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Sistema ABO e
Fator Rh
Escola Estadual do Ensino Fundamental e médio
Américo Maia
Disciplina: Biologia
Professor esp. Gilmar Gomes da Silva
Sistema ABO
Criado pelo médico Karl Epsteiner
No início do século XX, fez reagir amostras de sangue de diversas
pessoas, isolando as hemácias, fez diferentes combinações
Caso mais famoso de Polialelia nos seres humanos (alelos múltiplos)
Epsteiner para descobrir essa classificação sanguínea
Ele começou a estudar as hemácias, também conhecidas
Como eritrócitos ou glóbulos vermelhos
Classificou o Sangue em 4 grupos
Karl Epsteiner conseguiu achar as glicoproteínas que se encontra na
membrana das hemácias e conseguiu classificar o sangue nos 4
grupos, sangue A,B, AB e O.
Sangue A
Sangue que tem como presença na sua
membrana a glicoproteína A e o aglutinogênio
Anti - B
Classificou o Sangue em 4 grupos
Sangue B
Sangue que tem como presença na sua membrana a
glicoproteína B e o aglutinogênio Ant - A
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Sangue que tem como presença na sua membrana a
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Karl descobriu um grupo sanguíneo que não
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Obs: quando as glicoproteínas entram em um
corpo, elas funcionam como antígenos e em um
corpo estranho permitirá a produção de anticorpos (Aglutinogênios)
Karl descobriu que em cada indivíduo que apresenta o seu tipo
sanguíneo especifico, no plasma ele apresenta anticorpos
Ex O indivíduo que tem a glicoproteína A,
no seu plasma, ele tem um anticorpo chamado anti-B
O indivíduo que tem a glicoproteína B,
no seu plasma, ele tem um anticorpo chamado anti-A
Karl descobriu que em cada indivíduo que apresenta o seu tipo
sanguíneo especifico, no plasma ele apresenta anticorpos
Ex O indivíduo que tem a glicoproteína O,
no seu plasma, ele não apresenta anticorpos
O indivíduo que tem a glicoproteína AB no seu plasma,
vai apresentar anticorpos anti-A e anti-B ( aglutininas) ou
seja as proteínas de defesa que são encontrados no plasma
Aglutinação
Ex1. Suponhamos que um individuo de sangue A, durante sua
transfusão ele tomou sangue errado, ele tomou sangue B, diante do
texto propomos que:
R: as hemácias B, não serão reconhecidas no corpo A, ou seja, os aglutinogênios B,
no corpo errado, funcionará como antígeno , produzindo anticorpos, segurando as
hemácias pelo aglutinogênio ( anticorpos)
Grupos Sanguíneos
Sangue O: doa sangue para os sangues:
O,A,AB, mas só recebe dele mesmo
Sangue A: recebe
sangue A e O só
doa para sangue:
AB
Sangue B: recebe
sangue B e O só
doa para sangue:
AB
Sangue AB:
recebe sangue
AB,A,B e O só
doa para sangue:
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anti-B
anti-A
anti-B
anti-A
anti-B
anti-A
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Sangue A Sangue B
Sangue AB Sangue O
TIPAGEM SANGUÍNEA
Fenótipo Genótipo
Sangue A IAIA, IAi
Sangue B IBIB,IBi
Sangue AB IAIB
Sangue O ii
Grupos Sanguíneos
SISTEMAS DE DETERMINAÇÃO
SANGUÍNEA
SISTEMA Rh
D: aglutinogênio Rh
d: ausência de aglutinogênios
D > d
Como os aglutinogênios (localizados nas hemácias)
funcionam como antígenos, podem induzir a formação de
aglutininas ou anticorpos (localizados no plasma ou soro):
anti-Rh:
Fator Rh
DD, Dd
dd nenhum
nenhuma
anti-Rh
TRANFUSÕES SANGUÍNEAS
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Rh+
SANGUE Rh+
Fenótipo: Rh+
Genótipos: DD ou Dd
Aglutinogênio: Rh
Aglutinina: nenhuma
SANGUE Rh-
Fenótipo: Rh-
Genótipos: dd
Aglutinogênio:
nenhum
Aglutinina: anti-Rh
Esquema mostrando a sensibilização da mãe durante a
primeira gravidez e a reação do organismo dela durante a
segunda gravidez.
