A democratização da educação em tempos de parcerias entre o público e o privado – Vera Peroni<br />Apresentação realizada ...
Professora do Departamento de Estudos Especializados e do Programa de Pós-Graduação em Educação da FACED/UFRGS.<br /> Lice...
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 Teve como foco:
 O que levou a três linhas de discussão, que se seguem:</li></li></ul><li><ul><li> Realiza um contextualização sobre priva...
 Além disso, contextualiza sobre:</li></li></ul><li><ul><li> Segundo Peroni (2010), o Estado não é mais o coordenador porq...
 Entendemos que o poder público tem esse dever, mas para o neoliberalismo e a terceira via, o Estado não deve ser mais o e...
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Peroni - A democratização da educação

  1. 1. A democratização da educação em tempos de parcerias entre o público e o privado – Vera Peroni<br />Apresentação realizada na disciplina Estudos em Gestão Educacional, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Gomes Lima<br />Dourados-MS<br />2011<br />
  2. 2. Professora do Departamento de Estudos Especializados e do Programa de Pós-Graduação em Educação da FACED/UFRGS.<br /> Licenciada em Pedagogia pela FISC (atual UNISC), Mestre em Educação pela UFMS e Doutora em Educação pela PUC/SP.<br /> Área de atuação: Estudos e Políticas Públicas de Educação<br />Sobre a autora <br />PERONI, Vera Maria Vidal<br />
  3. 3. <ul><li> A autora elencou como objetivo:
  4. 4. Teve como foco:
  5. 5. O que levou a três linhas de discussão, que se seguem:</li></li></ul><li><ul><li> Realiza um contextualização sobre privatização, publicização e terceira via (terceirização) – estratégias de reforma do Estado (Bresser Ferreira – ministro no governo FHC - 1995).</li></li></ul><li><ul><li> Aborda sobre alguns termos, sendo eles:</li></li></ul><li><ul><li> Ela contextualiza que a privatização como sendo estratégia do neoliberalismo e a terceira via como sendo da publicização.</li></li></ul><li><ul><li> Essa terceira via afirma Peroni (2010) que, precisamos radicalizar a democracia, democratizar a democracia e a participação da sociedade civil.
  6. 6. Além disso, contextualiza sobre:</li></li></ul><li><ul><li> Segundo Peroni (2010), o Estado não é mais o coordenador porque ele é ineficiente, passando o mercado a ser padrão de qualidade (p. 221). Ela mostra que:</li></li></ul><li><ul><li>O neoliberalismo propõe o Estado Mínimo, privatiza e passa tudo pelo mercado; a terceira via propõe reformar o Estado, argumentando que é ele ineficiente, pois sua reforma terá como parâmetro de qualidade o mercado, através da administração gerencial, fortalecendo sua lógica de mercado dentro da administração pública (p. 219).</li></li></ul><li><ul><li> A influência dos organismos multilaterais (BM, BID, FMI) nas políticas educacionais – a crise do Estado, que é ineficiente, o mercado deve compensar suas falhas assumindo no interior do próprio aparelho de Estado de lógica mercantil, via gestão gerencial, e repassando as políticas sociais para o mercado, através da privatização total ou com parcerias (p. 222).</li></li></ul><li><ul><li> De acordo com Peroni (2010), vivemos num período democrático, mas está naturalizada a ideia de que não é mais possível a universalização de direitos sociais e também que o parâmetro de qualidade está no mercado (p. 225).
  7. 7. Entendemos que o poder público tem esse dever, mas para o neoliberalismo e a terceira via, o Estado não deve ser mais o executor, repassando essa tarefa, ou para o setor privado ou para o público, chamado não estatal, que é o terceiro setor. Avançamos na legislação do que no processo de implementação (p. 225).</li></li></ul><li>->Peroni (2010) finaliza seu texto ressaltando que: <br />“Reivindicamos direitos sociais universais, porém a questão é: quem tem o dever de assegurá-lo? Entendemos que o poder público tem esse dever, mas para o neoliberalismo e a Terceira Via, o Estado não deve mais ser o executor, repassando essa tarefa, ou para o setor privado ou para o público, chamado não estatal, que é o terceiro setor. As duas propostas acabam retirando os direitos já conquistados ou em processos de materialização. Portanto, avançamos mais na legislação do que no processo de implementação” (p. 225).<br />

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