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Jb news informativo nr. 2168

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Jb news informativo nr. 2168

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Homenagem do JB News aos Irmãos leitores de Juiz de Fora – MG – Oriente da Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrMarcos Coimbra – Exploração Descabida ao Cidadão Bloco 3-IrRui Bandeira - Sabedoria Bloco 4-IrValdemar Sansão – Desperte Antes que sua Loja Adormeça Bloco 5-IrSérgio Quirino Guimarães – Construir uma Câmara de Reflexões Interior Bloco 5-IrPedro Juk – Estar Entre Colunas – Quais Colunas? (artigo) Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 8 de setembro. Versos do Irmão e Poeta Raimundo Augusto Corado
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 2/30 Não tem nada a ver com matas e riquezas minerais! Pois é. Ontem foi Sete de Setembro. Nesses tempos de dúvidas, não seria inspirador buscar certezas no passado, reencontrar nossas razões de ser brasileiros? Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 252º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Nova) Faltam 114 para terminar este ano bissexto Semana da Pátria. Dia Mundial da Alfabetização e dia Nacional de Luta por Medicamentos Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. LIVROS
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 3/30 O Brasil tem histórias incríveis, que a maioria dos brasileiros cada vez conhece menos. Você sabia... … que as cores da Bandeira do Brasil homenageiam as duas casas reais do casal imperial? … que a Bandeira Imperial foi criada por um francês e o Brasão da República, por um alemão? … que o Brasil pode ser chamado, com justiça, de país Templário? … que uma bandeira nacional brasileira já tremulou com uma estrela vermelha? … que o primeiro a segurar a primeira Bandeira Nacional Brasileira seria o maior responsável pela consolidação territorial do Brasil? Não duvide, porque é verdade! Veja em www.artedaleitura.com Um site de Maçonaria onde tudo é original, feito de Irmão para Irmãos!
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 4/30 8 de setembro - Dia Internacional da Alfabetização VIRGEM MARIA – Concebida sem pecado original, nasceu neste dia em Nazaré, Galileia. Aos três anos foi oferecida ao serviço do templo, por seus pais, Joaquim e Ana, onde recebeu a dignidade de mãe de Deus. Aos catorze anos de idade, por disposição divina, teve como esposo o castíssimo S. José, e pouco depois, o anjo S. Gabriel anunciou-lhe que conceberia, por obra e graça do Espírito Santo. Tendo ido a Belém com S. José para se alistar seguindo a ordem do imp. Augusto, pariu num presépio o seu unigénito filho, Jesus, verdadeiro representante de Deus. Viveu sempre com o seu Filho, acompanhando-o na jornada do Egito, nas pregações, na paixão e na morte. Depois da ascensão do Senhor viveu ainda quinze anos na igreja, ausentou-se deste mundo num trânsito suavíssimo e três dias depois a sua alma voltou ao corpo, e com ele em triunfo, uniu-se ao bem. 780 – Início do reinado do imp. bizantino Constantino VI. 1264 – O príncipe Boleslau, o Piedoso de Kalisz, assinou a carta patente - estatuto de Kaliski - que regulamentou as liberdades dos judeus na Polónia e as obrigações dos cristãos. . 1303 — O papa Bonifácio VIII, megalómano, planeou a excomunhão do rei Filipe IV o Belo, depois de com ele ter criado um conflito coma publicação da bula Unam Sanctum, pugnando pela obediência total ao papa, como a via da salvação humana. Detido e preso no seu castelo em Anagni, por representantes do rei da França. 1423 – Os três burgos de Pamplona são unificados pelo privilégio da união dado pelo rei Carlos III de Navarra. 1436 – O papa Eugénio IV assinou a bula Rex Regnum, um dos documentos que incentivaram o tráfico de escravos. 1504 – Foi apresentada em Florença a estátua de David da autoria de Miguel Ângelo. 1636 – Fundada em Boston a Univ. de Harvard, como a primeira instituição de ensino superior dos E.U.A.. 1664 — Rendição da colónia holandesa de Nova Amesterdão aos ingleses, que a nomearam de Nova Iorque. 1742 — Nasceu em Campo de Goicatazes, Rio de Janeiro, José Joaquim da Cunha Azeredo Coutinho, proprietário, licenciou-se em cânones por Coimbra, iniciou uma carreira eclesiástica, chegou a bispo de Olinda e do Maranhão, gov. de Pernambuco, bispo de Elvas, inquisidor geral e pres. da Junta de Reforma das Ordens Religiosas, deputado às Cortes, conhecido pelas suas obras económicas, nelas forneceu alvitres fundamentados na sua experiência. Não teve ilusões mercantilistas sobre a importância do ouro, nem preconceitos fisiocráticos sobre a importância da agricultura, antes defendeu o estímulo das atividades agrícolas, industriais, comerciais e da marinha, apenas reputando inadequadas para Portugal as indústrias de luxo. Publicou: Ensaio Económico sobre o Comércio de Portugal e suas Colónias, maçon (12/9/1821). EFEMÉRIDES DO DIA -Ir Daniel Madeira de Castro (Lisboa) (Fonte: Livro das Efemérides - Históricas, Políticas, Maçônicas e Sociais - 2016)
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 5/30 1760 – Capitulação da Nova França (hoje Ontário e Quebeq) aos ingleses. 1763 — Faleceu em Lisboa, Károly Mardell, Carlos Mardel, nascido em Pozsony, Hungria em 1695, veio para Portugal em 1732/3, de formação católica. Coronel, engenheiro e arquiteto, construiu a quinta do marquês de Pombal, colaborou no plano de Lisboa após o terramoto de 1755. Concebeu as fontanários do largo do Rato e da Esperança, o palácio Pombal, em Oeiras, Casa da Mãe d'Água das Amoreiras, convento de S. Domingos, etc., iniciado maçon, membro da Casa Real dos Pedreiros Livres da Lusitânia, que existiu em Lisboa entre 1733/8. 1819 — Nasceu em Lisboa, António Maria de Fontes Pereira de Melo, gen., político liberal, deputado, par-do-reino. Chefe do governo três vezes, revelou dotes de estadista, inovação e organização, nas diversas áreas da governação, desenvolveu as redes viária e ferroviária, reformou a lei eleitoral, regulamento geral para o serviço dos corpos do exército. Já na qualidade ministro da fazenda, e achando a solvência orçamental em rutura iminente, deliberou lançar a lei do imposto de consumo, prontamente combatida pela oposição histórico-progressista. A convulsão política degenerou em tumulto de rua, daí evoluindo para a revolta em 1868 da Janeirinha, provocou a queda do executivo. Pres. do Sup. Trib. Administrativo e do Crédito Predial Português, iniciado maçon na Loja Segredo, de Lisboa, do G.O. Escocês, onde foi Grande Chanceler (22/1/1887). 1841 — Nasceu em Nelahozeves, Boémia, Anton Dvorak, compositor checo de sinfonias, música de câmara, sonatas e melodias para canto, destacando-se a Sinfonia do Novo Mundo (1/5/1904). 1867 – Nasceu em Lagos, António Nogueira Mimoso Guerra, coronel, geodésico e cartógrafo, diretor do Inst. Geográfico e Cadastral, chefe do estado-maior do exército e vice.pres. da Soc. Geografia, chefe de gabinete do gen. Norton de Matos, gov. geral de Angola e ministro da guerra. Iniciado maçon em 1911 na Loja José Estêvão com o nome simbólico de Alfa e transitou temporariamente para a Loja Independência Nacional em Angola, foi pres. do CO do GOLU em 1930/1 (11/1/1950). 1870 — Nasceu em Portalegre, Jorge Frederico Velez Caroço, coronel, gov. civil de Portalegre e combatente contra o Estado Novo, deputado às Constituintes de 1911 por Portallegre, gov. da Guiné, membro do M.U.D., pres. da comissão distrital da candidatura de Norton de Matos, iniciado maçon em 1910 no Triângulo de Portalegre, com o nome simbólico de Camillle Desmoullins, foi fundador da Loja Miguel Bombarda em Portalegre e foi V.M. da Loja Teixeira Pinto, de Bolama (22/3/1966). 1881 — Constituída em Lisboa a Associação Republicana Dr. Teófilo Braga. 1883 — Concluída a primeira ligação ferroviária que atravessou os E.U.A., de costa a costa, pela Northern Pacific Railroad. 1909 – Faleceu em Vidago, José Dias Ferreira, maçon (30/11/1837). – Realizou-se em Lisboa a primeira sessão do Congresso Sindicalista e Cooperativista. 1914 – Faleceu em Lisboa, Pedro Venceslau da Silva Brito Aranha, maçon (28/6/1833). 1918 – Iniciou-se a distribuição em Portugal de senhas de racionamento e as cartas de consumo, consequência da I Grande Guerra Mundial.
