SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 20
Mapa Conceitual com alunos do 5º Ano do Ensino 
Fundamental: A Educação Ambiental em questão 
Carla Vater de Almeida¹, Luciana Ribeiro Leda² 
1. Aluna do Programa de Educação, Gestão e Difusão em Biociências, 
Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro 
(UFRJ), Rio de Janeiro, Brasil. 2. Professora da Universidade UNIGRANRIO.
Educação Ambiental 
O termo “Educação Ambiental” foi usado pela primeira 
vez em março de 1965, na Conferência de Educação, 
realizada na Universidade de Keele, na Inglaterra (CADEI 
& SANTIAGO, 2009). 
Já em 1980, a expressão “Educação Ambiental”, era 
defendida no mundo (GUIMARÃES, 2000). 
A partir disso, essa nova área de conhecimento mostra-se 
interdisciplinar (LEFF, 2001), pois questiona a 
segmentação entre os diferentes campos de 
conhecimento produzida por uma abordagem que não 
leva em conta a inter-relação e a influência entre eles - 
questiona a visão compartimentada (disciplinar) da 
realidade sobre a qual a escola, tal como é conhecida, 
historicamente se constitui (LEFF, 2001). 
Refere-se, portanto, a uma relação entre disciplinas, 
processo no qual é interdisciplinar não apenas ensinando 
e aprendendo: vivendo, exercendo (BRASIL,1997).
 A Educação Ambiental é uma “metodologia de ação” (GONÇALVES, 1984), que 
modifica o aluno da posição de mero expectador da realidade, a fim de colocá-lo a 
participar no seu contexto, permitindo ao aluno desenvolver um pensamento com 
reflexão, criatividade e criticidade. 
 A contribuição de Paulo Freire perante a educação de forma “crítica e transformadora” 
(PAULO FREIRE, 1981), também é uma concepção a ser levada em conta na 
Educação Ambiental. 
 A Educação Ambiental, faz-se necessária tanto na teoria como na prática (“teoria e 
praxis”) (PAULO FREIRE, 1981). Além disso, expressões cotidianas como, ser 
“politicamente correto”, ter “atitudes verdes”, não resumem a dimensão, a 
profundidade, o significado de uma Educação Ambiental. Muito pelo contrário, podem 
ser armadilhas de falsa mudança de paradigma GUIMARÃES, 2000), ou atitudes 
disfarçadas, tendenciosas da manutenção do “status quo” (FREIRE, 1981).
 Aliado a isso, nos postulados de Paulo Freire sempre estiveram presentes no 
tema gerador/palavras geradoras: a perspectiva dialética, a construção da escola 
cidadã, e o “paradigma da planetariedade” (FREIRE, 1981). 
 Mapas Conceituais 
O mapa conceitual ou mapa de conceitos é uma ferramenta construtivista-interacionista 
social utilizada como dinâmica de aprendizagem (MOREIRA, 2010), 
baseada nos ensinamentos de David Ausubel e Joseph Novak (MOREIRA, 1998) e 
que, por ser flexível, é passível de ser utilizada para diferentes finalidades, tais como: 
“instrumento de análise do currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, meio 
de avaliação” (MOREIRA & BUCHWEITZ, 1993 apud MOREIRA, 1998).
 A propósito, a teoria cognitiva de aprendizagem de David Ausubel é o fator 
primordial que sustenta o “mapeamento conceitual” (MOREIRA, 2010). Essa 
ferramenta de aprendizagem foi desenvolvida na década de setenta por Joseph 
Novak e seus colaboradores na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos 
(MOREIRA, 2010). 
 Os mapas conceituais não são apenas meios de classificar os conceitos que 
serão explorados em sala de aula, mas sim ferramentas de relação e 
hierarquização destes conceitos que envolvem a construção do raciocínio, 
(MOREIRA, 2010). 
 A estratégia de mapas conceituais facilita a apropriação da aprendizagem 
significativa (AUSUBEL, NOVAK & HANESIAN,1980; AUSUBEL, NOVAK, & 
HANESIAN, 1989), que de certa forma, depende do conhecimento prévio do aluno 
(MOREIRA, 2010).
 A aprendizagem é dita significativa quando uma nova informação (conceito, idéia, 
proposição) adquire significados para o educando, através de “ancoras” em 
aspectos da sua estrutura cognitiva prévia (MOREIRA, 2010). 
 a dinâmica com mapa conceitual, permite ao professor/a ser o mediador desta 
tarefa e tem como finalidade mostrar que a aprendizagem é significativa, que a 
estrutura cognitiva está constantemente se reorganizando por diferenciação 
progressiva e reconciliação integrativa (MOREIRA, 2010). 
 O mapa conceitual deve ser tratado sempre com algo em construção, sendo que 
não existem mapas corretos ou acabados, como “o mapa certo”, que o aluno/a 
deverá decorar (MOREIRA, 2010).
A Pesquisa 
 A proposta de pesquisa explorando a ferramenta didática com mapa conceitual 
consiste na reflexão sobre a mudança conceitual por parte dos alunos em relação aos 
temas Cidadania, Meio Ambiente e Educação Ambiental realizada com professores e 
