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Jb news informativo nr. 2175

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Jb news informativo nr. 2175

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Homenagem do JB News aos Irmãos de Cascais - Portugal Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrRui Bandeira - Força Bloco 3-IrSérgio Quirino Guimarães – Sobre o gesto de Bater no Avental Bloco 4-IrMarcos Coimbra – Soberania e Desarmamento do Cidadão Bloco 5-IrVicente Augimeri Filho – Coluna do Norte... Ah, que saudades me dá! Bloco 6-IrJosé Anselmo Cícero de Sá – A Liberdade na Visão de “Tocqueville” Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 15 de setembro. Versos do Irmão e Poeta Raimundo Corado
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 2/25 Livros de artigos nos Graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre Publicados na Revista O PRUMO. Durante o período de 1970 a 2015. Pedidos: site http://www.gosc.org.br Ou pelo telefone: (48) 3952-3300  Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 259º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Quarto Crescente) Faltam 107 para terminar este ano bissexto Dia do Musicoterapeuta e dia da Musicoterapia Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. LIVROS
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 3/25 15 de setembro 1590 – Giambattista Castagna, foi eleito o papa Urbano VII, que morreu de malária passados doze dias. 1765 – Nasceu em Setúbal, Manuel Maria Barbosa du Bocage, poeta, alistou-se na marinha e desiludido com a experiência desertou para a China e Macau, regressando a Lisboa. Teve uma vida literária agitada e boémia, bebendo os ideais da revolução francesa. Fez parte do movimento Nova Arcádia, com o pseudónimo de Elmano Sadino. Liberal e jacobino, em 22/3/1798 foi entregue à Inquisição e transferido do Convento S. Bento (Limoeiro) para as Necessidades pela sua epístola Pavorosa Ilusão da Eternidade e ainda publicou em vida: Rimas e Obras Completas, iniciado maçon entre 1795/7, com o nome simbólico de Lucrécio, quando esteve em Macau em 1789/80 desenvolveu atividade maçónica (21/12/1805). 1783 – Faleceu em S. Petersburgo, Leonardo Euler (15/4/1707). 1820 – Levantamento em Lisboa, na sequência do Porto (24/8/1820), a participação de maçons foi mais reduzida, devido à tragédia de 18/10/1817, mas eram maçons: o tenente coronel de infantaria 16 Caetano de Melo Sárria e o alferes do mesmo Regimento Francisco José de Faria, não se excluído a possibilidade de também serem maçons: Aurélio José de Morais, Geraldo de Oliveira, António Nogueira de Carvalho e outros. Da Junta Provisória de Lisboa, cinco entre doze membros eram maçons: Hermano José Braamcamp Sobral, Filipe Ferreira de Araújo e Castro, Matias José Dias Azedo, Francisco de Lemos Bettencourt e Bento Pereira do Carmo. Da Junta Geral do Reino oito de doze eram maçons: Hermano José Braamcamp Sobral, Manuel Fernandes Thomaz, Frei Francisco de S. Luís, José Joaquim Ferreira de Moura, Matias José Dias Azedo, José Ferreira Borges, José da Silva Carvalho e Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda. Da Junta Preparatória das Cortes quinze em vinte e três eram maçons. – Tocado pela primeira vez no Teatro S. Carlos, em Lisboa, o Hino Constitucional, da autoria do maestro napolitano Carlo Cocia, diretor do teatro (24/8/1820). 1821 – Fundada em Lisboa, por maçons, a Sociedade Patriótica da Casa do Risco. 1839 – Faleceu em S. Petersburgo, Ignaz Aurelius Fessler, maçon húngaro (18/5/1756). 1857 – Nasceu em Cincinati, Ohio, William Howard Taft, advogado por Yale, juiz, político conservador, gov. das Filipinas, secretário de estado da Guerra, eleito 27° pres. dos E.U.A., de 1909/13, na política externa, substituiu o intervencionismo militar pela influência económica do dólar, enquanto na política interna endureceu as leis anti-monopolistas. A sua recusa em aplicar diversas reformas levou Roosevelt a provocar a cisão da ala mais liberal do Partido Republicano, que foi denominado em 1912 de Partido Progressista, maçon, Mestre em 1901 (8/3/1930). EFEMÉRIDES DO DIA -Ir Daniel Madeira de Castro (Lisboa) (Fonte: Livro das Efemérides - Históricas, Políticas, Maçônicas e Sociais - 2016)