SISTEMAS DE DETERMINAÇÃO
SANGUÍNEA
A eritroblastose fetal ou doença hemolítica do
recém-nascido pode acontecer Ocorre com mais
frequência e maior intensidade no segundo parto
em mães Rh– com fetos Rh+.
anti-Rh
anti-Rh
Sangue Rh+
Sangue Rh-
TIPAGEM SANGUÍNEA
(PUC-SP) Analisando o sistema ABO, pode-se afirmar corretamente que:
a) apenas os indivíduos do grupo AB podem ser geneticamente
heterozigóticos
b) os indivíduos do grupo A e B só podem ser geneticamente
homozigotos
c) os indivíduos do grupo O são geneticamente homozigotos recessivos
d) os indivíduos do grupo AB são receptores universais, porque não
apresentam antígenos (aglutinogênios) em suas hemácias
e) os indivíduos do grupo O são doadores universais, porque não
apresentam anticorpos ( aglutininas) em seu plasma
V
(Mackenzie-SP) Utilizando-se três lâminas de microscopia, foi colocada
uma gota de sangue em cada uma delas. A cada gota foi juntada igual
quantidade de soro anti-A na primeira, soro anti-B na segunda e soro
anti-Rh na terceira. Após a mistura do sangue com os respectivos soros,
foi observada aglutinação nas três lâminas. Portanto podemos afirmar
que esse indivíduo, quanto aos grupos sanguíneos ABO e fator Rh, é:
a) B e Rh negativo
b) A e Rh negativo
c) AB e Rh positivo
d) O e Rh negativo
e) B e Rh positivo
V
(UEPB 2011) Sobre a eritroblastose fetal ou doença hemolítica do recém-
nascido são apresentadas algumas proposições. Coloque V para as
verdadeiras e F para as falsas.
( ) A eritroblastose fetal só ocorre quando mulheres Rh–já sensibilizadas
geram criança Rh+.
( ) A sensibilização pode ocorrer por transfusão de sangue Rh+ ou
gestação anterior de uma criança Rh+
( ) A sensibilização ocorre durante a gestação, em decorrência da
passagem de sangue da mãe para o filho e vice-versa
( ) Atualmente, a eritroblastose fetal é prevenida injetando-se na mãe
Rh–soro contendo anti-Rh logo após o nascimento do primeiro filho Rh+.
( ) A frequência observada de eritroblastose fetal é menor que a
esperada; um dos motivos para essa redução é a incompatibilidade do
grupo sanguíneo do sistema ABO entre mãe e feto.
V
V
F
V
V
(MACKENZIE 2015) Uma mulher pertencente ao tipo sanguíneo A teve
uma criança pertencente ao tipo B que sofreu eritroblastose fetal ao
nascer. O pai da criança é receptor universal e também teve
eritroblastose fetal. A probabilidade desse casal ter uma criança com o
mesmo genótipo da mãe é de
a) 1/2
b) 1/4
c) 1/8
d) 1/16
e) 1/15
V Pais: Homem: iirr
Mãe: iiRr
P ( Mãe iiRr ) = ½ X ½ = ¼
( UEPB) Um casal formado por um homem com tipo sanguíneo A, e uma
mulher com tipo sanguíneo B, pode ter um filho do tipo sanguíneo O?:
a) 1/2
b) 1/4
c) 1/8
d) 1/16
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  • 1. Sistema ABO e Fator Rh Escola Estadual do Ensino Fundamental e médio Américo Maia Disciplina: Biologia Professor esp. Gilmar Gomes da Silva
  • 2. Sistema ABO Criado pelo médico Karl Epsteiner No início do século XX, fez reagir amostras de sangue de diversas pessoas, isolando as hemácias, fez diferentes combinações Caso mais famoso de Polialelia nos seres humanos (alelos múltiplos) Epsteiner para descobrir essa classificação sanguínea Ele começou a estudar as hemácias, também conhecidas Como eritrócitos ou glóbulos vermelhos
  • 3. Classificou o Sangue em 4 grupos Karl Epsteiner conseguiu achar as glicoproteínas que se encontra na membrana das hemácias e conseguiu classificar o sangue nos 4 grupos, sangue A,B, AB e O. Sangue A Sangue que tem como presença na sua membrana a glicoproteína A e o aglutinogênio Anti - B
  • 4. Classificou o Sangue em 4 grupos Sangue B Sangue que tem como presença na sua membrana a glicoproteína B e o aglutinogênio Ant - A Sangue AB Sangue que tem como presença na sua membrana a Aglutinogênio Ant- A e o Aglutinogênio Ant- B
  • 5. Sangue O Karl descobriu um grupo sanguíneo que não continha a glicoproteína A e nem a glicoproteína B Obs: quando as glicoproteínas entram em um corpo, elas funcionam como antígenos e em um corpo estranho permitirá a produção de anticorpos (Aglutinogênios)
  • 6. Karl descobriu que em cada indivíduo que apresenta o seu tipo sanguíneo especifico, no plasma ele apresenta anticorpos Ex O indivíduo que tem a glicoproteína A, no seu plasma, ele tem um anticorpo chamado anti-B O indivíduo que tem a glicoproteína B, no seu plasma, ele tem um anticorpo chamado anti-A
