SlideShare uma empresa Scribd logo
Relatório Teórico
Biologia Molecular e Celular
Aula 8
Química Industrial 1º Ano
2017/2018
GUSTAVO PINHO MAIA 2
Índice
Maquinaria De Sinalização........................................................................................................................ 3
Fosforilação De Proteínas .................................................................................................................... 3
Proteínas Cinases................................................................................................................................ 4
Proteínas Fosfatase............................................................................................................................ 4
Proteínas Ligantes De Guanosina Trifosfato ............................................................................. 5
Segundos Mensageiros.......................................................................................................................... 8
Nucleótidos Cíclicos ........................................................................................................................... 8
Proteína Cinase A (PKA).................................................................................................................... 9
Derivados De Lípidos........................................................................................................................10
Vias De Sinalização Dos Fosfoinositídios..................................................................................11
Vias De Sinalização Dos Eicosanóides.......................................................................................12
Via De Sinalização Desencadeada Pela Proteína Ras..........................................................12
Cálcio .....................................................................................................................................................15
GUSTAVO PINHO MAIA 3
Maquinaria De Sinalização
Fosforilação De Proteínas
A fosforilação é uma das modificações mais comuns em proteínas envolvidas em diversas
vias de sinalização celular. A fosforilação controla a atividade de enzimas metabólicas,
motilidade celular, canais membranares, montagem do núcleo e progressão do ciclo celular.
Por vezes a fosforilação pode ativar um determinado processo, mas também pode inibir
noutros processos (tudo depende da proteína-alvo). Em ambos os casos, é necessário a
existência de uma proteína cinase (para adição de um grupo fosfato) e de uma proteína
fosfatase (remoção de um grupo fosfato), para regular a atividade de uma determinada
proteína.
Em eucarióticas, mais de 90% das fosforilações ocorrem em resíduos de serina e treonina,
mas a fosforilação de resíduos de tirosina regula inúmeras vias de sinalização.
A fosforilação de proteínas tem como enfeito na estrutura e função de proteínas:
• Interferência Direita
• Alterações Conformacionais
• Criação de Locais de Ligação
GUSTAVO PINHO MAIA 4
Proteínas Cinases
Uma proteína cinase é uma enzima cinase que modifica outras proteínas adicionando
quimicamente grupos fosfato (fosforilação). A fosforilação normalmente resulta numa
alteração funcional da proteína alvo
(substrato) por alteração da atividade
enzimática, localização celular ou associação
com outras proteínas. As quinases são
conhecidas por regularem a maioria das vias
celulares, especialmente as envolvidas na
transdução de sinal. As proteínas quinases
também são encontradas em bactérias e plantas.
Catalisam a transferência de um fosfato-γdo ATP para a cadeia lateral de um determinado
aminoácido. Muitas das proteínas cinases em eucarióticas são serina/treonina cinase ou
tirosina cinase. Algumas proteínas são cinases de lípidos, em que fosforilam fosfoglicéricos
de inositol (PI).
Proteínas Fosfatase
As fosfatases são enzimas que removem um grupo fosfato do seu substrato ao hidrolisar
os ésteres monofosfóricos de ácido fosfórico dando lugar a um ião fosfato livre e uma
molécula com um grupo hidroxilo livre (desfosforilação). Esta ação é a oposta à realizada
pelas fosforilases e cinases, as quais unem grupos fosfatos aos seus substratos utilizando
moléculas energéticas como o ATP.
GUSTAVO PINHO MAIA 5
O outro grande grupo de fosfatases é o das proteínas fosfatases, que eliminam um grupo
fosfato de um resíduo de aminoácido fosforilado da proteína substrato. A fosforilação de
proteínas é uma modificação pós-traducional comum das proteínas, catalisada por proteína
cinases, enquanto que as proteínas fosfatases invertem o efeito.
Existem diversas famílias de fosfatases que removem um grupo fosfato da cadeia lateral
de um aminoácido.
Proteínas Ligantes De Guanosina Trifosfato
Trifosfato de guanosina, também conhecido como guanosina trifosfato ou GTP é uma
purina. Pode atuar como substrato para a síntese do RNA durante o processo de transcrição
ou de DNA durante a replicação. É uma molécula de "transporte de energia", na forma de
potencial de transferência de grupos fosfato, assim como o ATP. É usado como fonte de
energia para a síntese de proteínas e na gliconeogénese.
GUSTAVO PINHO MAIA 6
GTP é essencial para a transmissão de sinais, especialmente com proteínas-G, em
mecanismos mensageiros secundários onde é convertido a guanosina difosfato (GDP) pela
ação de GTPases.
Como dito, as células usam proteínas ligantes de GTP (chamadas de GTPases ou proteínas
G) para regularem inúmeras funções, incluindo síntese proteica, transdução de sinal a partir
de recetores da membrana plasmática, regulação do citoesqueleto, tráfico membranar e
transporte nuclear.
Todas as GTPases usam o mesmo ciclo enzimático. A conformação depende se está ligada
a GTP ou GDP.
Proteínas G Triméricas
A Proteína G pertence a uma classe de proteínas envolvidas na transdução de sinais
celulares, ela é um importante mediador de vias metabólicas na forma de heterotrímero,
com subunidades α, β e γ, que, na membrana plasmática, está associado a recetores
GPCR. Como dito anteriormente:
• Possui 3 subunidades (α, β e γ)
• A subunidade 𝐺α possui um domínio de ligação ao GTP
• As subunidades 𝐺β e 𝐺γ ligam-se fortemente uma á outra, mas “separam-se” da
subunidade 𝐺α.
Os recetores de 7 hélices ativam uma proteína G trimérica, induzindo a dissociação do GDP
e ligação do GTP, conduzindo á dissociação de 𝐺α da 𝐺βγ. Isto vais gerar dois sinais que
atuam em proteínas efetoras a jusante, como visualizado na figura.
GUSTAVO PINHO MAIA 7
Os mamíferos têm cerca de 20 genes para a subunidade 𝐺α, 5 genes para a subunidade 𝐺β