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 4/25 1869 – Instalada pelo G.O.L.U. em Cádis, a Loja Caridad y Igualdad, n° 33 do R. F., que abateu colunas em 31/5/72 e em Madrid a Loja Igualdad, do R. F. que abateu colunas em 30/9/71. 1890 – Nasceu em Torquay, Agatha Christie, romancista e dramaturga inglesa, viveu na Síria e no Iraque, escreveu cerca de uma centena de obras, muitas dedicadas a crimes, destacamos: Assassinato na Mesopotâmia, Morte no Nilo e Cortina (12/1/1976). 1892 – Nasceu na Quinta das Felgueiras, Vila Nova de Famalicão, Arthur Cupertino de Miranda, filho de um casal de abastados lavradores, tornou-se pela sua visão financeira e profícua atividade numa das maiores figuras da banca portuguesa, em 1919, abriu no Porto a Casa Bancária Cupertino de Miranda & Irmão, Lda., transformada em 1942 no Banco Português do Atlântico, fundou a Lusotur e concebeu Vilamoura, dinamizou várias indústrias, recebeu inúmeras condecorações e consta que em 1919 era secretário do então Partido Socialista (13/7/1988). 1902 – Nasceu em Lisboa, Carlos Ernesto de Sá Cardoso, engenheiro, funcionário da Junta Autónoma das Estradas, oposicionista ao Estado Novo, iniciado maçon, membro da Loja Liberdade, de Lisboa, com o nome simbólico de Afonso de Albuquerque e elevado ao 33° Grau do R.E.A.A., de que foi S.G.C. entre 1981/2 (4/3/1984). 1916 – Utilizados pela primeira vez tanques militares, pela Inglaterra. 1917 – Kerensky proclamou a república da Rússia. 1923 – Miguel Primo de Rivera, marquês de Estella, capitão gen. da Catalunha, tomou o poder em Madrid à frente de um diretório militar, em 24/4/1924 lançou um partido de apoio ao movimento ditatorial a Unión Patriótica. 1927 – Nasceu em Rimmi, Hugo Eugenio Pratt, guionista, autor italiano de banda desenhada e concebeu Corto Maltese, viveu treze anos na Argentina, na sua vasta obra há referências expressas a iniciações maçónicas, foi iniciado maçon em 19/11/1976 na Loja Hermes em Veneza elevado em novembro de 1989 ao Grau 4 do R.E.A.A. (20/8/1995). 1935 – Aplicadas as leis de Nuremberga, por Hitler, banindo os judeus, e tornaram a cruz suástica o símbolo do poder alemão. 1936 – Franco assinou em Espanha um decreto proibindo a maçonaria no seu país, iniciando um período de dura perseguição e chacina, formando um tribunal para julgar maçons, comunistas e demais sociedades secretas clandestinas. Foram processados 80.000 espanhóis quando só haviam 15.000 membros, a falange franquista saqueou o templo maçónico de Tenerife, tendo depois organizado visitas pagas à Câmara de Reflexões, por meia peseta. 1973 – Faleceu em Lisboa, Venceslau do Amaral Pinto, maçon (3/1/1883). 1982 – Criado em Portugal o jogo do Totoloto, cujo primeiro concurso se realizou em 30/3/85. 1979 – Foi publicada em Diário da República a lei nº56/79, que criou o Serviço Nacional de Saúde, da autoria do ministro e deputado António Arnaut, maçon.
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 5/25 1765 Nasce Manuel Maria Barbosa Du Bocage () muito perseguido pela Inquisição 1820 Vitoriosa a Revolução Constitucionalista em Portugal. Convocado um Parlamento (as Cortes) que busca reduzir o Brasil à condição de colônia novamente. A imprensa livre estimula os debates e faz crescer o apooio à Independência. 1821 Começa a circular, dirigido por Gonçalves Ledo e pelo Cônego Januário Barbosa, o jornal Revérbero Constitucional. 1832 O marquês de Lafayette é feito Maçom do Real Arco no Capítulo Jerusalémn nr. 8, de Nova York. 1832 Ata da Sessão registra que o Grande Oriente do Brasil adotou o Rito Francês ou Moderno. 1851 Fundação da Grande Loja de Oregon dos Maçons Livres, Antigos & Aceitos. 1901 Fundação da Loja Maçônica Cayrú nr. 0762, no bairro Meier, do GOB/RJ 1916 Fundação do Supremo Conselho do Panamá. 1994 Fundação da Loja Herbert Jurk nr. 2818, de Timbó, GOB/SC 2001 Os Grão-Mestres das Grandes Lojas do Nordeste expressam total apoio ao Soberano Grande Comendador de Estado, atingidos pela expulsão da GLMERJ Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal De Irmão para Irmão As publicidades veiculadas nas edições diárias do JB News são cortesia deste informativo, como apoio aos irmãos em suas atividades profissionais. Valorize-os, caro leitor, preferindo o que está sendo anunciado.
