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Jb news informativo nr. 2078

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Jb news informativo nr. 2078

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.078 – Melbourne (Vic) - sexta-feira, 10 de junho de 2016 Bloco 1 -Almanaque Bloco 2 -IrVandi Dogado - (Coluna do ) Bloco 3 -IrHolbein – Dinâmicas da Loja em Sessão Bloco 4 -IrAdalberto Rigueira Viana – Esquadro e Compasso: uma unificação dos Maçons Bloco 5 -IrOtacílio Batista de Almeida Filho – Orgulho, Vaidade e Ira no Meio Maçônico. Bloco 6 -IrPedro Juk – Perguntas & Respostas – do Ir Ranulpho Augusto de Almeida Martins (Cruz das Almas – BA) Bloco 7 - Destaques JB –
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 2/23  1521 — Os índios destroem as Missões de Cumaná, na Venezuela.  1539 — O conquistador espanhol Hernando de Soto desembarca na baía do Espírito Santo, nos Estados Unidos, com 600 homens.  1770 — O governador de Buenos Aires, Bucarell, ordena que os ocupantes britânicos das ilhas Malvinas desocupem a zona.  1776 — O Congresso de Filadélfia aprova a Declaração de Independência dos estados da união, nos Estados Unidos.  1829  O governador das Províncias Unidas do Rio da Prata cria o Comando Político e Militar das Ilhas Malvinas.  Realiza-se a primeira regata entre Oxford e Cambridge.  1842 — Irrompe a Revolução Liberal em Barbacena (Minas Gerais), Brasil.  1834 — O presidente Luis José de Orbegozo promulga a quarta Constituição do Peru.  1854 — O Matemático Bernhard Riemann confere a palestra "Sobre as Hipóteses nas quais se baseia a Geometria" onde fala sobre sua nova geometria.  1890 — Fundação da cidade de Sumidouro, no Estado do Rio de Janeiro.  1901 — O Parlamento da Bélgica decide aprovar a anexação do Congo.  1914 — É fundada a cidade de Foz do Iguaçu.  1924 — Giacomo Matteotti, deputado e secretário geral do Partido Socialista Italiano, é sequestrado e assassinado por um bando fascista.  1933 — Brasil, México e Venezuela retomam as suas relações diplomáticas.  1940 — Segunda Guerra Mundial: Benito Mussolini, ditador da Itália, declara guerra à França e à Inglaterra.  1944 — Segunda Guerra Mundial: a primeira bomba V-1 alemã é lançada sobre a cidade de Londres.  1945 — José Luis Bustamante y Rivero é eleito presidente do Peru.  1953 — A União Soviética renuncia suas reivindicações sobre os estreitos turcos de Bósforo e Dardanelos.  1959 — A China e a União Soviética firmam um acordo nuclear.  1967 — Termina a Guerra dos Seis Dias. Israel apodera-se do território egípcio situado ao leste do Canal de Suez, derrota o exército da Jordânia e ocupa a península do Sinai.  1972 — O presidente chileno Salvador Allende nacionaliza o Banco do Chile.  1977 — James Earl Ray, assassino de Martin Luther King Jr., foge da prisão, mas é recapturado 3 dias depois.  1985 — Israel retira as suas tropas do Líbano.  1990 — Alberto Fujimori é eleito presidente do Peru ao derrotar o escritor Mario Vargas Llosa no segundo turno.  1993 — Inauguração do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.  1992 — Iniciam-se as emissões da RTP Internacional.  1999 — A OTAN anuncia o fim dos bombardeios aéreos contra a Jugoslávia, após 79 dias de ataques. A ONU autoriza o movimento da força internacional para Kosovo e a criação de uma administração interina para o território. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 162º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Nova) Faltam 204 para terminar este ano bissexto Dia da Artilharia o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. EVENTOS HISTÓRICOS (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 3/23 1872 Assume a presidência da província de Santa Catarina o 3º vice Inácio Acioli de Almeida, substituindo a Guilherme Cordeiro Coelho Cintra. 1888 Circula, na capital da província, o último número da “Revista Tipográfica”, redatoriada por Luiz neves, Eleutério Neves e J. Moura 1889 Ato, desta data, nomeou Luiz Alves Leite de Oliveira Belo para a presidência da província de Santa Catarina. Foi ó último a exercer este cargo extinto, em razão da Proclamação da República 1962 Instalados nesta data os municípios de Dona Emma e Witmarsum, criados pela Lei nr. 826, de 17 de maio de 1962. 1985 Morre, em Florianópolis, o desembargador aposentado José do Patrocínio Galotti. Foi professor de História Econômica da Universidade Federal de Santa Catarina. Era natural de Nova Trento. 1163 Bula “Omine Datum Optimum” do Papa Alexandre III, que completa os estatutos e privilegia a Ordem dos Templários. 1847 Fundação da Loja Conciliação Morreteana, de Morretes (GOB/PR) 1856 Instalada a terceira Loja Inglesa no Brasil, “Southem Cross Lodge” no Recife, Pernambuco. 1968 Fundação da Loja Fraternidade de Pedro II nr. 9, de Pedro II, Grande Loja do Piauí. 1979 Fundação da Grande Loja Regular da Bélgica. Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias 20ª edição (Ir João Guilherme) e acervo pessoal históricos de santa Catarina Extraído de “Datas Históricas de Santa Catarina” do Jornalista Jali Meirinho e acervo pessoal
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 4/23 O Irmão Vandi Dogado escreve às sextas-feiras. É Mestre Maçom da Loja Arquiteto do Progresso 2434 – Rito Moderno – São Paulo - GOSP/GOB, site do seu blog: http://www.vandidogado.com.br e-mail: vand16@gmail.com Telefone: (11) 976963273 Os perigos da autoestima Há uma estreita relação entre os pares de palavras AUTOESTIMA-ARROGÂNCIA e HUMILDADE-SUBMISSÃO. Qualquer indivíduo que tenha baixa autoestima insere barreiras e obstáculos para as próprias ações, não consegue desenvolver todo o seu potencial, por isso a autoestima é extremamente relevante para o sucesso pessoal e profissional. Em contrapartida, o sujeito com autoestima elevada deve tomar imenso cuidado para não incorrer em arrogância. É neste ponto que entra a humildade, sendo atitude primordial para os bons relacionamentos interpessoais, todavia também se deve atentar para tal comportamento, pois humildade pode ser confundida com submissão e, consequentemente, provocar baixa autoestima. Como? Quer