alunos do 5º ano da rede pública de ensino do município de Niterói, no Rio de Janeiro. 
 O objetivo geral da pesquisa foi diagnosticar se há mudança conceitual por parte dos 
alunos em relação aos temas cidadania, meio ambiente e educação Ambiental 
Metodologia 
 A área de estudo da pesquisa foi a Escola Municipal Vila Costa Monteiro, situada no 
bairro Ititioca, município de Niterói, no Rio de Janeiro. Esse logradouro que pertence 
ao distrito de Pendotiba possui em suas proximidades o morro do Bumba. A escola tem 
aproximadamente 512 alunos nos dois turnos (manhã e tarde).
 Etapa 1: Pensamento e prática dos professores (as) 
 Nesta etapa, foi desenvolvida a pesquisa a fim de indagar como seriam as 
práticas dos professores em sala de aula, nas atividades extra-classe a cerca da 
Educação Ambiental, das diversas áreas do conhecimento, atuando no ensino 
fundamental. 
- a análise dos questionários das perguntas fechadas (quantitativas) de acordo 
com os conceitos de Minayo (MINAYO, 2011; SELLTIZ, 1987). 
 As perguntas abertas (qualitativas), por sua vez, foram elencadas as teóricas 
(BARDIN, 2010) e (MINAYO, 2011).
Etapa 2: Diagnóstico com os alunos a fim de identificar o conhecimento prévio dos 
mesmos 
 Nesse momento também, foi desenvolvida a pesquisa-ação dentro de uma perspectiva 
de investigação científica (THIOLLENT, 2005), aproveitando-se da diagnose, da 
construção colaborativa do conhecimento nos alunos, fazendo progredir a consciência 
dos participantes no que diz respeito à existência de soluções e obstáculos 
(THIOLLENT, 2005). 
Etapa 3: Realização de uma palestra/aula e atividades abordando o tema Educação 
Ambiental: 
1. a confecção da sementeira; 
2. experimento e extração da clorofila; 
3. dramatização sobre o problemática do lixo; 
4. a Feira de Ciências contemplando a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 
5. a Feira Literária, envolvendo a produção textual dos alunos, dinamizando o 
conhecimento adquirido com o experimento e construção das sementeiras; 
6. a visita guiada ao MAI (Museu Arqueológico de Itaipu).
Gráfico das cinco categorias sobre Educação Ambiental (E. A.) presentes no 
questionário x três docentes do 5º Ano. 
Mapa conceitual prévio individual 
3 
2 
1 
0 
Prática e 
conteúdos de 
E.A. 
Trabalho com 
conceitos de 
E.A 
Atividades 
relacionadas a 
E.A. 
Atividades 
significativas 
de E.A 
Importância da 
E.A. de 
maneira 
interdisciplinar 
Docentes
Mapas conceituais: ligações, hierarquias e pontuações. 
3 
2 
1 
0 
Prática e 
conteúdos de 
E.A. 
Trabalho com 
conceitos de 
E.A 
Atividades 
relacionadas a 
E.A. 
Atividades 
significativas 
de E.A 
Importância da 
E.A. de 
maneira 
interdisciplinar 
Docentes 
Critérios e Classificação dos Mapas de 
Conceitos 
Pontuação do Mapa de Conceito 
Número de ligações/proposições entre 
conceitos 
01 ponto 
Número de níveis hierárquicos 05 pontos 
Número de conexões cruzadas 10 pontos 
Número de exemplos citados 01 ponto 
Número de conceitos representados 01 ponto 
Figura 2: Tabela demonstrativa dos critérios, classificações e pontuações dos mapas 
conceituais usados na pesquisa.
Classificação e pontuação dos mapas conceituais desenvolvidos no decorrer 
da pesquisa, com as turmas de 5º Ano (GR5A, GR5, GR5C)
Elaboração do mapa conceitual colaborativo final
Demonstração da pontuação final nos mapas conceituais desenvolvidos no 5º Ano 
(turmas GR5A, GR5B, GR5C). 
 Em resposta a hipótese inicial dessa 
pesquisa, que foi diagnosticar se há 
mudança conceitual por parte dos 
alunos em relação aos temas 
cidadania, meio ambiente e 
Educação Ambiental, constatou-se 
com base nos resultados adquiridos, 
que as turmas pesquisadas 
assimilaram e adquiriram conceitos 
novos por intermédio da recepção, 
compreensão de palavras mais 
criteriosas, elaboradas e a relação 
com essas ideias, estabelecendo 
uma nova estrutura cognitiva 
(MOREIRA & MASINI, 2001).
Sequências didáticas desenvolvidas no decorrer da pesquisa, integrando o espaço 
escolar e contemplando a aprendizagem significativa: 
Palestra sobre o Meio 
Ambiente 
Painel: uso do Tangram
Montagem da sementeira
Dramatização da história: A Revolta do Lixão (turmas GR5A, GR5B, GR5C) 
e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia/ Feira de Ciências (turma GR5B)
Produção textual sobre a sementeira (turma GR5B)
Visitação ao MAI (Museu Arqueológico de Itaipu, Niterói/RJ)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciências
I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciênciasI uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciências
I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciênciasGilvandenys Leite Sales
 