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 6/30 1924 – Fundação da G.L. da Finlândia. 1925 – Nasceu em Southsea, Hampshire, Richard Henry Sellers, Peter Sellers, ator, comediante e cantor, tornou-se célebre pelos filmes A Pantera Cor de Rosa e Casino Royal, maçon pertenceu à Loja Chelsea, 3098, de Londres (24/7/1980). 1931 – Faleceu em Lisboa, Luís Augusto Ferreira de Castro, maçon (13/3/1848). 1936 – Revolta dos marinheiros, ação de solidariedade para com os republicanos espanhóis, organizada pela Organização Revolucionária da Armada, ligada ao P.C.P., a revolta nos navios de guerra Dão, Bartolomeu Dias e Afonso de Albuquerque, tentaram desviá-los para Espanha e colocá-los à disposição do governo republicano. Salazar (28/4/1889) ordenou a intervenção da aviação, morrendo dez marinheiros e sessenta foram deportados para o Tarrafal. 1941 – A Alemanha iniciou o cerco a Leninegrado, durou novecentos dias e causou um milhão de mortos. 1943 – O marechal Pietro Badoglio, da Itália, apresentou a rendição incondicional às tropas aliadas. 1944 – Concretizou-se a primeira viagem aérea direta, entre a Inglaterra e o Canadá. 1947 – Faleceu em Bruxelas, Victor Horta, maçon belga (4/1/1871). 1949 – Faleceu em Parten Kirchen, Richard Strauss (11/6/1864). 1951– O Japão assinou com 48 países o tratado de paz. 1991 – Declarada a independência da Macedónia. 1924 Fundação da Grande Loja da Finlândia 1925 Nasce o ator inglês Peter Sellers. Pertencia à Loja Chelsea, 3098, de Londres. 1982 Fundação da Loja Sentinela do Sul, nr. 29, de Tubarão (GLSC) 1988 Fundação da Loja Oito de Setembro nr. 2.546, de Bilac - SP 2004 Fundação da Loja Cruzeiro do Sul nr. 3631, de Florianópolis (GOB/SC) Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 7/30 O Irmão Marcos Coimbra é Secretário de Educação e Cultura do SCRM – do GOB e MI da Loja Maçônica União e Tranquilidade nr. 2 do GOB/RJ, Economista e Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano “Na minha página www.brasilsoberano.com.br existem cerca de hum mil artigos de minha lavra , publicados nos últimos quinze anos.” Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br EXPLORAÇÃO DESCABIDA AO CIDADÃO A principal fonte de arrecadação do governo é originária dos tributos, os quais, segundo o Código Tributário Nacional em vigor, são: impostos, taxas e contribuição de melhoria. Vários autores afirmam que no Brasil encontramos cerca de 60 tributos, o que não é exato. Existem em torno de sessenta tributos e contribuições de todos os tipos, envolvendo desde os tradicionais impostos, como IPI, ICMS, Imposto sobre a renda, até COFINS, FINSOCIAL e outras arrecadações que compõem as chamadas outras receitas correntes do governo. Além de a carga tributária real ser elevada, em torno de 36% do PIB ao ano, caso não houvesse uma sonegação da ordem de 100% do valor arrecadado, ela seria o dobro, pois a cada real arrecadado corresponde um real sonegado, em média. Assim, quando as alíquotas são elevadas, aumenta o estímulo à sonegação (Curva de Laffer). O correto seria a diminuição das alíquotas cobradas, para aumentar o universo tributário e arrecadar mais, cobrando menos de todos. Contudo, é vital flagrarmos e denunciarmos os excessos que ocorrem hodiernamente no país, constituindo praticamente uma regra. Começando pela habitação, onde o contribuinte paga um IPTU cada vez maior, mas baseado num valor venal desprezado quando o referido imóvel é vendido, pois as prefeituras arbitram um ITBI calcado em valores que chegam a atingir 2 a 3 vezes o valor estipulado no IPTU, bem acima do mercado. Quando o imóvel é foreiro à União, ainda paga o anacrônico foro (aumentado em 40%) e, em caso de venda, o laudêmio (2,5% sobre o valor) além de todos pagarem a taxa de prevenção de incêndio. Além da União, vários outros órgãos e famílias cobram a citada contribuição, como, por exemplo, os descendentes da família real brasileira. Caso tenha um automóvel, é obrigado a pagar o IPVA, bastante elevado, em especial no Rio de Janeiro, cujo objetivo principal é a conservação das ruas, rodovias e estradas, porém ao mesmo tempo, ou as mesmas estão em péssimas condições ou então são entregues à exploração predatória de empresas privadas, que chegam a cobrar (caso da Via Lagos) R$ 18,30 de ida e mais o mesmo valor na volta, para um percurso de menos de 100 km. E a Linha Amarela, construída com recursos públicos, foi entregue à exploração de empresas privadas pela Prefeitura do Rio de Janeiro, com preços cobrados, a título de pedágio, cada vez maiores. E ainda paga um seguro elevado pelo automóvel, pois o governo não garante a segurança pública, além de existirem as 2 – Exploração Descabida ao Cidadão Marcos Coimbra
