico português tardio  ou  flamejante , é ...
A Arquitectura manuelina <ul><li>Esta tendência artística era conhecida, na época, como a variante portuguesa da arquitect...
<ul><li>Apesar de ser essencialmente ornamental, o Manuelino caracteriza-se também pela aplicação de determinadas fórmulas...
Escultura manuelina <ul><li>É precisamente na escultura que o manuelino revela o seu maior amadurecimento e hegemonia, sen...
<ul><li>O estilo manuelino tem a sua fase de maior amadurecimento a partir da segunda década de reinado de D. Manuel. Os e...
Principais autores <ul><li>No Norte de Portugal, os principais autores deste estilo, provenientes da Galiza ou de Biscaia,...
O Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, é um dos legados mais exuberantes deste estilo. Interior da Igreja dos Jerónimos
Motivos ornamentais   <ul><li>A característica dominante do Manuelino é a exuberância de formas e uma forte interpretação ...
Os motivos mais importantes da arquitectura manuelina são: <ul><li>Símbolos nacionais:   </li></ul><ul><ul><li>A esfera ar...
<ul><li>Elementos naturalistas :  </li></ul><ul><ul><li>Corais;  </li></ul></ul><ul><ul><li>Algas;  </li></ul></ul><ul><ul...
<ul><li>Elementos fantásticos :  </li></ul><ul><ul><li>Ouroboros (a serpente que morde a sua própria cauda: símbolo do Uni...
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<ul><li>Outros motivos :  </li></ul><ul><ul><li>As cordas entrelaçadas e cabos, fazendo muitas vezes nós, como na Sé de Vi...
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O Renascimento

  1. 1. O Renascimento
  2. 3. Introdução É no final do século XV , inicio do século XVI que floresce o Renascimento. Após todas as perturbações da Idade Média que surge este movimento de renovação cultural; mudam as mentalidades e a concepção do pensamento, surgindo novos valores e atitudes. Era o nascimento de uma nova mentalidade moderna perante o mundo.
  3. 4. A mentalidade renascentista O Homem, centro do Mundo ou Homem vitruviano sintetiza o ideário renascentista: humanista e clássico
  4. 5. O Humanismo é uma das principais características da nova mentalidade renascentista, que valoriza o ser humano e as suas capacidades, inspirando-se nos modelos clássicos greco-latinos. O ser humano encontra-se no centro do Universo (antropocentrismo), passando o seu bem-estar a constituir a principal preocupação, ao contrário do teocentrismo medieval , que valorizava Deus como centro do mundo e do pensamento. Humanismo
  5. 6. Classicismo O Classicismo nas suas manifestações literárias e artísticas. Estes intelectuais desenvolveram uma renovação literária: traduziram muitas obras clássicas, comparando edições, fazendo críticas e comentários e escreveram novas obras, imitando os temas e os géneros das antigas. No entanto, os humanistas recusavam o dogmatismo e o saber livresco, desenvolvendo um forte espírito crítico e atribuindo um grande valor à razão.
  6. 7. A arte renascentista <ul><li>Na medida em que o Renascimento resgata a cultura clássica, greco-romana, as construções foram influenciadas por características antigas, adaptadas à nova realidade moderna, ou seja, a construção de igrejas cristãs adoptando-se os padrões clássicos e a construção de palácios e mosteiros seguindo as mesmas bases. </li></ul>
  7. 8. Arquitectura <ul><li>Os arquitectos renascentistas perceberam que a origem de construção clássica estava na geometria euclidiana, que usava como base de suas obras o quadrado, aplicando-se a perspectiva, com o intuito de se obter uma construção harmónica. Apesar de racional e antropocêntrica, a arte renascentista continuou cristã, porém as novas igrejas adoptaram um novo estilo, caracterizado pela funcionalidade e portanto pela racionalidade, representada pelo plano centralizado, ou a cruz grega. Os palácios também foram construídos de forma plana tendo como base o quadrado, um corpo sólido e normalmente com um pátio central, quadrangular, que tem a função de fazer chegar a luz às janelas internas </li></ul>Hospital Tavera&quot; Alonso de Covarrubias -- Toledo, Espanha
