Relatório e contas 2011

717 visualizações

Publicada em

Relatório e contas 2011
Coopcovadabeira

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
717
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Relatório e contas 2011

  1. 1. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira RELATÓRIO e CONTAS 2011
  2. 2. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraANEXONOTA 1 - Identificação da entidadeAs notas que se seguem respeitam à Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da Beira, CRL.(futuramentedesignada por Cooperativa)A Cooperativa tem a sua séde na Ponte Pedrinha, freguesia do Ferro, concelho da Covilhã.Dedica-se à comercialização da fruta produzida pelos seus associados. Fundamentalmente, estes têm as suasplantações nos concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte.Acessoriamente, a Cooperativa fornece aos seus associados e a terceiros os inputs de que precisam para a suaactividade (sementes e plantas, adubos, produtos fito-fármacos, ferramentas e outros acessórios necessários à suaactividade). Comercializa ainda gasóleo verde e gasóleo normal.Não tendo a Cooperativa fins lucrativos e encontrando-se registada no Instituto António Sérgio para oCooperativismo, beneficia de isenção de impostos (IRC e IMI), na parte da sua actividade que se relaciona com osseus Associados.Para levar a cabo a sua actividade, a Cooperativa dispõe de uma estação fruteira equipada com várias estufas defrio, calibrador e embalador, no que respeita ao tratamento e comercialização da fruta; no tocante à secção deAbastecimento, dispõe de um armazém para os produtos genéricos, de uma divisão autónoma para armazenamentoe comercialização de produtos fito-fármacos e de posto de abastecimento de gasóleo.As vendas de fruta da Cooperativa destinam-se fundamentalmente às grandes superfícies, com quem foramcelebrados contratos, a intermediários localizados nos Mercados Abastecedores e outros que se abastecemdirectamente nas instalações da Cooperativa, e ao pequeno retalho.Nota 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeirasA Cooperativa preparou as suas demonstrações financeiras com base nas Normas Contabilísticas e de RelatoFinanceiro em vigor.Não ocorreram derrogações das disposições do Sistema de Normalização ContabilísticaNota 3 - Principais políticas contabilísticasAs políticas contabilísticas adoptadas relativamente às principais rubricas das demonstrações financeiras, foram asseguintes:a) - Activos fixos tangíveis:Ao Activos fixos tangíveis foram registados pelo seu custo de aquisição, excepto quanto aos prédios (terrenos eedifícios), que foram reavaliados em 2008 por entidade externa, do que resultou a contabilização de um excedentede revalorização de € 1 504 07,70. O valor considerado atribuído a estes bens, para efeitos da aplicação pelaprimeira vez das NCRF, foi o da referida avaliação externa.A Cooperativa segue o critério de apenas considerar como Activos fixos tangíveios os bens cujo custo de aquisiçãoexceda os 500 euros; os bens de valor inferior são considerados como gastos do período.As beneficiações apenas são objecto de capitalização se o seu efeito se reflectir seguramente em aumento da vidaútil dos bens ou no incremento da sua capacidade produtiva; caso contrário são classificadas como gastos doperíodo.Na avaliação subsequente dos bens dos Activos fixos tangíveis manteve-se o valor de aquisição ou o deremensuração, conforme referido antes, passando estes valores a ser o custo considerado.A Cooperativa manteve o método de depreciação linear, pelo métodod as quotas constantes, de acordo com a vidaútil prevista na Portaria que regula o assunto para fins fiscais, por não dispor de outro mais realista. Em nenhumcaso foi considerada a existência de valor residual.b) - Activos fixos intangíveisOs Activos intangíveis abrangem os programas informáticos adquiridos separamente do equipamento informático,propriedade industrial e o campo de ensaios, desenvolvido internamente pela Cooperativa.Os referidos elementos estão a ser depreciados durante o período de vida útil esperado, sendo que no caso docampo de ensaios esse período de vida útil é determinado pela duração do contrato de instalação em propriedadealheiac) - Inventários