e 12 genes para a subunidade 𝐺γ. Atuam numa variedade limitada de efetores a jusante,
incluindo canais iónicos e enzimas que produzem segundos mensageiros.
GUSTAVO PINHO MAIA 8
Segundos Mensageiros
Segundos mensageiros intracelulares são moléculas de sinalização libertadas pela célula
para provocar alterações fisiológicas tais como a proliferação, diferenciação, translocação
de vesículas, produção de enzimas e a apoptose (morte celular programada). Ocorrem em
resposta a ativação de recetores celular por hormônios, neurotransmissores ou fatores de
crescimento, que podem assim ser considerados os primeiros mensageiros.
São quimicamente diversos, variam desde lípidos hidrofóbicos residentes na bicamada
lipídica, a iões inorgânicos ( 𝐶𝑎2+
) e nucleótidos cíclicos. Grande parte dos segundos
mensageiros são produzidos por enzimas que variam rapidamente entre o estado ático e
inativo. Grande parte das enzimas responsáveis pela síntese dos segundos mensageiros
são ativadas devido á ativação de recetores membranares,
Nota: Os segundos mensageiros acoplados á proteína G mais comuns:
• Adenosina Monofosfato Cíclico (cAMP)
• Guanina Monofosfato Cíclico (cGMP)
• Inositol Trifosfato (IP3)
• Diacilglicerol (DAG)
• Iões de Cálcio (𝐶𝑎2+
)
Nucleótidos Cíclicos
A Adenil ciclase é uma proteína
transmembranar, que é ativada pela
subunidade α da proteína Gs.
𝐶𝑎2+
/calmodulina ou proteína cinase C
GUSTAVO PINHO MAIA 9
(PKC) ativam algumas adenilil ciclases. A subunidade αda proteína G, inibe a adenilil
ciclase. Os nucleótidos cíclicos difundem-se pelo
citoplasma, ativando proteínas cinase e canais
iónicos. São inativados pelas fosfodiésterases.
O cGMP é sintetizado a partir de GTP pela
enzima citosólica guanilil ciclase, que funciona
como o recetor de gás óxido nítrico (NO). O
aumento dos níveis de cGMP num vaso
sanguíneo induz um relaxamento músculo liso, promovendo um aumento de fluxo
sanguíneo.
Nota: Sildenafil (Viagra)
Inibe a fosfodiésterase 5 no corpus cavernosum
Proteína Cinase A (PKA)
A proteína cinase A (PKA) é uma família de enzimas cuja atividade depende dos níveis de
cAMP da célula. Tem diversas funções na célula, incluindo regulação de glicogénio, açúcar,
e metabolismo lipídico. É formada por duas subunidades reguladoras e duas catalíticas. As
subunidades catalíticas fosforilam substratos citoplasmáticos e membranares e também
pode mover-se para o núcleo para ativar o fator de transcrição CREB (proteína de ligação a
elementos de resposta aos nucleótidos cíclicos).
GUSTAVO PINHO MAIA 10
Derivados De Lípidos
Os principais segundos mensageiros derivados de lípidos são:
• DAG
• IP3
• PIP3
A fosfolipase C (PLC) cliva o PIP2
e origina DAG e IP3. Pode ser
ativada tanto pela proteína 𝐺 𝑘 ,
como por recetores tirosina-
cinase.
O DAG permanece na bicamada lipídica, ativando a proteína cinase C (PKC). Esta enzima
regula a atividade de diversas proteínas envolvidas na regulação da expressão génica,
motilidade, metabolismo, etc. O IP3 difunde-se pelo citoplasma ativando um canal de 𝐶𝑎2+
localizado no reticulo endoplasmático.
GUSTAVO PINHO MAIA 11
Resumindo:
Vias De Sinalização Dos Fosfoinositídios
São uma família de enzimas envolvidas em funções celulares tais como crescimento celular,
proliferação, diferenciação, mobilidade, sobrevivência e tráfego intracelular,
O PIP3 (2º mensageiro) conduz á ativação da enzima PKB/Akt na membrana celular. A
PKB/Akt promove o crescimento celular (estimula a síntese proteíca) e sobrevivência (inibe
a apoptose).
GUSTAVO PINHO MAIA 12
Vias De Sinalização Dos Eicosanóides
São as moléculas derivadas de lípidos. Exercem um complexo controlo sobre diversos
sistemas do organismo humano, especialmente na inflamação, imunidade e como
mensageiros do sistema nervoso central.
São importantes segundos mensageiros que “escapam” das células (mensageiros
intracelulares) e medeiam os seus efeitos através da ligação a recetores de 7-hélices
localizados na superfície celular das células vizinhas. São uma diversa família de
metabolitos derivados do ácido araquidónico, incluindo prostaglandinas, tromboxanos,
leucotrienos e prostaciclinas.
Via De Sinalização Desencadeada Pela Proteína Ras
A importância da proteína RAS na sinalização intracelular foi indicada por meio de
experimentos com microinjeção de RAS ativa e anticorpos anti-RAS, mostrando que RAS
não é somente capaz de induzir o crescimento anormal característico de células de cancro,
mas é necessária para a resposta de células normais à estimulação de fator de crescimento.
GUSTAVO PINHO MAIA 13
A proteínas Ras tem como funções:
• Estimulo e controlo da multiplicação celular
• Estimulo e controlo da diferenciação celular
• Mecanismo de transporte
• Fusão de membranas
A proteína RAS encontra-se diretamente relacionada com o recetor catalítico (tirosino-
quinase) em sua porção intracelular, pois a proteína RAS encontra-se ligada à superfície
citoplasmática (citoplasma) da membrana celular. A proteína RAS participa da transmissão
recebida por um recetor levando a informação, através de vários estágios, até o interior do
núcleo celular, para estimular a diferenciação e a multiplicação da célula.
A proteína RAS está ativada quando combinada com GTP e inativa quando ligada a GDP.
RAS é convertida ao estado ativo (ligada a GTP) pela troca da GDP ligada por GTP, que é
estimulada por fatores de troca do nucleotídeo guanidina (GEFs). Ativa, a RAS pode se ligar
a outras proteínas que estimulam a Via MAP-cinase e dirigir a proliferação e diferenciação
celular. A atividade de RAS é terminada pela hidrólise de GTP, que é estimulada por
proteínas ativadoras de GTPase (GAPs), quando a proteína volta ao seu estado inativo.
Resumindo:
• Recetores associados a enzimas podem ativar a proteína RAS
• Proteína RAS: Proteína G monomérica localizada no folheto interno na membrana
plasmática
GUSTAVO PINHO MAIA 14
Como dito anteriormente, esta via esta via de sinalização está envolvida na proliferação
celular, diferenciação e sobrevivência.
GUSTAVO PINHO MAIA 15
Cálcio
O cálcio, regula muitos processos
celulares, incluindo transmissão sináptica,
fertilização secreção, contração muscular e
citocinese. Os níveis de cálcio no
citoplasma são muito baixos (0.1uM).
Esses mesmos níveis, são controlados pela
sua libertação e remoção do citoplasma.
A sua difusão pelo citoplasma é muito baixa, podendo ser sequestrado por diversas
proteínas ligantes de 𝐶𝑎2+
, particularmente a calmodulina. O complexo 𝐶𝑎2+
/calmodulina,
regula a atividade de diversas proteínas incluindo PKC do NO (NOS), adenilil ciclase, canais
iónicos (𝐾+
) e fatores de transcrição (CREB).

