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Biografia do Autor  ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Continuação da Biografia do Autor ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
O livro fala-nos do encontro e da amizade que se desenvolveu entre o narrador e um principezinho que veio de outro planeta. O narrador é um piloto que estava a fazer uma viagem a África e que teve uma avaria no seu avião tendo caído no meio do deserto do Saara . Foi aí que lhe apareceu um rapaz loiro com um sorriso encantador que lhe pediu que lhe desenhasse uma ovelha . O narrador ficou encantado porque o principezinho foi o único que entendeu os seus dois únicos desenhos que sabia fazer - uma jibóia aberta e uma jibóia fechada - ao contrário das outras pessoas que achavam que era um chapéu. O principezinho teve a capacidade de perceber que aquele desenho era uma jibóia a devorar um elefante.
1ª tentativa . 2ª tentativa 3ª tentativa Última tentativa Como para o principezinho nunca estava bem o desenho da ovelha , o piloto desenhou uma caixa e assim ele imaginava que dentro dessa caixa estava a ovelha que ele cria. O principezinho adorou a ideia. Aos poucos, o aviador foi conhecendo a história do principezinho, o que era um bocado difícil uma vez que ele estava sempre a fazer perguntas e raramente respondia às questões que lhe faziam. Então de onde ele vinha? O principezinho tinha vindo de um planeta muito pequenininho chamado asteróide B-612.
Era um planeta que só tinha três vulcões, um deles extinto, e umas árvores chamadas embondeiros que cresciam muito depressa, o que obrigava o principezinho a limpar as suas raízes todos os dias para não destruir o seu planeta. Um dia nasceu uma flor muito bonita que o principezinho achava única pois nunca tinha visto outra igual.  Tratava-a todos os dias com muito cuidado, regava-a e protegia-a do vento , uma vez que ela era muito frágil pois só tinha quatro espinhos.
Mas com o passar do tempo começou a ficar farto dela pois ela era vaidosa, resmungona, exigente e por fim até mentirosa. Por isso decidiu ir-se embora e aproveitar para conhecer outros planetas. No primeiro planeta encontrou um rei que queria mandar mas não tinha ninguém para o fazer, uma vez que estava sozinho no seu mundo. Depois foi para outro planeta onde encontrou um homem muito vaidoso que só queria ser admirado, mas também não tinha ninguém que o fizesse.
No terceiro planeta encontrou um bêbado que se sentia culpado por beber e por isso para se esquecer, continuava a beber. No quarto planeta vivia um homem de negócios que se achava muito sério e que passava o tempo todo a contar as estrelas e a sentir-se dono delas. O principezinho estava cada vez mais chocado porque não percebia o porque das pessoas só pensarem nelas e não se importarem com mais nada. Mas no quinto planeta encontrou alguém que não se preocupava só com ela própria pois tinha uma missão importante a cumprir. Era um acendedor de candeeiros que tinha que acender e apagar o candeeiro conforme fosse noite ou dia. O problema era que o seu planeta rodava muito depressa pois era muito pequenino e um dia só durava um minuto. Por isso estava muito cansado pois não tinha tempo para dormir. No entanto estava determinado a cumprir o seu trabalho e o principezinho admirou-o, achando até que ele teria sido alvo de desprezo de todos os habitantes dos anteriores planetas.
No último planeta vivia um geógrafo que sabia de tudo sobre marés, rios, montanhas, cidades e desertos, apesar de nunca lá ter ido pois eram outras pessoas que lhe vinham contar e ele limitava-se a escrever. No entanto foi este que lhe disse que a sua flor podia um dia desaparecer, o que deixou o principezinho muito triste e preocupado. Aconselhou-o também a visitar a Terra. E foi assim que o principezinho chegou à Terra. Na Terra também teve vários encontros.
Mais tarde encontrou um jardim cheio de flores iguais à sua e aí descobriu que a sua flor era uma rosa, e que ao contrário do que pensava não era única no Universo. Ficou muito triste e desiludido e pôs-se a chorar. Com uma serpente que lhe informou que poderia, se ele quisesse, leva-lo de volta ao seu planeta.
Foi aí que apareceu a raposa e foi esta que fez mudar tudo. Ela disse-lhe que  o que era importante via-se com o coração e não com os olhos  e que depois de se estar preso a uma pessoa, passa-se a ser responsável por ela. O tempo que ele gastou a cuidar da sua flor tornou-a única para ele. Apesar dos defeitos da sua plantinha ela era sua, dependia dele e ele era responsável por ela.  A raposa pediu ao principezinho para ela ficar presa a ele porque assim, quando ele se fosse embora os campos de trigo teriam mais significado pois iriam fazer-lhe lembrar os cabelos loiros dele.  Mas, para cativar alguém era preciso tempo e paciência para essa pessoa tornar-se importante.