  8. 9. Escultura <ul><li>Pode-se dizer que a escultura é a forma de expressão artística que melhor representa o renascimento, no sentido humanista. Utilizando-se da perspectiva e da proporção geométrica, destacam-se as figuras humanas, que até então estavam relegadas a segundo plano, acopladas às paredes ou capitéis. No renascimento a escultura ganha independência e a obra, colocada acima de uma base, pode ser apreciada de todos os ângulos. </li></ul>Busto de Lourenço de Médicis&quot; Michelangelo
  9. 10. <ul><li>Dois elementos se destacam: a expressão corporal que garante o equilíbrio, revelando uma figura humana de músculos levemente torneados e de proporções perfeitas; e as expressões das figuras, reflectindo seus sentimentos. Mesmo contrariando a moral cristã da época, o nu volta a ser utilizado reflectindo o naturalismo. Encontramos várias obras retratando elementos mitológicos, como o Baco, de Michelangelo, assim como o busto ou as tumbas de mecenas, reis e papas. </li></ul>&quot;Estátua Eqüestre&quot; Donatello -- Piazza do Santo, Pádua
  10. 11. Pintura <ul><li>Duas grandes novidades marcam a pintura renascentista: a utilização da perspectiva, através da qual os artistas conseguem reproduzir em suas obras, espaços reais sobre uma superfície plana, dando a noção de profundidade e de volume, ajudados pelo jogo de cores que permitem destacar na obra os elementos mais importantes e obscurecer os elementos secundários, a variação de cores frias e quentes e o manejo da luz permitem criar distâncias e volumes que parecem ser copiados da realidade; e a utilização da tinta à óleo, que possibilitará a pintura sobre tela com uma qualidade maior, dando maior ênfase à realidade e maior durabilidade às obras. </li></ul>MONALISA &quot;Monalisa&quot; de Leonardo da Vinci, Museu do Louvre - Paris
  11. 12. <ul><li>Em um período de ascensão da burguesia e de valorização do homem no sentido individualista, surgem os retratos ou mesmo cenas de família, fato que não elimina a produção de carácter religioso, particularmente na Itália. Nos Países Baixos destacou-se a reprodução do natural de rostos, paisagens, fauna e flora, com um cuidado e uma exactidão assombrosos, o que acabou resultando naquilo a que se deu o nome de Janela para a Realidade. As obras abaixo são de Antonio Allegri (Corregio) e reflectem bem o espírito do renascimento, caracterizadas por elementos que remontam ao passado clássico, elementos religiosos e por grande sensualidade, destacando a perfeição das formas e a beleza do corpo, junto a presença de anjos. </li></ul>&quot;Nossa Senhora da Cesta&quot; national Gallery - Londres
  12. 13. O Estilo manuelino <ul><li>O Estilo manuelino , por vezes também chamado de gótico português tardio ou flamejante , é um estilo arquitectónico, escultórico e de arte móvel que se desenvolveu no reinado de D. Manuel I e prosseguiu após a sua morte, ainda que já existisse desde o reinado de D. João II. É uma variação portuguesa do Gótico final, bem como da arte luso-mourisca ou mudéjar, marcada por uma sistematização de motivos iconográficos próprios, de grande porte, simbolizando o poder régio. Incorporou, mais tarde, ornamentações do Renascimento italiano. O termo &quot;Manuelino&quot; foi criado por Francisco Adolfo Varnhagen na sua Notícia Histórica e Descritiva do Mosteiro de Belém , de 1842. O Estilo desenvolveu-se numa época propícia da economia portuguesa e deixou marcas em todo o território nacional. </li></ul>Igreja Matriz da Golegã, cujo portal é um dos mais característicos do manuelino.