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 8/30 indústrias das multas, onde empresas particulares participam com generosos percentuais dos valores extorquidos, transformando a filosofia do código brasileiro de trânsito de educativo em repressivo, instrumento de captação de recursos. E ainda há outras indústrias: vistoria, controle de poluição (ao invés de obrigarem as montadoras a resolver o problema, penalizam o comprador que acaba de adquirir o automóvel 0 km na revendedora). E continuam a temporada de caça ao contribuinte, achacando-o de todas as maneiras imagináveis e inimagináveis. Até os preços dos serviços públicos são brutalmente elevados num mecanismo de extorsão paralelo, onde combustíveis, energia, gás, comunicação apresentam índices de crescimento de preços bem superiores à taxa oficial de inflação. São corrigidos normalmente pelos índices que justamente apresentam o maior valor na atualidade. Pesquisa do DIEESE mostrou que na vigência do Plano Real, os preços que mais aumentaram foram justamente os dos setores de preços administrados, recém-privatizados em sua maioria, justamente sob o pretexto de que passariam a ter reajustes suaves, pois estaria submetido aos ditames da livre concorrência. No âmbito da empresa é um cipoal de contribuições, como, por exemplo, as do chamado sistema "S" (SENAI, SENAC, SEBRAE etc.), sobre lucro presumido e mais tantas outras, que levam os pequenos e médios empresários ao desespero e à sonegação. O cidadão sente-se extorquido a cada instante e cada vez mais, num paroxismo frenético. Seus rendimentos reais vão diminuindo e seu poder de compra decrescendo. Ele é sugado ao máximo, sem pudor, por tecnoburocratas. Até a controversa Lei de Responsabilidade Fiscal foi imposta, a pretexto de controlar os gastos dos administradores, quando na realidade objetiva garantir o pagamento de vultosos juros aos rentistas. É de se esperar, para equilibrar, a aprovação de uma Lei de Responsabilidade Social, a fim de garantir a aplicação de recursos do setor público, em um percentual mínimo do orçamento, fixado de acordo com os interesses da sociedade, em investimentos sociais. É hora de um basta a esta covarde exploração do cidadão brasileiro para propiciar o pagamento de juros internos e externos escorchantes. E sem a contrapartida adequada, pois as administrações públicas (federal, estadual e municipal, não retribuem, como seria o devido, as contribuições exigidas, fornecendo os serviços públicos essenciais, na quantidade e qualidade necessária, seja na saúde, na educação, na segurança pública, nos transportes, nas comunicações e na energia. Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br Página: www.brasilsoberano.com.br
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 9/30 Ir Rui Bandeira Obreiro da R. L. Mestre Affonso Domingues, n.º 5 da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. Escreve às quintas-feiras neste espaço. Sabedoria Não é Conhecimento. Há, por esse mundo fora, muito analfabeto mais sabedor que muito doutor. Não é também Cultura. Há por aí muito intelectual superculto que, apesar da pose, destila muita erudição, mas demonstra muito pouca sabedoria. Não é ainda Inteligência. Há à nossa volta muito bem dotado de células cinzentas que esbanja as suas capacidades com uma ingenuidade arrepiante. Sabedoria é um pouco de tudo isso, com um nada de aquilo e um pó de aqueloutro, para ser muito mais do que tudo isso. Sabedoria é a capacidade de fazer o que se deve, quando se deve. A virtude de tomar a decisão certa, na hora adequada, para a situação asada. Sabedoria é intuir quando é hora de aguardar e quando é o momento de agir. Sabedoria é sentir quando se deve elogiar e quando se impõe criticar. Sabedoria é concordar com naturalidade e discordar com elegância. Sabedoria é prudência corajosa temperada com arrojo medido, misturada com acerto racional envolvido em intuição educada. 3 –Sabedoria Rui Bandeira
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 10/30 O objetivo do maçom é pautar todos os seus atos, dotar todas as suas obras, da virtude da Sabedoria. É um equilíbrio difícil de atingir, para o timorato e para o arrojado, para o novo e para o velho, para o intelectual e para o prático. Para conseguirmos dotar as nossas decisões de Sabedoria, temos de estar constantemente alerta e no uso de todas as nossas capacidades. Em cada momento é mister temperarmos o nosso impulso com a razão, mas não abafando a nossa intuição, antes completando-a com o resultado de nossa análise. Agir com Sabedoria não é ganhar sempre; é, por vezes, saber perder, porque a nossa derrota é menos prejudicial do que a vitória sobre outrem; é entender que é preciso conceder a vitória a outrem hoje para vencer amanhã. Atuar de modo sabedor é lograr atingir, em cada situação, o maior Bem possível, causando o menor Mal que se puder. Procurar praticar a Sabedoria é uma tarefa de hoje, de sempre e durante toda a vida. Não se é sabedor. Procura-se conseguir agir sabiamente em cada instante. É uma tarefa de vida. Mas quando se consegue executá-la com êxito, vislumbra-se uma poalha do brilho da Divina Perfeição. Só procurando utilizar todas as nossas capacidades e todo o nosso esforço no sentido de agir com Sabedoria somos dignos da nossa Humanidade. Eis porque a Sabedoria é uma das colunas de suporte do nosso Templo Interior! Rui Bandeira
