Folha 212

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Folha 212

  1. 1. O Jornal Folha do Itaim & Curuçá, na tarde de quinta-feira (03), ouviu vários frequentadores da Praça Jaguamitanga, na Vila Curuçá, mais conheci- da como Praça do Shinqui- chi Agari. As reclamações repetem-se: falta o básico. “Há alguns meses trataram da jardinagem, mas não ... Leia mais na pág 03 1ª SEMANA DE JULHO DE 2014ANO IX - N.o 212 www.aconteceagora.com.br | raleste@gmail.com | Tel.: (11) 2031-2364 Argentinos representam a maioria dos visitantes es- trangeiros entre 12 e 30 de junho. Entre os dias 12 e 30 de junho, durante a primei- ra fase da Copa do Mundo, São Paulo registrou uma movimentação de turistas que registrou gastos acima do esperado inicialmente. Levantamento da SP Turis (São Paulo Turismo), divul- gado no dia 3, revela que a cidade já recebeu 347 mil Moradores criticam falta de manutenção na Praça do Shinquichi na Vila Curuçá O perigo dos rojões e fogos de artifício para a audição Muito comum nessa época de festas juninas e também na Copa do Mun- do, a queima de fogos de artifício, rojões e bombas - barulhentos artefatos que ajudam a animar as come- morações -, pode trazer sérios e irreversíveis danos à audição. Além dos riscos com a manipulação incorreta dos fogos, o som muito forte produzido por alguns deles pode acarretar um trauma acústico e perda de audição uni ou bilateral, temporária ou, nos casos mais graves, irreversível. Geralmente a perda de audição... Leia pág 02 SP recebeu 347 mil turistas na 1ª fase da Copa turistas no período, sendo 121 mil estrangeiros. A previsão inicial era de que em média cada visi- tante gastaria em torno de R$ 1.800 no período. No entanto, Leia na pág 04
  2. 2. Diretor Executivo: Jornalistas (fl): Diretor de Arte: Designer Gráfico Reporter Fotográfico: Fotografo Teen: Revisora: Gerente Financeiro: Depto. Jurídico: Distrib./Logistica: 35 mil exemplares Divaldo Rosa Silmara Galvão Nunes-MTb 51.096 Sérgio Avante Ademir Rodrigues Eduardo Rocha Bruno Barreto Rosa Prof. Suseli Corumba Rosa Ademir Rodrigues Agilson M. Oliveira MULTI - Distrib. de Jornais e Folhetos As matérias publicadas são de exclusiva responsabilidade dos colaboradores e não representam necessariamente a opinião do Jornal. Os nomes dos colaboradores e representantes comerciais não mantém vínculo empregatício com a empresa. REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: 2031-2364 / 2513-0928 Av. dos Guachos, 166 - 08030-360 - Vila Curuçá – SP www.aconteceagora.com.br | E-mail: raleste@gmail.com A marca Folha do Itaim existe a 42 anos, sendo 9 anos sob a direção do Grupo Acontece de Jornais e Revistas. CIRCULAÇÃO: Itaim Paulista, Vl Curuçá, Jd Robrú, Alto Tiete (Itaquá, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano) Um veículo do GRUPO ACONTECE de Jornais e Revistas SUB PREF. DO ITAIM PAULISTA Av. Marechal Tito, 3012 Itaim Paulista-SP BANCA DO VALDO Av. Marechal Tito, 4800 Itaim Paulista-SP BANCA KM 28 Av. Marechal Tito, 5868 Itaim Paulista-SP BANCA MARECHAL 4400 Av. Marechal Tito, 4400 Itaim Paulista-SP BANCA NAGUMO Pç Francisco Pereira, 80 Vl Curuçá-SP REVISTARIA CAVOA Av. Cavoá, 425 Vl. Curuçá-SP BANCA NAGUMO Pç Francisco Pereira, 80 Vl Curuçá-SP 1ª SEMANA JULHO de 2014 Atualidade Os usuários do Poupatem- po que realizam atendimento para a emissão da Carteira de Identidade (RG) passam a contar com mais uma novi- dade a partir desta semana, o aviso via SMS de que o do- cumento foi emitido e estará à disposição para ser retirado na unidade em que o serviço foi realizado. A iniciativa tem como ob- jetivo aproximar o Estado do cidadão e facilitar a vida do usuário, que, pela mensagem de celular, terá a confirmação de que seu documento já pode ser retirado no Poupa- tempo. O projeto, que teve início nos postos Sé e Luz há cerca de um mês, já está disponível para usuários de todas as unidades programa na capital, Grande São Paulo, interior e litoral. “ACarteira de Identidade é o serviço mais solicitado nas unidades do Poupatempo de todo o Estado e essa novida- Muito comum nessa época de festas juninas e também na Copa do Mun- do, a queima de fogos de artifício, rojões e bombas - barulhentos artefatos que ajudam a animar as come- morações -, pode trazer sérios e irreversíveis danos à audição. Além dos riscos com a manipulação incorreta dos fogos, o som muito forte produzido por alguns deles pode acarretar um trauma acústico e perda de audição uni ou bilateral, temporária ou, nos casos mais graves, irreversível. Geralmente a perda de audição é unilateral (em um único ouvido) e se inicia com o aparecimento imediato de zumbido, pro- blema que afeta cerca de 28 milhões de pessoas em todo o mundo. Os danos à audição acontecem porque o es- trondo dos fogos, princi- palmente dos rojões, é inesperado. O forte ruído, que pode chegar a uma in- tensidade de 140 decibéis, percorre todo o ouvido de forma rápida, atingindo as células da cóclea. Para se ter uma ideia do quão forte é esse barulho, um avião durante a decolagem produz um som de 130dB. “O grande problema é a intensidade do barulho dos fogos, em especial do rojão. Em todo caso de O exercício pleno da de- mocracia não pode deixar fechados portas e ouvidos do poder público ao cla- mor das ruas. Sem dúvi- da, a representatividade validada pelos votos nas urnas é base do sistema democrático. Mas a parti- cipação popular, o movi- mento da sociedade civil organizada deve ser mais do que tolerado ou aceito. No caso dos municípios, precisa, na verdade, ser bem recebido por prefeitos e vereadores. Nesse sentido, o pro- cesso em torno da aprova- ção do Plano Diretor Estra- tégico (PDE) da cidade de São Paulo é emblemático. Serve, naturalmente, de exemplo para as demais Uma cidade melhor para nossos filhos e netos Câmaras Municipais do país. Mais do que abrir as portas da Câmara pau- listana para as consultas populares, desde outubro do ano passado foram realizadas audiências pú- blicas nos quatro cantos da capital. Esses encontros contaram com a partici- pação de donas de casa, movimentos sociais, enti- dades, poder público e a sociedade, que puderam expressar suas opiniões. Todos deram sugestões a serem incorporadas nesse projeto, responsável por dar o rumo da maior cidade do país nos próximos 16 anos. O PDE, que tramitou durante nove meses, teve 62 audiências públicas nos locais mais distantes e nos pontos centrais de São Paulo, com