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 6/25
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 7/25 Ir Rui Bandeira Obreiro da R. L. Mestre Affonso Domingues, n.º 5 da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. Escreve às quintas-feiras neste espaço Este e outros artigos de sua autoria Poderão ser lidos no blog http://a-partir-pedra.blogspot.com.br FORÇA A obra humana, para ter valia, deve estar dotada de Força. A ação do maçom deve beneficiar da Força. Não é de força física que aqui se trata. Ao mencionar esta caraterística de que devem estar dotados os maçons e o comportamento e as obras destes, quer-se, em primeiro lugar, fazer referência à Força de Caráter que deve ser apanágio do maçom. Força de caráter para seguir o, por vezes estreito e acidentado, caminho da virtude. Em segundo lugar, Força de Vontade. Força de vontade para combater o vício, isto é, para combater e anular, se possível, os defeitos que, infelizmente, todos nós temos. Mas a Força não respeita apenas às caraterísticas intrínsecas do Homem, refere-se igualmente às das suas obras. E, neste plano, a Força de que aqui se fala respeita à Eficácia das ações humanas. Pode agir-se com muita boa vontade, mas se a nossa atuação for estéril, se a nada conduzir, se do nosso ato nada nascer, nada frutificar, nada mudar, nenhum efeito se obtiver, então mais valia ter estado quieto e poupado o esforço absolutamente inútil... Quando nada de útil se pode fazer, então manda o bom senso (a Sabedoria de que no número 2168 do JB News falava...) que nada se faça. O Homem deve agir, deve atuar, mas deve fazê-lo com eficácia, de forma a que dos seus atos resultem efeitos, especialmente os efeitos pretendidos, que devem melhorar o que existia antes de se atuar. Também no plano das caraterísticas de que devem estar dotadas as obras humanas, a Força é sinónimo de Durabilidade. Pouca utilidade tem a construção que se desmorona ao mais leve sopro de vento ou que, ao jeito de construção na areia, é destruída logo que a maré sobe... Neste sentido, o Homem prudente procura que aquilo que constrói seja durável, que seja utilizável com proveito enquanto seja útil. E com isto, tanto nos podemos estar a referir à construção de um edifício ou de uma ponte, como à edificação da relação que partilhamos com a nossa companheira de vida ou àquela que temos com os nossos filhos, ou ainda aos laços de amizade que tecemos ao longo de nossas vidas. A obra humana, seja física, seja relacional, deve, à imagem do seu autor, estar dotada de Força, isto é, deve corresponder ao que se pretende dela (eficácia) por todo o tempo que se destinar a durar (durabilidade), no limite para toda a nossa vida e, se possível, para além dela. Para os maçons, é importante, mas não basta, que os seus atos estejam dotados de Sabedoria; é imperioso que tenham também a Força que os faça valer a pena. É assim que a Força é outra coluna de suporte do Templo que interiormente cada um de nós deve edificar. Rui Bandeira 2 – Força Rui Bandeira
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 8/25 Ano 09 - artigo 39 - número sequencial 529 – 13 setembro 2015 Saudações, estimado Irmão! Sobre o gesto de BATER NO AVENTAL Durante os trabalhos maçônicos em Loja, não nos damos conta dos vários movimentos inseridos no ritual para preservar a história e a doutrina de nossa Ordem. Todo movimento ou gesto executado por alguma parte do corpo do Obreiro destina-se a passar uma mensagem coletiva ou individual. Trata-se de uma linguagem especifica. Não se trata de preciosismo maçônico ou despropósito ritualístico e muito menos uma atividade exclusivamente maçônica. Na Roma Antiga, a posição do polegar (con il pollice capovolto) sentenciava-se o destino final de um gladiador subjugado. Nos esportes coletivos, quando um “ponto” é conquistado, assistimos os jogadores batendo suas mãos ao alto na comemoração da vitória/conquista advinda da parceria e amizade (high five). 3 – Sobre o gesto de Bater no Avental Sérgio Quirino Guimarães
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 9/25 Em todas as religiões encontramos movimentos corporais. Seja um simples abaixar a cabeça em respeito, até movimentos de dança em celebração à divindade. Em nossa cultura o mais tradicional é desenhar uma cruz no ar sobre si mesmo. De todos os gestos maçônicos, o bater com a palma da mão direita sobre o avental talvez seja o mais executado de forma automática e sem o sentimento do que o envolve. Não podemos nos esquecer de que o avental é a mais honrosa insígnia do Maçom. É o emblema do trabalho Só devemos retirá-lo após sermos ativos e laboriosos. Ao batermos com a mão direita, damos ciência que já descansamos os instrumentos de trabalho e a batida é o afago ao companheiro que nos protegeu das arestas do mundo bruto, das lascas da ignorância arrancadas e do pó que fecha os poros do discernimento. ESTE GESTO DE SATISFAÇÃO FEITO COLETIVAMENTE TEM UMA CONOTAÇÃO INDIVIDUAL QUE MERECE REFLEXÃO. O OBREIRO ESTÁ CONTENTE E SATISFEITO? (COLABOROU PARA O BOM ANDAMENTO DO TRABALHO) LAVROU CORRETAMENTE SUA PEDRA BRUTA? Este artigo foi inspirado no livro “CONSULTÓRIO MAÇÔNICO XI” (2006), do Irmão José Castellani, que na página 140, ensina: “O costume remonta às antigas confrarias de canteiros, que esquadrejavam a pedra informe, transformando-a em pedra cúbica, para uso nas construções; a batida no Avental levanta o pó de pedra nele contido, mostrando que o trabalho foi bem executado.” Neste nono ano de compartilhamento de instruções maçônicas, mantemos a intenção primaz de fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura, enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudo das Lojas. Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônica.