  3. 3. Os inventários são constituídos por artigos da secção de Aprovisionamento para venda aos associados, por frutaentregue pelos associados e por embalagens.Os elementos do inventário são valorizados ao custo de aquisição (a fornecedores ou aos associados), incluindodespesas de compra. Nos casos em que se admitiu que dificilmente se recuperaria o custo de bens identificados,mormente da secção do Abastecimento, tais bens foram objecto de imparidade pela diferença entre o seu preço decusto e o valor realizáveld) - ClientesOs saldos das contas de clientes correspondem à facturação que, à data do fecho, não se encontrava liquidada.Nos casos em que as facturas ou outros documentos de débito não foram pagas no prazo de um ano, foicontabilizada a correspondente perda por imparidade, que no exercício atingiu a quantia de € 10 269,95.Nos casos em que em exercícios anteriores tinha sido registada perda por imparidade de díividas a receber e, noperíodo, tais dívidas foram recuperadas, procedeu-se ao registo da correspondente reversão. No exercício, asreversões ascenderam a € 1 717,80.e) - Capital realizadoO capital constante do balanço corresponde ao capital subscrito, deduzido das quantias já subscritas mas ainda nãocobradas. Estas, à data do fecho de contas, ascendiam a € 2 500,00.f) - Financiamentos obtidosOs financiamentos obtidos encontram-se contabilizados pelo seu valor nominal, por estarem sujeitos às taxas de juronormais vigentes no mercado.Da totalidade dos financiamentos obtidos, uma parte foi registada em Passivo corrente e, a outra, em Passivo nãocorrente. Neste, foi registada a parte cujo vencimento ocorre mais de 12 meses após a data do encerramento dascontas, nos termos do plano de serviço da dívida contratado com o Banco.g) - Impostos sobre lucrosA Cooperativa encontra-se isenta do pagamento de impostos sobre lucros na parte relativa à sua actividade viradapara os Associados. Mas a parte da sua actividade tida com clientes externos está sujeita a tributação em IRC.Porém, como o resultado do período é negativo, não há lugar, mesmo no caso da actividade relativa a clientesexternos, ao reconhecimento de qualquer imposto a pagar.h) - Gastos e rendimentosOs gastos e os rendimentos relativos à actividade da Cooperativa são registados no período a que respeitam,independentemente de ter ou não em seu poder o documento externo comprovativo e independentemente do seupagamento ou recebimento, de acordo com o princípio da especialização dos exercícios.i) - Reconhecimento do réditoO valor do rédito constante das demonstrações financeiras corresponde ao justo valor da retribuição recebida ou areceber, líquido de impostos, de abatimentos, de descontos, de bónus ou rappel.O rédito relativo às vendas é reconhecido aquando da entrega dos bens aos seus adquirentes, tal como consta darespectiva factura ou venda a dinheiro.No caso das prestações de serviços, por serem elas continuados, o rédito é reconhecido o mais tardar no fim decada mês da sua prestação, conforme factura respectiva.j) - Subsídios recebidosOs subsídios a receber são reconhecidos quando se torna irreversível a sua atribuição, com base nos protocolosestabelecidos com a entidade subsidiadora e/ou em comunicação oficial.Os subsídios à exploração, destinados a fazer face a gastos já contabilizados, são imediatamente reconhecidoscomo rendimento do período em que se suportaram os gastos.Os subsídios ao investimento são provisoriamente reconhecidos muma conta dos Capitais próprios (Outrasvariações do capital próprio) e, posterirmente, transferidos para rendimento do período, de forma faseada, à medidaem que se forem suportando os gastos com a depreciação dos bens objecto de subsídio governamental.NOTA 4 - Fluxos de caixa