  13. 14. A Arquitectura manuelina <ul><li>Esta tendência artística era conhecida, na época, como a variante portuguesa da arquitectura ad modum Yspaniae (ao modo hispânico) que, por sua vez, estava incluída na corrente arquitectónica &quot;ao moderno&quot; - expressão utilizada para o gótico tardio onde também havia a variante, por exemplo, do modo tudesco ou alemão na então nova arquitectura nórdica. Esta corrente opunha-se à arquitectura ao modo antigo ou ao romano . O alçado interior das igrejas mantém-se através da orientação este-oeste, da planta, dos sistemas de suporte e cobertura, do cálculo de proporções. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Apesar de ser essencialmente ornamental, o Manuelino caracteriza-se também pela aplicação de determinadas fórmulas técnicas da altura, como as abóbadas com nervuras polinervadas a partir de mísulas. Na compente civil destacam-se os palácios, como o Paço de D. Manuel, em Évora, e solares rurais, como o Solar de Sempre Noiva, em Arraiolos, todos de planta rectangular. E na tipologia militar é referência maior o baluarte do Restelo, a Torre de Belém. Um dos primeiros baluartes de artilharia do país, a quebrar a tradição das torres de menagem, a sua planta rectangular sobrepõe-se a uma base poliédrica, que penetram Tejo adentro. A rectangularidade da planta opõe-se à curvilínea da decoração esculpida. </li></ul>Torre de Belém, Lisboa
  15. 16. Escultura manuelina <ul><li>É precisamente na escultura que o manuelino revela o seu maior amadurecimento e hegemonia, sendo que é através da simbologia decoração esculpida que é reconhecido como estilo próprio nacional, e não uma aliteração de outros estilos europeus. O estilo Manuelino não mascara a estrutura dos edifícios ao mantê-los livres de ornamentação desnecessária: as paredes exteriores ou interiores são geralmente nuas, concentrando-se a decoração em determinados elementos estruturais, como janelas, portais, arcos de triunfo, tectos, abóbadas, pilares e colunas, arcos, nervuras (ogivas, liernes e terceletes), frisos, cornijas, platibandas (como nos Jerónimos) óculos e contrafortes, além de túmulos, fontes, cruzeiros. </li></ul>Abóbada dos nós, na Sé de Viseu, de João de Castilho.
  16. 17. <ul><li>O estilo manuelino tem a sua fase de maior amadurecimento a partir da segunda década de reinado de D. Manuel. Os escultores e arquitectos de Portugal definiram, neste contexto, um estilo de uma originalidade vigorosa que ainda hoje causa espanto entre todo o património artístico português. Os motivos ornamentais que caracterizam esta tendência são de uma riqueza impressionante e, ao contrário do que se tornou vulgar dizer, não é caracterizada apenas pelos motivos marítimos, inspirados na Era das Descobertas, mas por um conjunto de símbolos de ordem diversa onde, eventualmente, se encontram elementos do género. A ideia de que os motivos ornamentais se ligavam ao mar deve-se a Edgar Quinet, em 1857, e tornou-se um lugar-comum. </li></ul>Colunas torsas, típicas do Manuelino, na Sé da Guarda. Coluna no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos
  17. 18. Principais autores <ul><li>No Norte de Portugal, os principais autores deste estilo, provenientes da Galiza ou de Biscaia, foram Tomé de Tolosa, Francisco Fial e Pêro Galego, que participaram na criação da Igreja Matriz de Caminha, bem como João de Vargas e João de Parmenes, que trabalharam juntamente com o português João Lopes na Sé de Lamego. O cantábrico João de Castilho, responsável pela galilé e pela capela-mor da Sé de Braga, também deixou a sua marca no Mosteiro dos Jerónimos, onde avulta a figura de Diogo Boitaca, criador do Mosteiro de Jesus de Setúbal. Além de Boitaca, o centro de Portugal conta também com a obra notável de Mateus Fernandes, bem representada no portal das Capelas Imperfeitas, no Mosteiro da Batalha. </li></ul>Pormenor do portal das Capelas Imperfeitas, de Mateus Fernandes
  18. 19. O Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, é um dos legados mais exuberantes deste estilo. Interior da Igreja dos Jerónimos
  19. 20. Motivos ornamentais <ul><li>A característica dominante do Manuelino é a exuberância de formas e uma forte interpretação naturalista-simbólica de temas originais, eruditos ou tradicionais. O conjunto decorativo de um elemento escultórico manuelino apresenta-se quase sempre como um discurso de pedra, onde diversos elementos e referências se cruzam ( pansemiose - ou &quot; todos os significados &quot;), como o cabalismo cristão, a alquimia, a tradição popular. O contexto tanto pode ser moralizante, como alegórico, jocoso (quando se aponta o dedo aos defeitos humanos ou a pormenores obscenos, como na referência ao sexo oral, numa gárgula exterior à capela de São Nicolau, em Guimarães), esotérico ou, simplesmente, propagandístico em relação ao poder imperial de D. Manuel I. Note-se que esta simbologia está também muito ligada à heráldica. </li></ul>Pormenor da Torre da Colegiada da Oliveira, em Guimarães, onde às cordas esculpidas se associa uma gárgula.