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 11/30 valdemar.sansao@gmail.com DESPERTE ANTES QUE SUA LOJA ADORMEÇA! Valdemar Sansão Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois Irmãos. (Mateus 23:8). Mas o maior dentre vós será vosso servo (Mateus 23:11). As Lojas Maçônicas se compõem de três tipos de membros: a – Aqueles que colaboram e se interessam pela Loja; b – Aqueles que apenas assistem aos trabalhos, desinteressando-se pelos assuntos e não se preocupando com nada; c – Aqueles que, indiferentes, pouco se preocupam com o que se passa na Loja comparecendo aos trabalhos apenas quando não têm outra coisa a fazer. Parece-nos que nos enquadramos em uma ou outra dessas categorias e que deveríamos nos esforçar para nos colocarmos na primeira. Para isto, achamos que seria necessário: 1. Colaborar ao máximo e manter as críticas no mínimo; 2. Interessar-se pelas atividades da Loja a ela comparecendo regular e assiduamente; 3. Não criar “casos” com a administração e/ou Irmãos. 4 – Desperte Antes que sua Loja Adormeça Valdemar Sansão HOMENAGEM Ir∴ ANTONIO CARLOS RAMOS A ARLS∴ PROF. RAIMUNDORODRIGUES ,726, e a Maçonaria perderam um de seus esteios. Partiu para o Or∴ Eterno um homem de bem. Continua sendo respeitado e querido, que nos reunimos às 2ª feiras, na Casa Verde no Templo Ir∴ Antonio Carlos Ramos
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 12/30 ORAÇÃO DO MAÇOM ADORMECIDO Glória ao Grande Arquiteto do Universo; que tudo fez – que tudo sabe – e que tudo vê! Glória ao Grande Arquiteto do Universo, Que me fez Maçom – porque não me fiz, nem sequer me tornei! Simplesmente Sou – Porque Ele o quis! Sou simples elo – parte de um todo que se faz um – por todos e em cada um. Vejo em mim esta Força magna brotando intacta – surgindo – crescendo – fazendo- me Força - Tornando-se Beleza. A Vida que faço, a vida que vivo. A Vida que trago em meu corpo – em meu ser tão pequeno – tão grande, contudo feito a cinzel, esquadro e compasso, nível e prumo, alavanca, régua e maço – talhado... Trabalhado – passo a passo em viagens – leituras – trabalhos... E devo ser exemplo: Sabedoria! Devo seguir os passos maiores da Caridade. Devo embeber-me do espírito maior da Fraternidade! E olho para o lado – e vejo Irmãos! Às vezes os vejo – às vezes não os reconheço. Deixo de vê-los, às vezes, por empanar-me a visão. As coisas materiais que me tornam menor. Deixo de vê-los, às vezes, porque nos tornamos menores. Pequenos demais frente à grandeza da Ordem que representamos. Nem nos percebemos quando a tolerância deixa de ser norma de conduta. Nem nos notamos quando a Caridade em seu sentido maior se vê substituída pela Vaidade! Quero vê-los não consigo!”. Quero senti-los mas alguns se fizeram tão longe. Longe demais para saber compreender. Longe demais para aprender. Longe demais para estender a mão. Longe demais para nós! Tarde demais para senti-los IRMÃOS! E agora, meus caríssimos Irmãos, o que faremos da saudade? P.S: Só existem dois dias em que nada pode ser feito: um se chama “ontem” e o outro “amanhã”. Hoje é o dia para amar, perdoar, acreditar, sorrir, fazer o que tem de ser feito. Hoje é dia de viver.
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 13/30 Ano 09 - artigo 38 - número sequencial 528 – artigo de 06 setembro 2015 Saudações, estimado Irmão! construir uma CÂMARA DE REFLEXÃO INTERIOR Passamos uma vida maçônica inteira estudando e compreendendo a “Câmara de Reflexão” como o primeiro contato com a Sublime Ordem. O elemento terra apresentado ao profano, faz brotar no candidato o neófito ao encontro da luz. Ao mesmo tempo e com a mesma força, dizemos que nossos labores em prol da humanidade, passam pela construção de nosso Templo Interior. Ora, se no conjunto do “Templo Exterior” há para a matéria uma Câmara de Reflexão, é natural, também construirmos uma Câmara de Reflexão Interior, ou seja, para o espírito. Na Câmara de Reflexão interior, as paredes são de mármore branco, cor que nos remete à paz, à luz e à vida. No Templo Interior, algumas frases poderiam ser esculpidas pelo cinzel da moral e o malho da razão: Afaste o medo, tenha fé. Vá adiante! Recompensa espirituai as receberá se bem empregar tua vida maçônica. Tú serás, teu próprio Juiz e Carrasco em tuas dissimulações. Conheça teus defeitos, corrija-te para estar bem entre os Irmãos. 5 – Construir uma Câmara de Reflexão Interior Sérgio Quirino Guimarães
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 14/30 Não procure o Mestre pela curiosidade, mas pela sede do aprendizado. Não há medalhas ou distinções de reluzem no corpo de tua consciência. Ore e seja dedicado. Se temes a morte, honra tua vida. O MAÇOM DEVE TER UM TEMPO PARA SI MESMO, RECOLHER-SE DOS AFAZERES PROFANOS, SERENAR SUA ALMA E PERMITIR-SE OUVIR A VOZ DA CENTELHA DE INTELIGÊNCIA DIVINA QUE HABITA EM SEU ESPÍRITO. Este artigo foi inspirado no livro “O APRENDIZADO MAÇÔNICO” (2ª Edição 2013), do Irmão Rizzardo da Camino, que na página 71, expõe: “Isto porque ela (a Câmara de Reflexão) não passa de um Símbolo. Ela simboliza a parte interior do homem. Um dos seus aspectos apenas, porque o homem tem dentro de si todo um universo a que se denomina de microcosmo.” Neste nono ano de compartilhamento de instruções maçônicas, mantemos a intenção primaz de fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura, enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudo das Lojas. Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônica. Fraternalmente Quirino Sérgio Quirino - ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG Contato: 0 xx 31 8853-2969 / quirino@roosevelt.org.br Facebook: (exclusivamente assuntos maçônicos) Sergio Quirino Guimaraes Guimaraes Os artigos publicados refletem a opinião do autor exclusivamente como um Irmão Maçom. Os conteúdos expostos não reproduzem necessariamente a ideia ou posição de nenhum grupo, cargo ou entidade maçônica.