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

38 011226 aula_hormonios_2006
38 011226 aula_hormonios_200638 011226 aula_hormonios_2006
38 011226 aula_hormonios_2006
Silvia Elesbão
 
Biossinalização
BiossinalizaçãoBiossinalização
Biossinalização
Adriana Quevedo
 
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenica
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenicaAula06 bioqii qui-contexpressaogenica
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenica
jucaulkins
 
Transdução de sinais química
Transdução de sinais químicaTransdução de sinais química
Transdução de sinais química
Vanessa Carvalho
 
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
Van Der Häägen Brazil
 
Bioquímica ii 03 via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 03   via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)Bioquímica ii 03   via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 03 via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
Jucie Vasconcelos
 
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina GPrincípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
Regina Rafael Teixeira
 
Prostaglendinas
ProstaglendinasProstaglendinas
Prostaglendinas
Rosemary Zillig Chile
 
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis  Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
Beta Campos
 
Tecnologia enzimática livro
Tecnologia enzimática livroTecnologia enzimática livro
Tecnologia enzimática livro
JODI TECNOLOGIAS INDUSTRIAIS
 
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
Van Der Häägen Brazil
 
Aula 2 Medicina
Aula 2 MedicinaAula 2 Medicina
Aula 2 Medicina
Caio Maximino
 
Aula de comunicação celular
Aula de comunicação celularAula de comunicação celular
Aula de comunicação celular
Beatriz Ramalho
 
