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MARCOS HISTÓRICOS DO  INT QUE FAZEM A INOVAÇÃO  NO BRASIL
 
 
Inovação e Dinâmica Econômica
Joseph Alois Schumpeter   (1883-1950) Fundamento Cinco vias das inovações Schumpeter/1911 1- Introdução de um novo bem, ou...
Relação ICT - Empresas Hiato da Inovação
Ciência Mercado O Grande Vale Escalonamento O Vale das ICTs % do Brasil com Relação ao Mundo Artigos e Publicações Científ...
Por que a interação empresa – ICTs não funcionam muito bem? (ANPEI, 2011) Diferenças culturais <ul><li>Interesses acadêmic...
Sibratec a Embrapii e a Inovação
PLANO DE AÇÃO MCT SIBRATEC Promover a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a difu...
<ul><li>Apoiar o desenvolvimento tecnológico da empresa brasileira, por meio da promoção de atividades de P,D&I de process...
Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII Confederação Nacional das Industrias – Ministério da Ciência...
Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII Objetivos - Piloto Realizar o Projeto Piloto de Aliança Estr...
EMBRAPII Fase do Escalonamento – scale-up Articular empresas Ação tecnológica – conector - conhecimento com empresas SIBRA...
<ul><li>Flexibilidade para negociar, comercializar e transferir tecnologias para empresas </li></ul><ul><li>Obter receitas...
Agradecimento Fonte: Centro Internacional de Inovação- C2i- FIPR Instituto Nacional de Tecnologia Coordenação Geral Rio de...
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INOVA UPS 2011_Carlos Alberto