a presença de 6 mil pessoas. Nesse total estão inclusos os quatro grandes encontros regio- nais, que tiveram ampla divulgação pelos veículos de comunicação e conta- ram com transmissão e cobertura da TV Câmara São Paulo, do Portal da Câmara e da Web Rádio Câmara. No total, foram recebidas mais de 1.700 sugestões, que vieram por meio das audiências públi- cas, de encaminhamentos feitos pela sociedade civil e pelo site institucional da Câmara. Importante destacar que as ações dos movi- mentos populares, que tiveram seu epicentro em São Paulo em junho do ano passado e se multiplicaram Brasil afora, acabaram ge- rando propostas concretas acolhidas pela relatoria do PDE. Diversas lideranças foram, inclusive, recebi- das pessoalmente pela presidência da Câmara Municipal, com sugestões para melhoria do cotidiano da população. Nos dias que antece- deram a votação final do Plano Diretor, centenas de manifestantes do Movi- mento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) acampa- ram na frente da Câmara. Representantes da enti- dade acompanharam os trabalhos dos vereadores nas galerias do plenário e se reuniram com parlamen- tares para levar os anseios relativos à relevante ques- tão da habitação popular. Dessa maneira, verea- dores, movimentos popula- res, entidades e a socieda- de foram protagonistas de uma importante conquista, que foi a aprovação definiti- va do Plano Diretor Estraté- gico. Sem dúvida alguma, o processo realçou a força e importância da participa- ção popular nos projetos de grande interesse coletivo. Por isso, digo: São Paulo está de parabéns pela for- ma amplamente democráti- ca como discutiu e aprovou o Plano Diretor, permitindo assim a organização de uma cidade melhor para nossos filhos e netos. José Américo é presiden- te da Câmara Municipal de São Paulo. Contato: josea- merico@camara.sp.gov.br José Américo Aviso para retirar o RG no Poupatempo é enviado via SMS Com a novidade, cidadão recebe no celular a confirmação de que já pode buscar seu documento no Posto do Governo do Estado mento no site www.agendasp. sp.gov.br/poupatempo. O cidadão que for ao posto sem o agendamento prévio, pode fazê-lo com os funcio- nários no próprio local para os horários e datas que estive- rem disponíveis, além de po- der utilizar os computadores do e-poupatempo na unidade. de chega para proporcionar mais comodidade ao cidadão, que agora irá ao posto com a certeza de que seu docu- mento está pronto”, afirma o secretário de Gestão Pública, Waldemir Caputo. Desde a implantação do primeiro posto Poupatempo, em 1997, mais de 37,2 mi- lhões de atendimentos para o documento já foram realiza- dos. Só este ano, de janeiro a maio, foram emitidos mais de 1,7 milhão de RGs pelo Poupatempo É importante lembrar que para fazer a Carteira de Iden- tidade, é necessário agendar data e horário para atendi- O perigo dos rojões e fogos de artifício para a audição Em época de festejos juninos e de Copa do Mundo, é importante manter distância dos artefatos trauma acústico, o mais indicado é procurar um mé- dico otorrinolaringologista, para avaliar se o dano audi- tivo causado pelos fogos é temporário ou irreversível”, esclarece a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas. Para evitar que o ouvi- do seja afetado, o ideal é manter-se distante do local da queima de fogos, po- rém, em meio a festa, se for inevitável, a fonoaudióloga Marcella Vidal, especialista em audiologia, aconselha o uso de protetores de ouvido. “Se a pessoa estiver nestas áreas, é importante que se afaste o máximo possível ou use proteto- res de ouvido, conhecidos como atenuadores. Eles re- duzem o volume excessivo, mas quem usa não deixa de ouvir o som ambiente. Dessa forma, é possível continuar aproveitando a festa, de forma segura”, recomenda. Existem no mercado vários tipos de protetores. Os da Telex, por exemplo, são leves e moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada pessoa, diminuem o barulho em 15 decibéis ou 25 decibéis, de acordo com o desejo do usuário e podem proteger a capacidade auditiva em até 10 anos. Estima-se que 10% da população mundial têm algum grau de perda au- ditiva O envelhecimento é um fator natural que reduz o limiar auditivo progressi- vamente. As células do ou- vido envelhecem, morrem e não há reposição. Mas pior do que isso é a perda de audição que vem ocor- rendo cada vez mais cedo, por causa da exposição contínua a sons elevados, como o dos rojões, por exemplo.
  3. 3. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Comunidade Programado para propor- cionar lazer, alegria, diversão e esporte, de forma muito séria ou de maneira lúdica, o importante mesmo é o aprendizado. Meninos e me- ninas, outros não tão criança assim, sempre é tempo para se aprender. Sempre é tempo de se divertir, sempre é tempo de cuidar da saúde física e mental aqui no clube é lugar pra isso. Se você for pequeno, achará diversão no parque, nas piscinas, na brinquedote- ca, Ballet e nas diversas ofi- cinas, se for pré-adolescentes ou adolescente, terá muito que fazer, nas oficinas e aulas de judô, karatê, tênis, vôlei, basquete, dança, teatro, nata- ção, polo - aquático e muitos outros esportes, se for jovem, Em uma passagem mar- cante de “Os Sertões”, Eu- clides da Cunha destaca que a pregação em Canudos em relação á República não era uma posição ideológica ou O MTST e a República José Police Neto política, mas a incapacidade de multidões, excluídas dos direitos sociais e do processo político, de se enxergarem no conceito abstrato da coisa pública. Passado mais de um século, Canudos ressurge justamente quando Guilherme Boulos, a liderança – celebri- dade do MTST, vai á Câmara Municipal e à imprensa para afirmar que “nem a pau” seus liderados se submeterão as regras da fila de inscrições dos programas públicos de moradia e os processos re- publicanos determinados em lei para definir quem será atendido. Até a semana passada, o MTST defendia com unhas e dentes que fosse dado à Construtora Viver, proprietária da área ocupada em Itaquera, na zona leste de São Paulo conhecida como Copa do Povo, o enorme beneficio econômico da valorização do terreno por meio das mudan- ças de zoneamento. Boulos fere o Plano Di- retor projetado por quem o apóia ao ignorar um de seus conceitos-base: o de moradia popular perto do trabalho, dos serviços e dos corredores de transporte público – de pre- ferência, em áreas centrais. Ignora