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 10/25 O Irmão Marcos Coimbra é Secretário de Educação e Cultura do SCRM – do GOB e MI da Loja Maçônica União e Tranquilidade nr. 2 do GOB/RJ, Economista e Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano “Na minha página www.brasilsoberano.com.br existem cerca de hum mil artigos de minha lavra , publicados nos últimos quinze anos.” Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br SOBERANIA E DESARMAMENTO DO CIDADÃO O Ministro da Justiça Alexandre de Moraes, ao divulgar em sua página do Facebook artigo do Prof. Bene Barbosa, presidente do MVB, desmente o paradigma de que armas são ruins “per si”, começando a desmoralizar esta falácia depois de quase duas décadas de desarmamento. "Seguindo a diretriz de um governo em prol do desarmamento, essas pesquisas possuem claramente viés ideológico e com uma distorção da realidade, dos números e das estatísticas– tentam justificar a fracassada política nacional de desarmamento que, após mais de dez anos em vigor, não surtiu efeito na redução da violência. Ao contrário." E ainda: “Além disso, os cidadãos de bem estão desarmados e desprotegidos, uma vez que não conseguem legalmente possuir uma arma de fogo e, por vezes, se veem obrigados a optar pela ilegalidade para se defender”. No Brasil o serviço militar é obrigatório. Todo jovem é convocado para cumprir seu dever aos dezoito anos. O objetivo é a sua preparação para a defesa da Pátria. Ele aprende a atirar com armas leves e pesadas e faz teste de tiro. Em Israel e na Suíça, todo cidadão, de acordo com critérios específicos, é considerado como soldado da reserva, pronto para entrar em combate, quando necessário. Reina a insegurança no país, em especial no RJ, onde centenas de pessoas estão sendo trucidadas por marginais, muitos deles “menores”, em especial com uso de armas brancas, sem a mínima possibilidade de exercer seu legítimo direito de defesa, por falta de meios. Estamos sendo massacrados, mesmo sem oferecer resistência, ficando nossas vidas a mercê dos humores dos bandidos. A violência imposta pelo narcotráfico domina as cidades. Organismos internacionais, com a conivência de “cidadãos brasileiros”, alguns ingênuos, outros por terem sido cooptados por várias razões e os demais em função de motivações ideológicas, estão introduzindo no Brasil a cultura da covardia. Ou seja, não reaja, não olhe para o bandido, faça aquilo que ele mandar etc. Autoridades estrangeiras declaram o fim da soberania brasileira sobre a nossa Amazônia. 4– Soberania e Desarmamento do Cidadão Marcos Coimbra
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 11/25 Houve um referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, onde a imensa maioria dos eleitores (cerca de 64%) rejeitou o absurdo Quase todos os políticos (principalmente os ditos de esquerda) foram a favor da proibição, tendo sido fragorosamente derrotados. Porém, conseguiram impor o famigerado estatuto do desarmamento, por acordo de lideranças, sem sequer votação no plenário. Só defende o estatuto do desarmamento quem ignora o que está por trás dele, estrangeiros ou sicários. Numa provável tentativa de invasão da Amazônia, nossa única chance é a luta não convencional, em que poderão ser empregados os reservistas e civis voluntários, possuidores de armas de fogo e munição, com destreza em sua utilização. Caso sejam confiscadas milhões de armas em especial aquelas em poder de reservistas, como defender nosso país das agressões externas e internas? O objetivo deve ser estimular os cidadãos dignos a legalizarem suas armas de fogo, impondo punições severas aos que tiverem armas ilegalmente e não desarmá-los. Ou o verdadeiro objetivo é facilitar a tomada de nosso território por estrangeiros, bem como a ação de criminosos? O argumento falacioso de que um revólver é um "vetor de violência" não se sustenta. Os marginais empregam armas de guerra, AR-15, M-16, lança-granadas, desprezando armas de pequeno porte. Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas. Um povo desarmado é muito mais fácil de ser escravizado, não tendo condições de exercer o direito constitucional de autodefesa. A manobra é muito clara. A liderança do movimento é da ONG Viva Rio, fundada em NOV/93, no Rio de Janeiro, com a participação e o patrocínio de representantes das Fundações Rockefeller, Brascan, Kellog, Vitae e Roberto Marinho e a presença do então Chanceler FHC e do banqueiro David Rockefeller, fundador do Diálogo Interamericano, sendo filiada à IANSA- International Action Network of Small Arms, uma rede de 186 ONGs criada para atuar como uma central de coordenação da campanha internacional de desarmamento. No Reino Unido, após o banimento das armas curtas, a própria polícia reconhece que isto em nada contribuiu para melhorar a situação, existindo ainda de 400 mil a um milhão de armas de fogo ilegais. O próprio Comitê de Assuntos Internos planejou uma revisão na legislação de armas de fogo e o Sr. Bill Harriman, membro do Comitê Consultivo em armas de fogo afirmou que: "a legislação focou o cidadão honesto que participa de clubes de tiro, quando deveria ser direcionada a armas possuídas ilegalmente". Ninguém tem moral, direito ou legitimidade para rasgar a Constituição, impedindo o direito natural à autodefesa do cidadão. Caso este comportamento fascista seja mantido, as autoridades irão colocar na cadeia os cerca de oito milhões de cidadãos possuidores de armas legais e soltar os bandidos que estão trancafiados? E quantas armas continuarão a existir no país, computando-se as ilegais já existentes? Queremos direitos iguais às "autoridades", que, além de portar armas, possuem carros blindados, seguranças até estrangeiros, com armamento de guerra. Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br Página: www.brasilsoberano.com.br