PCN e Ensino de Ciências
PCN e Ensino de CiênciasPCN e Ensino de Ciências
PCN e Ensino de Ciênciasfimepecim
 
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADEAMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADEDaniel Raber
 
Tendências atuais para o ensino de ciências
Tendências atuais para o ensino de ciênciasTendências atuais para o ensino de ciências
Tendências atuais para o ensino de ciênciasBinatto
 
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações que
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações queA aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações que
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações quepibidbio
 
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º Ciclo
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º CicloPerspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º Ciclo
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º CicloMarisa Correia
 
Metodologia do ensino de ciências biológicas
Metodologia do ensino de ciências biológicasMetodologia do ensino de ciências biológicas
Metodologia do ensino de ciências biológicasevertonbronzoni
 
Instrumentação para o Ensino de Biologia I
Instrumentação para o Ensino de Biologia IInstrumentação para o Ensino de Biologia I
Instrumentação para o Ensino de Biologia IMary Carneiro Rezende
 
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796Hildete Monte Verde
 
A evolução das ciências na escola
A evolução das ciências na escolaA evolução das ciências na escola
A evolução das ciências na escolaAlessandro Werneck
 
Workshop de Estrategias - Grupo DILS
Workshop de Estrategias - Grupo DILSWorkshop de Estrategias - Grupo DILS
Workshop de Estrategias - Grupo DILSDaniel Raber
 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...Daniel Raber
 
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...Marisa Correia
 
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciais
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos IniciaisTrabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciais
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciaisluciany-nascimento
 
Ciências naturais no quarto ciclo
Ciências naturais no quarto cicloCiências naturais no quarto ciclo
Ciências naturais no quarto ciclopibidbio
 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE D...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE   D...APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE   D...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE D...Daniel Raber
 
A educação ambiental conceitos e abordagens pelos
A educação ambiental conceitos e abordagens pelosA educação ambiental conceitos e abordagens pelos
A educação ambiental conceitos e abordagens pelosVanessa Marcondes
 
O ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasO ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasRenato De Souza Abelha
 

Mais procurados (20)

I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciências
I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciênciasI uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciências
I uabce abordagen didático pedagógica para o ensino de ciências
 
PCN e Ensino de Ciências
PCN e Ensino de CiênciasPCN e Ensino de Ciências
PCN e Ensino de Ciências
 
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADEAMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE
AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE
 
Tendências atuais para o ensino de ciências
Tendências atuais para o ensino de ciênciasTendências atuais para o ensino de ciências
Tendências atuais para o ensino de ciências
 