  4. 4. A conta Caixa apresenta um saldo de € 1 000,00, correspondente ao valor do Fundo fixo de Caixa.A conta Depósitos à ordem apresenta um saldo de € 1 338,68, correspondente a 3 contas bancárias em 2instituições de créditoNOTA 7 - Activos fixos tangíveisO Anexo n.1 contém um mapa discriminativo dos movimentos ocorridos no valor bruto de cada uma das classes decontas dos Activos fixos tangíveis, com a indicação dos saldos no início do período, adições, alienações, abates eoutras alterações ocorridos no período e, ainda, a posição no fim do período.O Anexo 2 a estas Notas consta de um mapa discriminativo, por cada rubrica, das depreciações, com indicação doseu saldo no início do período, depreciações, abates e regularizações no período e saldo no fim do exercício.Sobre os terrenos e edifícios da Cooperativa recai uma hipoteca a favor da Caixa de Crédito Agrícola Mútua dosConcelhos do Fundão e Sabugal para garantia de um financiamento hipotecário, cujo saldo actual é de € 359 584,70(no fim do período anterior: € 394 623,73).Conforme foi já referido na Nota 3 a), os edifícios e terrenos da Cooperativa foram revalorizados em 2008, de acordocom avaliação realizada por entidade externa.O excedente de revalorização apurado em 2008, computado em € 1 498 348,09, foi, neste exercício, objecto deredução de € 80 300,41, correspondendo esta quantia ao valor realizado pelo uso, no exercício.NOTA 10 - Activos fixos intangíveisO Anexo n.3 a esta Nota contém um mapa discriminativo dos movimentos ocorridos no valor bruto de cada uma dasclasses de contas dos Activos fixos intangíveis, com a indicação dos saldos no início do período, adições,alienações, abates e outras operações ocorridos no período e, ainda, a posição no fim do período.O Anexo 4 a estas Notas consta de um mapa discriminativo, por cada rubrica, das depreciações dos Activos fixosintangíveis, com indicação do seu saldo no início do período, depreciações, abates e outras alterações no período esaldo no fim do exercício.NOTA 13 - InventáriosOs inventários da Cooperativa à data do fecho das contas são constituídos por bens para venda na secção deAbastecimento e gasóleo (inputs para a agricultura), por fruta entregue pelos Associados e, ainda, por embalagensnecessárias ao acondicionamento da fruta.Os bens existentes na Secção de Abastecimento foram valorizados pelo seu justo valor, tendo-se considerado umaperda de 50% sobre o custo em todos os items sem movimento durante um período superior a 1 ano.As perdas por imparidade acumuladas ascendem a € 18 703,05.Os inventários têm a seguinte decomposição: - bens existentes na secção de Abastecimento, deduzidos das respectivas imparidades: 71 246,08 - gasóleo 11 716,65 - fruta recebida dos associados 10 143,00 - embalagens para acondicionamento da fruta 20 661,35 soma 113 767,08Para efeitos comparativos, indica-se no Anexo 5 a estas Notas as perdas por imparidade registada no período e noperíodo anteriorNOTA 14 - Estado e utros entes públicosNo Anexo n.º 6 a estas Notas faz-se a discriminação das contas a receber e das contas a pagar ao Estado.NOTA 15 - Gastos a reconhecerOs gastos a reconhecer respeitavam exclusivamente à Conservação plurianual relativa à grande reparaçãoefectuada no telhado da estação fruteira, em 2008, a qual importou em € 30 817,18.A imputação a custos tem sido feita numa base sistemática anual. Em 2011 foi imputada a última parcela, a qualascendeu a € 7 404,31.NOTA 17 - Capital socialO capital social da cooperativa é variável, sendo também variável o valor da quota de cada associado, uma vez quedepende da respeciva área de cultura de árvores de fruta.Cada quota dá direito a 1 voto, independentemente do respectivo valor nominal.À data de 31 de Dezembro de 2011 a Cooperativa tinha 291 associados (em 2010: 283), correspondendo-lhe umcapital social total de € 142 084,07, de que falta realizar € 2 500,00.No período não ocorreu a saída de qualquer associado.
