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AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE:
AS POSSIBILIDADES DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES NO ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO
Ms. Daniel de Almeida Raber
Mestranda Ivele Anicet Hertz
Dra. Ana Maria Coulon Grisa
Esp. Patrícia Luzia Frois
São Francisco de Paula, abril de 2017
• Grande desafio: diferentes estratégias
• Objetivo: atingir competências previstas em documentos legais na área
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INTRODUÇÃO
[...] despertar o desenvolvimento de um projeto baseado em conceitos de
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• Escola Estadual de Ensino Médio Boaventura Ramos Pacheco, Gramado/RS
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METODOLOGIA
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METODOLOGIA
Para pequenas mudanças é preciso que um processo de ruptura com a
cultura primeira aconteça para que a cultura elaborada – relacionada ao
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• Trabalho didático-pedagógico – tarefa da educação escolar
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(DELIZOICOV, ANGOTTI e PERNAMBUCO, 2002)
RESULTADOS
E
DISCUSSÃO
RESULTADOS
E
DISCUSSÃO
• Pesquisa com 230 estudantes
• Identificando suas práticas em relação aos resíduos
• E ações que contribuam para uma mudança de atitude no ambiente escolar
• Diálogo foi realizado com anotações de sugestões de atividades
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a respeito das questões ambientais e a aquisição de um conhecimento que permita discutir os
problemas do seu tempo (FREIRE, 2002).
RESULTADOS
E
DISCUSSÃO
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RESULTADOS
E
DISCUSSÃO
A quantidade de [...] eletrônicos [...] idealizados para facilitar a vida, são descartados na
medida em que ficam tecnologicamente ultrapassados em um ciclo de vida cada vez mais
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(adaptado de RODRIGUES, 2003).
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RESULTADOS E DISCUSSÃO
Campanha ambiental
Campanha ambiental
CONCLUSÕES
•Resultados são dados parciais
•Participação da comunidade.
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•Avanços tecnológicos – demanda de eletroeletrônicos novos – descarte incorreto.
•Necessidade de mudanças de atitudes.
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CONCLUSÕES
• Consciência preservação qualidade de vida
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• Objetivo da educação: cidadão voltado à sustentabilidade e proposição de
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CONCLUSÕES
• ALVES, J. E. H. et al. Noções Básicas de Educação Ambiental: uma proposta de formação continuada. Goiânia: Grafset. 2004.
• ARROIO, A. et al. O ensino de química quântica e o computador na perspectiva de projetos. Química Nova, São Paulo, v. 28, p. 360-363, 2005.
• BARAB, S. A.; LUEHMANN, A. L. Building sustainable science curriculum: acknowledging and accommodating local adaptation. Science Education, vol. 87,
n. 4, p. 454-467, jul 2003.
• BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília, DF: MEC/SEB/DICEI, 542 p., 2013.
• CARVALHO, A. M. P; PÉREZ, D. G. O saber e o saber fazer dos professores. In: Castro, A. D. e Carvalho, A. M. P. (Org.) Ensinar a Ensinar: Didática para
a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p. 107-124. 2001.
• DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
• DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 8. ed. São Paulo: Gaia, 2013.
• FEJES, M. E. et. al. Implementación de proyectos de investigación en ciencias vía telemática. Novedades Educativas: ideas y recursos, Buenos Aires, v. 16, n.
163, p. 04-09, 2004.
• FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire, 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1980.
• FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 22. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
• GOLICK, D. A. et. al. Bumble Boosters: Students doing real science. Journal of Science Education and Technology, vol. 12, n. 2, p. 149-152, jun 2003.
• INOVA ENGENHARIA. Propostas para a modernização da educação em engenharia no Brasil. Brasília: IEL.NC/SENAI.DN, 2006.
• LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos e Projetos de Trabalho. Presença Pedagógica, v. 73, p. 62-69, 2007.
• MENEZES, H. C.; FARIA, A. G. Utilizando o monitoramento ambiental para o ensino de Química. Pedagogia de projeto. Química Nova, v. 26, p. 287, 2003.