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 15/30 Falar entre Colunas – Quais Colunas? Ir. Pedro Juk – Morretes - PR Augusta e Respeitável Loja Simbólica e Benfeitora da Ordem Estrela de Morretes, 3.159, jurisdicionada ao Grande Oriente do Brasil - Paraná e Federada ao Grande Oriente do Brasil jukirm@hotmail.com I – INTRODUÇÃO. Existe certa salsada quando se trata de termos maçônicos aplicados na Maçonaria independente dos ritos nela praticada e a sua anotação. Ocorre que se dá normalmente em consonância com o imediatismo, interpretações superficiais que acabam por desandar em um relicário de dúvidas e afirmativas equivocadas. Incidem, por exemplo, ações em Loja que dependem, conforme a oportunidade, de procedimentos que assumem aspectos titulares. Dentre tantas e a título de esclarecimento seguem algumas sugestões: “estar entre Colunas”, “topo da Coluna do Norte e do Sul”, “estar à Ordem”, “de pé e à Ordem”, “sinal de Ordem”, “saudação pelo Sinal”, do Meio-Dia à Meia-Noite, etc. No caso desse pequeno arrazoado, tratar-se-á apenas do significado de se “estar entre Colunas”, eleito esse tema pela confusão instalada na sua interpretação já que o termo “entre Colunas” soa de forma falaz como se aquele que praticasse o ato estivesse entre as colunas vestibulares “J e B”. Afinal, de forma afoita essa até parece ser uma afirmativa aceitável, pois as colunas vestibulares são visíveis e palpáveis e a lei no menor esforço toma então força e vigor. Evidentemente as coisas não são tão simples assim, pois se assim se procedesse poder-se-ia imaginar, no caso do Rito Escocês Antigo e Aceito, um Obreiro também entre duas Colunas Zodiacais, à livre escolha, já que estas existem visíveis e palpáveis em número de doze divididas em dois grupos nos topos do Norte e do Sul. Seria até um tanto hilário um obreiro encostado da parede entre duas destas Colunas. Generalizar um ato, às vezes o torna banal e sem sentido, portanto antes de se afirmar a simples ação, se faz cogente compreende-la em sua razão e necessidade dentro do contexto ritualístico específico. 6 – Estar Entre Colunas – Quais Colunas? Pedro Juk
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 16/30 II – CONSIDERAÇÕES. Dois aspectos denotam considerações. Primeiro é a sugestão de que em muitos rituais antigos brasileiros e conforme o rito, as Colunas Solsticiais “B e J” encontram-se introduzidas dentro da Loja e ainda assumem conotações de ordem de arquitetura. Segundo é que pelo feitio doutrinário da Maçonaria existe uma relação moral com o lendário Templo de Jerusalém, chulamente chamado de Templo de Salomão, o que dá crédito para se acreditar que uma Loja Maçônica é um arquétipo ou mesmo estereótipo desse lendário Templo, o que é uma maneira equivocada de se focalizar os fatos. Como foi acima exposto, as Colunas Solsticiais (B e J) possuem outro significado e não aquele de que o espaço entre ambas serve literalmente como local para se posicionar um ou mais obreiros. Da mesma forma uma Loja Maçônica, ou Templo como alguns sugerem, representa sim de forma figurada um canteiro de obras com seus dirigentes e trabalhadores e ainda, no caso do rito Escocês Antigo e Aceito, uma relação mística com os ciclos naturais relacionados às etapas da vida humana e a sua verdadeira transformação, daí as colunas vestibulares são consideradas solsticiais por marcarem essas sucessões da Natureza indicando os solstícios de verão e inverno (João, o Batista e João, o Evangelista – trópicos de Câncer e Capricórnio), juntando-se a esse simbolismo o das Colunas Zodiacais que em número de doze representam as estações anuais – primavera, verão, outono e inverno – relacionados simbolicamente à infância, juventude e maturidade da vida humana com parte integrante da Natureza – a matéria prima deixa de ser a pedra bruta no sentido operativo e passa ser o próprio Homem o material primário para a construção da nova Obra na acepção especulativa traduzida pela Moderna Maçonaria. Dadas essas exposições, o termo “estar entre Colunas” não significa simplesmente que exista a necessidade premente da existência palpável de duas colunas para a explicação do ato em si tal como o herói “Sanção entre as Colunas do Templo”. Para essa apostila, carece a necessidade de que se compreenda que o espaço de uma Loja Maçônica relaciona-se simbolicamente em seu aspecto místico a um segmento do globo terrestre onde o seu comprimento é dado do Oriente ao Ocidente, sua largura do Norte ao Sul, sua altura da Terra ao céu e a sua profundidade da superfície terrena ao centro do planeta – ver tradicionais instruções maçônicas que apontam esses limites. Sobre esse aspecto o ícone representativo que divide a Loja na sua largura (Norte- Sul) é concebido pela linha imaginária do Equador terrestre que separa a terra em dois hemisférios, ou meias esferas, enquanto o seu comprimento está relacionado do nascente, ou Oriente da Loja até o poente ou Ocidente. Por extensão dá-se ao espaço de trabalho limitado em seu comprimento pela porta e parede ocidental até à balaustrada e na sua largura pelas paredes laterais Norte e Sul, de “Ocidente”. O que o divide simbolicamente em dois hemisférios é o eixo imaginário do Templo (Equador), cujos hemisférios são denominados em Maçonaria como Colunas do Norte e do Sul. Do ponto de vista de quem estiver posicionado sobre o eixo imaginário do Templo olhando do Ocidente para o Oriente à sua esquerda estará a Coluna do Norte à direita a Coluna do Sul, ou Meio-Dia. Todos os elementos existentes nesses espaços compõem então essas respectivas Colunas ou quadrantes Norte e Sul, cujo topo desses ambientes é representado pelas respectivas paredes laterais. Ainda, sob o ponto de vista da Maçonaria Simbólica, tradicionalmente essas Colunas também são denominadas como as Colunas da Força e da Beleza como partes integrantes da tríade - Sabedoria, Força e Beleza, ou pilares de sustentação da moral e ética da Maçonaria. No
