Este artigo analisa a política de educação profissional no governo Lula de 2003 a 2005, mostrando seu percurso controvertido entre as propostas do governo, as ações implementadas e as lutas da sociedade. Apesar da revogação do decreto que separava a educação profissional da básica, os programas implementados como Escola de Fábrica e PROEJA mantiveram a fragmentação. A integração curricular prevista na lei não foi priorizada, apesar das declarações do governo.