Artigo para resenha
Artigo para resenhaArtigo para resenha
Artigo para resenha
 
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações que
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações queA aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações que
A aula de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental ações que
 
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º Ciclo
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º CicloPerspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º Ciclo
Perspectivas de professores sobre o ensino experimental das ciências no 1º Ciclo
 
Metodologia do ensino de ciências biológicas
Metodologia do ensino de ciências biológicasMetodologia do ensino de ciências biológicas
Metodologia do ensino de ciências biológicas
 
Instrumentação para o Ensino de Biologia I
Instrumentação para o Ensino de Biologia IInstrumentação para o Ensino de Biologia I
Instrumentação para o Ensino de Biologia I
 
Alfabetização científica
Alfabetização científicaAlfabetização científica
Alfabetização científica
 
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796
Documents.tips metodologia do-ensino-de-ciencias-biologicas-559c16638e796
 
A evolução das ciências na escola
A evolução das ciências na escolaA evolução das ciências na escola
A evolução das ciências na escola
 
Workshop de Estrategias - Grupo DILS
Workshop de Estrategias - Grupo DILSWorkshop de Estrategias - Grupo DILS
Workshop de Estrategias - Grupo DILS
 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: Uma proposta com potencia...
 
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...
As potencialidades da implementação de atividades práticas de caráter investi...
 
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciais
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos IniciaisTrabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciais
Trabalhando Ciências da Natureza nos Anos Iniciais
 
Ciências naturais no quarto ciclo
Ciências naturais no quarto cicloCiências naturais no quarto ciclo
Ciências naturais no quarto ciclo
 
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE D...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE   D...APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE   D...
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA DE UNIDADE D...
 
A educação ambiental conceitos e abordagens pelos
A educação ambiental conceitos e abordagens pelosA educação ambiental conceitos e abordagens pelos
A educação ambiental conceitos e abordagens pelos
 
O ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasO ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológias
 

Destaque (12)

Mapa conceitual - Renate
Mapa conceitual  -  RenateMapa conceitual  -  Renate
Mapa conceitual - Renate
 
Mapas conceituais
Mapas conceituaisMapas conceituais
Mapas conceituais
 
Plano de curso geografia - 7º ano
Plano de curso   geografia - 7º anoPlano de curso   geografia - 7º ano
Plano de curso geografia - 7º ano
 
Plano de curso de geografia
Plano de curso de geografiaPlano de curso de geografia
Plano de curso de geografia
 
Osvaldo 7ª ano geografia vespertino
Osvaldo 7ª ano geografia vespertinoOsvaldo 7ª ano geografia vespertino
Osvaldo 7ª ano geografia vespertino
 
Mapa conceitual
Mapa conceitualMapa conceitual
Mapa conceitual
 
Documentos cartográficos conceitos e representações
Documentos  cartográficos   conceitos e representaçõesDocumentos  cartográficos   conceitos e representações
Documentos cartográficos conceitos e representações
 
Mapas conceituais
Mapas conceituaisMapas conceituais
Mapas conceituais
 
Mapas Conceituais Exemplos
Mapas Conceituais   ExemplosMapas Conceituais   Exemplos
Mapas Conceituais Exemplos
 
Plano de ensino 8º ano geografia
Plano de ensino 8º ano geografiaPlano de ensino 8º ano geografia
Plano de ensino 8º ano geografia
 
Cartografia 1° Ano
Cartografia 1° AnoCartografia 1° Ano
Cartografia 1° Ano
 
Plano de ensino de geografia 2014
Plano de ensino de geografia 2014Plano de ensino de geografia 2014
Plano de ensino de geografia 2014
 

Semelhante a Mapa conceitual com alunos do 5º ano do.apresentação.capuerj.simpósio

METODOLOGIAS ATIVAS DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdf
METODOLOGIAS ATIVAS  DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdfMETODOLOGIAS ATIVAS  DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdf
METODOLOGIAS ATIVAS DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdfJulianoRibasignez1
 
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...ProfessorPrincipiante
 
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018zetinha
 
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...Seminário Latino-Americano SLIEC
 
Resumo expandido 2 thiago
Resumo expandido 2 thiagoResumo expandido 2 thiago
Resumo expandido 2 thiagoThiago Araújo
 