dizer que se temos autoestima elevada podemos nos tornar arrogantes? Exatamente! E, a humildade seria a solução para que isso não ocorra? Isso mesmo! Mas, se a humildade não for efetuada refletidamente podemos nos tornar submissos? Sim! Então, qual é o melhor caminho? Devemos buscar o mais harmônico equilíbrio entre autoestima e humildade e evitar qualquer comportamento que não tenha relação com seus genuínos significados. Há milhares de anos Sócrates proferiu uma das mais repetidas máximas: “Conheça-te a ti mesmo”. Repetida, porém pouco praticada, se os seres humanos conhecessem mais sobre si mesmos com certeza evitariam grandes tormentas em suas vidas e teriam mais tolerância com os outros, pois temos uma péssima característica de observar defeitos nos outros, mas não em nós. A metarreflexão e metacognição são práticas extremamente relevantes para o homem aprender mais sobre si mesmo, corrigir suas imperfeições morais e buscar a verdadeira humildade, sem se tornar subserviente. Captamos o mundo por meio dos sentidos, a maior parte das informações internalizadas é inconsciente, todavia com mais atenção e concentração podemos notar mais sobre os outros e sobre nós mesmos. O Maçom tem uma responsabilidade ainda maior, justamente porque recebe ensinamentos preciosos sobre a humildade, logo não deve somente buscar a melhoraria de si mesmo, mas também dos outros; sempre através de bons exemplos, atitudes 2 –Coluna do Irmão Vandi Dogado : Confusões entre conceitos estreitos
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 5/23 nobres e sinceras. Limpar o coração será necessário quando o sentimento ruim persistir em incomodar. Por mais que a pedra tenha sido trabalhada, haverá rugosidades a serem eliminadas. A Lógica dos Reis Os "loucos desajustados” são detentores de defectivos comportamentos aos olhos dos "reis". Os preciosíssimos e conscienciosos gritos libertários são brutalmente subtraídos pelos discursos eloquentes e retóricos dos que empunham a pena e o tinteiro, sobrepujando a essência democrática do livre pensamento. Já a grande plateia brada louvores aos eminentes poderosos! Adaptar-se facilmente ao meio é uma das definições científicas da “inteligência”, ato este que se exibe como uma tola e inútil necessidade de enquadramento a uma perversa lógica de ajustes sistêmicos, cuja consequência é a plena ausência de retidão, justiça, verdade e direito! Morrer na fila de postos de saúde é a imperante lógica da economia bestial daqueles que cobram onerosos tributos para depois serem chamados de Excelentíssimos Senhores Autoridades e, ainda, antes do último suspiro, concederem-lhes o valoroso voto, o feliz ajoelhamento, a imprescindível bajulação e o suave beijo da imoralidade. Como diria o Maluco Beleza: "Prefiro ser louco num mundo em que os normais constroem bombas". Vandi Dogado .'. É autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "O Iminente Colapso de Boston" (literário), O "Enxadrista Assassino" (literário), "Quim Nunca Esteve Lá" (contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais" (psicologia cognitiva), "Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação" (educacional) e Mentalux : técnicas de estudo e otimização do tempo" (Guia de instruções) Visite o site nosso blog: http://www.vandidogado.com.br Curta no nossa Fanpage: https://www.facebook.com/VandiDogadoBrasilPortugal/ (11) 976963273
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 6/23 Irmão Holbein M:.M:. da R:. L:. Dom Pedro IV Lagos (G:.O:.L:.) Portugal Dinâmicas da Loja em sessão Nesta prancha abordo uma temática recorrente sobre a qual nunca é demais insistir. A vocação de uma loja maçónica pode ir além dos objectivos descritos na sua carta patente; pode assumir-se como uma inclinação para a beneficência e a filantropia, pode incidir maioritariamente nos estudos filosóficos e esotéricos, pode incluir a acção cívica no seio da comunidade em que se insere, pode ser mais isto ou mais aquilo, até poderá ser uma mistura de tudo isto com outras coisas, mas jamais poderá deixar de ser o palco onde se desenrola a construção individual de cada um dos seus obreiros. Esta é a vocação primordial, o investimento principal do trabalho de uma loja maçónica. A forma como tal se desenrola é que marca a qualidade e a longevidade de cada oficina, mormente no que concerne ao rigoroso cumprimento da disciplina ritualística, a par da observância das normas e regulamentos, e ao importante concurso do diálogo pedagógico e reflexivo, o condutor da partilha de conhecimento e base da consciência e da concórdia entre os obreiros. Não há prossecução na caminhada sem que se verifiquem estes aspectos, sem que o templo que recebe a sessão seja impregnado com um ambiente distinto, propício aos trabalhos e claramente diferente de qualquer ambiente profano. Tal fractura ou suspensão temporal e espacial - entre lugar profano e lugar sacralizado -, é indispensável ao evento, a essa singularidade espácio- temporal maçónica. Em sessão, não há lugar para indisciplinas ritualísticas, posturas incorrectas, produção de sons espúrios, exageros humorísticos. Note-se que não defendemos uma sessão de participantes- múmia, de postura rígida e semblante austero, de expressões anódinas ou ausentes, não condenamos a ocorrência de um fugaz momento espirituoso; mas a clareza das falas, o rigor e o ritmo da prática do ritual, emoldurados pela elegância e suavidade da coluna da harmonia, têm de ser grandiloquentes. Muito ajudará a este ambiente a qualidade de uma iluminação de gradação variável que acompanhe e enquadre a variação musical e os diferentes momentos do ritual, bem como o total alheamento ao marcador do tempo profano, o relógio (do analógico ao digital, incluindo o telemóvel - objectos que deviam ficar nos Passos Perdidos e não entrar no templo). Toda esta dinâmica disciplinada visa dotar o espírito do obreiro da necessária serenidade para atingir a concentração que potencia a formação e a fluidez das energias fundamentais ao trabalho na Arte Real. E nada disto é difícil de implementar e praticar, pois não?! Nota: Para esta prancha contei com o precioso contributo do Ir:. Comp:. Mahatma Gandhi, particularmente nos tópicos referentes à importância da iluminação do templo e da prestação da coluna da harmonia, para os quais demonstrou uma sensibilidade notável. A ele o meu agradecimento. 3 – Dinâmicas da Loja em Sessão Holbein
