Depreciação e Métodos

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Origem, Métodos e algumas observação sobre a depreciação contábil

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Depreciação e Métodos

  1. 1. FACULDADE CATÓLICA SANTA TERESINHA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEORIA DA CONTABILIDADE TEMA: DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO
  2. 2. TEORIA DA CONTABILIDADE  DEPRECIAÇÃO  Introdução  Conceito  Ativo Imobilizado  Bens que compõem o imobilizado  Bens que não podem ser depreciados  Critérios de depreciação  Métodos de Depreciação  Quotas constantes ou Linear  Somas dos Dígitos  Unidades Produzidas  DEPRECIAÇÃO ACELERADA  AMORTIZAÇÃO  Introdução  Conceito  Critérios de Amortização  Métodos de Amortização
  3. 3. INTRODUÇÃO A DEPRECIAÇÃO  A função da contabilidade é registrar as entradas e saídas ocorridas em um determinado período.  Tal conceito foi difundido pelo Frei Luca Pacioli há séculos atrás, tornando-se conhecido como o método das partículas dobradas.  Na época de sua criação, a contabilidade não se preocupava com a perda da receita causada pelo desperdício e com a obsolescência que ocorre com a utilização dos ativos.  A depreciação é um conceito contábil que vem corrigir as distorções que ocorrem nos ativos imobilizados. Esse conceito começou a ser utilizado após a segunda guerra mundial, para ajustar os custos de fabricação e o desgaste dos equipamentos.
  4. 4. DEPRECIAÇÃO É o lançamento contábil que expressa a perda do valor contábil dos bens tangíveis pelo desgaste, pelo uso, ação da natureza ou obsolescência Valor Contábil é o valor em que o ativo ou passivo é reconhecido no Balanço Patrimonial. Bens tangíveis são bens duráveis que possui uma vida útil superior a 1 ano. EX: imóveis, veículos, maquinas, instalações, equipamentos, móveis e utensílios.
  5. 5. DEPRECIAÇÃO Uso Ação da Natureza Obsolescência
  6. 6. DEPRECIAÇÃO • A depreciação reflete diretamente no Balanço Patrimonial • É uma conta retificadora do Ativo • Sendo contabilizado como custo ou despesa operacional dependendo da utilização do Bem que sofre o desgaste. Custo : quando utilizado na produção. Exemplo: Despesa operacional: quando referente a outro aspecto. Exemplo:
  7. 7. DEPRECIAÇÃO E ATIVO IMOBILIZADO  A depreciação é voltada para os bens do Ativo Imobilizados  O ativo Imobilizado se divide em Tangíveis e Intangíveis  Apenas os Bens Tangíveis são Depreciados.
  8. 8. BENS QUE COMPÕEM O IMOBILIZADO  Terrenos e Edifícios utilizados pela empresa  Instalações  Maquinas e Equipamentos  Veículos (quando for utilizados para transporte e não para revenda)  Benfeitorias em Imóveis de Terceiro  Marcas e Patentes  Direito de Recursos Naturais
  9. 9. BENS QUE NÃO PODEM SER DEPRECIADOS  Terrenos, exceto os melhoramentos Exemplos: benfeitorias e construções  Prédios e construções que não produza rendimentos ou que seja destinado a revenda. Exemplos: As casas construídas por construtores para revenda pelo SFH  Bens que normalmente aumentam o valor com o tempo. Exemplos: Obras de arte e Antiguidades  Bens que são registrados contas de exaustão. Exemplos: florestas destinadas ao corte e jazidas minerais
  10. 10. MENSURAÇÃO E RECONHECIMENTO  O valor depreciado, apurado mensalmente, deve ser reconhecido nas variações patrimoniais do exercício durante sua vida útil econômica.  O valor residual e a vida útil econômica de um ativo devem ser revisados, pelo menos, no final de cada exercício; quando as expectativas diferirem das estimativas anteriores, as alterações devem ser efetuadas.  A depreciação, deve ser reconhecidas até que o valor contábil do ativo seja igual ao valor residual.  A depreciação de um ativo começará quando o item estiver em condições de uso.  A depreciação não cessa quando o ativo torna-se obsoleto ou é retirado temporariamente de operação.  Os seguintes fatores devem ser considerados ao se estimar a vida útil econômica de um ativo: A capacidade de geração de benefícios futuros; O desgaste físico decorrente de fatores operacionais ou não; A obsolescência tecnológica; Os limites legais ou contratuais sobre o uso ou exploração do ativo. A definição da vida útil econômica se dará com base em parâmetros e índices admitidos em norma específica.  calculada e registrada sobre o novo valor, considerada a vida útil econômica indicada.