PROTEASE
PROTEASEPROTEASE
PROTEASE
Ivanise Queiroz
 
Receptores De Membrana
Receptores De MembranaReceptores De Membrana
Receptores De Membrana
farmacia2006unb
 
Proteínas enzimas
Proteínas  enzimasProteínas  enzimas
Proteínas enzimas
Alpha Colégio e Vestibulares
 
Regulação da expressão gênica em procariotos e eucariotos
Regulação da expressão gênica em procariotos e  eucariotosRegulação da expressão gênica em procariotos e  eucariotos
Regulação da expressão gênica em procariotos e eucariotos
Priscila Rodrigues
 
Receptores
ReceptoresReceptores
Receptores
Jose Carlos
 
Aula 3 comunicação celular
Aula 3 comunicação celularAula 3 comunicação celular
Aula 3 comunicação celular
Adila Trubat
 
Bioquímica ii 01 metabolismo do glicogênio
Bioquímica ii 01   metabolismo do glicogênioBioquímica ii 01   metabolismo do glicogênio
Bioquímica ii 01 metabolismo do glicogênio
Jucie Vasconcelos
 

Mais procurados (20)

38 011226 aula_hormonios_2006
38 011226 aula_hormonios_200638 011226 aula_hormonios_2006
38 011226 aula_hormonios_2006
 
Biossinalização
BiossinalizaçãoBiossinalização
Biossinalização
 
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenica
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenicaAula06 bioqii qui-contexpressaogenica
Aula06 bioqii qui-contexpressaogenica
 
Transdução de sinais química
Transdução de sinais químicaTransdução de sinais química
Transdução de sinais química
 
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
SAIBA A IMPORTÂNCIA CONHECENDO AS AFINIDADES DOS FATORES DE CRESCIMENTO LIGAD...
 
Bioquímica ii 03 via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 03   via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)Bioquímica ii 03   via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 03 via das pentose fosfato - med resumos (arlindo netto)
 
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina GPrincípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
Princípios da sinalização celular/ potencial em repouso/ proteina G
 
Prostaglendinas
ProstaglendinasProstaglendinas
Prostaglendinas
 
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis  Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
Qualify ubiquitin-proteasome - Presentation before PhD thesis
 
Tecnologia enzimática livro
Tecnologia enzimática livroTecnologia enzimática livro
Tecnologia enzimática livro
 
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
Além das lipases numerosas proteínas envolvidas homeostase global tg no tecid...
 
Aula 2 Medicina
Aula 2 MedicinaAula 2 Medicina
Aula 2 Medicina
 
Aula de comunicação celular
Aula de comunicação celularAula de comunicação celular
Aula de comunicação celular
 
PROTEASE
PROTEASEPROTEASE
PROTEASE
 
Receptores De Membrana
Receptores De MembranaReceptores De Membrana
Receptores De Membrana
 
Proteínas enzimas
Proteínas  enzimasProteínas  enzimas
Proteínas enzimas
 
Regulação da expressão gênica em procariotos e eucariotos
Regulação da expressão gênica em procariotos e  eucariotosRegulação da expressão gênica em procariotos e  eucariotos
Regulação da expressão gênica em procariotos e eucariotos
 
Receptores
ReceptoresReceptores
Receptores
 
Aula 3 comunicação celular
Aula 3 comunicação celularAula 3 comunicação celular
Aula 3 comunicação celular
 
Bioquímica ii 01 metabolismo do glicogênio
Bioquímica ii 01   metabolismo do glicogênioBioquímica ii 01   metabolismo do glicogênio
Bioquímica ii 01 metabolismo do glicogênio
 

Semelhante a Biologia Molecular e Celular - Aula 8

Aula 14 Biomedicina
Aula 14 BiomedicinaAula 14 Biomedicina
Aula 14 Biomedicina
Caio Maximino
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 7
Biologia Molecular e Celular - Aula 7Biologia Molecular e Celular - Aula 7
Biologia Molecular e Celular - Aula 7
Gustavo Maia
 
farmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
farmacodinamia receptores y segundos mesnajerosfarmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
farmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
LEONCIOVASQUEZMARIN2
 
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
Van Der Häägen Brazil
 
CóPia De NeurôNio 4
CóPia De NeurôNio 4CóPia De NeurôNio 4
CóPia De NeurôNio 4
Antonio Luis Sanfim
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 9
Biologia Molecular e Celular - Aula 9Biologia Molecular e Celular - Aula 9
Biologia Molecular e Celular - Aula 9
Gustavo Maia
 
Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2
Rhomelio Anderson
 
Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2
Rhomelio Anderson
 
Relatorio 03 desnaturação e precipitação de proteínas
Relatorio 03   desnaturação e precipitação de proteínasRelatorio 03   desnaturação e precipitação de proteínas
Relatorio 03 desnaturação e precipitação de proteínas
Rodrigo Souza
 