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...ProfessorPrincipiante
 
Percepção e educação ambiental
Percepção e educação ambientalPercepção e educação ambiental
Percepção e educação ambientalMarilda2011
 
Matematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteMatematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteNívia Sales
 
Matematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteMatematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteNívia Sales
 
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...Alexandre da Rosa
 
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil Geisa Andrade
 
Modalidade didática
Modalidade didáticaModalidade didática
Modalidade didáticapibidbio
 
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de Moares
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de MoaresSantana do Livramento - Marizane Medianeira de Moares
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de MoaresCursoTICs
 
Relatório da ação daniela
Relatório da ação danielaRelatório da ação daniela
Relatório da ação danielaDaniela Menezes
 
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem química
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem químicaA construção social do conhecimento no ensino aprendizagem química
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem químicaGiseli Capaci
 
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Dat
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.DatO Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Dat
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Datjanloterio
 

Semelhante a Mapa conceitual com alunos do 5º ano do.apresentação.capuerj.simpósio (20)

Didaticgeoaula6
Didaticgeoaula6Didaticgeoaula6
Didaticgeoaula6
 
Reis et
Reis etReis et
Reis et
 
METODOLOGIAS ATIVAS DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdf
METODOLOGIAS ATIVAS  DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdfMETODOLOGIAS ATIVAS  DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdf
METODOLOGIAS ATIVAS DO QUE ESTAMOS FALANDO.pdf
 
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
 
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018
Sequencia didatica edu_ambiental_ctsa_doloresalbino_2018
 
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...
O dilema da Interdisciplinaridade : Algumas questões para quem forma professo...
 
Resumo expandido 2 thiago
Resumo expandido 2 thiagoResumo expandido 2 thiago
Resumo expandido 2 thiago
 
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO PROPOSTA INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...
 
Percepção e educação ambiental
Percepção e educação ambientalPercepção e educação ambiental
Percepção e educação ambiental
 
Apostila projeto político pedagógico fak
Apostila projeto político pedagógico   fakApostila projeto político pedagógico   fak
Apostila projeto político pedagógico fak
 
Matematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteMatematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambiente
 
Matematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambienteMatematica e o meio ambiente
Matematica e o meio ambiente
 
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
 
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil
Pesquisa qualitativa no contexto da Educação no Brasil
 
Modalidade didática
Modalidade didáticaModalidade didática
Modalidade didática
 
Mini curso
Mini cursoMini curso
Mini curso
 
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de Moares
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de MoaresSantana do Livramento - Marizane Medianeira de Moares
Santana do Livramento - Marizane Medianeira de Moares
 
Relatório da ação daniela
Relatório da ação danielaRelatório da ação daniela
Relatório da ação daniela
 
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem química
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem químicaA construção social do conhecimento no ensino aprendizagem química
A construção social do conhecimento no ensino aprendizagem química
 
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Dat
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.DatO Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Dat
O Livro Didatico De Ciencias No Ensino Fundamental.Dat
 

Último

UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 anoandrealeitetorres
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdfJorge Andrade
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 

Último (20)

UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 
Em tempo de Quaresma .
Em tempo de Quaresma                            .Em tempo de Quaresma                            .
Em tempo de Quaresma .
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 