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 17/30 espaço ocidental do canteiro de trabalho encontram-se duas jóias fixas como atributo do trabalho e resultado – a Pedra Bruta e a Pedra Cúbica. Nesse ciclo de aperfeiçoamento a Força (Coluna Dórica) e a Beleza (Coluna Coríntia) são elementos equacionados pela sustentação do trabalho e pela beleza do resultado. Aquele que busca o aperfeiçoamento estará inserido nesse contexto maçônico. III – ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO. Dentro desse contexto – “entre Colunas” – dentre outros, existe um fato que tem remexido com opiniões interpretativas. Não só no aspecto do termo em si, mas na sua relação com a bela passagem iniciática na qual o iniciando recebe a Luz. A questão está em que local e o que ele vê nesse momento específico. O local é definido – entre Colunas, porém com base nas antigas tradições, usos e costumes da Maçonaria é relatado na dialética instrutiva que o neófito ao receber a Luz percebe em primeira instância às Três Grandes Luzes Emblemáticas – Livro da Lei, Esquadro e Compasso (um dos embasamentos doutrinária das Lições Prestonianas). Com base nessa asseveração e condicionado às vezes ao tamanho do espaço do Templo, alguns defendem de forma literal de que o iniciando ao receber a Luz deverá estar o mais próximo possível do conjunto emblemático para que possa realmente visualiza-lo. Isso implicaria no caso dos ritos que possuem o Altar dos Juramentos no Oriente de aproximar o neófito o mais próximo possível deste quadrante para a realização do intento, ou seja, ver literalmente às Luzes Emblemáticas. De certo modo e alicerçado no contexto considerativo desse escrito parece até razoável à súplica, porém existem outros feitios a serem considerados. A antiga tradição do “Faça-se a Luz” assume várias formas de acordo com a época e os costumes culturais, cujas maneiras influenciaram na formação de ritos maçônicos específicos. Em linhas gerais, na antiga Maçonaria Operativa, onde não existiam ritos, o novo operário prestava o seu juramento (não existiam Templos Maçônicos) segurando o Livro da Lei e recebia imediatamente a Luz. O ato de segurar o Livro da Lei deu origem ao “Due Guard”, costume ainda preservado no Rito de York (americano). Por outro feitio, a partir da Maçonaria Especulativa, outras formas foram inseridas – aparecem os ritos por volta do século XVIII, surge o primeiro Templo Maçônico (Free Mason’s Hall em Londres) em meados do mesmo século, novos costumes especulativos são inseridos de acordo com tradições culturais, inicia-se a Maçonaria Obediencial ou a Moderna Maçonaria em 1.717, etc. Dessa revolução cultural maçônica aparece o arcabouço doutrinário embasado no ecletismo da manifestação do pensamento humano, pedra angular do aparecimento dos ritos maçônicos. Com base nesse pormenor, os antigos costumes são mantidos e tidos de acordo com certas classificações como “Landmarks” que a rigor deveriam ser sempre imemoriais. Nesse sentido, não resta dúvida que a presença das Três Grandes Luzes Emblemáticas na Loja é um “Landmark” e todos os ritos maçônicos da Moderna Maçonaria o respeitam. O que ocorre no momento iniciático em que é a dada a Luz ao neófito na pluralidade dos ritos, em aspectos sutis eles se diferenciam, embora o objetivo seja sempre o mesmo. Como esse não é o mote dessa peça de arquitetura fica apenas registrado que cada rito tem o seu próprio arcabouço doutrinário muito embora todos eles, sem qualquer exceção, convergem para o mesmo objetivo – o aprimoramento do Homem - que é na Maçonaria Especulativa a matéria prima do Ofício. Retomando a linha de raciocínio e na configuração doutrinária do Rito Escocês Antigo e Aceito essa passagem iniciática aborda o momento em que aquele que morreu e renasceu
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 18/30 para a Luz do Esclarecimento obedece aos ciclos da vida humana reportado ao exemplo da Lei Natural, daí o recebimento da Luz não está atrelado à plenitude da Luz, porém os primeiros passos na caminhada em sua direção – do Ocidente para o Oriente, ou das trevas em direção à Luz (infância). Com base nesse conceito é que o neófito recebe a Luz próximo à porta de entrada do Templo, distante do lugar da Luz que é o Oriente. A Luz ofusca a visão do iniciado e a visão das Três Grandes Luzes Emblemáticas nesse momento é subjetiva, não faltando lembrar que sem qualquer licenciosidade todo o Templo está resumido no Livro da Moral, na retidão de caráter e na justa medida. A Luz nesse momento iniciático está condicionada à retirada da venda daquele que simbolicamente morreu para o vulgo profano para se tornar um Maçom. Em assim sendo, embora a dialética instrutiva assim apregoe, não carece, no caso do Rito Escocês da presença no novo iniciado literalmente o mais próximo do Altar dos Juramentos para demandar de uma visão mais apurada do ternário simbólico, afinal isso lhe será explicado durante a sua estada nesse ciclo de aperfeiçoamento assim como ele próprio considerará a valiosa presença desses Paramentos em Loja. Para que se evitem contestações desnecessárias, é sempre bom lembrar que a liturgia maçônica é composta por momentos específicos e distintos na sua execução, daí cada etapa da cerimônia iniciática deva ser considerada conforme a lição para qual ela aponta. Evidentemente outras passagens poderiam contradizer essa afirmativa, porém certos costumes que tomaram aspectos consuetudinários acabaram tomando espaço pelo mero desentendimento da razão de certos procedimentos. Por exemplo: o iniciando vai até o Oriente quando ele está ainda vendado para cumprir a etapa de procurar a Luz – durante o seu pedido de passagem pela porta oriental. Da mesma forma ele presta o seu juramento diante das Três Grandes Luzes Emblemáticas, ainda vendado. Sem dúvida, esses procedimentos estão estritamente corretos. Agora, quando lhe é conferida a dignidade do grau – a tal sagração – no Oriente, este sim é um processo equivocado, pois esse momento não carece do iniciando diante do Altar dos Juramentos nem mesmo pousando a mão direita sobre o Livro da Lei, Esquadro e Compasso. Isso ele já fez durante o seu juramento que, aliás, deveria ser prestado uma única e só vez. Quem jura, jura e não necessita de qualquer ratificação. O correto seria de que ato de dar dignidade ao Grau fosse conferido pelo Venerável no Ocidente estando o neófito ajoelhado entre Colunas simplesmente. A razão é a seguinte. O obreiro que acaba de receber a Luz e é constituído Aprendiz não pode pela condição do seu Grau adentrar ao Oriente em Loja aberta, pois o Oriente é reservado apenas aos Mestres, nunca aos Aprendizes e Companheiros. A entrega de paramentos, rituais, regulamentos, primeiras instruções, etc., são feitas no Ocidente. A presença de um Aprendiz no quadrante oriental quebra toda a razão da caminhada iniciática. Diríamos... “O fruto apareceu antes da flor” – seria o mesmo que fazer à circulação contrária a marcha do Sol. Finalizando esse “esclarecimento” resta ainda no caso do “Faça-se à Luz” a questão das espadas apontadas para o neófito. Por razões explícitas os Mestres que dela fazem uso no momento iniciático ficam posicionados nos seus respectivos lugares, ou a primeira fileira de cadeiras das Colunas do Norte e do Sul para não obstruir o espaço entre o Oriente e Ocidente dando ao iniciando uma visão, embora ofuscada, ampla de todo o recinto, independente da extensão deste, sem que haja a necessidade premente de que ele seja abduzido obrigatoriamente a conseguir vislumbrar e definir naquele momento específico o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso. O ato nesse momento é apenas simbólico, tanto da visão quanto o das espadas apontadas que sugerem o compromisso emblemático assumido por todos na defesa da moral e da honra dos integrantes da Sublime Instituição.