  • 7. Karl descobriu que em cada indivíduo que apresenta o seu tipo sanguíneo especifico, no plasma ele apresenta anticorpos Ex O indivíduo que tem a glicoproteína O, no seu plasma, ele não apresenta anticorpos O indivíduo que tem a glicoproteína AB no seu plasma, vai apresentar anticorpos anti-A e anti-B ( aglutininas) ou seja as proteínas de defesa que são encontrados no plasma
  • 8. Aglutinação Ex1. Suponhamos que um individuo de sangue A, durante sua transfusão ele tomou sangue errado, ele tomou sangue B, diante do texto propomos que: R: as hemácias B, não serão reconhecidas no corpo A, ou seja, os aglutinogênios B, no corpo errado, funcionará como antígeno , produzindo anticorpos, segurando as hemácias pelo aglutinogênio ( anticorpos)
  • 9. Grupos Sanguíneos Sangue O: doa sangue para os sangues: O,A,AB, mas só recebe dele mesmo Sangue A: recebe sangue A e O só doa para sangue: AB Sangue B: recebe sangue B e O só doa para sangue: AB Sangue AB: recebe sangue AB,A,B e O só doa para sangue: AB
  • 11. Fenótipo Genótipo Sangue A IAIA, IAi Sangue B IBIB,IBi Sangue AB IAIB Sangue O ii Grupos Sanguíneos
  • 12. SISTEMAS DE DETERMINAÇÃO SANGUÍNEA SISTEMA Rh D: aglutinogênio Rh d: ausência de aglutinogênios D > d Como os aglutinogênios (localizados nas hemácias) funcionam como antígenos, podem induzir a formação de aglutininas ou anticorpos (localizados no plasma ou soro): anti-Rh:
  • 13. Fator Rh DD, Dd dd nenhum nenhuma anti-Rh TRANFUSÕES SANGUÍNEAS Rh- Rh+
  • 14. SANGUE Rh+ Fenótipo: Rh+ Genótipos: DD ou Dd Aglutinogênio: Rh Aglutinina: nenhuma SANGUE Rh- Fenótipo: Rh- Genótipos: dd Aglutinogênio: nenhum Aglutinina: anti-Rh
  • 15. Esquema mostrando a sensibilização da mãe durante a primeira gravidez e a reação do organismo dela durante a segunda gravidez. SISTEMAS DE DETERMINAÇÃO SANGUÍNEA A eritroblastose fetal ou doença hemolítica do recém-nascido pode acontecer Ocorre com mais frequência e maior intensidade no segundo parto em mães Rh– com fetos Rh+.
  • 17. (PUC-SP) Analisando o sistema ABO, pode-se afirmar corretamente que: a) apenas os indivíduos do grupo AB podem ser geneticamente heterozigóticos b) os indivíduos do grupo A e B só podem ser geneticamente homozigotos c) os indivíduos do grupo O são geneticamente homozigotos recessivos d) os indivíduos do grupo AB são receptores universais, porque não apresentam antígenos (aglutinogênios) em suas hemácias e) os indivíduos do grupo O são doadores universais, porque não apresentam anticorpos ( aglutininas) em seu plasma V
  • 18. (Mackenzie-SP) Utilizando-se três lâminas de microscopia, foi colocada uma gota de sangue em cada uma delas. A cada gota foi juntada igual quantidade de soro anti-A na primeira, soro anti-B na segunda e soro anti-Rh na terceira. Após a mistura do sangue com os respectivos soros, foi observada aglutinação nas três lâminas. Portanto podemos afirmar que esse indivíduo, quanto aos grupos sanguíneos ABO e fator Rh, é: a) B e Rh negativo b) A e Rh negativo c) AB e Rh positivo d) O e Rh negativo e) B e Rh positivo V
  • 19. (UEPB 2011) Sobre a eritroblastose fetal ou doença hemolítica do recém- nascido são apresentadas algumas proposições. Coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. ( ) A eritroblastose fetal só ocorre quando mulheres Rh–já sensibilizadas geram criança Rh+. ( ) A sensibilização pode ocorrer por transfusão de sangue Rh+ ou gestação anterior de uma criança Rh+ ( ) A sensibilização ocorre durante a gestação, em decorrência da passagem de sangue da mãe para o filho e vice-versa ( ) Atualmente, a eritroblastose fetal é prevenida injetando-se na mãe Rh–soro contendo anti-Rh logo após o nascimento do primeiro filho Rh+. ( ) A frequência observada de eritroblastose fetal é menor que a esperada; um dos motivos para essa redução é a incompatibilidade do grupo sanguíneo do sistema ABO entre mãe e feto. V V F V V
  • 20. (MACKENZIE 2015) Uma mulher pertencente ao tipo sanguíneo A teve uma criança pertencente ao tipo B que sofreu eritroblastose fetal ao nascer. O pai da criança é receptor universal e também teve eritroblastose fetal. A probabilidade desse casal ter uma criança com o mesmo genótipo da mãe é de a) 1/2 b) 1/4 c) 1/8 d) 1/16 e) 1/15 V Pais: Homem: iirr Mãe: iiRr P ( Mãe iiRr ) = ½ X ½ = ¼
  • 21. ( UEPB) Um casal formado por um homem com tipo sanguíneo A, e uma mulher com tipo sanguíneo B, pode ter um filho do tipo sanguíneo O?: a) 1/2 b) 1/4 c) 1/8 d) 1/16 e) 1/15 V Gametas Homem Mulher IA i IB i IAIB IBi IAi ii