Apresentação de normas2

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Apresentação de normas2

  1. 1. Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro Docente: Maria do Céu Almeida Mestrado: Contabilidade <ul><li>Política Contabilística – Glintt SGPS, SA </li></ul>Discentes:  Paulo Alcobia nº 2011262  Sílvia Jerónimo nº 2011237  Tiago Machado nº 2011256 Ano Lectivo 2011/2012
  2. 2. Introdução <ul><li>Glintt SGPS, S.A. </li></ul><ul><li>É uma empresa tecnológica que resulta da fusão entre a ParaRede e a Consiste. </li></ul><ul><li>Tem negócios em vários sectores da sociedade. </li></ul><ul><li>Cotada na NYSE Euronext Lisbon. </li></ul><ul><li>Está em três Continentes, sendo Espanha, Angola e América Latina os mais relevantes. </li></ul>
  3. 3. Políticas contabilísticas <ul><li>Glintt SGPS, SA passou, em 2009, a elaborar as suas demonstrações financeiras separadas em conformidade com IAS/IFRS. </li></ul><ul><li>As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo Glintt foram preparadas de acordo com NIRF adoptadas pela UE, emitidas pelo (IASB) e com as Interpretações do (IFRIC) ou pela anterior (SIC). </li></ul>
  4. 4. Políticas contabilísticas <ul><li>Activos Tangíveis Fixos - NCRF 7:   </li></ul><ul><li>São relevados ao custo de aquisição, líquido das depreciações acumuladas. </li></ul><ul><li>Utiliza-se método das quotas constantes.  </li></ul><ul><li>O valor residual de um activo e a sua vida útil são revistos e ajustados. </li></ul><ul><li>Empréstimos Obtidos - NCRF 10: </li></ul><ul><li>São inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção incorridos e, subsequentemente, apresentados ao custo amortizado. </li></ul>
  5. 5. Políticas contabilísticas <ul><li>Conversão  Cambial NCRF 23: </li></ul><ul><li>As transacções em moedas diferentes do euro são convertidas em moeda funcional utilizando as taxas de câmbio à data das transacções.   </li></ul><ul><li>Rédito - NCRF 20 : </li></ul><ul><li>O rédito compreende o justo valor dos serviços prestados, líquido de impostos e descontos </li></ul>
  6. 6. Políticas contabilísticas <ul><li>Provisões - NCRF 21: </li></ul><ul><li>As provisões são revistas à data do balanço e ajustadas de forma a reflectir a melhor estimativa corrente.  </li></ul><ul><li>Eventos subsequentes - NCRF 4   </li></ul><ul><li>Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras. </li></ul>
  7. 7. NCRF 07 – Activos Fixos Tangíveis <ul><li>  A Glintt SA, em Janeiro de 2011, efectua uma aquisição de um novo servidor, com vida útil de cinco anos e com valor residual nulo, à Componentes de Hardware Lda, com sede em Lisboa. A taxa de actualização usada para a avaliação de investimentos é de 5%. Os custos relacionados com esta compra são os seguintes: </li></ul><ul><li>Factura do fornecedor, relativa à licença do programa de facturação: 100.000 € </li></ul><ul><li>Factura do fornecedor, relativo à formação de pessoal para utilização do servidor: 1.500 € </li></ul><ul><li>Comissão paga a intermediário nacional: 1.000 € </li></ul><ul><li>Nota de crédito do fornecedor, pelo desconto comercial dentro da factura dado pelo fornecedor: 2.000 € </li></ul>
  8. 8. NCRF 07 – Activos Fixos Intangíveis <ul><li>Transporte do equipamento por transportadora nacional: 2.000 € </li></ul><ul><li>Contrato de assistência semestral: 300 Euros </li></ul><ul><li>Mão-de-obra (imputação ordenado/hora) de um engenheiro para testar e verificar o normal funcionamento do servidor: 300 Euros </li></ul><ul><li>Honorários de advogado Português para verificação de contrato de garantia: 400 € </li></ul><ul><li>Custos de desmontagem do servidor no fim da sua vida útil: 3.000 € </li></ul><ul><li>Facturas incluem IVA a 23% </li></ul>
  9. 9. Justificação Normativa <ul><li>De acordo com a NCRF 7: </li></ul><ul><li>§7 o servidor é um activo fixo tangível pelo facto do equipamento gerar benefícios económicos futuros e pelo seu custo ser mensurado com fiabilidade; </li></ul><ul><li>§13 o dispêndio com a assistência é considerada um gasto e deverá ir à demonstração do resultado; </li></ul><ul><li>§17 e §18 fazem parte dos custos do servidor o preço da compra, transporte, comissão do intermediário, honorários, custos com o engenheiro e o valor presente dos custos com a desmontagem. O desconto comercial deverá ser deduzido aos custos do servidor; </li></ul>
  10. 10. Justificação Normativa <ul><li>§20 não são considerados os custos com a formação do pessoal; </li></ul><ul><li>De acordo com NCRF 21 §59 Pelos custos de desmontagem tem de se constituir uma provisão. </li></ul>
  11. 11. Proposta de Resolução <ul><li>Calculo do valor presente dos custos de desmontagem: </li></ul><ul><li>3.000 €/(1,05)^5 = 2350,60 € </li></ul><ul><li>2) Constituição de provisão para custos com a desmontagem para uma taxa de 5%: </li></ul>