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 7/23 Ir Adalberto Rigueira Viana Loja Simbólica Acácia Viçosense no 1808 – rigueiraviana@gmail.com Viçosa - MG Esquadro e compasso unidos: uma identificação dos maçons O Esquadro e o Compasso unidos são um dos símbolos que representam a Maçonaria, os mais conhecidos por sinal, ambos são ferramentas do arquiteto, do engenheiro e são utilizados nas lojas Maçônicas como alegorias para o ensinamento de todos os Maçons. Representam a conduta Maçônica, pois todos devemos enquadrar nossas atitudes pelo quadrado da virtude, aprendermos a circunscrever nossos desejos e manter nossas paixões, dentro dos limites da humanidade. O Esquadro resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e também da ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo. Significa que devemos regular a nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçônica, pelo temor de Deus, a quem temos de prestar contas das nossas ações, palavras e pensamentos. Emite a idéia inflexível da imparcialidade e precisão de caráter. Simboliza a moralidade. O esquadro e o compasso simbolizam também a materialidade do homem e sua espiritualidade. Quando juntos e na sua apresentação representam respectivamente e dependendo de como se arrumam as Lojas e os trabalhos e ritual de Aprendiz, Companheiro ou Mestre. Esquadro representa a retidão, a integridade de caráter, limitado por duas linhas, uma na horizontal e outra na vertical. A linha horizontal representa o caminho que temos que percorrer na Terra, em nossas vidas, já a linha na vertical representa o caminho de evolução em direção ao cosmo, ao sagrado, uma evolução sem fim, eterna, que nos eleva ao infinito e a Deus. O Compasso por sua vez representa o equilíbrio, a justiça, a vida correta, este é o símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as lojas. 4 – Esquadro e Compasso Unidos: uma nidificação dos Maçons Adalberto Rigueira Viana
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 8/23 Uma comparação feita ao Compasso e o Esquadro, temos no primeiro um instrumento flexível e o segundo rijo, desta maneira todo Maçom em diversos momentos de suas vidas, devem agir de forma rígida e, em outrora ser flexíveis, porém sem exasperar as ações conforme estes valiosos instrumentos, pois devemos ser precisos e exatos, conforme pede a situação. Entre estes importantíssimos símbolos encontramos a letra “G”, o que é o mais Augusto Símbolo segundo meu modo de ver. A Letra “G” é a sétima letra de qualquer um dos alfabetos que utilize o grafismo árabe e apresenta diversos significados. Geometria ou a Quinta Ciência é o fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge a noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada. O “G” significa Gnose, que é o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais e que é o principal fator do progresso, significa também gravitação, que é a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria, também denota a palavra geração, que é a vida que perpetua a série dos seres a Força Criadora que se acha no centro de todos e de todas as coisas. Temos também esta na palavra Gênio, que é a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor, também está contida no início de Grandeza, assim é o homem, na maior e mais perfeita Obra da Criação, na palavra Gimel, uma palavra hebraica, que se entende pelos deveres do homem para com Deus e seus semelhantes. O “G” é a sétima letra nos alfabetos mais comuns como citado acima, e o sete é considerado o número da perfeição, como em vários exemplos se destaca o que Deus fez o mundo em sete dias, o sete sempre é citado como o número divino. No entanto, seguindo fielmente os diversos autores, o acrônimo "G" significa Geometria, tendo por base os ensinamentos da Escola de Krotona de Pitágoras, ou mesmo Gnosis (Gnose, Gnosticismo), considerando seus aspectos místico, simbólico e vivencial. O Compasso e o Esquadro são alegorias, símbolos, mas para os Maçons são mais que apenas símbolos, representam o orgulho, o amor, a Deus, uma parte do corpo, algo gravado no coração na mente e na alma, algo que levaremos além desta vida, algo que levaremos para a eternidade. Simbolicamente o esquadro na maçonaria representa a matéria, enquanto que o Compasso representa o espírito. Em todas as sessões, sejam elas regulares ou magnas este conjunto formado pelos dois símbolos estará sobre a Bíblia Sagrada de acordo com o grau em que a Sessão for realizada. O irmão Orador, antes de colocá-los sobre a Bíblia Sagrada deverá fazer a leitura o Salmo próprio de cada grau da forma preceituada que faz alusão à matéria e ao espírito.
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 9/23 Irmão Otacílio Batista de Almeida Filho* (33) – M.I Loja Obreiros da Justiça n.º 3209, Campina Grande - PB O orgulho, a vaidade e a ira no meio maçônico O PECADO é uma atitude humana contrária às leis divinas tendo sido definido pela Igreja Católica no final do século VI, durante o papado de Gregório Magno que anunciou para o mundo profano, os sete pecados capitais provenientes da natureza humana: avareza, gula, ira, luxúria, preguiça, soberba e vaidade. Posteriormente, no século XIII, foram definitivamente incorporados e firmados pelo teólogo São Thomas de Aquino. Por questões práticas, no sentido de alcançar o nosso objetivo relativamente ao tema destacado, trataremos apenas dos três pecados capitais que permeiam com maior realce no nosso meio. Neste sentido, necessário se faz que definamos cada pecado ou pelo menos identifiquemos suas principais características. Usamos o termo meio maçônico, entre aspas, no título deste artigo para destacar o antagonismo existente entre a postura que deve ser adotada nesse meio e os pecados capitais ou vícios de conduta citados, os quais, infelizmente, os