Entretanto o principezinho teve que se ir embora , ficando assim os dois muito tristes. O principezinho contou ao narrador que tinha encontrado um homem que vendia comprimidos que tiravam a sede. Entretanto, enquanto contava essa parte da história da sua viagem na Terra o aviador já tinha ficado sem água, por isso como estavam os dois a morrer de sede decidiram ir procurar um poço. Quando o encontraram o principezinho já estava demasiado cansado para conseguir ir buscar a água ao poço, por isso o piloto trouxe-lha à boca.  Nesse dia , o principezinho disse ao seu amigo que estava na altura de voltar para casa pois já estava na Terra à 1 ano e que desde que tinha encontrado a raposa nunca mais tinha deixado de pensar na sua flor desprotegida. No dia seguinte, o aviador conseguiu arranjar o seu avião e o principezinho combinou com a serpente que nessa mesma noite, no local onde ele tinha caído na Terra ,ela o ia levar de novo ao seu planeta.
No dia seguinte , o narrador voltou àquele lugar e percebeu que o principezinho já tinha voltado para o seu asteróide porque o corpo já não estava lá. O principezinho consolou o seu amigo dizendo que se ele olhasse para o céu, à noite, ia ver muitas estrelas, e como sabia que ele estava numa delas a rir para ele, era como se todas as estrelas do céu rissem. E que ele também se ia lembrar do seu amigo pois tinha sido ele que lhe tinha dado de beber quando ele mais precisava. Enquanto o aviador dormia o principezinho decidiu ir-se embora sem esperar por ele, pois assim seria mais fácil para os dois; mas o narrador acordou e fez questão de ir com ele. Quando lá chegaram, o principezinho pediu-lhe que ele se afastasse para ele ir sozinho.  A serpente mordeu o principezinho que caiu devagar sobre a areia, sem fazer barulho.
 
Eu gostei muito deste livro pois acho que se aprende muito com ele e compreendi-o muito bem pois tenho a mesma opinião que o principezinho. Acho que as pessoas adultas só pensam no dinheiro e não vêem a beleza natural das coisas. As pessoas não se devem preocupar só com elas próprias mas também com os outros e o que mais valorizei neste livro foi esta frase “O essencial é invisível para os olhos e só se vê bem com o coração” , que significa que não devemos julgar ou desvalorizar uma coisa nossa só pelo seu aspecto exterior e procurar o que torna cada um especial. Porque mesmo havendo milhares iguais, a nossa é única, pois somos nós que tratamos dela e somos nós que estamos responsáveis por ela.
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Principezinho

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  • 5. O livro fala-nos do encontro e da amizade que se desenvolveu entre o narrador e um principezinho que veio de outro planeta. O narrador é um piloto que estava a fazer uma viagem a África e que teve uma avaria no seu avião tendo caído no meio do deserto do Saara . Foi aí que lhe apareceu um rapaz loiro com um sorriso encantador que lhe pediu que lhe desenhasse uma ovelha . O narrador ficou encantado porque o principezinho foi o único que entendeu os seus dois únicos desenhos que sabia fazer - uma jibóia aberta e uma jibóia fechada - ao contrário das outras pessoas que achavam que era um chapéu. O principezinho teve a capacidade de perceber que aquele desenho era uma jibóia a devorar um elefante.
  • 6. 1ª tentativa . 2ª tentativa 3ª tentativa Última tentativa Como para o principezinho nunca estava bem o desenho da ovelha , o piloto desenhou uma caixa e assim ele imaginava que dentro dessa caixa estava a ovelha que ele cria. O principezinho adorou a ideia. Aos poucos, o aviador foi conhecendo a história do principezinho, o que era um bocado difícil uma vez que ele estava sempre a fazer perguntas e raramente respondia às questões que lhe faziam. Então de onde ele vinha? O principezinho tinha vindo de um planeta muito pequenininho chamado asteróide B-612.
  • 7. Era um planeta que só tinha três vulcões, um deles extinto, e umas árvores chamadas embondeiros que cresciam muito depressa, o que obrigava o principezinho a limpar as suas raízes todos os dias para não destruir o seu planeta. Um dia nasceu uma flor muito bonita que o principezinho achava única pois nunca tinha visto outra igual. Tratava-a todos os dias com muito cuidado, regava-a e protegia-a do vento , uma vez que ela era muito frágil pois só tinha quatro espinhos.
  • 8. Mas com o passar do tempo começou a ficar farto dela pois ela era vaidosa, resmungona, exigente e por fim até mentirosa. Por isso decidiu ir-se embora e aproveitar para conhecer outros planetas. No primeiro planeta encontrou um rei que queria mandar mas não tinha ninguém para o fazer, uma vez que estava sozinho no seu mundo. Depois foi para outro planeta onde encontrou um homem muito vaidoso que só queria ser admirado, mas também não tinha ninguém que o fizesse.