  20. 21. Os motivos mais importantes da arquitectura manuelina são: <ul><li>Símbolos nacionais: </li></ul><ul><ul><li>A esfera armilar (&quot; a esfera dos matemáticos &quot; conferida como divisa por D. João II ao seu genro, D. Manuel I, que, tendo escrito no meridiano &quot; Spera Mundi &quot; - Esfera do Mundo - foi, mais tarde, interpretada como sinal de um desígnio divino para o reinado de D. Manuel que se apresenta nos motivos artísticos do estilo como &quot; Esperança do Mundo &quot;, como também poderia ser interpretada a expressão aí inscrita) </li></ul></ul><ul><ul><li>A Cruz da Ordem de Cristo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Escudo nacional; </li></ul></ul>
  21. 22. <ul><li>Elementos naturalistas : </li></ul><ul><ul><li>Corais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Algas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Árvores secas. Aparecem também no gótico final da Europa Central, usando-se o termo &quot; astwerk &quot; para descrever a sua utilização - são, portanto, um elemento característico do tardo-gótico e remetem para a estética franciscana, de cariz marcadamente naturalista e austera. Por outro lado, é um elemento que foi utilizado pelos detractores do gótico que consideravam o estilo bárbaro e primitivo - estéril como uma árvore seca. As suas raízes e troncos nodosos têm presença notável no Mosteiro de Alcobaça, na janela do Capítulo de Tomar, sobre o busto fundeiro; na Igreja de Vilar de Frades ou no Paço de Sintra. </li></ul></ul><ul><ul><li>Folhas de loureiro, como no Claustro de D. João I, no Mosteiro da Batalha; </li></ul></ul><ul><ul><li>Romãs (como nas portas laterais da Igreja Matriz de Golegã - símbolo de fertilidade, pela quantidade extraordinária de sementes que contêm) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pinhas (fertilidade e/ou imortalidade - por vezes interpretadas como sendo espigas de milho ou maçarocas) - são visíveis, por exemplo, sobre o portal da Igreja Matriz da Golegã; </li></ul></ul><ul><ul><li>Caracóis ou conchas de nautilus (como na Igreja da Vestiaria, em Alcobaça; ou na entrada das Capelas Imperfeitas, no Mosteiro da Batalha, simbolizando, talvez, a lentidão dos trabalhos); </li></ul></ul>
  22. 23. <ul><li>Elementos fantásticos : </li></ul><ul><ul><li>Ouroboros (a serpente que morde a sua própria cauda: símbolo do Universo: a união do princípio e do fim) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sereias (motivo de arte profana, talvez fossem uma referência a várias palavras semelhantes e ao simbolismo associado: serão , ou a altura em que o ciclo produtivo do cardar da lã se realizava; serenata , ritual de namoro ligado ao pecado da carne, tal como em serralho ); </li></ul></ul><ul><ul><li>Monstros (principalmente as gárgulas, mas também outros, como dragões e animais de boca aberta, devorando o seu próprio corpo) </li></ul></ul><ul><ul><li>Orelhudos (cabeças com orelhas descomunalmente grandes, como no cadeiral de Santa Cruz de Coimbra); </li></ul></ul><ul><ul><li>Animais realizando acções humanas, numa perspectiva carnavalesca, como a tocar instrumentos musicais. </li></ul></ul>
  23. 24. <ul><li>Simbolismo cristão : </li></ul><ul><ul><li>Cachos de uvas e sarmentos (relacionado com a &quot; Vinha do Senhor &quot; e com a Eucaristia), como em Luz de Tavira; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agnus Dei </li></ul></ul><ul><ul><li>Querubins </li></ul></ul>
  24. 25. <ul><li>Outros motivos : </li></ul><ul><ul><li>As cordas entrelaçadas e cabos, fazendo muitas vezes nós, como na Sé de Viseu, na Torre de Belém ou na Casa dos Alpoins, em Coimbra. </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cinturões com grandes fivelas, como no Coro do Convento de Cristo, em Tomar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Meias esferas, como na Igreja da Conceição, em Beja; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pináculos cónicos com cogulhos de formas diversas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Colunas torsas (como no portal da Igreja Matriz da Golegã ou na Sé da Guarda) </li></ul></ul><ul><ul><li>Correntes, como na arquivolta do portal principal da Casa de Sub-Ripas, em Coimbra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Bustos de personagens históricas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cabeças de infantes (crianças) </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenhos finos, semelhantes aos das pratas espanholas, suas contemporâneas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Referências à cestaria; </li></ul></ul><ul><ul><li>Note-se que estes mesmos motivos aparecem também noutras construções, como pelourinhos, túmulos ou mesmo peças artísticas, como em ourivesaria. </li></ul></ul>
  25. 26. Trabalho realizado por: Kevin Figueiredo Nº14 Luís Oliveira Nº15

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