percebemos. Um dos sete pecados capitais que se manifesta nas pessoas na forma de ORGULHO e ARROGÂNCIA é a SOBERBA, termo que provém do latim - superbia, é um sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas de arrogância, por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais. As manifestações de soberba podem ser demonstradas de forma individual ou em grupo. Nos casos de grupos, escolhidos ou eleitos, se firma na crença de que é superior. A manipulação da soberba, do orgulho e da pretensão de superioridade de um grupo pode mobilizar conflitos sociais, onde os sentimentos de uma massa humana pouco crítica servem aos interesses políticos, econômicos, ideológicos de seu líder. O soberbo quer superar sempre os outros, mas quando é superado, logo se deixa dominar pela inveja. Quando se sente ameaçado, atingido, procura depreciar os outros e vangloriar-se, sem que para isso se estruture para se superar ou até fazer uma avaliação da vida, dando-se em determinado momento por satisfeito. O soberbo produz desarmonia na sociedade como estratégia para manter a soberba e se colocar sempre em evidência. A sociedade se tornando harmônica, com todos os indivíduos sendo e vivendo de maneira igual, liberta e fraterna, não propiciará espaço para a soberba. Agindo com humildade se consegue combater a soberba nas suas mais diversas formas, evitando a ostentação, contendo as vaidades e fazendo com que o soberbo olhe o mundo não apenas a partir de si, mas principalmente ao redor de si. O orgulho como uma das formas de manifestação da soberba se traduz pela satisfação incondicional do soberbo ou quando seus próprios valores são superestimados, acreditando ser 5 – Orgulho, Vaidade e Ira no meio maçônico Otacílio Batista de Almeida Filho
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 10/23 melhor ou mais importante do que os outros, demonstrando vaidade e ostentação que em limite extremo transforma-se em arrogância. A arrogância é outra forma de manifestação da soberba. É o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É comum conotar a pessoa que apresenta este sentimento como alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo de que não saiba ou sentir-se ao mesmo nível do seu próximo. O orgulho excessivo e a vaidade sem limites que se traduz na arrogância, se mostra na forma de luta pelo poder econômico, pela posição social e pela perpetuação no poder. Quando chega a ocupar cargo eletivo ou de nomeação busca impressionar os incautos, realçando o despotismo que trata os súditos como escravos. Diferentemente da ditadura ou da tirania, o despotismo não depende de o governante ter condições de se sobrepor ao povo, mas sim de o povo não ter condições de se expressar e autogovernar, deixando o poder nas mãos de apenas um, por medo e/ou por não saber o que fazer. No Despotismo, segundo Montesquieu, apenas um só governa. É como não houvesse leis e regras arrebata tudo sob a sua vontade e seu capricho. A VAIDADE humana, como um dos sete pecados capitais, se manifesta nas pessoas pela preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros, pela posição social que busca ocupar na sociedade ou através de ocupação de cargos. Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para promover ostentação perante os outros. Um ser humano invejoso, por sua vez, identifica com bastante facilidade um ser humano vaidoso, pois os dois vícios se complementam, um é objeto do outro. Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre vaidade. Um escritor brasileiro, Flávio Gikovate, tem se dedicado a analisar a influência da vaidade na vida das pessoas e seus impactos na sociedade. Uma das abordagens da vaidade na literatura é feita por Oscar Wilde no livro “O Retrato de Dorian Gray”, onde o principal tema é a vaidade do personagem Dorian, onde o jovem é ao mesmo tempo velho, e o velho é ao mesmo tempo novo. Por fim, trataremos da IRA como pecado capital. A ira é uma atitude que às pessoas manifestam pelo sentimento de vingança, de ódio, de raiva contra seus semelhantes ou às vezes até contra objetos. É uma emoção negativa que aniquila a capacidade de pensar e de resolver os problemas que a originam. Sempre que projetamos a ira a outro ser humano, produz-se a derrubada de nossa própria imagem e isto nunca é conveniente no mundo das inter-relações. A ira combina-se com o orgulho, com a presunção e até com a autossuficiência. A frustração, o medo, a dúvida e a culpa originam os processos da ira. A ira humana facilmente se torna pecaminosa. Quando começamos a defender nosso Ego, quando atacamos alguém ao invés de atacar o erro dele, quando a chama da ira é alimentada, ela se torna um fogo que destrói. Feitas as devidas considerações sobre o conjunto de alguns vícios da conduta humana ou pecados capitais, vamos nos transportar para o meio maçônico e estabelecer uma relação de homomorfismo para que possamos fazer uma reflexão sobre algumas práticas que constatamos no nosso cotidiano. O comportamento de um maçom, segundo os ditames da nossa Sublime Ordem, deve ser irreparável. Não se deve, nem se pode adotar ação alguma que realce soberba, vaidade e ira, sobretudo quando essa ação é praticada por irmão que é autoridade maçônica, que ocupa cargo maçônico eletivo ou de nomeação. Em caso de comportamento ou ação que comprometem a imagem da nossa ordem e atentam contra os postulados universais da Maçonaria.
