4. quarta apresentação pescoço rx do trauma

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4. quarta apresentação pescoço rx do trauma

  1. 1. Curso de MedicinaCurso de Medicina Rx do traumaRx do trauma - pescoço- pescoço 2014 Prof Leão HZ (Professor de Morfologia – ULBRA) Juan Zambon (Acadêmico de Medicina – ULBRA) Patrícia Comberlato (Acadêmica de Odontologia – PUCRS) Quino
  2. 2. Ellis, 2007.
  3. 3. A, uma mulher ficou aprisionada no portão de ferro, sofrendo uma asfixia mecânica, confirmada pela lesão do osso hióide e da laringe. B, um jovem alcoolizado caiu entre as árvores e teve a via aérea ou circulatória obstruída. Dolinak, 2005. A B
  4. 4. Legome, 2011.
  5. 5. A 28-year-old male patient sustained a zone II penetrating injury to the larynx, trachea, and pharynx and was transferred to Oregon Health and Science University Hospital after stabilization at a regional hospital in Oregon. The patient was using a concrete saw when it struck a rebar and kicked back into his neck Resulting in a significant zone II injury. Before transport, a tracheostomy was created and the left external carotid artery was ligated. A: Clinical appearance of the patient's anterior neck on arrival at the intensive care unit. A complex fracture of the thyroid cartilage is clearly visible in the Wound bed. B: Computed tomographic (CT) scan of the patient's neck at the level of the thyroid cartilage injury. C: An intraoperative view of the full-thickness pharyngeal injury. A Dobhoff feeding tube is visible within the pharynx.
  6. 6. Dolinak, 2005.Legome, 2011.
  7. 7. Cesar e Leão. Injúrias que não penetram o músculo platisma, são consideradas superficiais.
  8. 8. Cahier D’Anatomie.
  9. 9. Cesar e Leão.
  10. 10. Cesar e Leão.
  11. 11. A, cartilagens triticiformes podem ser palpadas no ligamento tirehióideo. B, a cartilagem triticiforme pode ser movida em qualquer plano. Dolinak, 2005.
  12. 12. Cavazzola, LT
  13. 13. Cavazzola, LT
  14. 14. Fox, 2008 e Legome, 2011.
  15. 15. Hansen e Lambert, 2007.
  16. 16. Fratura atlantoccipital Legome, 2011.
  17. 17. Legome, 2011.
  18. 18. A CB Uma criança que foi atropelada por um carro e morreu no local. Fratura odontóidea tipo I. A, incisão de relaxamento na pele para rebater os tecidos. B, extravazamento de sangue na junção craniocervical. C, laminectomia para expor a medulaespinal, mostrando moderada quantidade de sangue. Dolinak, 2005.
  19. 19. A ED Uma criança que foi atropelada por um carro e morreu no local. Fratura odontóidea tipo I. A, incisão de relaxamento na pele para rebater os tecidos. D, remoção da medula espinal. Sangue no ligamento longitudinal posterior e na membrana tectória. E, dissecados o ligamento cruciforme e a membrana tectória, observa-se a fratura no ápice odontóide. Dolinak, 2005.
  20. 20. Homem, idoso, com fratura odontóidea tipo II. A dissecção do pescoço mostrou músculos e medula espinal aparentemente sem lesões. Entretanto, em uma dissecção profunda, o processo odontóide apareceu completamente separado do corpo de C2, com tecidos adjacentes apresentando importante hemorragia. Dolinak, 2005.
  21. 21. Homem, idoso, com fratura odontóidea tipo II. Depois de formolizada (fixada), a medula espinal mostrou, em cortes axiais, várias lesões na região de C2. Dolinak, 2005.
  22. 22. Priscila, 26a, TRM recente por acidente automobilístico. Capotamento sem cinto de segurança. Fratura do odontóide, hemiplegia direita. Ver edema em hemimedula direita.
  23. 23. Legome, 2011.
  24. 24. I Ia II IIa III Tipos de fratura do enforcado. Asensio, 2008
  25. 25. Fratura cominutiva de C2 (“do enforcado”) – Flint, 2008.
  26. 26. Representation of lateral radiograph of the cervical spine. This figure demonstrates the four imaginary lordotic lines that are formed by the anterior margins of the vertebral bodies (D), posterior vertebral margins (C), anterior cortical margins of the spinous process (B), and the tips of the spinous processes (A). Normal width of retropharyngeal soft tissue is also shown. Wilson, 2007
  27. 27. Avaliação da coluna cervical 1 Identificar as setes vértebras e o aspecto superior da T1. 2. Identificar a linha vertebral anterior (A). 3. Identificar a linha espinal anterior (B). 4. Identifica a linha espinal posterior ou espinolaminar (C). 5. Identificar a linha dos processos espinais (D).
  28. 28. Avaliar os ossos. 1.Examinar todas as vértebras, verificando altura e integridade da córtex. 2. Examinar as facetas. 3. Examinar os processos espinais. 4. Avaliar as cartilagens e os espaços discais, para verificar estreitamento ou ampliação.
  29. 29. Avaliar o dente da axis. 1. Examinar a margem do dente. 2. Avaliar o espaço 3. predental (3mm). 4. Examinar o clivo ; se aponta para o dente. 5. Examinar os tecidos moles no espaço extraaxial: 7mm em C3 e 3cm em C7. 6. Examinar as distâncias entre os processos espinais..

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