que, com esse foco, a prefeitura resgatou - quiçá com novo nome – o programa Renova Centro, lançado na gestão Gilberto Kassab, que previa desapropriar mais de 50 prédios desocupado para moradia popular. O preço da minha insis- tência em seguir as normas legais foi enorme. Houve tentativa de atear fogo a um boneco meu, e a cidade foi coberta com caros cartazes em papel de alta qualidade destinados a difamar meu nome. Fui atacado de todas as formas. Optei por suportar o peso do insulto a curvar- -me, como os demais, a um líder que desconhece as leis e a minha trajetória política, dedicada ao direito à moradia popular e á construção de uma cidade justa. Ironia da história coube justamente a mim – o par- lamentar vilipendiado por ser um dos poucos a não se curvar ao MTST – oferecer a formulação legal que permiti- rá a solução do problema de forma republicana. O projeto de lei de 2011 sobre retrovit social, de minha autoria, que prevê que edifícios abando- nados ou subutilizados sejam transformados em habitação social, recebeu um artigo que garante a construção de mo- radias populares no terreno de Itaquera. Em momento algum a viru- lência do ataque difamatório do MTST à minha historia pesou contra a decisão de resolver o impasse. O homem público de que a República precisa toma decisões à luz da razão e da busca pelo que é melhor para a cidade. Na ultima sexta feira, quando tudo parecia resolvi- do, mais uma vez a liderança do MTST tentou impor uma clausula ao projeto permitido ao movimento “furar fila” da moradia. Boulos só baixou á guarda ao saber que a justiça iria anular a eficácia da me- dida, caso houvesse chance para tal malandragem, por ser esta uma flagrante irregulari- dade. Finalmente, vereadores aprovaram submeter à deci- são da demanda ás normas legais e ao foro apropriado, o Conselho Municipal de Habitação. O processo de aprovação da Copa do Povo, tal como foi construído, mostra que, ao contrário do que prega- va Antonio Conselheiro em Canudos,a multidão é capaz, sim, de se inserir nas normas republicanas. O que aprova- mos não foi a Copa do povo de Boulos,mas a Copa do Povo Brasileiro. Férias: Clube Escola, a melhor opção para a garotada adulto, mulheres e homens, encontram além das ginásti- ca, dança e hidroginástica e além das atividades já relata- das, tae chi chuam, tae know do, dança afro, teatro, circo um infinidade de atividades apara escolher o que mais lhe agrada e o horário adequado com sua disponibilidade. Só o fato de estar junto com as outras pessoas já é algo muito bom, praticando esporte que traz saúde e bem estar, isso é ótimo, encontrar o esporte que lhe agrada e praticá-lo de graça e fantás- tico, tudo isto perto de casa é tremendo! Tudo isto existe e esta bem pertinho de você, no Clube Escola Curuçá, que fica na rua Grapirá 537 - Vila Curuçá - Itaim Paulista Venha conhecer! O Jornal Folha do Itaim & Curuçá, na tarde de quinta-feira (03), ouviu vários frequentado- res da Praça Jaguamitanga, na Vila Curuçá, mais conhecida como Praça do ShinquichiAga- ri. As reclamações repetem-se: falta o básico. “Há alguns me- ses trataram da jardinagem, mas não mexeram em mais nada, não mexeram na ilu- minação, faltam brinquedos para crianças, e como moro na vizinhança, às vezes quero usar a quadra e não posso, falta iluminação, não dá pra jogar uma bola à noite”, diz Márcio. Dona Aparecida, que traz o neto para jogar bola nas qua- dras, afirma: “a quadra poderia ter grama, neste piso as crian- ças caem e se machucam, as grades estão quebradas, é pe- rigoso as crianças se machuca- rem; cada um poderia levar seu lixo embora, mas largam por aí, fica essa sujeira”, concluiu dizendo que quando começa a escurecer nem passa pela praça por medo de assaltos. Questionado sobre a praça, o pai que brinca com os filhos no momento da reportagem lamenta: “acho que a praça seria uma maravilha se cuidas- sem dela, não tem bebedouros e nem locais para limpar as mãos, é o único espaço que temos para trazer as crianças, que ficam mais felizes aqui do que em um shopping” , conclui Wagner, morador de um condo- mínio vizinho à praça. Alessandra, que mora e tem um comércio de frente à praça, reclama da falta de iluminação e policiamento, “aqui ficava uma base móvel da GCM, tira- ram, prometeram um posto fixo, Moradores criticam falta de manutenção na Praça do Shinquichi na Vila Curuçá já solicitamos por várias vezes e até agora nada”. Os usuários reclamam da falta de brinquedos para as crianças pequenas, dos balan- ços restam apenas as estrutu- ras, o espaço para os pequenos é de terra onde poderia ser de areia. As crianças acabam por ir brincar nos aparelhos de ginástica para a terceira idade, que por serem destinadas aos adultos, põem em perigo os pequenos usuários da praça. O lixo se espalha pelos cantos, escadas e degraus. Encontramos dois pontos de coleta de lixo, já cheios e com cheiro forte. Aliás, a moradora Suseli acrescenta: “Quando fa- zemos caminhada ou corremos ao redor da praça, temos que desviar das lixeiras que ficam na calçada, além desse absur- do, tem o cheiro horrível de lixo que sai de dentro dela”. Cacos de garrafas pelo chão põem em risco as crianças que correm alegres pelo espaço. Questio- namos um varredor de rua, que nos disse que não tem equipes para varrer a praça, apenas as ruas que a circundam. A iluminação inexistente ou precária em alguns pontos cria locais de perigo aos frequen- tadores que fazem caminhada ao redor da praça e até para os moradores do bairro que têm que passar pelas ruas que delimitam a praça. Segundo todos os entrevis- tados, para que a praça seja bem aproveitada, bastaria uma equipe que cuidasse da jardi- nagem e varredura da praça, mais pontos de coleta de lixo com higienização permanente, uma melhora na iluminação e uma reforma nas quadras e brinquedos, Eduardo Rocha