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 19/30 IV – CONCLUSÃO. Dadas todas essas considerações conceituais na questão “entre Colunas” se diz que aquele que estiver posicionado sobre a linha imaginária (eixo, ou equador do Templo) na porção ocidental estará “entre Colunas”, tanto próximo à porta de entrada, quanto ao painel da Loja, ou mesmo antes da entrada do Oriente. Em resumo: aquele que estiver sobre o eixo do Templo em sua porção ocidental estará “entre Colunas” (do Norte e do Sul) e não necessariamente entre as Colunas B e J. Como dito, os ritos possuem suas características, pois destes, alguns possuem a porta de entrada do Templo na porção central do Ocidente de frente para o Oriente, alguns com as Colunas Solsticiais no vestíbulo, outros interiorizadas. Outros ainda, como o caso do York (americano), possui duas portas ocidentais estando as Colunas B e J pelo lado externo de uma delas. O Trabalho de Emulação (chulamente chamado de Rito de York no Brasil) possui porta lateral a noroeste do Templo com as colunas vestibulares no vestíbulo, portanto pelo lado de fora da porta, etc. Entretanto, todos os ritos possuem as colunas abstratas do Norte e do Sul e sempre na mesma posição. Daí, estar “entre Colunas” é um termo genérico em Maçonaria aplicado indistintamente por todos os ritos sem que haja a necessidade de tomar referência do ato em consonância com as Colunas Solsticiais (B e J). É fato que aqueles que defendem essa posição equivocada querem justificar a afirmativa interiorizando as Colunas Solsticiais nos ritos que assim não procedem topograficamente. Outras particularidades iniciáticas são distintas conforme a ritualística e liturgia de um rito específico, porém urge a necessidade de entender o apelo emanado para não se cair no campo da licenciosidade da interpretação. Por fim fica aqui o alerta de que este escrito se reporta em aspectos tradicionais da Maçonaria sem ferir o costume dos ritos por ela praticados, bem como não sugere qualquer descumprimento dos rituais legalmente aprovados, estejam eles certos ou não. É sempre bom lembrar que ritual aprovado e em vigor é lei e deve ser estritamente observado. Pedro Juk - Setembro/2009 P. S. – Deixo aqui como referência bibliográfica para estudo o livro “Exegese Simbólica para o Aprendiz Maçom” – editora A Trolha – autor Pedro Juk. Também no livro INBRAPEN – Volume 4, A Trolha, página 77 e seguintes – E o Topo da Coluna do Norte... Conclusões? Autor Pedro Juk. Essas duas resenhas possuem matérias para estudo sobre o tema e nela estão inseridas extensas bibliografias mencionadas.
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 20/30 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 01.09.1952 Fraternidade Blumenauense nr. 06 Blumenau 05.09.1996 Fraternidade Chapecó nr. 63 Chapecó 08.09.1982 Sentinela do Sul nr. 29 Tubarão 17.09.1986 Universo nr. 43 Florianópolis 17.09.1993 Universo II – nr. 57 Florianópolis 17.09.2000 Universo III nr. 77 Florianópolis 20.09.1991 Acácia da Arte Real nr. 50 Florianópolis 22.09.1982 Fraternidade Josefense nr. 30 São José 25.09.1978 Harmonia e Fraternidade nr. 22 Joinville 27.09.2000 Colunas da Fraternidade nr. 78 Blumenau Data Nome da Loja Oriente 03/09/1993 Treue Freundschaft Florianópolis 09/09/1969 Liberdade E Justiça Canoinhas 09/09/1991 Cavaleiros Da Luz Blumenau 16/09/2003 Ordem E Fraternidade Florianópolis 18/09/2009 Colunas Do Oriente Tijucas 20/09/1948 Luiz Balster Caçador 20/09/2008 Acácia Da Serra Rio Negrinho 25/09/2002 Fraternidade Tresbarrense Três Barras 27/09/2010 João Marcolino Costa Sto. Amaro da Imperatriz 28/09/1993 Colunas da Fraternidade Balneário Camboriú 30/09/2010 Triângulo Equilíbrio e Consciência Mafra 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de setembro
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 21/30 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Loja Oriente 01.09.64 Harmonia e Trabalho - 2816 Florianópolis 03.09.05 Retidão e Cultura - 3751 Florianópolis 08.09.04 Cruzeiro do Sul - 3631 Florianópolis 09.09.10 Reg. Guabirubense - 4100 Brusque 10.09.96 Reg. Lagunense - 2984 Laguna 11.09.10 Cruz e Sousa de Estudos e Pesq. do Rito de York Florianópolis 12.09.23 Paz e Amor V - 0998 São Francisco do Sul 12.09.97 Otávio Rosa 3184 São Pedro de Alcântara 15.09.94 Herbert Jurk - 2818 Rio dos Cedros 18.09.10 Frat. Guabirubense - 4116 Brusque 19.09.08 Cavaleiros Templários - 3968 Fraiburgo 22.09.09 Acácia De Itapoá-4044 Itapoá 30.09.93 União Catarinense - 2764 Florianópolis Automotivação “Inspiração é diferente de motivação. Inspiração é um pensamento, motivação é uma ação. Uma pessoa auto motivada é como um imã que atrai recursos, oportunidades e experiências porque ela coloca pensamentos, ideias e planos na prática. Para sustentar a motivação é necessário ter a capacidade de decidir com precisão. Decidir o que pensar, o que falar, o que fazer. Esse poder pode ser assimilado através da meditação e do cultivo de pensamentos de qualidade. Pensamentos de qualidade são positivos, elevados e benéficos. Eles funcionam como um tônico para manter a motivação.” José Aparecido dos Santos TIM: 044-9846-3552 E-mail: aparecido14@gmail.com Visite nosso site: www.ourolux.com.br "Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos".
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 22/30 XXIII Encontro de Estudos E Pesquisas maçônicas Florianópolis(SC), 14 e 15 de outubro de 2016 Caros Irmãos. O XXIII Encontro de Estudos e Pesquisas Maçônicas, que será realizado no Hotel Castelmar, em Florianópolis nos dias 14 e 15 de outubro próximo, pelo Departamento de Membros Correspondentes, da Loja Maçônica Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas, Oriente de Juiz de Fora, MG, tem o apoio do Grande Oriente de Santa Catarina, do Grande Oriente de Minas Gerais e da MasonWeb (Sistemas Gestores para o Universo Maçônico). Enviamos o Folder do Encontro com as informações para os Irmãos relacionados em nossos arquivos. Caso o Irmão queria recebê-lo novamente, por favor nos comunique que providenciaremos o envio. Chamamos sua atenção três pontos importantes. O primeiro ponto, em relação ao Hotel Castelmar, cujas reservas com preços promocionais estão garantidas apenas até o dia primeiro de setembro do corrente ano. O segundo ponto, em relação ao prazo para envio dos trabalhos, dia 26 de setembro. O terceiro ponto é relativo à inscrição que, quando efetuada, deve ter o comprovante de depósito enviado para meu e-mail (miguel.simao.neto@uol.com.br). Os valores de inscrição constam no Folder. Fraternalmente, Miguel Simão Neto Coordenador
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 23/30 Clique aqui e faça sua Inscrição
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 24/30 Caro Irmão: Estamos, com muito prazer, encaminhado o nosso Boletim da Chico de nº 102, de agosto de 2016, na esperança de estar contribuindo com a divulgação da cultura Maçônica. Informamos que todos os Boletins da Chico podem ser acessados no site: http://www.guiamaconicors.com.br/chico.da.botica/chico.da.botica.htm O Irmão também pode acessar todas as edições do Informativo JB News no site http://www.jbnews33.com.br/informativos/ Caso seja de vossa liberalidade, solicitamos divulgar o mesmo em vossas listas de Maçons, Lojas e Grupos. Com nossos agradecimentos deixamos um TFA Marco Antonio Perottoni Loja Cônego Antonio das Mercês – GORGS Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas – GORGS Porto Alegre - RS