Esteroidogenese ovariana e testicular
Esteroidogenese ovariana e testicularEsteroidogenese ovariana e testicular
Esteroidogenese ovariana e testicular
Elaine Rodrigues
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 4
Biologia Molecular e Celular - Aula 4Biologia Molecular e Celular - Aula 4
Biologia Molecular e Celular - Aula 4
Gustavo Maia
 
Texto sobre biotransformação
Texto sobre biotransformaçãoTexto sobre biotransformação
Texto sobre biotransformação
Joyce Domingues
 
Regeneração hepática (resenha)
Regeneração hepática (resenha)Regeneração hepática (resenha)
Regeneração hepática (resenha)
Melissa Possa
 
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
Van Der Häägen Brazil
 
Texto ciclocelular
Texto ciclocelularTexto ciclocelular
Texto ciclocelular
Emilly Emanuele
 
Camila (salvo automaticamente)
Camila (salvo automaticamente)Camila (salvo automaticamente)
Camila (salvo automaticamente)
Robson Soares Borges
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 5
Biologia Molecular e Celular - Aula 5Biologia Molecular e Celular - Aula 5
Biologia Molecular e Celular - Aula 5
Gustavo Maia
 
Aula4 endereçamento
Aula4 endereçamentoAula4 endereçamento
Aula4 endereçamento
Adila Trubat
 
Sistema endócrino pablo
Sistema endócrino pabloSistema endócrino pablo
Sistema endócrino pablo
Vagner Pires Reis
 
Aula1 introducao ao metabolismo 2014
Aula1 introducao ao metabolismo 2014Aula1 introducao ao metabolismo 2014
Aula1 introducao ao metabolismo 2014
Marilvia de Alencar
 

Semelhante a Biologia Molecular e Celular - Aula 8 (20)

Aula 14 Biomedicina
Aula 14 BiomedicinaAula 14 Biomedicina
Aula 14 Biomedicina
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 7
Biologia Molecular e Celular - Aula 7Biologia Molecular e Celular - Aula 7
Biologia Molecular e Celular - Aula 7
 
farmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
farmacodinamia receptores y segundos mesnajerosfarmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
farmacodinamia receptores y segundos mesnajeros
 
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
Família fatores transcrição com ebp foram 1ªs desempenhar papel diferenciação...
 
CóPia De NeurôNio 4
CóPia De NeurôNio 4CóPia De NeurôNio 4
CóPia De NeurôNio 4
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 9
Biologia Molecular e Celular - Aula 9Biologia Molecular e Celular - Aula 9
Biologia Molecular e Celular - Aula 9
 
Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2
 
Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2Endomembranas famed 2014.2
Endomembranas famed 2014.2
 
Relatorio 03 desnaturação e precipitação de proteínas
Relatorio 03   desnaturação e precipitação de proteínasRelatorio 03   desnaturação e precipitação de proteínas
Relatorio 03 desnaturação e precipitação de proteínas
 
Esteroidogenese ovariana e testicular
Esteroidogenese ovariana e testicularEsteroidogenese ovariana e testicular
Esteroidogenese ovariana e testicular
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 4
Biologia Molecular e Celular - Aula 4Biologia Molecular e Celular - Aula 4
Biologia Molecular e Celular - Aula 4
 
Texto sobre biotransformação
Texto sobre biotransformaçãoTexto sobre biotransformação
Texto sobre biotransformação
 
Regeneração hepática (resenha)
Regeneração hepática (resenha)Regeneração hepática (resenha)
Regeneração hepática (resenha)
 
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
Obesos várias proteínas além lipases estão envolvidas na homeostase de tg glo...
 
Texto ciclocelular
Texto ciclocelularTexto ciclocelular
Texto ciclocelular
 
Camila (salvo automaticamente)
Camila (salvo automaticamente)Camila (salvo automaticamente)
Camila (salvo automaticamente)
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 5
Biologia Molecular e Celular - Aula 5Biologia Molecular e Celular - Aula 5
Biologia Molecular e Celular - Aula 5
 
Aula4 endereçamento
Aula4 endereçamentoAula4 endereçamento
Aula4 endereçamento
 
Sistema endócrino pablo
Sistema endócrino pabloSistema endócrino pablo
Sistema endócrino pablo
 
Aula1 introducao ao metabolismo 2014
Aula1 introducao ao metabolismo 2014Aula1 introducao ao metabolismo 2014
Aula1 introducao ao metabolismo 2014
 

Mais de Gustavo Maia

Biologia Molecular e Celular - Aula 11
Biologia Molecular e Celular - Aula 11Biologia Molecular e Celular - Aula 11
Biologia Molecular e Celular - Aula 11
Gustavo Maia
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 10
Biologia Molecular e Celular - Aula 10Biologia Molecular e Celular - Aula 10
Biologia Molecular e Celular - Aula 10
Gustavo Maia
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 6
Biologia Molecular e Celular - Aula 6Biologia Molecular e Celular - Aula 6
Biologia Molecular e Celular - Aula 6
Gustavo Maia
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 3
Biologia Molecular e Celular - Aula 3Biologia Molecular e Celular - Aula 3
Biologia Molecular e Celular - Aula 3
Gustavo Maia
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 2
Biologia Molecular e Celular - Aula 2Biologia Molecular e Celular - Aula 2
Biologia Molecular e Celular - Aula 2
Gustavo Maia
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 1
Biologia Molecular e Celular - Aula 1Biologia Molecular e Celular - Aula 1
Biologia Molecular e Celular - Aula 1
Gustavo Maia
 