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 12/25 Ir Vicente Augimeri Filho - MM Loja Luz e Perfeição nr. 608 Presidente Prudente – SP. Acho que o meu saudosismo não é um privilégio somente meu. É de todos os que ingressaram na Ordem e, já no meio da caminhada se deparam com alguma dificuldade em entender ou mesmo, em saber explicar certas passagens do saber maçônico. É naquele banco que tivemos as melhores oportunidades de aprender bem e muito, mas que infelizmente nossa pequena porosidade de então, impediu que absorvêssemos a maior parte desses ensinamentos. Fraquezas da condição humana! Também não vamos chorar por isto. Nós éramos tenros infantes, na platéia. A cada Sessão, um cortinado se abria e, no palco, os atores levavam a efeito cenas magníficas, nunca antes presenciadas. Deslumbrados, ficávamos encantados com o que víamos, tão encantados que as vezes, nem abríamos espaço para aquilo que ouvíamos. Talvez por isto, não aprendíamos tanto quanto devíamos, embora muito nos fosse ensinado. Perdão, grandes mestres! O crédito, num mundo em que se pesquisa a verdade, não lhe pode ser negado. É possível que não tenhamos amealhado o saber necessário. Por culpa de ... ninguém! Pois houve o esforço dos Mestres, pelo menos pela grande maioria deles. Houve o bom exemplo dos Mestres, infelizmente não por todos os Mestres. O Augusto e Respeitável recinto do ensinar e aprender. Tivemos os melhores colegas de turma e o nosso desejo de aprender. Talvez a curiosidade é que nos tenha inibido a realidade. Mas, não podemos negar, aprendemos algo que ficará para toda a vida – aprendemos o caminho da “escola maçônica”, as diretrizes de como nos devemos comportar não só em Loja, como também no mundo Profano. E isto acaba justificando tudo, mesmo que em várias ocasiões não apliquemos esses ensinamentos e nos desviemos dos mesmos mas, quando paramos para refletir, teremos o discernimento suficiente para repararmos os erros porventura cometidos e voltarmos novamente ao caminho reto. Errar é humano mas persistir no erro ... O Aprendiz, seguindo os passos dos Mestres, enfrentou grandes caminhadas. Muitas vezes até capengando, torto, precisando se apoiar colocando a mão no ombro do colega, ser amparado, mas indo em frente, chegando a “novos teatros”, novos aprendizados e, mais uma vez, maravilhados, segurando o queixo com a mão, a boca aberta, emocionados. Lá estávamos na plateia, assistindo encenações encantadoras dos ensinamentos da Ordem. 5– Coluna do Norte... Ah, que saudades me dá! Vicente Augimeri Filho
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 13/25 Agora, nas dificuldades, não devemos chorar o “leite derramado”. Não devemos ter vergonha de não sabermos dar resposta ao que nos foi perguntado por alguém que se inicia, a um Aprendiz. Nem por isto devemos nos sentir diminuídos. Não, meus IIr! – Nem todos os dedos de nossas mãos são exatamente iguais. Sempre teremos as nossas diferenças a serem levadas em consideração. Todo tempo é tempo de aprender, especialmente quando se pesquisa a verdade, coisas cristalinas que enriquecem o espírito e dão a grandeza divina aos humanos! A Coluna do Norte continua lá, no Setentrião. Banquinhos duros, na fila de trás, mas continua lá. Nos aguardando para a reciclagem. E isto é muito bom. Reparem bem! Volta-se teoricamente lá, não mais para aprender tudo, mas para tirarmos as dúvidas que ainda carregamos. Cuidar de aprender somente um pouquinho do todo, mas sabermos bem esse pouquinho – ninguém sabe tudo e nem é dono da verdade! Aí o aproveitamento vai ser completo. O nosso Grande Mestre nos ensinou que “é próprio do viver o nascer de novo”, muitas vezes, tantas quantas forem necessárias. Talvez nem seja mesmo para cumprir a sentença de “sermos eternos aprendizes” que voltamos lá. Pode não ser por isto. Voltar à Coluna do Norte é um reencontro com a jovialidade maçônica, com os novos Aprendizes, ansiosos por aprender. Um reencontro com os nossos próprios ideais, com os nossos próprios sonhos. Quantos sonhos maravilhosos tivemos lá! Os mestres nos instruindo e nós, quando ainda Aprendizes, maravilhados, tentando assimilar esses ensinamentos... Presentes e ausentes. Divagando... Pensando agarrar aquele cinzel e desferir-lhe o malho, desbastando a pedra bruta que sempre fomos, e dar-lhe novos moldes de faces polidas. Pensando em vir a ser um sermão sem palavras, na comunidade, influindo na melhoria dos costumes, pelo exemplo. Pensando em como tornar feliz a humanidade. Sim, em tudo isto nós pensamos lá na Coluna do Norte... e só depende de nós mesmos conseguirmos atingir esses objetivos. “Como é bom e suave que os irmãos vivam em união”, que se acendam à nossa frente os lampiões que indicam os caminhos corretos e, nas nossas necessidades, também os de retorno. Não importa que no Setentrião haja pouca iluminação. Que os bancos sejam sem almofadas. Importa sim, que ali haja a permanente busca pelo saber. Haja ali a semeadura dos ideais e o embalo dos sonhos, com que os construtores sociais ornamentarão, na Ordem, os amanhãs! A Coluna do Norte... Ah que saudades me dá!
