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5. Análise de Problema
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6. Análise dos Objetivos
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Fonte: A autora
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7. Análise de Alternativas
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Considerações
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Uma análise acerca dos aspectos políticos e curriculares no Brasil

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Este artigo propõe uma breve reflexão acerca dos aspectos políticos e curriculares sobre a formação docente no Brasil. Intencionou-se apresentar um paralelo acerca dos dois âmbitos de maneira a verificar como o docente está sendo preparado para o exercício de sua profissão. Acredita-se que há uma disparidade quanto à formação entre os diferentes espaços de aprendizagem, porém será verificado até que ponto essas contribuem e/ou atrapalham o fazer docente e seu posicionamento. Teve-se embasamento bibliográfico em autores da área e legislação nacional considerada, bem como a busca por ementas de instituições privadas e públicas para oferecer um estudo comparativo melhor subsidiar o parâmetro educacional contemporâneo. Entende-se que por meio desse estudo possibilitou-se uma reflexão acerca das políticas e do currículo que embasam essa formação.

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FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Uma análise acerca dos aspectos políticos e curriculares no Brasil

  1. 1. Revista Ciências da Educação 1 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Uma análise acerca dos aspectos políticos e curriculares no Brasil Josilene Abreu de Freitas1 josilenefreitas@gmail.com.br Resumo Este artigo propõe uma breve reflexão acerca dos aspectos políticos e curriculares sobre a formação docente no Brasil. Intencionou-se apresentar um paralelo acerca dos dois âmbitos de maneira a verificar como o docente está sendo preparado para o exercício de sua profissão. Acredita-se que há uma disparidade quanto à formação entre os diferentes espaços de aprendizagem, porém será verificado até que ponto essas contribuem e/ou atrapalham o fazer docente e seu posicionamento. Teve-se embasamento bibliográfico em autores da área e legislação nacional considerada, bem como a busca por ementas de instituições privadas e públicas para oferecer um estudo comparativo melhor subsidiar o parâmetro educacional contemporâneo. Entende-se que por meio desse estudo possibilitou-se uma reflexão acerca das políticas e do currículo que embasam essa formação. 1. Introdução A formação dos professores vem sendo cada vez mais cenário de discussão e do repensar docente, essencialmente a partir da preocupação de atender aos sujeitos envolvidos bem como o fim dessa formação. Nesse estudo serão abordadas questões específicas acerca de um estudo comparativo, fazendo um paralelo entre uma universidade pública e uma privada. Teve-se como foco a verificação dos componentes curriculares, ementa e bibliografia oferecidas para o início do pensar docente no meio acadêmico, assim possibilitar uma reflexão se a formação está atendendo a real necessidade e ainda se esta apresenta linearidade quanto aos parâmetros nacionais. 1 Professora de pós-graduação na Central de Ensino e Aprendizagem - CEAP, Tutora de Ensino a Distância pela Universidade Norte do Paraná, Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil do Colégio de São José e mestranda em educação pelo Instituto Universitário CLAEH. Email: josilenefreitas@gmail.com
  2. 2. Revista Ciências da Educação 2 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 Em um segundo momento será feita uma análise acerca das bases legais tais como, Lei de Diretrizes e Bases (LDB), os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), o Referencial Curricular Nacional Para A Educação Infantil (RCNEI) e resoluções afins, na tentativa de visualizar quais as necessidades e obrigações exigidas por cada âmbito, nível ou segmento. Entende-se que a formação docente é algo cíclico e para tal tem movimentos que lhes são específicos e necessários, porém defende-se nesse a necessidade de linearizar e/ou organizar essa educação macro em detrimento da seguinte reflexão: tem-se que oferecer uma identidade docente nacional, e não tipos de docência para uma educação de um mesmo país. 2. Formação de Professores nas Universidades públicas x privadas Para melhor embasar a presente pesquisa, fez-se necessário uma análise acerca da estrutura dos saberes e componentes curriculares de algumas instituições. Nesse sentido buscou-se a disciplina que oferece foco a formação docente que está em questão. O intuito principal deu-se em não se obter uma análise linear ou ainda superficial do presente estudo, procurou-se parear as informações de duas instituições, sendo uma de cunho público e outra privada, ambas de ensino superior – Graduação.  Quadro da Instituição Pública: SABERES / COMPONENTES CURRICULARES EMENTA BIBLIOGRAFIA Profissão Docente2 Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando CHARLOT, Bernard. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED, 2005. COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996. ESTRELA, Maria Teresa 2 Esta disciplina representa a pesquisa realizada na instituição pública: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/cedu/graduacao/pedagogia/disciplinas/disciplinas-ementas-e- bibliografia/view Acesso em: 20 jul 2013