• NOVAES, W. Agenda 21 Brasileira: bases para a discussão. Brasília: MMMA/PNDUD, 2000.
• OMER, A. M. Energy, environment and sustainable development. Renewable and sustainable energy reviews, v. 12, n. 9, p. 2265-2300, 2008.
• RODRIGUES, A. C. Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos: Alternativas de Política e Gestão. Biblioteca da Escola de Sociologia e Política de
SP. 2003.
• SCARDAMALIA, M.; BEREITER, C. Schools as knowledge building organizations. In: D. Keating & C. Herztman (Eds). Today’s children, tomorrow’s
society: The developmental health and wealth of nations. New York: Guilford. p. 274-289, 1999.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Apresentação disponível em: http://pt.slideshare.net/danielraber/...
Daniel A. Raber danielraber@gmail.com
Ivele A. Hertz ivele-anicet@hotmail.com
Ana Maria C. Grisa amcgrisa@globo.com
Patrícia L. Frois patifrois@gmail.com
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Ambiente escolar e sustentabilidade

  • 1. AMBIENTE ESCOLAR E SUSTENTABILIDADE: AS POSSIBILIDADES DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES NO ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO Ms. Daniel de Almeida Raber Mestranda Ivele Anicet Hertz Dra. Ana Maria Coulon Grisa Esp. Patrícia Luzia Frois São Francisco de Paula, abril de 2017
  • 2. • Grande desafio: diferentes estratégias • Objetivo: atingir competências previstas em documentos legais na área de sustentabilidade • Habilidades de forma ética, científica e cidadã em um contexto social, econômico, tecnológico e sustentável • Ações de parcerias  universidades + escolas • Busca de novas metodologias • Motivação de professores • Despertar no aluno o interesse pelas ciências exatas e a tecnologia (INOVA, 2006) INTRODUÇÃO
  • 3. • Necessidade de contextualização para compreensão maior de conceitos científicos. • Desenvolver habilidades e competências para tomada de decisões conscientes. (Diretrizes Curriculares Nacionais. BRASIL, 2013) • Tema transversal interdisciplinar de interesse: meio ambiente. • Inúmeras informações por diferentes meios de comunicação. Situações voltadas à autonomia Ativo de sua aprendizagem Caminho para melhorias no processo ensino-aprendizagem (MENEZES e FARIA, 2003; ARROIO et al., 2005) INTRODUÇÃO
  • 4. INTRODUÇÃO [...] despertar o desenvolvimento de um projeto baseado em conceitos de sustentabilidade, com objetivo de melhoria da qualidade de vida representa um desafio, uma vez que o termo sustentabilidade integra aspectos econômicos, sociais e ambientais, considerando também que o desenvolvimento de uma geração deve satisfazer às necessidades desta e das gerações futuras (OMER, 2008) • Metodologia de projetos possibilita atividades interdisciplinares • Desenvolvimento da responsabilidade, autonomia, reflexão, cooperação e comprometimento • Indicação de propostas que visem à sustentabilidade
  • 5. • Discussões de novas abordagens no ensino de Ciências • Cultura que engaje na linguagem da investigação científica. • Interesse pelas Ciências  meta para melhoria da qualidade de vida da sociedade (CARVALHO e GIL-PÉREZ, 2001; BARAB e LUEHMANN, 2003; GOLICK et. al., 2003) EDUCAÇÃO Promoção de aprendizado Transformação de ações Economia de recursos Hábitos mais saudáveis Outro modelo de desenvolvimento REFERENCIAL TEÓRICO Educação Além das informações Desenvolver habilidade e procedimentos DESAFIO (ALVES et al., 2004)
  • 6. REFERENCIAL TEÓRICO Educação ambiental Promoção da educação ambiental Fundamental importância Implementação de aprendizados Práticas visando sustentabilidade Atuação sobre o meio Sustentabilidade Ideias de conservação, manutenção, sobrevivência Noção de continuidade com entendimento da sociedade Aspectos ambientais, sociais, políticos, econômicos Incluindo aspectos demográficos, cultural e espacial (NOVAES, 2000)