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 14/25 Irmão José Anselmo Cícero de Sá (33º. REAA) MI da Loja Estrela da Distinção Maçônica Brasil nr. 953 (GOB/GOERJ) Academia de Artes, Ciências e Letras do Estado do Rio de Janeiro Cadeira nr. 29 - Patrono: Quintino Bocaiuva – De seu livro: Tempo de Estudo Maçônico - Volume 4. A LIBERDADE NA VISÃO DE “TOCQUEVILLE” CHARLES ALEXIS HENRI CLÉREL DE TOCQUEVILLE, cientista político, historiador e político francês (nasceu em Paris em 29.7.1805 e faleceu em Cannes a 14.4.1859). Notabilizou-se, sobretudo, pela sua análise do sistema americano e por sua predição em que os EUA e a Rússia seriam as superpotências do futuro. Escreveu entre 1835-1840, De La Démocratie que lhe valeu um lugar na Academia francesa em 1841. Neste livro Tocqueville examina a influência da igualdade em todos os aspectos da sociedade moderna e previne contra os perigos do paternalismo estatal. No entender de Raymond Aron em seu livro Essai sur lês Libertés, a definição mais nítida que Tocqueville deu à liberdade, encontra-se no Ensaio sobre o Estado Social e Político da França antes e depois de 1789, publicado em 1836, assim enunciado: “De acordo com a noção moderna, a noção democrática, e ouso dizê-lo, a noção justa da liberdade, cada homem presumindo ter recebido da natureza as luzes necessárias para se conduzir, traz do nascimento um direito igual e imprescritível de viver independentemente de seus sem4elhantes em tudo aquilo que não tem relação senão com ele mesmo e a regular, como ele o entenda, o seu próprio destino”. Assim definida, a liberdade é a um tempo negativa e indeterminada; negativa, no sentido de que ela tem por 4expressão a independência, a escolha por cada qual de seu destino; indeterminada, no sentido de que resta saber até aonde vai aquilo que para cada um “não tem relação senão consigo próprio”. Esta liberdade em relação aos outros – autonomia para si – tem também, de acordo com outros textos, o conteúdo positivo, ela é liberdade em vista de outros. A liberdade-independência, aquela que Montesquieu teria chamado de segurança ou abstenção do arbítrio, não se completa automaticamente senão na liberdade propriamente política, isto é, a participação do cidadão na administração dos interesses locais e a gestão de coisa pública. Ora, Tocqueville considera a liberdade política aquela que o despotismo, mesmo quando ele se proclama democracia, elimina como um valor supremo. Essa ligação apaixonada da liberdade política se explica certamente por valores pessoais. Mas ele mesmo dá uma explicação propriamente sociológica de sua paixão. Nas sociedades democráticas, “o dever de enriquecer a qualquer preço, o gosto dos negócios, o amor do ganho, a procura do bem-estar e das fruições materiais, aí são, portanto, as paixões mais comuns. Estas paixões se desenvolvem facilmente em todas as classes, penetram até aquelas mesmas que a elas haviam sido até então estranhas, e chegariam cedo a inervar e degradar a nação inteira, se nada viesse a arrestá-las. Ora, é da essência mesma do despotismo as favorecer e as estender”. 6 – A Liberdade na Visão de “Tocqueville” José Anselmo Cícero de Sá
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 15/25 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 01.09.1952 Fraternidade Blumenauense nr. 06 Blumenau 05.09.1996 Fraternidade Chapecó nr. 63 Chapecó 08.09.1982 Sentinela do Sul nr. 29 Tubarão 17.09.1986 Universo nr. 43 Florianópolis 17.09.1993 Universo II – nr. 57 Florianópolis 17.09.2000 Universo III nr. 77 Florianópolis 20.09.1991 Acácia da Arte Real nr. 50 Florianópolis 22.09.1982 Fraternidade Josefense nr. 30 São José 25.09.1978 Harmonia e Fraternidade nr. 22 Joinville 27.09.2000 Colunas da Fraternidade nr. 78 Blumenau Data Nome da Loja Oriente 03/09/1993 Treue Freundschaft Florianópolis 09/09/1969 Liberdade E Justiça Canoinhas 09/09/1991 Cavaleiros Da Luz Blumenau 16/09/2003 Ordem E Fraternidade Florianópolis 18/09/2009 Colunas Do Oriente Tijucas 20/09/1948 Luiz Balster Caçador 20/09/2008 Acácia Da Serra Rio Negrinho 25/09/2002 Fraternidade Tresbarrense Três Barras 27/09/2010 João Marcolino Costa Sto. Amaro da Imperatriz 28/09/1993 Colunas da Fraternidade Balneário Camboriú 30/09/2010 Triângulo Equilíbrio e Consciência Mafra 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de setembro
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 16/25 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Loja Oriente 01.09.64 Harmonia e Trabalho - 2816 Florianópolis 03.09.05 Retidão e Cultura - 3751 Florianópolis 08.09.04 Cruzeiro do Sul - 3631 Florianópolis 09.09.10 Reg. Guabirubense - 4100 Brusque 10.09.96 Reg. Lagunense - 2984 Laguna 11.09.10 Cruz e Sousa de Estudos e Pesq. do Rito de York Florianópolis 12.09.23 Paz e Amor V - 0998 São Francisco do Sul 12.09.97 Otávio Rosa 3184 São Pedro de Alcântara 15.09.94 Herbert Jurk - 2818 Rio dos Cedros 18.09.10 Frat. Guabirubense - 4116 Brusque 19.09.08 Cavaleiros Templários - 3968 Fraiburgo 22.09.09 Acácia De Itapoá-4044 Itapoá 30.09.93 União Catarinense - 2764 Florianópolis Sol “O Sol é o sustentador de todos os seres vivos na Terra, dando a eles luz e calor. O Sol é o guru que silenciosamente ensina a seguinte lição: tudo que vocês disserem ou fizerem tem que iluminar e aquecer os outros. Por isso, antes de falar com alguém, precisamos examinar se nossas palavras são verdadeiras, agradáveis, benéficas e não ofensivas. Mas se não conseguirmos falar tais palavras, o melhor é ficar em silêncio. Essa atitude poderá salvar nossa energia e poupar sofrimento posterior.” José Aparecido dos Santos TIM: 044-9846-3552 E-mail: aparecido14@gmail.com Visite nosso site: www.ourolux.com.br "Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos".