  11. 11. CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO
  12. 12. MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO  Os métodos de depreciação devem ser compatíveis com a vida útil econômica do ativo e aplicados uniformemente.  Método das quotas constantes;  Método das somas dos dígitos;  Método das unidades produzidas.
  13. 13. TAXAS DE DEPRECIAÇÃO Tipos de Ativos Taxa Anual Anos de vida útil Edifícios 4% 25 Maquinas e Equipamentos 10% 10 Instalações 10% 10 Móveis e Utensílios 10% 10 Veículos 20% 5 Computadores e Periféricos 20% 5
  14. 14. DIVULGAÇÃO DA DEPRECIAÇÃO  As demonstrações contábeis devem divulgar, para cada classe de imobilizado, em nota explicativa:  O método utilizado, a vida útil econômica e a taxa utilizada;  O valor contábil bruto e a depreciação, a amortização e a exaustão acumuladas no início e no fim do período;  As mudanças nas estimativas em relação a valores residuais, vida útil econômica, método e taxa utilizados.
  15. 15. MÉTODO DAS COTAS CONSTANTES ou LINEAR Calcular o Valor da depreciação uma maquina de R$ 400.000,00, sabendo que a vida útil é de 5 anos, e o valor residual de R$ 50.000,00
  16. 16. MÉTODO DAS SOMAS DOS DÍGITOS Uma maquina tem custo de aquisição de R$ 100.000,00 , valor residual de R$ 10.000,00 e vida útil de cinco anos. Dn = 𝑁 −(𝑛 −1) 𝑆𝑑 . (Va – Vr) Dn = depreciação para o Ano n Sd = soma dos dígitos Va = valor do ativo Vr = Valor residual
  17. 17. MÉTODOS DAS UNIDADES PRODUZIDAS
  18. 18. MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO
  19. 19. DEPRECIAÇÃO ACELERADA O que é Depreciação acelerada?  Para alguns tipos de bens de Ativo, especialmente as máquinas industriais, existe um método específico que permite dependendo da máquina e do tipo de negócios, depreciar o bem do Ativo em taxas maiores caso se utilizem as máquinas em mais de um turno operacional. Dessa forma, um bem cuja taxa normal de depreciação é de 10% ao ano poderá ser depreciado em 15% se operar 16 horas por dia, ou 20% se operar 24 horas por dia.  É reconhecida e registrada contabilmente, relativa a diminuição dos bens móveis, resultantes do desgaste pelo uso em regime de operação superior ao normal, calculada com base no número de horas diárias de operação, e para a qual a legislação fiscal, igualmente, acata a sua dedutibilidade. (RIR/1999, art.312); (exemplo: uma indústria com turno matutino, vespertino e noturno)
  20. 20. DEPRECIAÇÃO ACELERADA  O Regulamento do Imposto de Renda possibilita ao contribuinte adotar taxas de depreciação que melhor representem a vida útil econômica dos bens de produção, desde que determinadas com base em estudos e laudos técnicos especializados. Remanescendo dúvidas, o contribuinte pode ainda pedir perícia do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica, prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições (Lei 4.506/1964, art. 57, § 4º).  Em relação aos bens móveis, poderão ser adotados, em função do número de horas diárias de operação, os seguintes coeficientes de depreciação acelerada (Lei 3.470/1958, art. 69):  I – um turno de oito horas................................1,0;  II – dois turnos de oito horas............................1,5;  III – três turnos de oito horas............................2,0.  Portanto, a utilização da aceleração da depreciação contábil, quando há mais de um turno diário de operação, poderá permitir uma contabilização maior de encargos dedutíveis na apuração do resultado tributável.
  21. 21. DEPRECIAÇÃO ACELERADA  Exemplo:  Máquina com custo de aquisição de R$ 100.000,00  Período de atividade: 2 turnos de 8 horas  Taxa anual de depreciação: 10%  Cálculo: Custo de aquisição R$ 100.000,00 Taxa de depreciação anual (1 turno) 10% Quota anual de depreciação R$ 10.000,00 Coeficiente de aceleração 1,5 Depreciação contábil acelerada anual R$ 15.000,00
  22. 22. AMORTIZAÇÃO  É a diminuição do valor dos Bens Intangíveis que integram o Ativo Permanente.  Bens Intangíveis são bens que não podemos tocar, mais podemos comprovar.

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