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 11/23 Deve seu autor ser alertado por qualquer irmão que perceba o desvirtuamento no sentido de que o mesmo possa proceder à correção do seu comportamento ou ação. O Irmão alertado deve receber a observação de forma natural entendendo que o irmão que o alertou o fez no sentido de promover a sua melhoria, o seu crescimento. Nunca se deve reagir com ira. A excelência da Maçonaria se ergue sobre o suporte da Fraternidade e não do Ódio. O irmão deve ter humildade suficiente para compreender o reparo. Não deve ser soberbo nem vaidoso e receber a crítica como construtiva, principalmente pelo fato de ocupar cargo maçônico. Não há demérito para a autoridade maçônica quando é alertada por um irmão hierarquicamente inferior. Em primeiro lugar está o irmão maçom não a autoridade maçônica. O Maçom tem por dever cavar masmorras aos vícios em todas as suas formas, inclusive aos vícios de conduta aqui anunciados, pois assim, estará levantando templos às virtudes e, por conseguinte, fazendo novos progressos. As atitudes que expressam, com clareza, esses pecados capitais, esses sentimentos pífios e inconsequentes, que levam ao desânimo àqueles maçons que podem afirmar com toda propriedade “MEUS IRMÃOS COMO TAL ME RECONHECEM”, devem ser banidas do nosso meio. As autoridades Maçônicas constituídas têm que asseverar a hierarquia sim, mas não cometer excessos. Tem que conhecer, e conhecer bem a disciplina. A disciplina e a hierarquia são sustentáculos da Maçonaria, logo, o verdadeiro Maçom deve ser um homem disciplinado e que respeita a hierarquia. O Maçom disciplinado é instruído, não é propenso a soberba, nem a vaidade e nem a ira. O Maçom não tem orgulho, tem honra. O Maçom não tem vaidade, tem felicidade. O Maçom não tem ira, tem irresignação. A disciplina se constitui de um conjunto de ações planejadas e coordenadas que obedecem a regras, leis. Portanto, para exercitar a disciplina precisamos nos deter aos ensinamentos maçônicos contidos na Prancheta de Traçar, na régua de 24 polegadas, no esquadro e no compasso. Não podemos agir de forma desordenada, indisciplinada e exigirmos que os outros façam de forma diferente. Os nossos atos falam mais do que as nossas próprias palavras. A pior coisa que existe é o Maçom dar um bom conselho e em seguida um mau exemplo. Valendo-me das sábias palavras do meu pranteado pai, que dizia: “meu filho se você quiser saber quem é a pessoa, não preste atenção no que ela diz preste atenção no que ela faz”, pelo direito hereditário que me assiste, vou plagiar a máxima do meu velho e dizer: “meus irmãos se quiserem saber quem é o maçom, não preste atenção no que ele diz e escreve preste atenção no que ele faz”. O verdadeiro maçom se faz ser reconhecido, não pelas suas palavras, mas sim, pelos seus atos. A maior autoridade é o exemplo. Quando recebemos críticas, sobretudo críticas construtivas, precisamos ser disciplinados para ouvi-las, processá-las, fazer uma auto-avaliação e uma reflexão para melhorar nossos procedimentos, adequando-os as regras do bom convívio. Precisamos dar bons exemplos, principalmente, para Aprendizes e Companheiros, eles precisam de bons ensinamentos, eles precisam ser bem instruídos, eles precisam de referência para defender a nossa Sublime Instituição. Um Maçom disciplinado, instruído, é um maçom humilde, dedicado, útil, competente nos Augustos Mistérios. Não é soberbo, não tem vaidade e não tem ira. Nunca é oportunista e inconsequente, nunca com comportamento de desrespeito aos Irmãos e aos nossos Templos Sagrados. Temos que fazer de nossos Templos, além do natural relicário da
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 12/23 Fraternidade, centros operativos de Cultura e Civismo, na sustentação dos supremos fins de Liberdade, Justiça e Paz. Um Maçom disciplinado, instruído, dificilmente será manipulado para se tornar massa de manobra e se deixar levar por ofertas de medalhas, títulos, cargos e elogios. Um Maçom disciplinado e instruído ao ocupar cargos maçônicos jamais se transformará em um déspota. Um Maçom disciplinado respeita às autoridades constituídas e os seus irmãos outros por entender, na essência, o estado democrático de direito, a importância administrativa e política desses cargos e o papel de cada um desses irmãos no processo de democratização da sociedade. O maçom disciplinado entende que a livre expressão do pensamento como direito fundamental do homem em qualquer seguimento da sociedade moderna, sobretudo em uma sociedade maçônica, deve ser exercido na sua plenitude para transformação da sociedade na busca de melhores dias. Um maçom disciplinado e instruído ver na autoridade maçônica, primeiro um irmão, não um superior hierárquico, e por este fato, exige comportamento maçônico deste. As autoridades constituídas, mais que os demais irmãos maçons que não ocupam cargos, tem por obrigação dar bons exemplos. A hierarquia e a disciplina, sobretudo a disciplina, têm levado a nossa Sublime Ordem a obter a confiança e o respeito da sociedade em todo orbi terrestre, contudo, é necessário que se saiba que de quando em vez nos deparamos com alguns irmãos que atropelam os limites e passam a claudicar no exercício do seu desiderato, promovendo a desarmonia, provocando a discórdia e, consequentemente, gerando a indisciplina. O maçom pode e deve discordar de uma autoridade maçônica construída quando esta não desempenha o seu cargo com dignidade, probidade, humildade e competência. Logicamente, é preciso que seja feito dentro dos padrões de civilidade e de urbanidade, sem ira, com contestações fundamentadas e nunca levianas, uma contestação responsável que exija dessa autoridade o fiel cumprimento dos encargos que o cargo lhe impõe por estrita obrigação do dever. O respeito à hierarquia deve acontecer visando servir à instituição e não às pessoas. A nossa capacidade de opinar sobre a vida política e administrativa da nossa Obediência obtém maior expressividade no ato do voto, que é secreto, quando elegemos nossos representantes, quando elegemos um irmão para um cargo maçônico. Lamentamos que os membros dos tribunais maçônicos, ainda, não sejam eleitos pelo povo maçônico. ORGULHO, VAIDADE e IRA, essa trilogia não é nossa. Precisamos bani-la do nosso meio. Só depende de você, só depende de nós. Trabalho elaborado pelo Irmão Otacílio Batista de Almeida Filho* (33) – M.I *Membro da ARLS Obreiros da Justiça n.º 3209, Oriente de Campina Grande – PB (in Maçonaria Intocável do Ir. Adalberto Rigueira Viana)