Mapa conceitual com alunos do 5º ano do.apresentação.capuerj.simpósio

  • 1. Mapa Conceitual com alunos do 5º Ano do Ensino Fundamental: A Educação Ambiental em questão Carla Vater de Almeida¹, Luciana Ribeiro Leda² 1. Aluna do Programa de Educação, Gestão e Difusão em Biociências, Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, Brasil. 2. Professora da Universidade UNIGRANRIO.
  • 2. Educação Ambiental O termo “Educação Ambiental” foi usado pela primeira vez em março de 1965, na Conferência de Educação, realizada na Universidade de Keele, na Inglaterra (CADEI & SANTIAGO, 2009). Já em 1980, a expressão “Educação Ambiental”, era defendida no mundo (GUIMARÃES, 2000). A partir disso, essa nova área de conhecimento mostra-se interdisciplinar (LEFF, 2001), pois questiona a segmentação entre os diferentes campos de conhecimento produzida por uma abordagem que não leva em conta a inter-relação e a influência entre eles - questiona a visão compartimentada (disciplinar) da realidade sobre a qual a escola, tal como é conhecida, historicamente se constitui (LEFF, 2001). Refere-se, portanto, a uma relação entre disciplinas, processo no qual é interdisciplinar não apenas ensinando e aprendendo: vivendo, exercendo (BRASIL,1997).
  • 3.  A Educação Ambiental é uma “metodologia de ação” (GONÇALVES, 1984), que modifica o aluno da posição de mero expectador da realidade, a fim de colocá-lo a participar no seu contexto, permitindo ao aluno desenvolver um pensamento com reflexão, criatividade e criticidade.  A contribuição de Paulo Freire perante a educação de forma “crítica e transformadora” (PAULO FREIRE, 1981), também é uma concepção a ser levada em conta na Educação Ambiental.  A Educação Ambiental, faz-se necessária tanto na teoria como na prática (“teoria e praxis”) (PAULO FREIRE, 1981). Além disso, expressões cotidianas como, ser “politicamente correto”, ter “atitudes verdes”, não resumem a dimensão, a profundidade, o significado de uma Educação Ambiental. Muito pelo contrário, podem ser armadilhas de falsa mudança de paradigma GUIMARÃES, 2000), ou atitudes disfarçadas, tendenciosas da manutenção do “status quo” (FREIRE, 1981).
  • 4.  Aliado a isso, nos postulados de Paulo Freire sempre estiveram presentes no tema gerador/palavras geradoras: a perspectiva dialética, a construção da escola cidadã, e o “paradigma da planetariedade” (FREIRE, 1981).  Mapas Conceituais O mapa conceitual ou mapa de conceitos é uma ferramenta construtivista-interacionista social utilizada como dinâmica de aprendizagem (MOREIRA, 2010), baseada nos ensinamentos de David Ausubel e Joseph Novak (MOREIRA, 1998) e que, por ser flexível, é passível de ser utilizada para diferentes finalidades, tais como: “instrumento de análise do currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, meio de avaliação” (MOREIRA & BUCHWEITZ, 1993 apud MOREIRA, 1998).
  • 5.  A propósito, a teoria cognitiva de aprendizagem de David Ausubel é o fator primordial que sustenta o “mapeamento conceitual” (MOREIRA, 2010). Essa ferramenta de aprendizagem foi desenvolvida na década de setenta por Joseph Novak e seus colaboradores na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos (MOREIRA, 2010).  Os mapas conceituais não são apenas meios de classificar os conceitos que serão explorados em sala de aula, mas sim ferramentas de relação e hierarquização destes conceitos que envolvem a construção do raciocínio, (MOREIRA, 2010).  A estratégia de mapas conceituais facilita a apropriação da aprendizagem significativa (AUSUBEL, NOVAK & HANESIAN,1980; AUSUBEL, NOVAK, & HANESIAN, 1989), que de certa forma, depende do conhecimento prévio do aluno (MOREIRA, 2010).
  • 6.  A aprendizagem é dita significativa quando uma nova informação (conceito, idéia, proposição) adquire significados para o educando, através de “ancoras” em aspectos da sua estrutura cognitiva prévia (MOREIRA, 2010).  a dinâmica com mapa conceitual, permite ao professor/a ser o mediador desta tarefa e tem como finalidade mostrar que a aprendizagem é significativa, que a estrutura cognitiva está constantemente se reorganizando por diferenciação progressiva e reconciliação integrativa (MOREIRA, 2010).  O mapa conceitual deve ser tratado sempre com algo em construção, sendo que não existem mapas corretos ou acabados, como “o mapa certo”, que o aluno/a deverá decorar (MOREIRA, 2010).