  5. 5. NOTA 23 - RéditoO reconhecimento do rédito é feito da forma mais elementar, sendo as vendas reconhecidas com a entrega dos bensaos compradores, com base na respectiva factura ou venda a dinheiro, sendo as prestações de serviços apuradasno final de cada mês e debitadas por meio de factura ou aviso de lançamento.NOTA 24 - Subsídios do governo e apoios do GovernoOs subsídios do governo foram atribuídos em anos anteriores como forma de apoio à realização de investimentos.Os investimentos subsidiados foram os seguintes, com indicação do respectivo subsídio: - aquisição de paloxs, com subsídio atribuído pela RUDE em 2008 € 39 671,16 - aquisição de virador de palox, co subsídio atribuído pela RUDE em 2006 € 11 000,00 - construção das instalações para os produtos fito-fármacos, som subsídio da RUDE € 20 002,11O primeiro dos subsídios referidos está a ser imputado a resultados durante 5 anos, com início em 2009.O segundo está a ser imputado a resultados em 8 anos, com início em 2006;O último está a ser imputado a resultados em 20 anos, com início em 2009No exercícico de 2011 a Cooperativa beneficiou de um subsídio à exploração no âmbito do programa Proder -serviço de aconselhamento agrícola, da quantia de € 11 299,08, atribuído pelo IFAP. Este subsídio foi integralmentereconhecido como rendimento do período.Este programa tem a duração de 3 anos, com início em 2010 e termo em 2012, havendo a expectativa de receber em2012 mais uma tranche do subsídio para fazer face a despesas com os engenheiros que participam no programaO quadro que se segue evidencia a posição e movimentos da conta Subsídios nos dois últimos períodos: subsídios ao invesmento 2011 2010Saldo inicial 43 865,96 53 487,80Subsídios recebidos 0,00 0,00Imputação de subsídios a resultados 9 621,84 9 261,84Reembolsos de subsídio 0,00 0,00Saldo final 34 244,12 43 865,96Os subsídios a aguardar imputação a resultados encontram-se regoistados em contas do capital próprio, nãohavendo qualquer parcela do subsídios que esteja incluída em rendimenrtos a reconhecer.O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  6. 6. COOPERATIVA AGRÍCOLA DOS FRUTICULTORES DA COVA DA BEIRA, CRLBALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 RUBRICAS NOTAS DATAS 31-12-2011 31-12-2010 ACTIVOActivo não correnteActivos fixos tangíveis 3.a); 7 1.413.708,21 1.552.479,46Activos intangíveis 3.b); 10 11.570,07 17.536,54Participações financeiras - outros métodos 6.898,00 6.898,00 soma 1.432.176,28 1.576.914,00Activo correnteInventários 3.c); 13 113.767,08 103.039,32Clientes 3.d) 70.915,17 50.608,56Estado e outros entes públicos 14 27,12 8,93Outras contas a receber 16.433,49 12.564,08Diferimentos 15 7.404,31Caixa e depósitos bancários 2.338,68 43.965,71 soma 203.481,54 217.590,91Total do activo 1.635.657,82 1.794.504,91 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVOCapital próprioCapital realizado 3.e); 17 139.584,07 138.084,07Reservas legais 64.717,76 64.717,76Outras reservas 2.640.877,92 2.640.877,92Resultados transitados -3.345.657,89 -3.290.423,24Excedentes de revalorização 7 1.250.294,87 1.330.595,28Outras variações no capital próprio 3.j); 24 34.244,12 43.865,96 soma 784.060,85 927.717,75Resultado líquido do período -68.706,47 -135.535,06 Total do capital próprio 715.354,38 792.182,69PassivoPassivo não correnteProvisões 1.000,00 1.000,00Financiamentos obtidos 3.f) 398.726,16 483.811,72Outras contas a pagar 15.576,58 38.329,37 soma 415.302,74 523.141,09Passivo correnteFornecedores 386.228,99 380.174,56Estado e outros entes públicos 14 10.170,95 17.510,64AssociadosFinanciamentos obtidos 3.f) 44.835,65 2.903,38Outras contas a pagar 63.765,11 78.592,55 soma 505.000,70 479.181,13Total do passivo 920.303,44 1.002.322,22Total do capital próprio e passivo 1.635.657,82 1.794.504,91O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  7. 7. DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (em euros) PERÍODOS RENDIMENTOS E GASTOS NOTAS 2.011 2.010Vendas e serviços prestados 23 1.254.496,48 1.079.715,71Subsídios à exploração 3.j) 15.266,12 11.312,79Custo das mercad vendidas e das matérias consumidas -971.228,67 -804.856,31Fornecimentos e serviços externos -121.235,73 -87.928,12Gastos com o pessoal -133.904,46 -242.446,50Imparidades de inventáriosImparidade de dívidas a receber -10.072,63 70.844,08Provisões (aumentos/reduções)Outros rendimentos e ganhos 83.906,96 57.729,59Outros gastos e perdas -6.155,42 -36.469,11Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e 111.072,65 47.902,13impostosGastos de depreciação e amortizações -154.493,82 -159.649,58Resultado operacional (antes de gastos de financiamentos e -43.421,17 -111.747,45impostosJuros e rendimentos similares obtidos 144,52 41,54Juros e gastos similares suportados -25.429,82 -23.829,15 Resultado antes de impostos -68.706,47 -135.535,06Imposto sobre o rendimento do período 3.g) 0,00 0,00 Resultado líquido do período -68.706,47 -135.535,06O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias MadalenoJosé Conceição PintoAntónio Manuel Marques Gomes
  8. 8. Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraDEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO DE 2010 euros CAPITAL PRÓPRIO ATRÍBUÍDO AOS DETENTORES DO CAPITAL total do capital DESCRIÇÃO NOTAS capital outras resultados excedentes resultado líqº outras variaç reservas legais total próprio realizado reservas transitados revalorização do período capital próprioPosição no início de 2010 1 138.209,47 64.717,76 2.640.877,92 -3.163.345,39 1.504.027,70 -300.510,27 53.487,80 937.464,99 937.464,99Alterações no períodoPrimeira adopção do novo referencial contabilísticoRealização do excedente de revalorização de activis fixos tangíveis e intangíveis 173.432,42 -173.432,42 0,00 0,00Outras alterações reconhecidas no capital próprio -300.510,27 300.510,27 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84 soma 2 0,00 0,00 0,00 -127.077,85 -173.432,42 300.510,27 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84Resultado líquido do período 3 -135.535,06 -135.535,06Resultado integral 4=2+3 164.975,21 164.975,21 164.975,21Operações com detentores do capital no períodoRealizações de capital 3.e); 17 250,00 250,00 250,00Distribuições 0,00 0,00Entradas para cobertura de perdas 0,00 0,00Outras operações -375,40 -375,40 -375,40 soma 5 -125,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -125,40 -125,40Posição no fim do período 6=4+5 138.084,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.290.423,24 1.330.595,28 -135.535,06 43.865,96 792.182,69 792.182,69Cooperativa Agrícola dos Fruticultores da Cova da BeiraDEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO NO PERÍODO DE 2011 euros CAPITAL PRÓPRIO ATRÍBUÍDO AOS DETENTORES DO CAPITAL total do capital DESCRIÇÃO NOTAS capital outras resultados excedentes resultado líqº outras variaç reservas legais total próprio realizado reservas transitados revalorização do período capital próprioPosição no início de 2010 1 3.e); 17 138.084,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.290.423,24 1.330.595,28 -135.535,06 43.865,96 792.182,69 792.182,69Alterações no períodoPrimeira