Mais de Gustavo Maia (6)

Biologia Molecular e Celular - Aula 11
Biologia Molecular e Celular - Aula 11Biologia Molecular e Celular - Aula 11
Biologia Molecular e Celular - Aula 11
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 10
Biologia Molecular e Celular - Aula 10Biologia Molecular e Celular - Aula 10
Biologia Molecular e Celular - Aula 10
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 6
Biologia Molecular e Celular - Aula 6Biologia Molecular e Celular - Aula 6
Biologia Molecular e Celular - Aula 6
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 3
Biologia Molecular e Celular - Aula 3Biologia Molecular e Celular - Aula 3
Biologia Molecular e Celular - Aula 3
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 2
Biologia Molecular e Celular - Aula 2Biologia Molecular e Celular - Aula 2
Biologia Molecular e Celular - Aula 2
 
Biologia Molecular e Celular - Aula 1
Biologia Molecular e Celular - Aula 1Biologia Molecular e Celular - Aula 1
Biologia Molecular e Celular - Aula 1
 

Último

cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
JohnnyLima16
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
erico paulo rocha guedes
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 

Último (20)

cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 

Biologia Molecular e Celular - Aula 8

  • 1. Relatório Teórico Biologia Molecular e Celular Aula 8 Química Industrial 1º Ano 2017/2018
  • 2. GUSTAVO PINHO MAIA 2 Índice Maquinaria De Sinalização........................................................................................................................ 3 Fosforilação De Proteínas .................................................................................................................... 3 Proteínas Cinases................................................................................................................................ 4 Proteínas Fosfatase............................................................................................................................ 4 Proteínas Ligantes De Guanosina Trifosfato ............................................................................. 5 Segundos Mensageiros.......................................................................................................................... 8 Nucleótidos Cíclicos ........................................................................................................................... 8 Proteína Cinase A (PKA).................................................................................................................... 9 Derivados De Lípidos........................................................................................................................10 Vias De Sinalização Dos Fosfoinositídios..................................................................................11 Vias De Sinalização Dos Eicosanóides.......................................................................................12 Via De Sinalização Desencadeada Pela Proteína Ras..........................................................12 Cálcio .....................................................................................................................................................15
  • 3. GUSTAVO PINHO MAIA 3 Maquinaria De Sinalização Fosforilação De Proteínas A fosforilação é uma das modificações mais comuns em proteínas envolvidas em diversas vias de sinalização celular. A fosforilação controla a atividade de enzimas metabólicas, motilidade celular, canais membranares, montagem do núcleo e progressão do ciclo celular. Por vezes a fosforilação pode ativar um determinado processo, mas também pode inibir noutros processos (tudo depende da proteína-alvo). Em ambos os casos, é necessário a existência de uma proteína cinase (para adição de um grupo fosfato) e de uma proteína fosfatase (remoção de um grupo fosfato), para regular a atividade de uma determinada proteína. Em eucarióticas, mais de 90% das fosforilações ocorrem em resíduos de serina e treonina, mas a fosforilação de resíduos de tirosina regula inúmeras vias de sinalização. A fosforilação de proteínas tem como enfeito na estrutura e função de proteínas: • Interferência Direita • Alterações Conformacionais • Criação de Locais de Ligação