  1. 2. O INT e a Gestão da Inovação Continuidade, como ? Carlos Alberto Teixeira LNCC/Petrópolis 16 de Agosto de 2011 <ul><li>Instituto Nacional de Tecnologia e a Inovação </li></ul><ul><li>2. EMBRAPII e o SIBRATEC </li></ul><ul><li>3. Hiato – ICT x Empresas </li></ul><ul><li>4. Modelo Institucional </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Participar do desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio da pesquisa tecnológica, da transferência do conhecimento e da promoção da inovação . </li></ul>MISSÃO
  3. 4. FOCO <ul><li>Pesquisa e desenvolvimento tecnológico </li></ul><ul><li>Focos Estratégicos - petróleo e gás, petroquímica, saúde, energias renováveis, defesa e tecnologias sociais – 2011/2014 </li></ul><ul><li>Prestação de serviços técnicos especializados </li></ul><ul><li>Ensaios, consultorias, auditorias, diagnósticos, informação tecnológica, extensão . </li></ul><ul><li>Avaliação da conformidade de produtos – Organismo Certificador de Produtos </li></ul><ul><li>(OCP 023). </li></ul><ul><li>Geração, proteção e transferência de tecnologia </li></ul><ul><li>Utilização do arcabouço legal (Lei da Inovação, Lei do Bem, Subvenção Econômica, Cartão BNDES, dentre outros). </li></ul>
  4. 5. O INT e a Execução 1925 – Primeiro Carro a Etanol do País (possivelmente do mundo) 2009 – Fábrica de Argamassas - ARGAMIL 115 Entregas – Projetos Cooperativos e Serviços de Desenvolvimento (27/7) 650 Colaboradores (30/7) > 150 MSc e DSc – 246 Bolsistas Infra-estrutura laboratorial atualizada – Centro de Nanotecnologia – 5 Eqtos 274 Empresas Atendidas em 2010 Recursos: > 130 MM – Captação de empresas 3 Agências Regionais de Inovação – 1 Centro Tecnológico NE 2008 – Política de Inovação Institucional > 70 patentes e direitos depositadas (acumulado para 2011) – 50 (2007/2011) Comitê ad-hoc para avaliação de pedidos de patentes Pagamento Royalties a Pesquisador, Bolsas de Estimulo Inovação e Adicional Variável Comitê Gestor da Inovação Estabelecimento dos Projetos de Inovação Tecnológica Nova Incubadora de Empresas Tecnológicas Documentos de apoio – contratos, cooperações, acordos de confidencialidade 2009 – Avaliação de Projetos de Inovação de Empresas – 8 Contratos (2009/2011) O INT e a Gestão O INT e a Avaliação
  5. 6. MARCOS HISTÓRICOS DO INT QUE FAZEM A INOVAÇÃO NO BRASIL
  6. 9. Inovação e Dinâmica Econômica
  7. 10. Joseph Alois Schumpeter (1883-1950) Fundamento Cinco vias das inovações Schumpeter/1911 1- Introdução de um novo bem, ou de uma nova qualidade em um bem já existente; 2- Introdução de um novo método de produção; 3- Abertura de um novo mercado; 4- Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias- primas ou de bens semimanufaturados; 5- Estabelecimento de uma nova organização em qualquer indústria. Fonte: SHUMPETER- Teoria do desenvolvimento econômico, 1911- Cap. 2, pág. 76
  8. 11. Relação ICT - Empresas Hiato da Inovação
  9. 12. Ciência Mercado O Grande Vale Escalonamento O Vale das ICTs % do Brasil com Relação ao Mundo Artigos e Publicações Científicos Patentes depositadas no USPTO Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia O Vale das Empresas Pesquisa com CEOs Estão satisfeitos com sua gestão da inovação Consideram inovação estrategicamente importante 98% 7% Fonte: Pesquisa Fundação Dom Cabral O Vale entre a Ciência e o Mercado © 2010 Inventta – Todos os direitos reservados. (inventta, 2011) (inventta, 2011) 2,6% 0,2%
  10. 13. Por que a interação empresa – ICTs não funcionam muito bem? (ANPEI, 2011) Diferenças culturais <ul><li>Interesses acadêmicos </li></ul><ul><li>Curto prazo – para ontem! </li></ul><ul><li>Necessidade das publicações </li></ul><ul><li>Estabilidade </li></ul><ul><li>Despreparo para a autosustentação </li></ul><ul><li>Cultura do “concreto” </li></ul><ul><li>Luta para sobreviver </li></ul><ul><li>Sem tempo para o aprofundamento </li></ul>
  11. 14. Sibratec a Embrapii e a Inovação
  12. 15. PLANO DE AÇÃO MCT SIBRATEC Promover a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a difusão de tecnologias para a inclusão e o desenvolvimento social Expandir, integrar, modernizar e consolidar o Sistema Nacional de C,T&I Fortalecer as atividades de pesquisa e inovação em áreas estratégicas para a soberania do País Intensificar as ações de fomento para a criação de um ambiente favorável à inovação nas empresas e o fortalecimento da PDP 5. Tecnologia para a Inovação nas Empresas 5.1 Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC
  13. 16. <ul><li>Apoiar o desenvolvimento tecnológico da empresa brasileira, por meio da promoção de atividades de P,D&I de processos e produtos; de serviços tecnológicos; e de extensão tecnológica, atendendo aos objetivos do PACTI 2007–2010 e as prioridades da PDP . </li></ul><ul><li>Organizado - 3 tipos de Redes: </li></ul><ul><li>Centros de Inovação </li></ul><ul><li>Serviços Tecnológicos </li></ul><ul><li>Extensão Tecnológica </li></ul>SIBRATEC DIRETRIZES GERAIS <ul><li>SIBRATEC é gerido por : </li></ul><ul><li>1 Comitê Gestor (CG-Sibratec) </li></ul><ul><li>3 Comitês Técnicos </li></ul><ul><li>1 Secretaria Executiva </li></ul>O objetivo principal do SIBRATEC é, portanto, o de proporcionar condições para o aumento da taxa de inovação das empresas brasileiras e, assim, contribuir para aumentar o valor agregado do seu faturamento, sua produtividade e sua competitividade nos mercados interno e externo.
  14. 17. Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII Confederação Nacional das Industrias – Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação Objetivo Estimular a inovação no país, considerada “instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e social, a geração de emprego e renda e a democratização de oportunidades&quot;. Assegurar a &quot;necessidade de maior articulação institucional entre os setores público e privado, de modo a complementar a atuação das agências de fomento existentes e as ações em curso, com vistas a uma maior colaboração na promoção à inovação&quot;. Grupo de Trabalho – Embrapii MCTI - Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e da Inovação Confederação Nacional da Indústria Financiadora de Estudos e Projetos Serviço Nacional de Indústria Instituto Nacional de Tecnologia Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo
  15. 18. Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII Objetivos - Piloto Realizar o Projeto Piloto de Aliança Estratégica Pública e Privada, tendo como foco fomentar projetos de cooperação envolvendo empresas nacionais, instituições científicas e tecnológicas e instituições de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa e desenvolvimento, com vistas a geração de produtos e processos inovadores. Propor aperfeiçoamento aos marcos normativos do setor, a partir da identificação dos problemas decorrentes do projeto piloto para “a definição de um modelo de governança que articule mecanismos particularmente ágeis, transparentes e flexíveis, em consonância com a necessidade de atendimento das crescentes demandas empresariais na área de inovação”. Diretrizes Predominância do setor privado na gestão da empresa, segundo as melhores práticas de governança corporativa do mercado. Participação pluripartite no financiamento do sistema. Articulação com instituições tecnológicas já existentes e com experiência no atendimento de demandas empresariais, viabilizando a plena execução do papel de conectores entre a comunidade científica e tecnológica e empresas.
  16. 19. EMBRAPII Fase do Escalonamento – scale-up Articular empresas Ação tecnológica – conector - conhecimento com empresas SIBRATEC Atuar na fase inicial da INOVAÇÂO – até a pesquisa aplicada – protótipo ou prova de conceito Prover meios de toda ordem para a pesquisa e o desenvolvimento SIBRATEC - EMBRAPII
  17. 20. <ul><li>Flexibilidade para negociar, comercializar e transferir tecnologias para empresas </li></ul><ul><li>Obter receitas decorrentes das transferências das tecnologias </li></ul><ul><li>Receber recursos das ICTs e do SNCTI para assumir papel de gestor pleno da fase final inovação – transferência ao mercado </li></ul><ul><li>- Modelo Institucional do Arranjo de NITs dos ICTs </li></ul><ul><li>Distribuir os benefícios da lei de inovação de maneira mais ágil </li></ul><ul><li>- Possuir os meios necessários a cumprir o papel esperado de desenvolver e trnasferir à produção (empresas) as soluções desenvolvidas, se apropriando de seus resultados </li></ul>Revisão – Modelo Institucional
  18. 21. Agradecimento Fonte: Centro Internacional de Inovação- C2i- FIPR Instituto Nacional de Tecnologia Coordenação Geral Rio de Janeiro [email_address] HP: www.int.gov.br

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