adopção do novo referencial contabilísticoRealização do excedente de revalorização de activis fixos tangíveis e intangíveis 80.300,41 -80.300,41 0,00 0,00Outras alterações reconhecidas no capital próprio -135.535,06 135.535,06 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84 soma 2 0,00 0,00 0,00 -55.234,65 -80.300,41 135.535,06 -9.621,84 -9.621,84 -9.621,84Resultado líquido do período 3 -68.706,47 -68.706,47Resultado integral 4=2+3 66.828,59 66.828,59 66.828,59Operações com detentores do capital no períodoRealizações de capital 3.e); 17 1.500,00 1.500,00 1.500,00Distribuições 0,00 0,00Entradas para cobertura de perdas 0,00 0,00Outras operações 0,00 0,00 0,00 soma 5 1.500,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.500,00 1.500,00Posição no fim do período 6=4+5 139.584,07 64.717,76 2.640.877,92 -3.345.657,89 1.250.294,87 -68.706,47 34.244,12 715.354,38 715.354,38O Técnico de Contas,(João Eduardo Garcia Rebordão)A Direcção,Carlos Manuel Dias Madaleno José Conceição Pinto Pinto António Manuel Marques Gomes
  9. 9. MAPA ANEXO N.º 1ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2011 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoTerrenos e recursos naturais 467.164,81 467.164,81Edifícios e outras construções 3.471.947,56 3.471.947,56Equipamento básico 466.382,69 466.382,69Equipamento de transporte 295.895,47 17.500,00 25.243,90 288.151,57Equipamento administrativo 24.022,95 24.022,95Outros activos fixos tangíveis 70.883,95 560,00 70.323,95 4.796.297,43 17.500,00 25.803,90 0,00 4.787.993,53MAPA ANEXO N.º 2ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS movimentos ocorridos na depreciaçã das diversas classes, em 2011 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoTerrenos e recursos naturaisEdifícios e outras construções 2.561.359,64 83.343,00 2.644.702,64Equipamento básico 322.635,99 50.012,93 -544,85 372.104,07Equipamento de transporte 295.106,47 2.439,00 17.500,00 280.045,47Equipamento administrativo 23.453,18 2.736,92 622,59 26.812,69Outros activos fixos tangíveis 41.262,69 9.917,76 560,00 50.620,45 3.243.817,97 148.449,61 18.060,00 77,74 3.374.285,32
  10. 10. MAPA ANEXO N.º 3ACTIVOS FIXOS INTANGÍVEIS movimentos ocorridos no valor bruto das diversas classes, em 2011 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoProjectos de desenvolvimento - Campo de Ensaios 12.848,41 2.730,94 10.117,47Programas de computador 8.341,19 3.313,27 5.027,92 21.189,60 6.044,21 0,00 0,00 15.145,39MAPA ANEXO N.º 4ACTIVOS FIXOS INTANGÍVEIS movimentos ocorridos na depreciação das diversas classes, em 2011 saldo no início outras saldo no fim rubricas adições alienações do período alterações do períodoProjectos de desenvolvimento - Campo de Ensaios 5.934,24 1.654,98 7.589,22Programas de computador 515,28 1.074,42 1.589,70 6.449,52 2.729,40 0,00 0,00 9.178,92
  11. 11. MAPA ANEXO N.º 5PERDAS POR IMPARIDADE EM INVENTÁRIOS: Mercadorias 2011 2010 Saldo inicial 18.703,05 18.703,05 Aumentos 0,00 0,00 Reversões 0,00 0,00 Saldo final 18.703,05 18.703,05MAPA ANEXO 6DISCRIMINAÇÃO DOS SALDOS DAS CONTAS A RECEBER E A PAGAR AO ESTADO Designação eurosA receber: Impostos retidos - capitais 18,19 IRC a recuperar 8,93 soma 27,12A pagar: Retenções de impostos sobre o rendimento 473,69 IVA 5.770,85 Contribuições para a Segurança Social 3.926,41 soma 10.170,95
  12. 12. 900800700600 2008500 2009400 2010 2011300200100 0 CEREJA PÊSSEGO MAÇÃ PÊRA OUTROS
  13. 13. secção de frutas 1.200.000,00 1.000.000,00 800.000,00euros Em Euros 600.000,00 400.000,00 200.000,00 0,00 2008 2009 2010 2011 ano

×