  • 4. GUSTAVO PINHO MAIA 4 Proteínas Cinases Uma proteína cinase é uma enzima cinase que modifica outras proteínas adicionando quimicamente grupos fosfato (fosforilação). A fosforilação normalmente resulta numa alteração funcional da proteína alvo (substrato) por alteração da atividade enzimática, localização celular ou associação com outras proteínas. As quinases são conhecidas por regularem a maioria das vias celulares, especialmente as envolvidas na transdução de sinal. As proteínas quinases também são encontradas em bactérias e plantas. Catalisam a transferência de um fosfato-γdo ATP para a cadeia lateral de um determinado aminoácido. Muitas das proteínas cinases em eucarióticas são serina/treonina cinase ou tirosina cinase. Algumas proteínas são cinases de lípidos, em que fosforilam fosfoglicéricos de inositol (PI). Proteínas Fosfatase As fosfatases são enzimas que removem um grupo fosfato do seu substrato ao hidrolisar os ésteres monofosfóricos de ácido fosfórico dando lugar a um ião fosfato livre e uma molécula com um grupo hidroxilo livre (desfosforilação). Esta ação é a oposta à realizada pelas fosforilases e cinases, as quais unem grupos fosfatos aos seus substratos utilizando moléculas energéticas como o ATP.
  • 5. GUSTAVO PINHO MAIA 5 O outro grande grupo de fosfatases é o das proteínas fosfatases, que eliminam um grupo fosfato de um resíduo de aminoácido fosforilado da proteína substrato. A fosforilação de proteínas é uma modificação pós-traducional comum das proteínas, catalisada por proteína cinases, enquanto que as proteínas fosfatases invertem o efeito. Existem diversas famílias de fosfatases que removem um grupo fosfato da cadeia lateral de um aminoácido. Proteínas Ligantes De Guanosina Trifosfato Trifosfato de guanosina, também conhecido como guanosina trifosfato ou GTP é uma purina. Pode atuar como substrato para a síntese do RNA durante o processo de transcrição ou de DNA durante a replicação. É uma molécula de "transporte de energia", na forma de potencial de transferência de grupos fosfato, assim como o ATP. É usado como fonte de energia para a síntese de proteínas e na gliconeogénese.
  • 6. GUSTAVO PINHO MAIA 6 GTP é essencial para a transmissão de sinais, especialmente com proteínas-G, em mecanismos mensageiros secundários onde é convertido a guanosina difosfato (GDP) pela ação de GTPases. Como dito, as células usam proteínas ligantes de GTP (chamadas de GTPases ou proteínas G) para regularem inúmeras funções, incluindo síntese proteica, transdução de sinal a partir de recetores da membrana plasmática, regulação do citoesqueleto, tráfico membranar e transporte nuclear. Todas as GTPases usam o mesmo ciclo enzimático. A conformação depende se está ligada a GTP ou GDP. Proteínas G Triméricas A Proteína G pertence a uma classe de proteínas envolvidas na transdução de sinais celulares, ela é um importante mediador de vias metabólicas na forma de heterotrímero, com subunidades α, β e γ, que, na membrana plasmática, está associado a recetores GPCR. Como dito anteriormente: • Possui 3 subunidades (α, β e γ) • A subunidade 𝐺α possui um domínio de ligação ao GTP • As subunidades 𝐺β e 𝐺γ ligam-se fortemente uma á outra, mas “separam-se” da subunidade 𝐺α. Os recetores de 7 hélices ativam uma proteína G trimérica, induzindo a dissociação do GDP e ligação do GTP, conduzindo á dissociação de 𝐺α da 𝐺βγ. Isto vais gerar dois sinais que atuam em proteínas efetoras a jusante, como visualizado na figura.
  • 7. GUSTAVO PINHO MAIA 7 Os mamíferos têm cerca de 20 genes para a subunidade 𝐺α, 5 genes para a subunidade 𝐺β e 12 genes para a subunidade 𝐺γ. Atuam numa variedade limitada de efetores a jusante, incluindo canais iónicos e enzimas que produzem segundos mensageiros.
  • 8. GUSTAVO PINHO MAIA 8 Segundos Mensageiros Segundos mensageiros intracelulares são moléculas de sinalização libertadas pela célula para provocar alterações fisiológicas tais como a proliferação, diferenciação, translocação de vesículas, produção de enzimas e a apoptose (morte celular programada). Ocorrem em resposta a ativação de recetores celular por hormônios, neurotransmissores ou fatores de crescimento, que podem assim ser considerados os primeiros mensageiros. São quimicamente diversos, variam desde lípidos hidrofóbicos residentes na bicamada lipídica, a iões inorgânicos ( 𝐶𝑎2+ ) e nucleótidos cíclicos. Grande parte dos segundos mensageiros são produzidos por enzimas que variam rapidamente entre o estado ático e inativo. Grande parte das enzimas responsáveis pela síntese dos segundos mensageiros são ativadas devido á ativação de recetores membranares, Nota: Os segundos mensageiros acoplados á proteína G mais comuns: • Adenosina Monofosfato Cíclico (cAMP) • Guanina Monofosfato Cíclico (cGMP) • Inositol Trifosfato (IP3) • Diacilglicerol (DAG) • Iões de Cálcio (𝐶𝑎2+ ) Nucleótidos Cíclicos A Adenil ciclase é uma proteína transmembranar, que é ativada pela subunidade α da proteína Gs. 𝐶𝑎2+ /calmodulina ou proteína cinase C