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 13/23 Este Bloco é produzido pelo Ir. Pedro Juk, às segundas, quartas e sextas-feiras Loja Estrela de Morretes, 3159 - Morretes – PR Sinal, marcha e bateria Em 10/10/2015 o Respeitável Irmão Ranulpho Augusto de Almeida Martins, Loja “DEUS E FRATERNIDADE” nº 51, REAA, GLEB, Oriente de Cruz das Almas, Estado da Bahia, apresenta o seguinte: ranulphom@hotmail.com (...) venho utilizar e encarecer seus bons ofícios, no sentido de nos orientar nos assuntos que abaixo exponho, elementares até mesmo, mas, ainda, pendentes de entendimento uniforme entre os Irmãos desta minha Oficina Maçônica (...). 1 – DO SINAL DE ORDEM E DE SAUDAÇÃO – 1.1 – Entendo que o Sinal de Ordem é um procedimento e o Sinal de Saudação é outro procedimento. São ações distintas. Uma estática e outra dinâmica. 1.2 – Digo que o sinal de ordem é de procedimento estático porque, uma vez estando-se à Ordem, a imobilidade é total. Terminada a necessidade desta condição, desfaz-se o sinal, simplesmente, fazendo descer a mão verticalmente. 1.3 – Na hipótese do sinal de saudação, este é dinâmico. – Após o movimento instantâneo, retorna-se a posição anterior. 1.4 – Quando, em estado de inércia – (sinal de ordem) – se fizer necessário uma saudação (sinal dinâmico) – ocorre, neste momento, uma súbita transformação de estado físico, da inércia para o movimento, iniciando-se o novo sinal, que é o de saudação. 1.5 – Ocorre-me a ideia de que se estando à Ordem, para se desfazer este sinal, não se torna necessário fazer-se outro sinal (It. 1.3, acima), - o de saudação – pois, este, só é feito quando exigido ritualisticamente ou pela autoridade que dirige a Sessão. 1.6 – Tanto que, fico a entender, que surgindo a necessidade de se fazer o sinal de saudação, dinâmico no caso, independe de se ter que fazer o sinal de ordem, (estático). Onde, por consectário, o que me parece lógico, estando-se à Ordem, para se desfazer este sinal, não precisa se fazer outro sinal, que é o de saudação, salvo determinação ritualística em contrário. Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência. 6 – Perguntas & Respostas Pedro Juk
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 14/23 Assim é que, meu caro Irmão Pedro Juk encareço seus favores, para a emissão de uma opinião crítica sobre este assunto, com a sensatez que lhe é peculiar, a fim de que eu possa avaliar as minhas assertivas acima, quanto a sua correção ou não. 2 – DE PERFIL E À ORDEM. Defendo a hipótese de que, estando-se de pé e à Ordem, “in casu”, entre Colunas, a posição ereta, deve demonstrar o Maçom com a ponta do pé esquerdo voltada para o nordeste da Loja, isto é, na direção da mesa do Tesoureiro; a ponta do pé direito, voltada para o sudeste da Loja, ou seja, voltada para a mesa do Chanceler, formando-se, ai, a esquadria que se pretende e a frente do corpo, na direção, no sentido Leste, da mesa do Venerável Mestre, ou seja, na mesma direção do eixo da Loja, da diagonal do ângulo. Assim vejo que, estando o corpo do Maçom na direção da diagonal do ângulo reto formado, fico convencido – pelo menos a princípio – de que esta é a exata posição do Maçom à ordem, ereto, em esquadria, de perfil e em nível, fazendo-me lembrar, quando da minha primeira Instalação, a mensagem daquele segundo sinal procedimental. Como consequência, os demais passos do 1º Grau, para conclusão da Marcha ritualística deverão ser dados, de forma simples e normal, permitindo, sempre, que a posição inicial, acima mencionada, seja sempre repetida, seja a mesma a cada passo. O atual Ritual da nossa Grande Loja é omisso neste detalhe. O anterior, de 03 (três) anos passados mostrava, em um desenho, que a ponta do pé esquerdo – estando entre Colunas – deveria ficar na direção do Eixo da Loja, no sentido da mesa do Venerável, portanto, voltado para o Leste; já a ponta do pé direito, estaria voltada para o Sul, ou seja, na direção do 2º Vigilante, formando, então a esquadria proposta ritualisticamente. Já nesta última posição, a direção da diagonal deste ângulo está no sentido da mesa do Chanceler, que é a direção que ficaria a frente do corpo do Maçom. Assim, neste caso, para que o Maçom, na execução da Marcha Primária – marcha de Aprendiz - ou da posição elementar de à Ordem, o seu corpo não ficaria na diagonal do ângulo formado, mas, sim, na direção do cateto esquerdo – do pé esquerdo - aquele voltado para o Leste, para a mesa do Venerável, desde quando ele terá que estar sempre com a frente do corpo voltado para o Oriente. Neste caso, o corpo do Maçom ficaria “de bandinha” – expressão que tirei da leitura de um dos livros do insigne José Castellani – totalmente fora de esquadria, fora de perfil e fora de nível. Insurjo-me, desta forma, pela má orientação do Ritual. Este é o meu entendimento, meu caro Irmão Pedro Juk, para este procedimento, evidentemente e sem dúvida que S.M.J. (salvo melhor juízo). Daí, encarecer-lhe o favor de emitir, também, um parecer sobre este assunto. 3 – DA BATERIA DO SEGUNDO GRAU No próximo ano, em 2016, estarei completando 40 (quarenta) promissores anos de Maçonaria. Mas, já a cerca de 2/3 (dois terços) deste período que venho questionando a Irmãos diversos, fazendo leituras, lendo revistas pertinentes e informes capazes, procurando uma explicação para a orientação contida em alguns Rituais, ensinando que as duas últimas pancadas da Bateria do 2º Grau, devem ser em ritmo mais acelerado, mais rápido, do que as pancadas anteriores. Consegui Rituais da nossa Grande Loja, aqui da Bahia, (a GLEB), editados desde o ano de 1930, cerca de 5 (cinco) exemplares, de períodos diferentes, onde se viam as seguintes orientações: 1 – onde se via por ESCRITO em alguns Rituais: “...(tantas pancadas)... e mais duas”. E no DESENHO, assim expressava: ocultado. Nota: Como entendo, esta é a forma correte e normal da bateria, isto é, todas as batidas no mesmo ritmo, no mesmo diapasão. 2 – em outros Rituais, apresenta por ESCRITO: “... (tantas pancadas) ... e mais duas rápidas” (Sublinhei). E no DESENHO, assim se expressava: ocultado. Nota: Observa-se que neste item 2, não só por escrito está dito que as duas pancadas finais devem ser rápidas, assim como no desenho também está a indicar tal comportamento. Nunca tive ou consegui qualquer explicação sobre a razão de se mandar que as duas últimas pancadas sejam rápidas, diferentemente do ritmo das iniciais.