  4. 4. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Opinião & Política Pesquisa Datafolha divulga- da neste sábado (7) no site do jornal “Folha de S. Paulo” apon- ta o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), com 44% das intenções de voto na corrida para a reeleição neste ano. Ele venceria a disputa no primeiro turno se os adversários fossem Paulo Skaf (PMDB), Gilberto Kassab (PSD) e Ale- xandre Padilha (PT). O segundo colocado na pesquisa, o presidente da Fe- deração das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, aparece com 21% das intenções de voto. O tercei- ro, o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, tem 5%. O ex-ministro da SaúdeAlexandre Padilha aparece com 3%. No levantamento anterior, realizado nos dias 28 e 29 de novembro de 2013, Alckmin tinha 43%, Skaf, 19%, Kassab, 8%, e Padilha, 4%. Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada: Geraldo Alckmin (PSDB) - 44% das intenções de voto Paulo Skaf (PMDB) - 21% Gilberto Kassab (PSD) - 5% Alexandre Padilha (PT) - 3% Apresidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) têm, cada um, o apoio de 13 candidatos a governador que lideram as pesquisas em seus respectivos Estados. Em 2 casos, o partido do líder nas pesquisas abre seu palanque tanto para Dilma quanto para Aécio. Isso ocorre As vendas de automó- veis, comerciais leves, ca- minhões e ônibus caíram 7,56% no primeiro semestre deste ano, na compara- ção com o mesmo período de 2013. O setor somou 1.662.903 unidades em- placadas de janeiro a ju- nho, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quarta- -feira (2). Considerando esse vo- lume e o de motos empla- cadas no período (717.728 motos), esse é o pior resul- tado para um primeiro se- mestre desde 2010, quando foram vendidos 2.410.729 veículos, ante um total de 2.380.631 nestes 6 primei- ros meses de 2014. Em junho, os empla- Argentinos representam a maioria dos visitantes es- trangeiros entre 12 e 30 de junho. Entre os dias 12 e 30 de junho, durante a primeira fase da Copa do Mundo, São Paulo registrou uma movimentação de turistas que registrou gastos acima do esperado inicialmente. Levantamento da SP Turis (São Paulo Turismo), divul- gado no dia 3, revela que a cidade já recebeu 347 mil turistas no período, sendo 121 mil estrangeiros. A previsão inicial era de que em média cada visi- tante gastaria em torno de R$ 1.800 no período. No entanto, essa marca já foi superada. A Pesquisa de Demanda e Perfil do Torce- dor da Copa do Mundo em São Paulo, feita pelo órgão, aponta que os gastos de brasileiros estão em torno de R$ 2.200 e dos estrangeiros já alcançam a marca de R$ 4.800 por pessoa. O levantamento aponta Dilma e Aécio empatam em número de candidatos favoritos nos Estados um governo estadual. Esse levantamento foi feito com base em pesquisas de intenção de voto disponíveis em 25 das 27 unidades da Federação, todas compiladas por este Blog –que mantém a maior página com pesquisas eleitorais da internet brasileira, com dados desde o ano 2000. Em alguns casos, os candidatos em primeiro lugar estão empa- tados com o segundo colocado, dentro da margem de erro das pesquisas. Se forem considerados os candidatos competitivos (aque- les em 1º lugar mais os que es- tão em 2º lugar com chance de ir ao 2º turno), Dilma contabiliza 21 palanques nos Estados. Aécio, pelo mesmo crité- rio, tem canal aberto com 16 candidatos competitivos nos Estados. Campos tem o apoio de 7 nomes competitivos. A quantidade de apoios nos Estados não atesta, em si, uma vantagem absoluta, pois o im- pacto depende do tamanho do eleitorado. E depende também da chance real que cada um deles terá daqui para a frente, que é quando começa a cam- panha de fato. Eleitorado Aécio tem o apoio de can- didatos em 1º lugar nas pes- quisas de Estados que somam 84,1 milhões de eleitores. Já Dilma é apoiada por can- didatos favoritos em Estados com 61,7 milhões de eleitores. A vantagem do tucano so- bre a petista decorre de seu correligionário GeraldoAlckmin, líder no Estado de São Paulo, o maior eleitorado do país (31,8 milhões). Ainda assim, a situa- ção do PSDB de São Paulo é incerta e o apoio de Alckmin a Aécio terá ainda de ser compro- vado ao longo da campanha. É necessário considerar também que Dilma Rousseff pode voltar a se aproximar em São Paulo do segundo colo- cado, Paulo Skaf, que é do PMDB, sigla que a apoia nacio- nalmente. Skaf tem se mantido neutro por enquanto sobre a disputa nacional, pois ficou irritado com o apoio explícito do Planalto ao candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes, Ale- xandre Padilha, cuja pontuação é muito baixa nas pesquisas. Aécio também tem ao seu lado Paulo Souto (DEM), fa- vorito no momento na Bahia, com o 4º maior eleitorado (10,1 milhões). Dilma tem o apoio de Fer- nando Pimentel (PT) em Minas Gerais, o 2º maior eleitorado (15,1 milhões), e o de Anthony Garotinho (PR) no Rio de Ja- neiro, 3º maior (12 milhões). São vantagens ainda frágeis e que só poderão ser mais bem avaliadas ao longo da campanha. Em Minas Gerais, a expectativa é que a máquina do PSDB trabalhe forte para derrotar Pimentel. No Rio, Garotinho tem a liderança nu- mérica, mas está tecnicamente empatado com o 2º e com o 3º colocados. Eduardo Campos tem entrada em palanque de candidatos líderes em Estados que somam 36,2 milhões de eleitores. O número expressivo explica-se pelo apoio do PSB a Alckmin, em São Paulo. Os dados do eleitorado são de abril de 2014. Quando se consideram apenas os candidatos que es- tão em primeiro lugar isolados nas pesquisas (fora da margem de erro dos levantamentos de intenções de votos), Dilma Rousseff tem o apoio de 11 candidatos a governador nes- sas condições. Aécio Neves, 10. E Eduardo Campos, 2. Alckmin lidera na frente da disputa para o governo de São Paulo Brancos e nulos: 16% Não sabe: 10% A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de junho. Foram entrevistados 2.029 eleitores em 61 municípios do estado. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sob o número 00007/2014. Avaliação Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação ao governo Alckmin. Segundo o Datafolha, 41% disseram que ele é “ótimo ou bom” – mesmo índice do levantamento anterior. A pesquisa mostra ainda que 39% avaliaram a admi- nistração como “regular” e 18% como “ruim ou péssima”. Outros 3% não souberam res- ponder. Em Junho venda de veículos cai 7,56% praticamente um mês de trabalho”, avaliou. IPI menor e Copa Segundo a federação, a forte queda no mês passado foi impactada, sobretudo, pelo baixo crédito, compro- metimento de renda das famílias e pelo “efeito Copa do Mundo”. “Imaginávamos que a Copa iria afetar o mercado, mas não tão tragicamente. Até jogo da África foi motivo para se ficar em frente da televisão”, disse Meneghetti. Dois dias antes da divul- gação do balanço da Fe- nabrave, o governo federal anunciou amanutenção do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, que pode- ria ser reduzido ou mesmo terminar