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 17/25 Sessão de Investidura do Grau 33 - 17/09/2016 Ao Irmão JERÔNIMO BORGES FILHO Membro do Consistório dos Príncipes do Real Segredo Xaver Arp Drolshagen Caríssimo Irmão Convidamos para participar da Sessão de Investidura do Grau 33, no próximo sábado, dia 17/09/2016, às 17:00 horas no Templo da Grande Loja, onde serão Investidos os Irmãos: - HÉLIO RUBENS BRASIL - HILÁRIO ALFREDO DRUMM - JOSÉ MARTINS CARDOSO - JOSÉ ROSNEI DE OLIVEIRA ROSA - JOSEMAR FRANCISCO LOHN - MILTON ANTONIO LAZZARIS - PAULO AUGUSTO MEIRA DE ALBUQUERQUE - QUIRINO HAWERROTH FILHO - RENATO REIS ODEBRECHT - WILSON CAVALHEIRO JÚNIOR Após a Sessão, ocorrerá jantar nas dependências da Churrascaria Ataliba, ao preço de R$ 60,00 mais bebida por pessoa. Para que possamos organizar o evento, solicitamos informar até o dia 14/09/2016 a participação do Irmão. A sua participação é muito importante, pois trará muitas energias aos Irmãos Investidos. Fraternalmente ADAIRSO LAERTE NIENKOETTER Presidente do Consistório dos Príncipes do Real Segredo Xaver Arp Drolshagen
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 18/25 Questão de Escolha Outra do Irmão João Guilherme para o grupo projmaconariaoperativa@googlegroups.com Jerônimo, mano: Excelente, mais uma vez, o João Ivo. Uma pérola! Por coincidência, li hoje no Estadão um resumo do Ives Gandra sobre estabilidade e reencontrei minhas razões pelo parlamentarismo: das 21 nações mais estáveis, 20 são parlamentaristas, seja sob a forma monárquica ou republicana. Só uma delas é presidencialista, os Estados Unidos. O parlamentarismo é infinitamente mais flexível e inteligente – simplesmente amarra a sociedade à imbecilidade do calendário, como se a sociedade ao eleger inadvertidamente um pulha assinasse um pacto de suicídio... A “democracia” nas repúblicas presidencialistas da América Latina são uma coleção de proto-ditaduras, preâmbulo de golpes e tentativas de golpes que só nos melhores casos não levam a estúpidas guerras civis. “Todo poder corrompe; e o poder absoluto corrompe de forma absoluta”, acusou Lorde Acton. Não vemos isto todo dia? E também até entre nós, absolutamente contrário a tudo que pregamos? Gozado ter o João Ivo mencionado Schiller e sua franqueza quanto a maiorias: “Que é a maioria? A maioria é tolice. / O bom senso sempre tem sido de poucos. / Convém pesar os votos e não contá-los.” (Friedrich Schiller (1759-1805), filósofo e historiador alemão. Para nós, esse culto à maioria tem sido apenas o resultado da demagogia rasteira como a que por 13 anos provocou tamanho rombo em todos os sentidos: econômico, moral, ético, institucional e até familiar. Thomas Carlyle, irascível pensador, também dizia que “não acreditava na sapiência coletiva das ignorâncias individuais”. Em outras palavras, um monte de ignorantes juntos não faz uma maioria sábia – daí o interesse em manter a massa tão ignara quanto possível. Nada mais conveniente para pelegos pendurados nas tetas dos cofres públicos, imerecidamente alçados à categoria de líderes de professores, pregarem “investimento” em educação, mas convenientemente esquecidos da qualidade na educação... A escravidão do coronel oligárquico deu lugar à escravidão do pelego eleitoreiro! Daí as lições infindáveis a cada eleição, logo esquecidas na próxima e na próxima e na próxima e na próxima... Parabéns ao JB News, mano, ao Sr. Editor e ao João Ivo! Abração, JG
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 19/25 Sabia que o minuto de silêncio foi inventado em Portugal? (enviado pelo Irmão António Valdemar, de Lisboa) - De todas as “invenções” portuguesas, a mais universal e mais difundida é, sem dúvida, o minuto de silêncio. O minuto de silêncio com o qual se presta homenagem a um morto ilustre ou a mortos em catástrofes. Tudo começou em 1912 com a morte do Barão do Rio Branco, ministro dos negócios Estrangeiros do Brasil e pessoa muito querida em Portugal, por ter sido um dos primeiros estadistas a patrocinar o reconhecimento da República Portuguesa em 1910. José Maria da Silva Paranhos Júnior nasceu no Rio de Janeiro a 20 de abril de 1845, filho do também diplomata que se tornou famoso sob o título de Visconde do Rio Branco. Político competente, o barão foi ministro dos Negócios Estrangeiros durante os governos presidenciais de 1901 até a data de sua morte em 10 de fevereiro de 1912. Antes da República, Paranhos Júnior servira com igual empenho a causa da monarquia. A sua morte teve tal repercussão no Brasil que o governo fez um decreto adiando o carnaval, para que esse período de festas não coincidisse com o luto nacional. Como ministro dos Negócios Estrangeiros, Rio Branco foi o responsável pela demarcação das fronteiras, trabalho que executou com engenho e arte, dilatando ainda mais o já vasto território brasileiro com a anexação do atual estado do Acre, que pertencia à Bolívia (1904), uma área em litígio com a Guiana Francesa, que abrangia quase todo o atual Estado do Amapá, e resolvendo em favor do Brasil um litígio fronteiriço com a Argentina, incorporando em definitivo uma área territorial de 30 mil 621 km quadrados.