  • 9. GUSTAVO PINHO MAIA 9 (PKC) ativam algumas adenilil ciclases. A subunidade αda proteína G, inibe a adenilil ciclase. Os nucleótidos cíclicos difundem-se pelo citoplasma, ativando proteínas cinase e canais iónicos. São inativados pelas fosfodiésterases. O cGMP é sintetizado a partir de GTP pela enzima citosólica guanilil ciclase, que funciona como o recetor de gás óxido nítrico (NO). O aumento dos níveis de cGMP num vaso sanguíneo induz um relaxamento músculo liso, promovendo um aumento de fluxo sanguíneo. Nota: Sildenafil (Viagra) Inibe a fosfodiésterase 5 no corpus cavernosum Proteína Cinase A (PKA) A proteína cinase A (PKA) é uma família de enzimas cuja atividade depende dos níveis de cAMP da célula. Tem diversas funções na célula, incluindo regulação de glicogénio, açúcar, e metabolismo lipídico. É formada por duas subunidades reguladoras e duas catalíticas. As subunidades catalíticas fosforilam substratos citoplasmáticos e membranares e também pode mover-se para o núcleo para ativar o fator de transcrição CREB (proteína de ligação a elementos de resposta aos nucleótidos cíclicos).
  • 10. GUSTAVO PINHO MAIA 10 Derivados De Lípidos Os principais segundos mensageiros derivados de lípidos são: • DAG • IP3 • PIP3 A fosfolipase C (PLC) cliva o PIP2 e origina DAG e IP3. Pode ser ativada tanto pela proteína 𝐺 𝑘 , como por recetores tirosina- cinase. O DAG permanece na bicamada lipídica, ativando a proteína cinase C (PKC). Esta enzima regula a atividade de diversas proteínas envolvidas na regulação da expressão génica, motilidade, metabolismo, etc. O IP3 difunde-se pelo citoplasma ativando um canal de 𝐶𝑎2+ localizado no reticulo endoplasmático.
  • 11. GUSTAVO PINHO MAIA 11 Resumindo: Vias De Sinalização Dos Fosfoinositídios São uma família de enzimas envolvidas em funções celulares tais como crescimento celular, proliferação, diferenciação, mobilidade, sobrevivência e tráfego intracelular, O PIP3 (2º mensageiro) conduz á ativação da enzima PKB/Akt na membrana celular. A PKB/Akt promove o crescimento celular (estimula a síntese proteíca) e sobrevivência (inibe a apoptose).
  • 12. GUSTAVO PINHO MAIA 12 Vias De Sinalização Dos Eicosanóides São as moléculas derivadas de lípidos. Exercem um complexo controlo sobre diversos sistemas do organismo humano, especialmente na inflamação, imunidade e como mensageiros do sistema nervoso central. São importantes segundos mensageiros que “escapam” das células (mensageiros intracelulares) e medeiam os seus efeitos através da ligação a recetores de 7-hélices localizados na superfície celular das células vizinhas. São uma diversa família de metabolitos derivados do ácido araquidónico, incluindo prostaglandinas, tromboxanos, leucotrienos e prostaciclinas. Via De Sinalização Desencadeada Pela Proteína Ras A importância da proteína RAS na sinalização intracelular foi indicada por meio de experimentos com microinjeção de RAS ativa e anticorpos anti-RAS, mostrando que RAS não é somente capaz de induzir o crescimento anormal característico de células de cancro, mas é necessária para a resposta de células normais à estimulação de fator de crescimento.
  • 13. GUSTAVO PINHO MAIA 13 A proteínas Ras tem como funções: • Estimulo e controlo da multiplicação celular • Estimulo e controlo da diferenciação celular • Mecanismo de transporte • Fusão de membranas A proteína RAS encontra-se diretamente relacionada com o recetor catalítico (tirosino- quinase) em sua porção intracelular, pois a proteína RAS encontra-se ligada à superfície citoplasmática (citoplasma) da membrana celular. A proteína RAS participa da transmissão recebida por um recetor levando a informação, através de vários estágios, até o interior do núcleo celular, para estimular a diferenciação e a multiplicação da célula. A proteína RAS está ativada quando combinada com GTP e inativa quando ligada a GDP. RAS é convertida ao estado ativo (ligada a GTP) pela troca da GDP ligada por GTP, que é estimulada por fatores de troca do nucleotídeo guanidina (GEFs). Ativa, a RAS pode se ligar a outras proteínas que estimulam a Via MAP-cinase e dirigir a proliferação e diferenciação celular. A atividade de RAS é terminada pela hidrólise de GTP, que é estimulada por proteínas ativadoras de GTPase (GAPs), quando a proteína volta ao seu estado inativo. Resumindo: • Recetores associados a enzimas podem ativar a proteína RAS • Proteína RAS: Proteína G monomérica localizada no folheto interno na membrana plasmática
  • 14. GUSTAVO PINHO MAIA 14 Como dito anteriormente, esta via esta via de sinalização está envolvida na proliferação celular, diferenciação e sobrevivência.
  • 15. GUSTAVO PINHO MAIA 15 Cálcio O cálcio, regula muitos processos celulares, incluindo transmissão sináptica, fertilização secreção, contração muscular e citocinese. Os níveis de cálcio no citoplasma são muito baixos (0.1uM). Esses mesmos níveis, são controlados pela sua libertação e remoção do citoplasma. A sua difusão pelo citoplasma é muito baixa, podendo ser sequestrado por diversas proteínas ligantes de 𝐶𝑎2+ , particularmente a calmodulina. O complexo 𝐶𝑎2+ /calmodulina, regula a atividade de diversas proteínas incluindo PKC do NO (NOS), adenilil ciclase, canais iónicos (𝐾+ ) e fatores de transcrição (CREB).