ainda em julho. Agora, as alíquotas atuais valerão até dezembro, na tentativa de evitar uma que- da ainda maior nas vendas. Para o presidente da fe- deração, a medida “contribui para não piorar o quadro”, mas diz que não há muito o que comemorar ou esperar dela, a não ser um segundo semestre melhor que o pri- meiro. “A média mensal do segundo semestre deve su- perar a do primeiro semestre em 5%”, avaliou Meneghetti. “Se tivesse a reposição total agora [da alíquota cheia de IPI], seria um repasse de preços que o mercado não teria condições de absorver. A queda poderia ultrapassar de 10%”, estimou. Queda no ano deve ser maior que a prevista Mesmo assim, a Fena- brave revisou para baixo a previsão para o fechamento do ano. A entidade proje- ta agora queda de 8,08% das vendas de veículos em 2014, incluindo caminhões e ônibus, ante previsão ante- rior de recuo de 3,24%. camentos de carros, ca- minhões e ônibus foram 17,27% menores que no mesmo mês do ano passa- do. Foram comercializados 263.593 veículos, incluindo caminhões e ônibus. Na comparação com as ven- das de maio, o recuo foi de 10,15%. As vendas de motos so- maram 103.869 unidades no mês passado, uma queda de 18,03% na comparação com maio e de 16,91% ante junho de 2013. No acumulado do ano, o recuo é de 4,08% frente a 2013. “Nossa expectativa para o ano não está acontecendo como a gente previa”, des- tacou o presidente da Fe- nabrave, Flávio Meneghetti. “Imaginamos que, somados junho e julho, vamos perder SP recebeu 347 mil turistas na 1ª fase da Copa ainda que os visitantes es- tão ficando mais tempo na cidade. Turistas nacionais ficam, em média, 4,4 dias e os estrangeiros permane- cem 8,2 dias. Com isso, de acordo com a pesquisa, a estimativa é que o impacto do Mundial no turismo da metrópole ultrapasse a previ- são inicial de R$ 700 milhões e deve superar a marca de R$ 1 bilhão. Nacionalidades A pesquisa mostrou ainda que entre os turistas estran- geiros os sul-americanos são a maioria. Os “campeões” são os argentinos (31,71% do total), na sequência aparecem os chilenos (17,77%) e os uruguaios (8,01%). Os co- lombianos, torcedores do time que enfrentará o Brasil no dia 4 pelas quartas de final, são 5,05% dos turistas que estão em São Paulo. Os norte- -americanos e os ingleses tem a mesma representatividade na cidade (4,18%). no Mato Grosso, com Pedro Taques (PDT), e no Maranhão, com Flávio Dino (PC do B). Eduardo Campos tem 2 candidatos favoritos ao seu lado, mas nenhum desses apoios é exclusivo. O pesse- bista está no palanque de Dino, compartilhado com Aécio e Dilma, e no de GeraldoAlckmin (PSDB) em São Paulo, dividido com Aécio. Dino é o mais ecumênico entre os candidatos favoritos nesta eleição. Sua campanha serve aos 3 postulantes à Presidência da República. Por enquanto, é um caso único de candidato favorito na disputa de
  5. 5. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Copa Em meio a protestos e elo- gios, o presidente da Fifa, Jo- seph Blatter, fez um balanço parcial da Copa do Mundo de 2014 na manhã desta quarta- -feira. O dirigente participou da abertura de um seminá- rio sobre gestão esportiva da Fundação Getúlio Var- gas (FGV) no Consulado da França, no Centro do Rio de Janeiro. Na porta, um grupo de manifestantes aproveitou o evento para protestar - com fantasias e cartazes - contra a entidade e a realização do Mundial no Brasil. No auditó- rio do consulado, no entanto, Blatter era só sorrisos. Sen- tado ao lado do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e do governador do Rio de Janei- ro, Luiz Fernando Pezão, o suíço elogiou a organização do torneio e a qualidade das partidas no Brasil. - Ainda temos oito jogos. Vamos cruzar nossos dedos para que essas partidas te- Segundo SPTuris, cer- ca de 30 mil argentinos vieram para a cidade para acompanhar o jogo con- tra a Suíça pela Copa do Mundo. Maioria assistiu à partida na Fifa Fan Fest Com jogo nesta terça- -feira (1º) entreArgentina e Suíça naArena Corinthians pelas oitavas de final da Copa do Mundo, os “her- manos” argentinos foram maioria na Fifa Fan Fest e nas ruas da Vila Madalena. Segundo a SPTuris, cerca de 30 mil argentinos vie- ram para São Paulo. Desde as 9h30, de- zenas de argentinos já esperavam em fila pela abertura dos portões da Fifa Fan Fest, no Vale do Anhangabaú. Entoando os típicos cantos de torci- Neymar chorou no Hino Nacional. Julio César foi às lágrimas antes da disputa de pênaltis. Thiago Silva desabou ao ver a eliminação de perto contra o Chile. David Luiz chorou ao fazer seu primeiro gol com a camisa da seleção brasileira. O que isso signifi- ca? Que, talvez, o problema da equipe não seja esse. Os “chorões” são justamente os melhores jogadores do Brasil na Copa do Mundo. Não há quem conteste até agora a participação desse quarteto. Ao lado do volante Luiz Gustavo, suspenso para a partida de sexta-feira diante da Colômbia, são os mais re- gulares. E as manifestações de emoção mais exageradas até agora partiram deles. Nada chamou mais atenção do que a expressão abalada do capitão Thiago Silva antes de os pênaltis serem cobrados. Ele sentou-se sobre a bola, isolado, e pediu a Luiz Felipe Scolari que fosse o último entre todos os atletas a bater, caso fosse preciso. Não foi. O zagueiro admitiu ter exagerado, mas acha que acertou ao reve- lar que não estava se sentindo bem e ir para o fim da lista. Hernanes, Ramires e Willian no meio? Fred no banco? O início do treino da manhã desta quarta-fei- ra, na Granja Comary, teve “pegadinha” de Felipão. O técnico mandou seus joga- dores a campo com uma formação inusitada, mas foi só para o aquecimento. Logo ele colocou ordem na casa e mostrou que Paulinho foi mesmo o es- colhido para substituir Luiz Gustavo, suspenso, na partida contra a Colômbia, sexta-feira, no Castelão. Depois, na parte final, ainda houve tempo para testes: Maicon entrou no lugar de Daniel Alves, mu- dança ensaiada desde a semana passada, e Henri- que substituiu Fred, o que mudou o esquema tático da Seleção. Os jogadores foram para o gramado divididos em dois times. Sem cole- tes estavam Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Hernanes, Rami- res, Oscar e Willian; Hulk e Neymar. A escalação cau- sou dúvidas nos jornalistas. Assim, eles fizeram dois trabalhos físicos. Porém, antes de po- sicionar as equipes, Luiz Felipe Scolari remontou o time que deve começar o jogo das quartas de final: Julio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernandinho, Paulinho e Oscar; Hulk, Neymar e Fred. Na última atividade na Granja Comary antes da viagem da delegação para Fortaleza, a comissão téc- nica reduziu o tamanho do campo para fazer um trabalho tático. Contra o Chile, o treinador alertou para o fato de os setores da equipe estarem muito distantes. Esse tipo de treino ajuda a corrigir essa falha. Mais uma vez, o lado direito da defesa brasileira demonstrou muita fragi- lidade. Bernard explorou o lado de Daniel Alves, e o time reserva criou bons lances por ali. No primeiro tempo, ape- nas um gol e de pênalti: Fred marcou. Quando os atletas pararam para um breve descanso, Felipão trocou Daniel Alves por Maicon e fez sua alteração mais radical. Fred foi para o time reserva, e Henrique atuou à frente dos zaguei- ros.Aequipe ficou com Ju- lio César, Maicon, Thiago Silva, David Luiz e Marce- lo; Henrique, Fernandinho, Paulinho e Oscar; Hulk e Neymar. Após “pegadinha”, Felipão escala Paulinho e testa Maicon e Henrique Os “chorões” do mundial Willian e Hulk. Com a vitória confirmada, desabou em lágri- mas, que já haviam surgido no tempo normal, quando fez seu primeiro gol. David faz dupla com Thiago Silva também na equipe ideal da Fifa. É outro que passa completamente imune a crí- ticas desde o início, mesmo com a emoção à flor da pele. Assim como Julio César, que não escondeu o choro no mo- mento mais tenso da Copa até aqui, entre a prorrogação e os pênaltis contra o Chile. A cena assustou, mas ele defendeu duas cobranças e foi o herói da classificação. Neymar é vice-artilheiro do Mundial com quatro gols. Nem se lembram de que ele chorou durante a execução do Hino Nacional em Fortaleza, no duelo com o México. Por outro lado, não se viu até agora ne- nhuma grande manifestação de descontrole de atletas que não estão rendendo o esperado. Daniel Alves, Paulinho, Fred, Oscar... Seus números são inferiores. Sem lágrimas e sem bom futebol. Explicações técnicas dizem que o choro pode fazer bem à pessoa, pois significa o alívio de uma situa- ção de tensão, a liberação de um sentimento que pode ser reprimido. No caso da seleção brasileira, os “chorões” vêm comprovando essa teoria. Além do trabalho psico- lógico, que volta a ter a pre- sença da profissional Regina Brandão, Felipão também terá de resolver outros problemas para fazer os que não choram jogarem bem. Ele também nega que o risco de eliminação tenha inter- ferido em suas atuações. E tem razão. Thiago foi eleito para a seleção da Fifa da primeira fase da Copa do Mundo e, em quatro jogos, cometeu apenas duas faltas, número que impressiona para um zagueiro. Com o abalo do parceiro de zaga, foi David Luiz quem assumiu o posto de capitão na prática. Abriu a cobrança de pênaltis mesmo com dor nas costas e foi quem recebeu os demais companheiros que bateram: comemorou com Marcelo e Neymar, e consolou “Copa é mais do que um sucesso”, diz Blatter em evento com protesto no Rio nham o mesmo padrão, a mesma atmosfera das ou- tras. A mídia internacional diz que está tudo ótimo, não vou dizer perfeito porque a perfeição não existe. Os es- tádios estão magníficos, foi excepcional o que foi feito em todas as cidades-sedes. É a minha 20ª Copa do Mundo e posso dizer que essa Copa é indiscutivelmente um grande sucesso. Onde estão todos os problemas que poderiam acontecer? Só tenho a cum- primentar o povo brasileiro. Eles aceitaram essa Copa. Isso é excelente, o futebol é mais do que uma religião. A Copa é mais do que um su- cesso e estou muito feliz por a Fifa fazer parte disso - disse Blatter, que na saída fugiu do protesto por uma porta lateral. Em números, o Mundial segue batendo recordes. Dentro de campo, o equilíbrio é grande. Pela primeira vez, cinco das oito partidas de oitavas de final foram para a prorrogação. O número de gols marcados é o terceiro maior da história das Copas: 154 em 56 partidas. Perde apenas para os Mundiais de 2002 (161 gols) e 1998 (171). Entre tantos dados positivos, o presidente da Fifa escolheu outro para enaltecer: a ausên- cia de caso de doping na com- petição até agora. Por mais que, segundo o dirigente, tal situação desperte a descon- fiança de muitos dirigentes europeus. - Temos o controle de doping e ainda exames de sangue. Não tivemos nenhum caso positivo até agora. Há vozes na Europa dizendo que alguma coisa deveria estar errada, questionando o siste- ma.Ainda assim, não tivemos nenhum caso - frisou. Milhares de argentinos acompanharam a classificação do país em jogo da Copa em São Paulo da, os “hermanos” já eram maioria no espaço antes mesmo do início da partida. Por volta das 14h os por- tões foram fechados com 25 mil pessoas, lotação máxima do local. O clima na Fan Fest era de festa dos argentinos, sem um minuto de silêncio durante toda a partida e a prorrogação. Mesmo a 20 quilômetros de distância daArena Corinthians, onde acontecia o jogo contra a Suíça, os torcedores gritavam como se estives- sem nas arquibancadas do estádio. As críticas, combinadas com gritos de incentivo, continuaram até os minutos finais da prorro- gação, quando a Argentina abriu o placar e o Vale do Anhangabaú explodiu em festa. Apesar da rivalidade entre Brasil e Argentina no futebol, os “hermanos” estão animados com a recepção que estão rece- bendo em São Paulo. O argentino Paulo Parasuco, 40, veio de carro para São Paulo e está hospedado em um hotel. Ele elogiou a simpatia dos paulistanos. “Dizem que há uma rixa en- tre brasileiros e argentinos. Obviamente que eu quero que a Argentina ganhe no futebol e vocês desejam o mesmo para o Brasil. Mas na rua, não sinto qualquer rivalidade. Os paulistanos são muito amáveis e gen- tis. Sempre que precisa- mos de informações, eles tentam nos ajudar. Achei a cidade muito bem sinali- zada e, sobretudo, limpa”, afirmou. A argentina Fiona Barbier, 25, saiu de San Isidro (cidade próxima a BuenosAires) na segunda- -feira passada (23). Veio pedindo carona, chegou a São Paulo no sábado (28), e se hospedou na casa de brasileiros. Ela cogitou ir ao Itaquerão na esperança por um ingresso, mas pre- feriu a Fan Fest para ter a certeza de que assitiria ao jogo. “Os brasileiros são um povo muito bom. Te- nho vindo à Fan Fest para assistir aos jogos. Esse espaço é maravilhoso. Acabo passando grande parte do dia aqui. Estou usando muito o Metrô. Gostei bastante. Apesar de não muito grande, ele é limpo e organizado”, disse.