  • 7. Projetos na área ambiental • Contribuir para a formação de cidadãos conscientes • Aptos a decidir e atuar na realidade socioambiental • Modo comprometido com a vida, com o bem-estar local e global • Buscando sempre uma melhor compreensão de seu ambiente • Soluções sustentáveis na melhoria de vida de todos (DIAS, 2013) • Conjuntos de atividades que trabalham com conhecimentos específicos • Problema para resolver • Saber coletivo • Ferramenta para a mudança social • Reflexão sobre a realidade social • Elaboração de propostas de intervenção que visem uma transformação social. • Construção de conhecimento integrado às práticas (FREIRE, 1980; LEITE, 2007) REFERENCIAL TEÓRICO Metodologia de projetos
  • 8. • Escola Estadual de Ensino Médio Boaventura Ramos Pacheco, Gramado/RS • 1ª série do Ensino Médio Politécnico • Entre 15 e 16 anos de idade • Biologia, Matemática e Seminário Integrado METODOLOGIA O contexto • Escola: • Espaço ideal para envolver e desenvolver reflexão e tomada de decisões • Consciência sustentável • Metodologia participativa • Atuação efetiva de todos • Valorizando seus conhecimentos na identificação e busca de soluções
  • 9. • Perfil: – Características – Percepções do ambiente – Pretensões futuras, trabalho atual e/ou futuro, continuidade dos estudos e ideias relacionadas ao meio ambiente • Questionário sócio-antropológico-ambiental online • Diálogo a respeito de suas interpretações e opiniões • Sugestões de atividades para possíveis melhorias • Levantamento de dados e coleta de informações • Instalação de um contêiner para coleta de resíduos eletrônicos na escola • Observação do ambiente: hábitos sustentáveis, descarte de resíduos – Fotografias, anotações e avaliação • Confecção de cartazes e divulgação de seus resultados em uma campanha ambiental METODOLOGIA
  • 10. Para pequenas mudanças é preciso que um processo de ruptura com a cultura primeira aconteça para que a cultura elaborada – relacionada ao conhecimento científico, seja apropriada pelo estudante. • Trabalho didático-pedagógico – tarefa da educação escolar • Necessidade de rupturas (DELIZOICOV, ANGOTTI e PERNAMBUCO, 2002) RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 11. RESULTADOS E DISCUSSÃO • Pesquisa com 230 estudantes • Identificando suas práticas em relação aos resíduos • E ações que contribuam para uma mudança de atitude no ambiente escolar
  • 12. • Diálogo foi realizado com anotações de sugestões de atividades • Possíveis melhorias • Sugestão de ações como a intensificação: • Intensificação na coleta seletiva dos resíduos sólidos da escola • Instalação de um ponto para coleta de resíduos eletrônicos • Campanhas educativas • Outras ações: projetos Uma prática educativa eficaz e efetiva está voltada a manifestação dinâmica e crítica dos educandos a respeito das questões ambientais e a aquisição de um conhecimento que permita discutir os problemas do seu tempo (FREIRE, 2002). RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 13. • Levantamento de dados sobre sustentabilidade e meio ambiente • Seleção de fontes e coleta de informações • Produções escritas: conceitos de sustentabilidade, meio ambiente e educação ambiental • Artigos científicos • Constituição Federal Brasileira • Política Nacional dos Resíduos Sólidos RESULTADOS E DISCUSSÃO A quantidade de [...] eletrônicos [...] idealizados para facilitar a vida, são descartados na medida em que ficam tecnologicamente ultrapassados em um ciclo de vida cada vez mais curtos ou devido à inviabilidade econômica de conserto, em comparação com novos (adaptado de RODRIGUES, 2003).
  • 14. • 240kg de eletrônicos: – computadores, baterias, monitores e aparelhos celulares • Destino: Usina de Triagem de Gramado • Usinas de reciclagem de eletrônicos RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 17. CONCLUSÕES •Resultados são dados parciais •Participação da comunidade. •Projeto: desafio – aspectos econômicos, sociais e ambientais. •Avanços tecnológicos – demanda de eletroeletrônicos novos – descarte incorreto. •Necessidade de mudanças de atitudes.