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 15/23 Já em outros Rituais, a dificuldade de entendimento se complica mais ainda, pois, POR ESCRITO, diz que as duas últimas são rápidas e no DESENHO mostra, estas duas últimas normais. Também, em outros Rituais, por sua vez, informam POR ESCRITO que as duas últimas pancadas são normais e no DESENHO mostra figuras com espaço e tamanho menor que as primeiras, indicando que são rápidas. Durante a minha trajetória até a graduação de Grande Inspetor Geral, pude observar uma tendência dos Maçons em acelerar o ritmo, ao proceder as pancadas mais rápidas, no término das diversas baterias dos diversos Graus. Fato que não existe explicação nem determinante nas Séries dos Altos Corpos. Isto me fez pensar ou admitir, face ao desconhecimento de explicações plausíveis, que o fenômeno que se repetia no caso da bateria do segundo grau, se tratava de uma inerência viciosa e comportamental humana, com uma tendência de se acelerar o término do procedimento. Meras ilações e conjecturas minhas. Assim meu Irmão Pedro Juk, é como entendo estas três questões. Compenetradamente não me acho dono de verdade nenhuma. Daí sempre procurar auscultar o próximo para ampliar a verdade, principalmente quando este próximo tem a condição ideal de esclarecimento como, comprovadamente, no seu caso. Rogo-lhe, portanto, que me ajude, opinando ou indicando alguma fonte onde qualquer destes assuntos tenha sido ventilado. Considerações: 1 – O Sinal Penal é composto por dois movimentos distintos. O primeiro é a sua própria composição (Gut, Cord ou Ventr). O segundo diz respeito à aplicação simbólica da pena conforme o juramento. Infelizmente inventaram esse nome de Sinal de Ordem para o Sinal Penal e deu no que deu. Ora, o termo “Ordem” não é propriamente um Sinal nesse caso, todavia um modo de postura corporal. Daí o correto é estar “à Ordem (significa preparado) compondo o Sinal Penal do Grau”. Quando um protagonista estiver à Ordem isso significa que ele estará em pé com corpo ereto e os pés unidos pelos calcanhares formando com eles uma esquadria aberta para frente. Dessa postura então é que ele compõe o Sinal Penal do Grau, já que em se estando à Ordem sem portar nenhum objeto, cumpre-se a obrigatoriamente da regra de que o protagonista compõe imediatamente o respectivo Sinal. Para desfazer esse Sinal, aplica-se simbolicamente o gesto inerente à pena proposta pelo Sinal, seja ele Gut, Cor ou Ventr. Ratificando: uma vez em se estando à Ordem compondo o Sinal, obrigatoriamente para desfazê-lo, aplica-se o gesto da mencionada pena simbólica, seja um ato para simplesmente se desfazer o Sinal, ou para proceder à saudação pelo Sinal, já que toda saudação é inexoravelmente feita pelo Sinal. Assim, é inexistente a prática de se desfazer diretamente um Sinal Penal sem antes proceder ao gesto que lembra a respectiva aplicação simbólica da Pena. À bem da verdade o que também não existe é esse título de Sinal de Ordem que insistentemente tem acampado nos procedimentos maçônicos. Estar à Ordem sim, agora Sinal de Ordem é no mínimo discutível e contraditório. É oportuno mencionar o termo “de pé e à Ordem”. Pergunta-se: alguém ficaria à Ordem estando sentado? Mera redundância haurida pelo excesso de preciosismo. Afinal estar à Ordem já se subentende que o elemento obrigatoriamente estará em pé compondo o Sinal do Grau. 2 – Originariamente no REAA, não existe essa prática de se apontar o pé esquerdo para frente - seja por ocasião da Marcha do Grau, ou na oportunidade em que se está simplesmente à Ordem. Essa é postura de alguns outros Ritos e Trabalhos maçônicos.
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 16/23 A posição correta para os pés nessa prática no simbolismo do Rito Escocês é a seguinte: com o corpo ereto e voltado normalmente para frente, unem-se os pés pelos calcanhares mantendo-se o esquerdo apontado para o lado esquerdo a aproximadamente 45º de uma linha imaginária longitudinal que passa pelo ponto onde se unem os calcanhares, enquanto que o pé direito vai também apontado a 45º, porém para a direita dessa mesma linha imaginária. Essa posição denota uma esquadria com o ângulo interno voltado para frente, cujo corpo também se mantém de frente e não “de bandinha” como mencionava o saudoso Irmão Castellani. Assim, a soma dos dois ângulos de 45º formados pelos pés em relação à linha imaginária é igual a 90º (esquadria). Ilustrando, a postura seria como se o protagonista estivesse posicionado em pé de frente para o Oriente entre as Colunas do Norte e do Sul no centro do Ocidente, cujos seus respectivos pés ficariam genericamente apontados um para o Tesoureiro e o outro para o Chanceler. Essa é a mesma postura adotada com os pés para a execução da Marcha do Grau de Aprendiz a cada passo, entretanto sem a necessidade de se arrastar o(s) pé(s). Infelizmente existe ainda a cultura de se misturar e enxertar procedimentos de Ritos uns nos outros, enquanto isso, o equívoco vai se consolidando com inúmeros rituais ensinando posturas equivocadas, sobretudo no simbolismo do Rito Escocês quando ainda vemos tantos Irmãos se posicionando “de bandinha” (andando de lado) em certos procedimentos ritualísticos. Se bem observada a Arte, no Pavimento Mosaico de ordenamento oblíquo como é originalmente no REAA, a interseção das linhas que definem o Pavimento servem também para regular os passos – a direção oblíqua do cruzamento das linhas simula a posição dos pés. 3 – Na verdade o que deve existir nas pancadas da bateria do Segundo Grau no Rito Escocês Antigo e Aceito é que há nesse conjunto uma pausa maior de tempo entre o primeiro grupo de percussão e o segundo. Essa é a questão para ser observada, nem tanto o ritmo das baterias no o primeiro e segundo grupo. À bem da verdade essa pausa maior entre os dois grupos, fez com que se adquirisse o hábito de, ao se completar a bateria, as últimas pancadas fossem dadas em ritmo mais rápido. Assim, em se tratando do ritmo das pancadas em cada grupo, desde que elas sejam dadas sequencialmente e com um tempo maior entre o primeiro e o segundo grupo de pancadas que os identifique, não faz diferença alguma – não importa se o segundo grupo é de andamento mais rápido ou igual ao primeiro. O importante é a acentuação de tempo entre os dois grupos de tal modo que o conjunto todo seja compreensivo àqueles que ouvirem a bateria. Às vezes a prolixidade e o excesso de preciosismo faz com que alguns rituais acabem por confundir o leitor. Sob a óptica da autenticidade e longe das ilações imaginárias apregoadas por autores que não merecem aqui nenhum comentário, não há nenhum fundamento para explicar se o ritmo é maior, menor ou igual nas pancadas que compõem cada grupo da bateria. O necessário é que entre cada grupo de percussões exista um tempo que a torne compreensível e a identifique conforme o Grau Simbólico do Rito em questão. T.F.A. PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com - Dez/2015