  3. 3. Revista Ciências da Educação 3 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 o papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola como locus e expressão desse trabalho. (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal: Porto, 1997. LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005. NÓVOA, António (Org.) Vidas de Professores. Porto, Portugal: 1992. No quadro acima se visualiza algumas questões como a preocupação com a constituição histórica e da natureza do trabalho docente, fazendo uma ponte entre o papel do estado e formação em suma. Contudo chama-se atenção para refletir acerca dessa, será que com base nessa ementa os alunos conseguem compreender a essência do trabalho docente? Será que é possível fazer a ponte entre teoria e prática? Com isso, PEREIRA (1999) afirma que, As principais críticas atribuídas a esse modelo são a separação entre teoria e prática na preparação profissional, a prioridade dada à formação teórica em detrimento da formação prática e a concepção da prática como mero espaço de aplicação de conhecimentos teóricos, sem um estatuto epistemológico próprio. P. 04. São bem recorrentes os assuntos que envolvam o paradoxo entre teoria e prática, Pereira (1999) traz essa reflexão de maneira clara oferecendo subsídios acerca do pensar o exercício docente. A partir do registro de ementa acima citado percebe-se uma preocupação em levantar temáticas que auxiliem e possibilitem a criticidade entre os envolvidos, porém não se visualiza a prática dessa ação proposta.  Quadro da Instituição Privada SABERES / COMPONENTES CURRICULARES EMENTA BIBLIOGRAFIA O trabalho do Pedagogo O que é Pedagogia e sua relação com as ciências da educação. Contextualização histórica da pedagogia no Brasil. O curso de Não consta disponível no site3 . 3 O site mencionado pertence a instituição privada http://www.unoparead.com.br/documentos/guia- percurso/pedagogia.pdf. Acesso em: 19 jul 2013.
  4. 4. Revista Ciências da Educação 4 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 nos Espaços Educativos Pedagogia: Especificidades e Legislação. Educação Formal e Não Formal e os espaços de atuação do Pedagogo. Função e significado do trabalho do Pedagogo: Gestão e Docência Este quadro pressupõe preparo para o pensar, as atribuições e consequentemente a ação docente como um todo. Entende-se que o exercício da docência é, pois algo processual, bem como prático – atribuindo ao campo experiencial. Nesse sentido Pereira (1999) aponta um importante requisito de como deveriam proceder à organização ideológica dos cursos que envolvem a docência, afirma que [...] para formar esse profissional, é necessário um conjunto de disciplinas científicas e um outro de disciplina pedagógicas, que vão fornecer as bases para sua ação. P. 04. Todavia deve-se verificar de maneira clara e objetiva com base na legislação, e necessidades reais e traçadas para o país quais as diretrizes, aspectos, ideologias educacionais que o mesmo defende. Não se concorda pois com a fragmentação educacional para um mesmo país. Percebe-se que muitos são os espaços que podem formar professores/docentes, porém não seguem uma mesma linha de atuação, então o que esperar de um educação com bases formativas diferenciadas? Defende-se que o exercício de criticidade advém da reflexão do meio, bem como dos diversos aspectos que permeiam a realidade e consequentemente o campo educacional, porém deseja-se uma definição acerca dos pilares necessários que definam não a educação, mas a educação brasileira. 3. Aspectos Políticos e Curriculares da Formação Docente: Entendendo que o Brasil assume uma postura emergente quanto às políticas-econômicas, sobretudo, latino-americana, ressalta-se a necessidade de se evidenciar que os parâmetros curriculares encontram-se em constante modificação, atendendo as especificidades e mudanças sociais e tecnológicas cada vez mais
  5. 5. Revista Ciências da Educação 5 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 presentes nos currículos escolares. Essas mudanças são representadas por meio da Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 (LDB), os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), o Referencial Curricular Nacional Para A Educação Infantil (RCNEI) e resoluções afins. Nesse sentido a LDB expõe a organização maior da educação, dividindo- se em: conceito geral educacional nacional, princípios e fins, direitos e deveres, níveis e modalidades, profissionais de educação (docentes), recursos financeiros e afins. No tópico em questão destina-se abordar ações de cunho mais específico, como a formação docente em meio a seus direitos, deveres e atribuições. A imagem abaixo retrata o sistema organizacional para a formação necessária exigida para o exercício da docência: Fonte: A autora A imagem supracitada demonstra, pois o modelo ideal de formação e atuação. No entanto, a realidade não transpõe tais quais esses requisitos, afirma-se então que nem todos os professores atendem a essa formação continuada e ainda que possa haver distorção da área de formação em relação a sua atuação. Uma das hipóteses da autora com relação à situação econômica – emergente, do país refere-se diretamente a essa distorção, quanto mais há uma