  • 9. No terceiro planeta encontrou um bêbado que se sentia culpado por beber e por isso para se esquecer, continuava a beber. No quarto planeta vivia um homem de negócios que se achava muito sério e que passava o tempo todo a contar as estrelas e a sentir-se dono delas. O principezinho estava cada vez mais chocado porque não percebia o porque das pessoas só pensarem nelas e não se importarem com mais nada. Mas no quinto planeta encontrou alguém que não se preocupava só com ela própria pois tinha uma missão importante a cumprir. Era um acendedor de candeeiros que tinha que acender e apagar o candeeiro conforme fosse noite ou dia. O problema era que o seu planeta rodava muito depressa pois era muito pequenino e um dia só durava um minuto. Por isso estava muito cansado pois não tinha tempo para dormir. No entanto estava determinado a cumprir o seu trabalho e o principezinho admirou-o, achando até que ele teria sido alvo de desprezo de todos os habitantes dos anteriores planetas.
  • 10. No último planeta vivia um geógrafo que sabia de tudo sobre marés, rios, montanhas, cidades e desertos, apesar de nunca lá ter ido pois eram outras pessoas que lhe vinham contar e ele limitava-se a escrever. No entanto foi este que lhe disse que a sua flor podia um dia desaparecer, o que deixou o principezinho muito triste e preocupado. Aconselhou-o também a visitar a Terra. E foi assim que o principezinho chegou à Terra. Na Terra também teve vários encontros.
  • 11. Mais tarde encontrou um jardim cheio de flores iguais à sua e aí descobriu que a sua flor era uma rosa, e que ao contrário do que pensava não era única no Universo. Ficou muito triste e desiludido e pôs-se a chorar. Com uma serpente que lhe informou que poderia, se ele quisesse, leva-lo de volta ao seu planeta.
  • 12. Foi aí que apareceu a raposa e foi esta que fez mudar tudo. Ela disse-lhe que o que era importante via-se com o coração e não com os olhos e que depois de se estar preso a uma pessoa, passa-se a ser responsável por ela. O tempo que ele gastou a cuidar da sua flor tornou-a única para ele. Apesar dos defeitos da sua plantinha ela era sua, dependia dele e ele era responsável por ela. A raposa pediu ao principezinho para ela ficar presa a ele porque assim, quando ele se fosse embora os campos de trigo teriam mais significado pois iriam fazer-lhe lembrar os cabelos loiros dele. Mas, para cativar alguém era preciso tempo e paciência para essa pessoa tornar-se importante.
  • 13. Entretanto o principezinho teve que se ir embora , ficando assim os dois muito tristes. O principezinho contou ao narrador que tinha encontrado um homem que vendia comprimidos que tiravam a sede. Entretanto, enquanto contava essa parte da história da sua viagem na Terra o aviador já tinha ficado sem água, por isso como estavam os dois a morrer de sede decidiram ir procurar um poço. Quando o encontraram o principezinho já estava demasiado cansado para conseguir ir buscar a água ao poço, por isso o piloto trouxe-lha à boca. Nesse dia , o principezinho disse ao seu amigo que estava na altura de voltar para casa pois já estava na Terra à 1 ano e que desde que tinha encontrado a raposa nunca mais tinha deixado de pensar na sua flor desprotegida. No dia seguinte, o aviador conseguiu arranjar o seu avião e o principezinho combinou com a serpente que nessa mesma noite, no local onde ele tinha caído na Terra ,ela o ia levar de novo ao seu planeta.
  • 14. No dia seguinte , o narrador voltou àquele lugar e percebeu que o principezinho já tinha voltado para o seu asteróide porque o corpo já não estava lá. O principezinho consolou o seu amigo dizendo que se ele olhasse para o céu, à noite, ia ver muitas estrelas, e como sabia que ele estava numa delas a rir para ele, era como se todas as estrelas do céu rissem. E que ele também se ia lembrar do seu amigo pois tinha sido ele que lhe tinha dado de beber quando ele mais precisava. Enquanto o aviador dormia o principezinho decidiu ir-se embora sem esperar por ele, pois assim seria mais fácil para os dois; mas o narrador acordou e fez questão de ir com ele. Quando lá chegaram, o principezinho pediu-lhe que ele se afastasse para ele ir sozinho. A serpente mordeu o principezinho que caiu devagar sobre a areia, sem fazer barulho.
  • 15.  
  • 16. Eu gostei muito deste livro pois acho que se aprende muito com ele e compreendi-o muito bem pois tenho a mesma opinião que o principezinho. Acho que as pessoas adultas só pensam no dinheiro e não vêem a beleza natural das coisas. As pessoas não se devem preocupar só com elas próprias mas também com os outros e o que mais valorizei neste livro foi esta frase “O essencial é invisível para os olhos e só se vê bem com o coração” , que significa que não devemos julgar ou desvalorizar uma coisa nossa só pelo seu aspecto exterior e procurar o que torna cada um especial. Porque mesmo havendo milhares iguais, a nossa é única, pois somos nós que tratamos dela e somos nós que estamos responsáveis por ela.
  • 17.