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 25/30
  26. 26. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 26/30 Esta é do Mano João Guilherme, sobre o JB News nr. 2.167: Jerônimo, mano: Como foi oportuna a lembrança do mano João Ivo! Em O Homem Medíocre, de José Ingenieros, vemos desfilar a descrição dos males que ainda afligem a Maçonaria Brasileira, mesmo depois que a sociedade foi para as ruas e desnudou sua indignação quanto à corja imunda que dilapidou os cofres públicos, arrasou a economia e tentou implantar seus valores destorcidos e infames, travestidos de melhoria social. Ainda não limpamos a casa, a verdade é essa. Ainda não imitamos a sociedade. Como diz, com muita propriedade, o mano William Carvalho, deixamos de ser uma "elite estratégica", o vetor de modificações para o progreso e a evolução, para nos conformarmos de estar a reboque de pavões dinásticos ou demagógicos de aventais enfeitados. Quer um exemplo? Cuba tem uma Maçonaria pobre de recursos, mas atuante e consciente, rica de determinação e brios. Pela List of Lodges, são 28.000 Irmãos muito ativos, que usaram seus parcos recursos e entraram honradamente para a Confederação da Maçonaria Interamericana - CMI. Contrastando absurdamente, um conhecido feudo maçônico brasileiro, ausente da CMI há anos, teve a pachorra de propor seu retorno mediante o perdão da dívida passada. É claro, teve um sonoro, incisivo NÃO! como resposta! Está mais que na hora de limpar a casa, de dizer não à mediocridade timorata e subserviente. Em vez de cafetizar a glória do passado, está na hora de criar motivos de orgulho para o presente e mudar um deplorável esado em que se pensa que quantidade substitui qualidade. Testemunhei a visita oficial do Irmão Jeffrey Williamson, Grão-Mestre da Grand Lodge of the Sate of New York, à Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul, de 1º a 5 deste mês de setembro. Foi a primeira vez que um Grão-Mestre de uma das mais importantes Grandes Lojas americanas faz à Maçonaria Brasileira. Não poderia ter sido melhor. Foi um êxito retumbante, uma prova emocionante de como os laços de amizade se impõem acima de fronteiras e de mediocridades paroquiais. Acredite, meu Irmão, a Maçonaria Gaúcha provas de estar à frente de um retorno às origens fraternas, um contraste imenso com as imbecilidades mesquinhas que temos visto. A imagem de uma Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul – GLMERGS e GORGS lado a lado – transpareceu no show de organização dado pela equipe liderada pelo Grão-Mestre Paulo Roberto Pithan Flores. Não é por obra do acaso que ele e seu Relações Exteriores, Rony Fernando Pinto Jr., têm tanto prestígio no exterior. Nem é por acaso que Grão-Mestres e dignitários de Grandes Lojas e Altos Corpos internacionais estivessem presentes. Não me lembro, em bem mais de uma década de experiência por este mundo afora, de ter visto tantos Maçons brasileiros, americanos, paraguaios, portugueses, bolivianos e mexicanos com lágrimas nos olhos, sem pieguices ou simulação. Melhor dizendo: nunca vi nada igual. Também nunca havia visto um Grão-Mestre receber o título de Senior DeMolay à vista, conferido pelo Grão-Mestre do DeMolay International, Irmão Bill Sardone! Foi algo em que a mediocridade se fez ausente – deu lugar à competência, à fraternidade e à alegria de conviver como Irmãos, sem barreiras de idiomas ou estúpidas fronteiras de conveniências e interesses. Enfim, Maçonaria da melhor qualidade!
  27. 27. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 27/30 Por isto apreciei tanto o artigo do mano João Ivo. Dê a ele meus sinceros parabéns! Desculpe o desabafo e aceite meus parabéns, mano Jerônimo. Este número do JB News foi estranhamente sincronizado com minhas emoções depois deste evento incrível! E obrigado pela força, uma vez mais. Abração, JG http://www.jbnews33.com.br/informativos/JB_News-Informativo_nr_2167.pdf Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) A Oração Para o dia 8 de setembro Pode significar, derivando do latim oratio, discurso, ou invocação dirigida à divindade, na forma de “prece”, maçonicamente, durante a Iniciação são proferidas “orações” no seu duplo significado: o discurso do Orador e a prece do Venerável Mestre. A Oração como prece, apesar de ser ato místico e religioso, em nada envolve aspectos doutrinários de proselitismo religioso. Existem correntes que desejam “abolir” a prece nos rituais, ob o fundamento de que a Maçonaria não é religião. A prece maçônica, porém, dirigida ao Grande Arquiteto do Universo, é mais um ato de veneração que súplica. O maçom aceita a existência de Deus com o uso de formulas, cremos tenha pouco efeito, pois a oração não deve ser “recitada”, mas deve vir do fundo do coração e da mente. Palavras espontâneas, apropriadas para o momento, significam que são emitidas de forma inteligente. Pelo poder de Deus, o homem, em sua pequenez, deve atrever-se a contatar em toda oportunidade. A invocação nem sempre é laudatória, mas de agradecimento, pela vida e pela proteção recebidas. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 269.
  28. 28. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 28/30 1 – Ainda existe um Lugar: Ainda existe um lugar-1.pps 2 – Chamonix: Chamonix.pps 3 – Portugal: PORTUGAL.-Bellos-lugares-._._._27-8.pps 4 – Demasiadamente lindo: Demasiadamente lindo - Trop mignon.pps 5 – China: China.pps 6 – Alaska: Alaska.pps 7 – Filme do dia: (Passagem para a Vida) Sinopse: Um criminoso misterioso chega a uma pequena cidade planejando roubar o banco local, presumindo que tudo correrá bem. Mas quando ele encontra um professor de poesia aposentado, seus planos tomam um rumo improvável. https://www.youtube.com/watch?v=VfrU5HT6B00
  29. 29. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 29/30 Ir Raimundo Augusto Corado MI e Deputado Federal pela Loja Templo de Salomão nº 2737 Membro das Lojas União e Trabalho Mimosense nr. 3.170 e Irmão Paulo Roberto Machado nr. 3.182 Barreiras – GOB/BA. Escreve às terças e quintas-feiras raimundoaugusto.corado@gmail.com PORQUE SÓ AGORA? Autor: Raimundo A. Corado Barreiras, 20 de dezembro de 2015 Filantropia, beneficência e caridade; Onde está então a sutil diferença? No doar, no livrar-se, na carência? No aparecer, no poder, na vontade? Tudo é mesmo meio parecido; É muito sutil mas tem diferença; Pessoa carente pede clemencia; O beneficiado será o socorrido.
  30. 30. JB News – Informativo nr. 2.168 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 8 de setembro de 2016 Pág. 30/30 Filantropia há que ser continuada; É obra maçonicamente consagrada; Que também alcança ao profano. Algo foge ao entendimento; Onde meses no esquecimento; Pra serem vistos no final de ano.

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