  6. 6. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Variedades No último dia 20.04 a Zona Leste ganhou uma escola de idiomas de padrão Internacio- nal: a Villla dos Idiomas! Localizada no centro do Itaim Paulista, a escola conta hoje com mais de mil alunos e há 15 anos vem trazendo para a região o que há de mais moderno e eficaz no ensino de línguas. “In- vestir na capacitação de nossa equipe, estar Inauguração da sede própria presente em congressos no Brasil e no exterior são alguns dos segredos do nosso sucesso” comenta a diretora pedagógica Cláudia Fernandes que é Mestre em Linguística Aplicada pela PUCSP. A nova sede da Villa dos Idiomas conta com diversos laboratórios para acelerar e aprimorar o aprendizado de seus alu- nos: sala multitalentos, cozinha experimental, lousa digital, laboratório multimidia, sala para au- las individuais de Busi- ness, biblioteca e espaço Cultural para estudo e convivência dos alu- nos. “Sempre acredi- tamos no potencial da região e, por isso, optamos por trazer o melhor para o nosso público. Hoje temos alunos estudando em Harvard, no Cana- dá, trabalhando em Dubai! Temos orgu- lho de ter contribuído para a formação lin- guistica desses alu- nos.” Diz a diretora Celia Fernandes. A escola oferece cursos de Inglês a partir de 3 anos, Es- panhol, Francês, Ita- liano e Alemão. É muito comum alguns pais afirmarem, até com certo orgulho, que seus filhos “an- daram direto”, dando os pri- meiros passos precocemente. No entanto, as crianças que dão esse salto no desenvol- vimento perdem os benefícios relacionados à fase de engati- nhar, que são muitos. Explorar o mundo sobre quatro apoios antes de andar é tão impor- tante que ONG que atua em prol do desenvolvimento da primeira infância, promove a Engatinhata, evento que reúne bebês (com seus pais e/ou cuidadores) para enga- tinhar em um espaço público devidamente adaptado com tapetes emborrachados. Especialistas, explica a im- portância de engatinhar para o desenvolvimento global da criança e o que fazer para estimulá-la a se movimentar de maneira autônoma, a partir dos seis meses de idade: 1) Engatinhar ajuda a de- senvolver grupos musculares importantes das mãos, dos braços, dos ombros, além de fortalecer ligamentos, neces- sários para o aprimoramento de habilidades motoras finas. A articulação da base do po- legar, em especial, é bastante estimulada. 2) É nessa fase em que começa a andar sobre quatro apoios que a criança aper- feiçoa habilidades visuais, que envolvem a percepção espacial e de profundidade. Essas competências serão empregadas no momento de ler e escrever. Ao pular a fase de engatinhar, aumenta a pro- babilidade de a criança apre- sentar dificuldades futuras, principalmente na aquisição da leitura, escrita e cálculos. 3) Engatinhar não repre- senta apenas um ganho de motricidade, mas a entrada Engatinhar prepara a criança para desafios futuros, como ler e escrever em uma nova etapa do de- senvolvimento neurológico. Quando uma criança começa a engatinhar, o movimento repetitivo ajuda a estimular as conexões dos neurônios, per- mitindo que o cérebro possa controlar processos cogniti- vos, como a concentração, a compreensão e a memória. 4) A criança que engati- nha fortalece a coluna, ga- nha equilíbrio e aprimora a coordenação motora geral, tudo isso antes de andar. É a primeira atividade do bebê que envolve a alternância de braços e pernas, em movi- mentos simétricos. A coorde- nação entre os hemisférios esquerdo e direito do cérebro é trabalhada, e o bebê proces- sa a visão e o movimento ao mesmo tempo. 5) Um bebê engatinhando constrói autoconfiança e toma suas primeiras decisões. Aprende quando desacelerar, ir mais rápido e quando inves- tigar os obstáculos em seu caminho. É melhor e mais na- tural fazer isso engatinhando. Em pé, é mais difícil e, se a criança cai, machuca-se mais. 6) Bebês a partir de seis meses já podem ser esti- mulados a se deslocar em superfícies seguras, firmes e quentinhas, como um chão de madeira ou um tatame feito com peças de EVA ou borracha. 7) Colocar o bebê de bru- ços ou sentado, com brin- quedos à sua frente, é uma estratégia para incentivá-lo a se deslocar. Primeiramente, a criança arrastará o corpo na direção do objeto e só depois se arriscará a engatinhar. 8) No início, coloque os brinquedos próximos à crian- ça e vá aumentando a distân- cia gradualmente. 9) Outra dica para esti- mular o bebê é o adulto se colocar à frente dele e chamar sua atenção, segurando ou não brinquedinhos dos quais ele goste. 10)Avigilância permanen- te de um adulto é indispen- sável com um bebê que tem mobilidade. Afinal, a criança pode se deslocar rapidamente e se expor a riscos. 11) É comum a criança começar a engatinhar por volta dos oito ou nove meses de idade. Já as crianças de um ano que não engatinham nem dão passinhos com apoio devem passar por uma avalia- ção com um pediatra ou mes- mo com um psicomotricista. Em geral, o médico do bebê vai avaliar um conjunto de fatores na criança para indicar se o desenvolvimento, de uma forma global, está dentro do esperado. Um promotor de ven- das morreu após ser ba- leado por seu próprio filho dentro do carro, na tarde de segunda-feira (30), no Itaim Paulista. O jovem e um amigo fugiram. A vitima, Luiz Fernando Ribeiro Pedroza estava dirigindo seu carro ao lado de sua namorada. Nos bancos de trás, estavam seu filho Luiz Felipe da Silva Pedroza, de 19 anos, e um amigo do rapaz. A namorada contou à polícia que viu Luiz Felipe manu- seando uma arma. Ela se assustou e perguntou se a arma era de verdade. O rapaz negou como ele apertava o gatilho várias vezes, mas nenhum tiro era disparado, a mulher acreditou na versão do garoto. De repente, a arma Jovem foge após matar o próprio pai no Itaim Paulista Vítima dirigia o carro quando foi atingi- do pelo disparo; suspeito teria envolvi- mento com drogas disparou. O tiro atravessou o banco do motorista e atingiu as costas de Luiz Fernando. Os dois jovens saíram correndo do carro e fugiram. A vítima tentou correr, mas caiu na rua. O promotor de vendas foi levado ao Hospital Santa Marcelina, mas não re- sistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como homicídio Os amigos da vítima disseram que Luiz Fernando passava por um momento difícil. Ele estava separado e a ex-mulher não aceitava o divórcio. Ele também tentava tirar o filho das drogas. A traje- tória da bala foi em linha reta. Segundo a polícia, isso indica que o jovem queria acertar o pai, mas ainda não se sabe se ele ti- nha a intenção de matá-lo.