  12. 12. Proposta de Resolução <ul><li>3) Contabilização dos custos relacionados com a aquisição: </li></ul><ul><li>Custo de aquisição = Preço de compra + Comissão + Transporte + Honorários + custos de montagem + custos mão-de-obra – desconto comercial </li></ul><ul><li>Custo de aquisição = 100.000 € + 1.000 € + 2.000 € + 400 € + 2.350,60 € + 300 € - 2.000 € </li></ul><ul><li>Custo de aquisição = 104.050,60 € </li></ul>
  13. 13. Proposta de Resolução
  14. 14. Proposta de Resolução <ul><li>4) Factura do fornecedor, relativo à formação de pessoal: </li></ul>
  15. 15. Proposta de Resolução <ul><li>5) Factura do fornecedor do contrato de assistência semestral </li></ul>
  16. 16. Proposta de Resolução <ul><li>6) Depreciação do ano 2011 e provisão para desmontagem: </li></ul>
  17. 17. Recomendações <ul><li>Embora o método do custo possibilite diminuição do valor do equipamento, no caso de perdas por imparidade, no entanto, este método não possibilita o aumento de valor do equipamento. Como o método de revalorização permite o aumento do valor do equipamento, assim como, a diminuição do mesmo, pensamos que este método é preferível ao método do custo. </li></ul>
  18. 18. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos <ul><li>A Glintt SA, em Junho de 2011, efectua uma venda ao Banco QTW de um sistema de Gestão da Relação com o Cliente no valor total de 140.000€ e ficaram acordadas contratualmente as seguintes condições: </li></ul><ul><li>Recebimento do valor total da venda em 4 prestações semestrais de 45.000€ a começar em 31 de Dezembro de 2011; </li></ul><ul><li>A estes valores acresce IVA á taxa normal em vigor (23%). </li></ul>
  19. 19. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos <ul><li>Com base nas políticas contabilísticas da Glintt SA, para contas a receber de clientes e outros devedores iremos efectuar a mensuração ao custo amortizado, utilizando o método da taxa efectiva; no que diz respeito ao rédito associado compreende-se o justo valor, liquido de impostos e descontos. </li></ul><ul><li>Justificação normativa: </li></ul><ul><li>A divida do cliente é considerada um investimento financeiro como podemos verificar com a NCRF 27 § 12 a) </li></ul>
  20. 20. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos <ul><li>NCRF 27 § 11 a) , todos os activos e passivos financeiros devem ser mensurados, em cada data de relato, ao custo ou ao custo amortizado menos qualquer perda de imparidade. </li></ul><ul><li>NCRF 20 § 9 , o rédito deve ser mensurado pelo justo valor da retribuição recebida ou a receber. A quantia do rédito resultante da transacção é acordada entre ambas as partes. </li></ul><ul><li>§ 30, a), o rédito de juros deve ser reconhecido utilizando o método do juro efectivo. </li></ul>
  21. 21. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos <ul><li>Proposta de Resolução: </li></ul><ul><li>Plano da divida: </li></ul>
  22. 22. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos Junho de 2011-Venda do Sistema:
  23. 23. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos Junho de 2011-Regularização do activo financeiro e do rédito:
  24. 24. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos 31 de Dezembro de 2011- Recebimento da 1ª prestação e reconhecimento dos juros do período.
  25. 25. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos 31 de Dezembro de 2011- Recebimento da 2ª prestação e reconhecimento dos juros do período.
  26. 26. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos 31 de Dezembro de 2011- Recebimento da 3ª prestação e reconhecimento dos juros do período.
  27. 27. NCRF 27 – Instrumentos Financeiros NCRF 20- Réditos 31 de Dezembro de 2011- Recebimento da 4ª prestação e reconhecimento dos juros do período.
  28. 28. <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>O método utilizado pela empresa é vantajoso porque reflecte o valor da dívida a receber no momento de reconhecimento, pois o valor reconhecido corresponde ao valor presente da dívida. Se utilizasse o método do custo, no momento inicial seria reconhecido o valor total da dívida a receber. </li></ul>
  29. 29. Conclusão <ul><li>Através da aplicação de normas contabilística, IAS/IFRS, a Glintt, pretende dar a imagem verdadeira e apropriada da sua situação financeira e dos seus resultados e das empresas incluídas no perímetro da consolidação.  </li></ul><ul><li>Desta forma, a Glintt segue as melhores práticas na sua politica contabilística, sendo uma empresa de referência nesta matéria. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Fim </li></ul>

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