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 17/23 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Loja Oriente 01.06.1998 Fritz Alt - 3194 Joinville 01.06.1993 Acquarivs - 2768 Florianópolis 03.06.1996 Luz Esotérica - 3050 Porto União 05.06.2001 Vigilantes da Verdade - 3398 Tubarão 08.06.1984 União E Trab. do Iguaçu-2243 Porto União 08.06.1987 União Mística - 2440 Videira 10.06.1910 Aurora Joinvilense - 4043 Joinville 14.06.1909 Renascer do Vale - 4007 Penha 20.06.2005 Luz de Correia Pinto - 3687 Lages 21.06.2010 Cavaleiros da Paz - 3948 São José 23/06/1930 Luz e Verdade Iii- 1066 Joinville 24.06.1997 São João Batista - 3061 São João Batista 24.06.2004 Acácia do Oriente - 3596 Joaçaba 29.06.2010 Ouroboros - 4093 Florianópolis 30.06.2003 Acácia de Imbituba 3506 Imbituba GLSC - http://www.mrglsc.org.br Data Nome Oriente 03.06.2009 Elimar Baumgarten nr. 101 Timbó 06.06.1984 Obreiros de Salomão nr. 39 Blumenau 06.06.1985 República Juliana nr. 40 Laguna 21.06.1994 Harmonia Brusquense nr. 61 Brusque 24.06.1911 Acácia Itajaiense nr. 01 Itajaí 24.06.1999 Luz nr. 72 Jaraguá do Sul 24.06.2002 Elos da Fraternidade nr. 84 Concórdia 24.06.2005 Amizade ao Cruzeiro do Sul II nr. 90 Joinville 24.06.2005 Cinzel nr. 89 Curitibanos Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de junho 7 – Destaques (Resenha Final)
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 18/23 GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 03/06/1985 Obreiros da Luz Lages 06/06/2003 Livres Pensadores Joaquim José Rodrigues Lages 07/06/2010 Livres Telúricos Maravilha 09/06/1975 Ordem e Progresso Brusque 14/06/1993 Tordesilhas Laguna 20/06/1979 Luz do Oriente Itajaí 21/06/1999 João de Deus São Francisco Do Sul 26/06/2001 Jacques DeMolay Itajaí
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 19/23 From: Alfredo Roberto Sent: Thursday, June 09, 2016 10:36 AM To: Alfredo Roberto Subject: [AMEM-BRASIL] Médico brasileiro realiza cirurgia que faz cego voltar a enxergar Ciência Médica Associação de Médicos Maçons Médico brasileiro realiza cirurgia que faz cego voltar a enxergar Flávio Rezende, chefe do Departamento de Retina da Universidade de Montreal, implantou chip na retina de uma paciente por Paula Ferreira Equipe médica que realizou a cirurgia; Flávio é o quarto da direita para esquerda — A tecnologia está bem no começo, então fazemos a comparação com uma televisão em preto e branco. Hoje quando você mostra isso para uma pessoa ela pensa
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 20/23 que é ruim, mas a tecnologia começou dessa forma. Para um paciente que não enxergava, passar a enxergar mesmo que em preto e branco já é algo maravilhoso. Já estão trabalhando em um avanço de software, para tentar imagem em cores. Então, provavelmente, até o ano que vem pode ser que os pacientes já consigam enxergar colorido. Não é a visão que eu e você temos, é uma visão digital, eles veem píxels— explica Rezende. A tecnologia é indicada para pessoas com distrofias que afetam as células receptoras de luz da retina (mais comuns em idosos), dessa forma, o chip implantado faz o papel dos fotorreceptores e manda a imagem capturada pela câmera instalada no óculos que será usado pelo paciente para o cérebro, por meio do nervo óptico. Para transmitir as informações do óculos para o chip, a tecnologia utiliza radiofrequência que, segundo o médico, é mais estável e menos suscetível à interferências externas como aconteceria no caso do uso de Wifi. No Canadá e nos EUA, uma pessoa pode ser submetida a esse tipo de cirurgia a partir dos 25 anos, já na Europa pacientes a partir dos 18 anos podem ser operados. Médicos implantam chip em paciente cega — O óculos tem uma antena sem fio que se comunica com o olho. Para que a tecnologia funcione existem alguns critérios: o nervo óptico deve estar funcionando, depende também do tamanho do olho da pessoa. É realmente artesanal, cada prótese é customizada para cada paciente— afirmou Rezende. O mecanismo permite que a intensidade da entrada de luz seja regulada pelo próprio paciente através de um computador de mão, do tamanho de um smartphone. A tecnologia também pode ser desligada a critério do usuário, função importante, por exemplo, durante o sono. — É como uma máquina fotográfica, que você controla o diafragma para entrada de luz. Estabelecemos quais os objetivos do paciente. Por exemplo, se o objetivo é conseguir fazer melhor as coisas dentro de casa, então a companhia ajusta de acordo com a quantidade de luz que existe em ambientes internos. Para nós parece uma coisa banal, mas para eles é uma mudança de vida. Os pacientes passam a se locomover pelos cômodos sem bater nas coisas, alguns até conseguem distinguir letras— conta.
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 21/23 Chip assume função de células receptoras de luz A cirurgia custa cerca de US$ 170 mil e existe a intenção de que seja trazida para o Brasil. De acordo com Rezende, a empresa detentora da tecnologia pretende apresentar a proposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para obter o aval e trazer o olho biônico para o país. — Estou orgulhoso por ser o primeiro brasileiro a fazer isso. Estamos tentando desenvolver um projeto para levar à Anvisa. Agora está economicamente difícil conseguir a aprovação e levar a tecnologia ao Brasil, mas quando a economia melhorar o projeto já estará lá para ser analisado— destaca.
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 22/23 XXIII Encontro dE Estudos E Pesquisas Maçônicas da loja fraternidade brazileira em Florianópolis Estimado Irmão! Nosso XXIII ENCONTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS MAÇÔNICAS será realizado nos dias 14 e 15 de outubro do corrente ano, no Oriente de Florianópolis, SC. O Encontro será realizado pelo Departamento de Membros Correspondentes da Loja Maçônica Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas, Juiz de Fora – MG. Os trabalhos para o XXIII ENCONTRO enfocarão o tema: "A MAÇONARIA NAS REDES SOCIAIS". Os trabalhos a serem apresentados no Encontro, serão publicados. Portanto, eles deverão ser enviados por e-mail, ou em CD, com as seguintes especificações: digitação em Word, papel tamanho A4, fonte Arial, tamanho 10, com títulos no mesmo tamanho, em negrito, e os subtítulos também em fonte 10, porém em itálico. A apresentação dos trabalhos devem ser preferencialmente com uso de recursos de multimídia, e não devem ultrapassar o tempo de 15 (quinze) minutos. (Os trabalhos deverão ser enviados até o dia 30/09/2016). Na sexta-feira, dia 14, teremos a tradicional reunião do Clube do Ganso e da Grelha, às 20:00, onde será debatido o tema "COMO DEFINIR VOCAÇÃO MAÇÔNICA". Fraternalmente, Miguel Simão Neto
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.078 – Melbourne (Vic.) sexta-feira, 10 de junho de 2016 Pág. 23/23 Antas atravessando uma das ruas de Joaçaba (SC). E na faixa de pedestre. (foto do Ir Ives Pizzollatti)

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