  • 7. A Pesquisa  A proposta de pesquisa explorando a ferramenta didática com mapa conceitual consiste na reflexão sobre a mudança conceitual por parte dos alunos em relação aos temas Cidadania, Meio Ambiente e Educação Ambiental realizada com professores e alunos do 5º ano da rede pública de ensino do município de Niterói, no Rio de Janeiro.  O objetivo geral da pesquisa foi diagnosticar se há mudança conceitual por parte dos alunos em relação aos temas cidadania, meio ambiente e educação Ambiental Metodologia  A área de estudo da pesquisa foi a Escola Municipal Vila Costa Monteiro, situada no bairro Ititioca, município de Niterói, no Rio de Janeiro. Esse logradouro que pertence ao distrito de Pendotiba possui em suas proximidades o morro do Bumba. A escola tem aproximadamente 512 alunos nos dois turnos (manhã e tarde).
  • 8.
  • 9.  Etapa 1: Pensamento e prática dos professores (as)  Nesta etapa, foi desenvolvida a pesquisa a fim de indagar como seriam as práticas dos professores em sala de aula, nas atividades extra-classe a cerca da Educação Ambiental, das diversas áreas do conhecimento, atuando no ensino fundamental. - a análise dos questionários das perguntas fechadas (quantitativas) de acordo com os conceitos de Minayo (MINAYO, 2011; SELLTIZ, 1987).  As perguntas abertas (qualitativas), por sua vez, foram elencadas as teóricas (BARDIN, 2010) e (MINAYO, 2011).
  • 10. Etapa 2: Diagnóstico com os alunos a fim de identificar o conhecimento prévio dos mesmos  Nesse momento também, foi desenvolvida a pesquisa-ação dentro de uma perspectiva de investigação científica (THIOLLENT, 2005), aproveitando-se da diagnose, da construção colaborativa do conhecimento nos alunos, fazendo progredir a consciência dos participantes no que diz respeito à existência de soluções e obstáculos (THIOLLENT, 2005). Etapa 3: Realização de uma palestra/aula e atividades abordando o tema Educação Ambiental: 1. a confecção da sementeira; 2. experimento e extração da clorofila; 3. dramatização sobre o problemática do lixo; 4. a Feira de Ciências contemplando a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 5. a Feira Literária, envolvendo a produção textual dos alunos, dinamizando o conhecimento adquirido com o experimento e construção das sementeiras; 6. a visita guiada ao MAI (Museu Arqueológico de Itaipu).
  • 11. Gráfico das cinco categorias sobre Educação Ambiental (E. A.) presentes no questionário x três docentes do 5º Ano. Mapa conceitual prévio individual 3 2 1 0 Prática e conteúdos de E.A. Trabalho com conceitos de E.A Atividades relacionadas a E.A. Atividades significativas de E.A Importância da E.A. de maneira interdisciplinar Docentes
  • 12. Mapas conceituais: ligações, hierarquias e pontuações. 3 2 1 0 Prática e conteúdos de E.A. Trabalho com conceitos de E.A Atividades relacionadas a E.A. Atividades significativas de E.A Importância da E.A. de maneira interdisciplinar Docentes Critérios e Classificação dos Mapas de Conceitos Pontuação do Mapa de Conceito Número de ligações/proposições entre conceitos 01 ponto Número de níveis hierárquicos 05 pontos Número de conexões cruzadas 10 pontos Número de exemplos citados 01 ponto Número de conceitos representados 01 ponto Figura 2: Tabela demonstrativa dos critérios, classificações e pontuações dos mapas conceituais usados na pesquisa.
  • 13. Classificação e pontuação dos mapas conceituais desenvolvidos no decorrer da pesquisa, com as turmas de 5º Ano (GR5A, GR5, GR5C)
  • 14. Elaboração do mapa conceitual colaborativo final
  • 15. Demonstração da pontuação final nos mapas conceituais desenvolvidos no 5º Ano (turmas GR5A, GR5B, GR5C).  Em resposta a hipótese inicial dessa pesquisa, que foi diagnosticar se há mudança conceitual por parte dos alunos em relação aos temas cidadania, meio ambiente e Educação Ambiental, constatou-se com base nos resultados adquiridos, que as turmas pesquisadas assimilaram e adquiriram conceitos novos por intermédio da recepção, compreensão de palavras mais criteriosas, elaboradas e a relação com essas ideias, estabelecendo uma nova estrutura cognitiva (MOREIRA & MASINI, 2001).
  • 16. Sequências didáticas desenvolvidas no decorrer da pesquisa, integrando o espaço escolar e contemplando a aprendizagem significativa: Palestra sobre o Meio Ambiente Painel: uso do Tangram
  • 18. Dramatização da história: A Revolta do Lixão (turmas GR5A, GR5B, GR5C) e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia/ Feira de Ciências (turma GR5B)
  • 19. Produção textual sobre a sementeira (turma GR5B)
  • 20. Visitação ao MAI (Museu Arqueológico de Itaipu, Niterói/RJ)