  6. 6. Revista Ciências da Educação 6 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 distância do real em relação ao ideal indicado, menos se tem uma educação de boa qualidade esperada e prevista. Outro ponto seria a qualificação profissional e, sobretudo, formação continuada que representa uma busca de uma atualização constante para a atuação em sala. Muitas são as facetas para se trabalhar com a educação na contemporaneidade, as tecnologias por sua vez são as mais cotadas no momento. Como atualizar-se quando não se há vagas em massa para tal? Como obter uma formação continuada se ainda não se tem espaços públicos, laicos e para todos, como prevê regulamentação? Como ser professor com um salário desvalorizado e para tal tendo-se que trabalhar em diversas instituições e assim possibilitar uma vida “digna4 ”? Entende-se que os docentes defrontam-se com realidades em que as universidades possuem limitações como, por exemplo, quantidade de vagas disponíveis para o acesso, não identificação com as linhas de pesquisa em vigor, a falta da disponibilidade do tempo integral para se dedicar aos estudos entre outras. Nesses termos os brasileiros em consonância com a economia local – o capitalismo encontraram formas paliativas para se inserir no contexto de formação continuada por meio das instituições privadas e filantrópicas. Conforme ainda previsto na LDB, entende-se que existem outras especificidades dentro do que se espera para a formação docente, como: Parágrafo único. [...] aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos: I – a presença de sólida formação básica (grifo nosso), que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho; II – a associação entre teorias e práticas (grifo nosso), mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço; III – o aproveitamento da formação e experiências (grifo nosso) anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades. P. 49 Dentro do previsto em lei ou afins de acordo com o que se visualiza acima, espera-se que, com a fiscalização dita presente no país por meio do MEC, e órgãos de cunho estatais, as instituições educacionais atendam, completa ou 4 Digna: Ilustre; grande; nobre. Hábil; capaz. Merecido; correspondente ao merecimento; proporcionado. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=digna
  7. 7. Revista Ciências da Educação 7 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 parcialmente, as exigências necessárias para o desejo de uma educação de boa qualidade. 4. Análise dos Envolvidos Grupo de atores / envolvidos Interesses Problema percebido Recursos Mandatos Interesses em nível de projeto Ministério da Educação 1.Intensificar políticas de formação continuada como sendo de cunho obrigatório para atuação;  Falta de formação continuada para os docentes; Implantação do programa Profuncionário5 , sendo exigidos aos serviços públicos e privados; Implementação do programa Profuncionário para atender aos públicos que trabalham com educação; Instituições de Ensino Ter professores mais qualificados para preparar professores;  Déficit de atuação; Professores pesquisadores e alunos mais reflexivos; Acesso a uma educação de boa qualidade; Docentes/ Pesquisadores Ter direito a uma formação de boa qualidade para sua prática; Déficit de formação que gera déficit de atuação; Ser docente de cursos superiores, fazer parte do serviço público ou privado; Possibilidade de promover uma formação que favoreça a aprendizagem integral; Discentes Ter direito a uma formação de boa qualidade; Déficit de formação; Ser aluno de graduação dos cursos de licenciatura; Ser futuro docente com as habilidades e competências desenvolvidas de maneira a favorecer a aprendizagem dos novos alunos; 5 Esse programa já existe, atende aos colaboradores dos Institutos Federais (IF), ou que tenha vínculo público na área de educação.
  8. 8. Revista Ciências da Educação 8 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 5. Análise de Problema Fonte: A autora
  9. 9. Revista Ciências da Educação 9 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 6. Análise dos Objetivos
  10. 10. Revista Ciências da Educação 10 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 Fonte: A autora
  11. 11. Revista Ciências da Educação 11 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 7. Análise de Alternativas Com base nos estudos e análises realizadas no presente projeto podem-se destacar algumas vicissitudes que minimizem significativamente a situação problema apresentada: 1- Promover formações continuadas dentro da temática/área de atuação ou ainda objeto de necessidade da instituição superior de ensino; 2- Regularizar a formulação da escala no quadro disciplinas com base na formação e área de atuação podendo verificar a variável da experiência comprovada; 3- Prover o desenvolvimento reflexivo e experiencial durante a formação; 4- Ampliar a oferta dos cursos e aos serviços oferecidos; 5- Avaliar o processo e os envolvidos processualmente.
  12. 12. Revista Ciências da Educação 12 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 Considerações Percebe-se que apesar de todos os estudos realizados, de estar previsto em lei, resoluções e afins ainda não existe uma identidade para os cursos de docência do país. Acredita-se, pois na necessidade de um estudo universalizado acerca da educação com bases na contemporaneidade, e assim verificar o que de fato é útil e ainda como deve haver essa sensibilização entre os extremos, professore-aluno. Ao se referir a esse extremo, pensa-se na realidade em que a relação aluno e professor acabam sendo distanciada por suas diferentes contribuições. Verifica-se que esta situação por sua vez é um equívoco, tendo em vista que o exercício docente se completa no fazer discente. A intencionalidade maior desse estudo era de propor uma reflexão acerca de como está acontecendo à formação docente em seus diversos âmbitos, público e privado, e analisar a formação para evitar os fins apresentados acima que ficam evidentes por essa “crise de identidade” docente do país.
  13. 13. Revista Ciências da Educação 13 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 REFERÊNCIAS PEREIRA, Júlio Emílio Diniz. As licenciaturas e as novas políticas educacionais para a formação docente. 1999. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v20n68/a06v2068.pdf Acesso em: 01 jul 2013.

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