  7. 7. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Giro dos Famosos Fernanda Souza com- pletou 30 anos no último dia 30, mas a festa só saiu na noite desta terça- -feira, 1º. Samara Felippo Fique por dentro do mundo das celebridades Bárbara Evans está aos poucos se livrando das ta- tuagens feitas nos braços para homenagear os pais. O resultado dos desenhos Dá adeus a tatuagem Bárbara Evans não agradou e, depois de muitas críticas, a modelo decidiuremovê-las com la- ser, processo que costuma ser demorado. Agatíssima Mirella San- tos está com um barrigão! Grávida de sete meses, a loira já deve estar parando de praticar exercícios com tanta intensidade. Nesta Olha o barrigão da quarta-feira (2), ela posou com a amiga Dani Souza e a personal Carla Sicupira ao ar livre. Mirella usou um look ousado: top e calça de ginástica. Deitada na cama, de- baixo da coberta e se- gurando uma caneca fofa. É assim que Bruna Marquezine aparece em foto divulgada por ela na madrugada desta quarta- -feira, 2, em seu perfil no Instagram. Na legenda da imagem, a atriz - que aparece exibindo uma tatuagem de coração em um dos dedos - escreveu: “’Que a minha honesti- dade e sinceridade me protejam porque confio em ti!’ Que a felicidade chegue... E fique... Pra sempre! Amém! Bons sonhos”, disse Bruna na rede social. A oração de Bruna Marquezine Scheila Carvalho dei- xou o frio de lado e apos- tou num look pra lá de ousado para o show da cantora Anitta. A morena investiu no top cropped e deixou a mostra a barriga sarada a mostra. A peça foi combinada com a calça saruel vinho e sandálias preta. O look chamou atenção de todos e ren- deu elogios nas redes sociais. Aniversário com amigos Fernanda Souza Scheila Carvalho enfrenta o frio Mirella Santos e mais famosos como Fer- nanda Paes Leme, Thia- go Martins,Thiaguinho, Luciano Huck, Angélica, Preta Gil e Rafael Zulu es- tiveram na festa realizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
  8. 8. 1ª SEMANA JULHO de 2014 Mulher O começo do relaciona- mento é um momento de conquista. Isso explica por- que a maioria das mulheres espera quatro semanas para aparecer sem maquiagem para o namorado. Um estudo realizado com 2 mil entrevis- tadas mostra que as solteiras se sentem menos atraentes e confiantes quando não estão produzidas. O estudo apontou que seis a cada 10 mulheres preferem que o parceiro se envolva na relação antes de mostrar o rosto ao natural. Isso faz com que elas se levantem no meio da noite para retocar a ma- quiagem e até acordem mais cedo para garantir o visual perfeito. Um terço das entre- vistadas disse correr para o banheiro imediatamente após dormir na casa do parceiro pela primeira vez. As participantes afirma- Cuidar da beleza é uma maneira eficaz de desacelerar a mente e relaxar pra valer. Ao final, se sentindo mais bonita, segura e confiante, você ainda estará mais prepa- rada para encarar os desafios que surgirem. Sendo assim, encontrar um tempinho na agenda apertada para fazer as suas próprias unhas pode ser uma maneira de ficar de bem com a aparência e tam- bém de melhorar o seu humor. Porém, para garantir em casa os mesmos resultados do salão, é preciso ficar atenta a alguns detalhes. 1. Acerte o tamanho Se as unhas estiverem compridas, utilize um corta- dor. O ideal é recorrer à lixa só para acertar o formato. Evite cortar muito rente ao dedo para não ferir a pele sob a unha ou machucar na hora do acabamento. 2. Lixe com calma Para um bom resultado, não tenha pressa. Indepen- dentemente do formato, é fundamental que a unha não fique torta ou com algum canto áspero. Nunca lixe as unhas molhadas ou úmidas, que se quebram mais facil- mente. 3. Faça o polimento Quando usamos lixamos por cima da unha, retiramos células mortas que mais tarde seriam responsáveis por fazer o esmalte descascar. Só não vale usar lixa comum; tem que ser a específica para polimen- to, que é mais fina e delicada. 4. Retire cuidadosamente as cutículas Aplique um amolecedor de cutículas, sobreponha um pedaço de algodão molhado e Mulheres só aparecem sem maquiagem após um mês de namoro ram gastar cerca de 40 mi- nutos se preparando para encontrar o novo namorado, o que envolve maquiagem, cabelo e roupa. Trinta por cento das mulheres disseram que ser vista sem maquiagem poderia arruinar o novo re- lacionamento, enquanto um quinto acha que os homens ficariam chocados de como elas são diferentes ao natural. Além disso, um terço das comprometidas acredita que seu namoro não teria dado certo se tivesse aparecido sem maquiagem no primeiro encontro. O problema não é só com o parceiro. Trinta e dois por cento das mulheres não gos- tariam que os colegas de trabalho as vissem ao natural, enquanto 20% não poderiam enfrentar o chefe sem ma- quiagem e 31% têm barreira com o ex-namorado. Desestresse fazendo as unhas em casa, mas com resultado de salão deixe agir por cinco a dez mi- nutos. Depois, afaste a pelícu- la da unha com a ajuda de um empurrador e retire somente o excesso de cutículas com um alicate, tomando cuidado para não machucar a pele. 5. Hidrate antes Qualquer resíduo de cre- me na unha pode dificultar a fixação do esmalte, então se você gosta de usar hidratan- tes nas mãos, aplique antes de retirar as cutículas. Para garantir, passe um algodão com removedor de esmaltes sobre as unhas antes da base. 6. Lave as mãos na água gelada As temidas bolinhas só aparecem quando a mão está quente, então, a dica é lavar as mãos antes de esmaltar para diminuir sua tempera- tura. 7. Não pule a base Pincelado sempre na mes- ma direção, o produto unifor- miza a superfície das unhas, garante sua proteção e facilita a aplicação do esmalte. 8. Facilite a limpeza Retire o excesso de es- malte do pincel no próprio vidrinho antes de usar, para não ficar uma camada muito grossa. Aplique duas mãos bem finas, ambas na mesma direção. Entre uma camada e outra, retire o excesso do esmalte dos cantos com um palitinho de laranjeira para facilitar a limpeza final. 9. Limpe pontas e os cantinhos Enrole uma pequena quantidade de algodão no palitinho e mergulhe no remo- vedor. Comece pelos cantos, pressionando o palito contra a pele, para que ela se afas- te da unha e o algodão não encoste na área esmaltada. Por fim, passe o palito envolto em algodão embebido em re- movedor na ponta das unhas; o truque ajuda o esmalte a durar mais. 10. Use o brilho Aplicar uma fina camada de extrabrilho após o esmalte é uma estratégia eficiente para garantir que a unha fi- que perfeita por mais tempo. Dois ou três dias depois de fazer as unhas, vale a pena reaplicar uma camada de ex- trabrilho para reavivar a cor.

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