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 20/25 “Em Portugal havia um verdadeiro culto pelo Barão do Rio Branco, o estadista ilustre que o Brasil perdeu, e o seu nome era entre nós tão querido e tão espalhado que raro dos portugueses de uma certa cultura o desconhecia. Todos os que amam o Brasil e seguem atentamente os seus movimentos políticos e literários, os que lá vão em busca de um pouco de bem-estar, os artistas que viajam anualmente na terra nossa irmã, os comerciantes que regressam com o seu pecúlio e vão instalar-se nas suas províncias, todos recordavam com admiração o nome do ilustre homem de Estado”, como ficou registrado na Ilustração Portuguesa, de 26 de fevereiro de 1912, lamentando a sua morte e noticiando a missa de sétimo dia em sufrágio da sua alma. A morte do Barão do Rio Branco causou um forte impacto em Portugal. O parlamento português na sua reunião do dia 13 de fevereiro, sob a presidência de Aresta Branco, em homenagem ao morto ilustre, suspendeu a sessão por meia hora – como era tradicional. Já na reunião do Senado no dia seguinte, sob a presidência de Anselmo Braamcamp e secretariada por Bernardino. Roque e Paes de Almeida, inovou e revolucionou. “O presidente, aludindo ao falecimento do Sr. Barão do Rio Branco, recordou que os altos serviços por aquele estadista prestados ao seu país e a circunstância de ser ele ministro quando o Brasil reconheceu a república portuguesa”, escrevia o Diário de Notícias sobre a sessão. Continuando com a evocação do DN: “Honrou também o Barão do Rio Branco as tradições lusitanas da origem da sua família e por tudo isso propôs que durante dez minutos, e como homenagem à sua memória, os senhores senadores, se conservassem silenciosos nos seus lugares. Assim se fez…”. Cumpriu-se, assim, o primeiro momento de silêncio que se tem notícia, numa sucessão que se vem prolongando até os nossos dias. Depois deste dia, todas as vezes que morria alguém passível de homenagem, o parlamento português repetia o gesto. Com o tempo, de dez minutos passou a cinco, depois a um, como atualmente. Em seguida, as casas legislativas europeias copiaram o modelo português e daí para o resto do mundo, ganhando visibilidade sobretudo nos estádios desportivos.
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 21/25
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 22/25 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) O Ouro Para o dia 15 de setembro Metal puro, incorruptível, permanente, simbolizando a riqueza, a fidelidade e a eternidade. Usado na atualidade como equilíbrio sólido da economia mundial, é lastro para a emissão de papel-moeda. Sua pureza levou os artífices a usá-lo como adorno. No Grande Templo de Salomao, o Ouro foi usado em abundância; os egípcios o usavam para adornar os túmulos e revestir as múmias. Todos os povos, desde os Incas, os astecas, os asiáticos e os europeus usavam o Ouro como adorno pessoal e religioso. A busca do Ouro é permanente e transformou-se em cobiça, causando males sem conta. Na Maçonaria, um sem-número de símbolos e joias deveria ser confeccionado em Ouro, porém seu elevado custo fez com que fosse substituído pelo Bronze polido. O Ouro é símbolo de nobreza; diz-se que os versos de Platão eram “versos áureos”. O maçom possui “coração de ouro”, significando bondade, desprendimento, tolerância e amor ao próximo. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 277.
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 23/25 Templo Nobre da Grande Loja do Chile.
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 24/25 1 – Teste: Se você pudesse se definir em uma frase, qual seria? 2 – Cruzeiro pela Escandinávia: Cruzeiro pela Escandinávia.pps 3 – Machu Picchu: https://youtu.be/HY1841kuRoc 4 – Canção e Música para 5ª. feira - - My Way https://www.youtube.com/watch?v=d1yfX6VnrSU 5 – Maçonaria em Edimburgo: Maçonaria em Edimburgo.pdf 6 – Talento Nordestino – Banda “O Rappa” O Rappa — Reza Vela - Norte - Nordeste Me Veste.mp3 7 – Filme do dia: (Sob o mesmo Céu) - Dublado https://www.youtube.com/watch?v=apAu9lXN_Yw
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.175 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 15 de setembro de 2016 Pág. 25/25 PREGUIÇA -algo que o tempo se encarrega de trazer- Autor: Raimundo A. Corado Barreiras, 17 de fevereiro de 2016. À noite, meu trabalho é caçar; O Ibama nunca me alcança; Tiro o dia para descansar; Mas sempre na desconfiança. Agua e comida não é problema; Até carinho dispensam a mim; Sou caçador desde pequeno; Meu instinto é mesmo assim. Hoje na qualidade de idoso; Sinto-me meio preguiçoso; Nem ouço chamarem meu nome. Estou mal acostumado; Doido por Ar Condicionado; Corro pro quarto da Dane.

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