  • 18. • Trabalho em equipe se contrapõe à ação fragmentária • Conhecimento não é dividido em partes • Resultados + significativos • Integração entre as diferentes áreas • Incentivo à pesquisa • Construção de aprender com significado • Aplicação dos conhecimentos • Desenvolvimento de habilidades e competências indispensáveis para o futuro cidadão • Realidade é interdisciplinar e que os diversos fenômenos que vivenciamos diariamente interagem entre si • Novas mudanças frente aos desafios do mundo contemporâneo • Tornar-se agente de transformações. CONCLUSÕES
  • 19. • Consciência preservação qualidade de vida • Motivação e participação • A metodologia, ligação com temas da realidade, aprendizagem com significado • Objetivo da educação: cidadão voltado à sustentabilidade e proposição de possíveis soluções para minimizar os impactos ao meio ambiente. Educar para o desenvolvimento sustentável é contribuir para que os estudantes sejam aptos a determinar o que é melhor para conservar sua tradição cultural, econômica e natural, a nutrir seus valores e estratégias e ao mesmo tempo contribuir para a realização de metas nacionais e mundiais, partindo de ações que estão ao seu alcance (DELIZOICOV et al., 2002). CONCLUSÕES
  • 20. • ALVES, J. E. H. et al. Noções Básicas de Educação Ambiental: uma proposta de formação continuada. Goiânia: Grafset. 2004. • ARROIO, A. et al. O ensino de química quântica e o computador na perspectiva de projetos. Química Nova, São Paulo, v. 28, p. 360-363, 2005. • BARAB, S. A.; LUEHMANN, A. L. Building sustainable science curriculum: acknowledging and accommodating local adaptation. Science Education, vol. 87, n. 4, p. 454-467, jul 2003. • BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília, DF: MEC/SEB/DICEI, 542 p., 2013. • CARVALHO, A. M. P; PÉREZ, D. G. O saber e o saber fazer dos professores. In: Castro, A. D. e Carvalho, A. M. P. (Org.) Ensinar a Ensinar: Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p. 107-124. 2001. • DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. • DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 8. ed. São Paulo: Gaia, 2013. • FEJES, M. E. et. al. Implementación de proyectos de investigación en ciencias vía telemática. Novedades Educativas: ideas y recursos, Buenos Aires, v. 16, n. 163, p. 04-09, 2004. • FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire, 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1980. • FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 22. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002. • GOLICK, D. A. et. al. Bumble Boosters: Students doing real science. Journal of Science Education and Technology, vol. 12, n. 2, p. 149-152, jun 2003. • INOVA ENGENHARIA. Propostas para a modernização da educação em engenharia no Brasil. Brasília: IEL.NC/SENAI.DN, 2006. • LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos e Projetos de Trabalho. Presença Pedagógica, v. 73, p. 62-69, 2007. • MENEZES, H. C.; FARIA, A. G. Utilizando o monitoramento ambiental para o ensino de Química. Pedagogia de projeto. Química Nova, v. 26, p. 287, 2003. • NOVAES, W. Agenda 21 Brasileira: bases para a discussão. Brasília: MMMA/PNDUD, 2000. • OMER, A. M. Energy, environment and sustainable development. Renewable and sustainable energy reviews, v. 12, n. 9, p. 2265-2300, 2008. • RODRIGUES, A. C. Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos: Alternativas de Política e Gestão. Biblioteca da Escola de Sociologia e Política de SP. 2003. • SCARDAMALIA, M.; BEREITER, C. Schools as knowledge building organizations. In: D. Keating & C. Herztman (Eds). Today’s children, tomorrow’s society: The developmental health and wealth of nations. New York: Guilford. p. 274-289, 1999. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • 21. Apresentação disponível em: http://pt.slideshare.net/danielraber/... Daniel A. Raber danielraber@gmail.com Ivele A. Hertz ivele-anicet@hotmail.com Ana Maria C. Grisa amcgrisa@globo.com Patrícia L. Frois patifrois@gmail.com AGRADECIMENTOS