A teoria do capital humano surgiu nos EUA na década de 1960 como uma tentativa de explicar o crescimento econômico pós-guerra. Ela entende a educação como investimento capaz de aumentar a produtividade dos trabalhadores e promover o desenvolvimento. A teoria foi difundida na América Latina por organizações internacionais e economistas formados nos EUA, influenciando as políticas educacionais da região. Críticos apontam que ela vê a educação como forma de integrar trabalhadores ao mercado, ignorando antagonismos