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ALESSANDRO ALVES
A Evolução das Ciências na Escola
É importante rever a história da evolução das
ciências, pelo fato que é necessário saber
como se deram as propostas de mudança
referentes à elas. Pois, é analisando algumas
transformações do currículo escolar que
ocorreram há algumas décadas atrás, que
descobriremos o porque de o currículo escolar
estar da maneira que é hoje. Dessa forma,
descobriremos que possíveis erros cometidos
nesse passado remoto já não são mais
encontrados nos dias atuais, pois as propostas
pedagógicas no campo das ciências vieram se
readaptando ao passar das décadas.
Período 1950-1960
• O que foi passado na transição da década
de cinquenta para a de sessenta reflete-se
no meio científico até hoje.
• Foi a época que os países começaram
uma transição, começaram a dar um freio
nos investimentos das indústria bélicas,
por terem saído de uma grande guerra, e
começaram a investir mais nos campos
educacionais.
• No Brasil, o campo educacional ainda vivia as
propostas de transformação do Manifesto dos
Pioneiros da Educação nova do ano de
(1939). Formavam-se pessoas nos cursos
ginasiais, que tinha como fim a formação de
futuros universitários.
• O ensino era verbalista. Usava-se somente
livros-texto e a palavra do professor, cuja a
principal função era a transmissão de
informações que deveriam ser memorizadas
e repetidas.
• A Europa começou a mudar incorporando novos
métodos realizados a partir do fim da segunda
guerra. Ao observar o currículo escolar, os
europeus descobriram que era preciso
incorporar o método prático no currículo escolar
e substituir o método repetitivo.
• Esse método progressista chegou também ao
Brasil no fim da era Getúlio Vargas. O método
expositivo deu lugar ao método ativo, onde nele
havia a preponderância nos laboratórios. As
aulas práticas começaram a propiciar atividades
que motivavam e auxiliavam os alunos na
• No Brasil, a primeira metade da década de
80 foi caracterizada por uma profunda
crise econômica e o início da
transformação politica de um regime
totalitário para um regime participativo
pluripartidário.
Assim, a construção de uma sociedade
democrática, bem como a necessidade de
recuperação econômica, e pelo polo das
preocupações de todas as atividades
educacionais.
• Proposta paradoxais: pois ao mesmo tempo
em que se defende um retorno ao ensino
tradicional, há a preocupação com um ensino
mais abrangente, mais participativo entre alunos,
professores e sociedade.
• Ensino tradicionalista, voltado apenas para a
informação, sem qualquer vínculo com as
concepções modernas de educação.
• Ensino construtivista, que na educação poderá
ser a forma teórica ampla que reúna as várias
tendências atuais do pensamento educacional.
• PCNs: Durante a década de 80, no
entanto, pesquisas sobre o ensino de
Ciências Naturais revelaram o que
muitos professores já tinham
percebido, que a experimentação
sem uma atitude investigativa mais
ampla, não garante a aprendizagem
dos conhecimentos científicos.
• CTS (Ciências, Tecnologia e Sociedade) ,
que já se esboçara anteriormente e que é
importante até os dias de hoje, é uma
resposta àquela problemática.
• No âmbito da pedagogia geral, as
discussões sobre as relações entre
educação e sociedade se associaram a
tendências progressistas, que no Brasil se
organizaram em correntes importantes que
influenciaram o ensino de Ciências
Naturais, em paralelo à CTS.

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Evolução Ciências Escola

  • 2. A Evolução das Ciências na Escola É importante rever a história da evolução das ciências, pelo fato que é necessário saber como se deram as propostas de mudança referentes à elas. Pois, é analisando algumas transformações do currículo escolar que ocorreram há algumas décadas atrás, que descobriremos o porque de o currículo escolar estar da maneira que é hoje. Dessa forma, descobriremos que possíveis erros cometidos nesse passado remoto já não são mais encontrados nos dias atuais, pois as propostas pedagógicas no campo das ciências vieram se readaptando ao passar das décadas.
  • 3. Período 1950-1960 • O que foi passado na transição da década de cinquenta para a de sessenta reflete-se no meio científico até hoje. • Foi a época que os países começaram uma transição, começaram a dar um freio nos investimentos das indústria bélicas, por terem saído de uma grande guerra, e começaram a investir mais nos campos educacionais.
  • 4. • No Brasil, o campo educacional ainda vivia as propostas de transformação do Manifesto dos Pioneiros da Educação nova do ano de (1939). Formavam-se pessoas nos cursos ginasiais, que tinha como fim a formação de futuros universitários. • O ensino era verbalista. Usava-se somente livros-texto e a palavra do professor, cuja a principal função era a transmissão de informações que deveriam ser memorizadas e repetidas.
  • 5. • A Europa começou a mudar incorporando novos métodos realizados a partir do fim da segunda guerra. Ao observar o currículo escolar, os europeus descobriram que era preciso incorporar o método prático no currículo escolar e substituir o método repetitivo. • Esse método progressista chegou também ao Brasil no fim da era Getúlio Vargas. O método expositivo deu lugar ao método ativo, onde nele havia a preponderância nos laboratórios. As aulas práticas começaram a propiciar atividades que motivavam e auxiliavam os alunos na
  • 6. • No Brasil, a primeira metade da década de 80 foi caracterizada por uma profunda crise econômica e o início da transformação politica de um regime totalitário para um regime participativo pluripartidário. Assim, a construção de uma sociedade democrática, bem como a necessidade de recuperação econômica, e pelo polo das preocupações de todas as atividades educacionais.
  • 7. • Proposta paradoxais: pois ao mesmo tempo em que se defende um retorno ao ensino tradicional, há a preocupação com um ensino mais abrangente, mais participativo entre alunos, professores e sociedade. • Ensino tradicionalista, voltado apenas para a informação, sem qualquer vínculo com as concepções modernas de educação. • Ensino construtivista, que na educação poderá ser a forma teórica ampla que reúna as várias tendências atuais do pensamento educacional.
  • 8. • PCNs: Durante a década de 80, no entanto, pesquisas sobre o ensino de Ciências Naturais revelaram o que muitos professores já tinham percebido, que a experimentação sem uma atitude investigativa mais ampla, não garante a aprendizagem dos conhecimentos científicos.
  • 9. • CTS (Ciências, Tecnologia e Sociedade) , que já se esboçara anteriormente e que é importante até os dias de hoje, é uma resposta àquela problemática. • No âmbito da pedagogia geral, as discussões sobre as relações entre educação e sociedade se associaram a tendências progressistas, que no Brasil se organizaram em correntes importantes que influenciaram o ensino de Ciências Naturais, em paralelo à CTS.