Polímeros

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Polímeros

  1. 1. ÁGUA MINERAL
  2. 2. O QUE É ?  Água mineral é a água que tem origem em fontes naturais ou artificiais e que possui componentes químicos adicionados, como sais, compostos de enxofre e gases que já vêm dissolvidas na água, portanto são invisíveis a olho nu. Toda água mineral, por mais pura que seja, possui uma certa quantidade de sais.
  3. 3. TIPOS DE ÁGUA MINERAL  Existem diversos tipos de água mineral, e são definidas de acordo com a fonte em que são captadas, sua origem, composição química, temperatura e outras substâncias presentes. Os tipos de água mais conhecidos são a água mineral sem gás, e a água mineral com gás e as águas conhecidas como terapêuticas.
  4. 4.  Segundo o Código de Águas do Brasil (decreto-lei 7.841, de 8/08/45), em seu artigo 1°, águas minerais naturais "são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa".
  5. 5. VENESSA OLIVEIRA
  6. 6. COPOLÍMEROS
  7. 7. O QUE É?  Os polímeros são macromoléculas formadas pela união de várias unidades de monômeros (moléculas pequenas). Um dos critérios de classificação dos polímeros é quanto ao seu tipo de formação, sendo que temos três grupos: polímeros de adição, polímeros de condensação e polímeros de rearranjo.
  8. 8. POLÍMEROS DE ADIÇÃO Os polímeros de adição são aqueles que se formam pela soma de unidades sucessivas de monômeros, sendo que geralmente esses monômeros são iguais e, em virtude disso, são chamados de homopolímeros.
  9. 9.  Abaixo podemos ver que os monômeros diferentes podem se arranjar de forma regular intercalada ou em blocos, de forma aleatória, dispondo-se ao acaso, e também pode acontecer de blocos de monômeros serem enxertados como cadeias laterais. Essas mudanças modificam as propriedades do polímero final.
  10. 10. Os copolímeros mais importantes são o buna- S, o buna-N e o ABS, usados normalmente em borrachas de pneus. Vejamos as características e aplicações de cada um deles:
  11. 11. •BUNA-S  Esse copolímero recebe esse nome porque é formado a partir de dois monômeros diferentes; sendo que o primeiro é o eritreno, que na verdade tem a nomenclatura oficial de but-1,3-dieno – daí vem, portanto, o prefixo “bu”.
  12. 12. •BUNA-N  A única diferença estrutural do buna-N para o buna-S é que, no lugar do estireno, o monômero utilizado na reação de copolimerização é o acrilonitrila. Desse modo, o “N” vem do grupo nitrilo.  O buna-N, também denominado perbunan, é bastante usado em mangueiras, revestimentos de tanques e válvulas que entram em contato com a gasolina e outros fluidos apolares.
  13. 13. •ABS  São três os monômeros usados na copolimerização desse polímero: acrilonitrila, but-1,3-dieno e o estireno. Assim, seu nome é polímero acrilonitrila-butadieno-estireno:  ABS ↓ ↓ ↓ Acrilonitrila But-1,3-dieno Styrene  Veja sua reação de copolimerização:
  14. 14.  Com o ABS se fabricam brinquedos, componentes de geladeira, painéis de automóveis, telefones, invólucros de aparelhos elétricos e embalagens.
  15. 15. ERICA FERNANDA
  16. 16. ELASTÔMERO
  17. 17. Um elastômero é um polímero que apresenta propriedades "elásticas", obtidas depois da reticulação. Ele suporta grandes deformações antes da ruptura. O termo borracha é um sinônimo usual de elastômero.
  18. 18.  Os materiais elastoméricos tal como os pneumáticos são normalmente a base de borracha natural (sigla NR) e de borracha sintética.  Por muito tempo a única borracha conhecida era a natural.
  19. 19.  A maioria dos elastômeros são polímeros orgânicos. São excelentes combustíveis. Os elastômeros a base de silicone se distinguem por sua natureza mineral.  Um elastômero é um material amorfo que possui uma temperatura de transição vítrea (Tg) baixa (normalmente inferior à -40 °C)1 .
  20. 20.  Existem também borrachas de silicone que são elastômeros usados em equipamentos industriais, em automóveis, etc. Inclusive as botas do primeiro astronauta que pisou na Lua foram feitas com borracha de silicone.
  21. 21. ERICA FERNANDA
  22. 22. FIBRA TÊXTIL
  23. 23. O QUE É ?  Fibra têxtil é a matéria-prima fibrosa a partir da qual os tecidos têxteis são fabricados. As fibras são transformadas em fios pelo processo de fiação.
  24. 24. O QUE É ?  Fibra têxtil é a matéria-prima fibrosa a partir da qual os tecidos têxteis são fabricados. As fibras são transformadas em fios pelo processo de fiação.
  25. 25.  Entre as naturais, a do algodão é certamente a mais importante, e representa, aproximadamente, 50% da produção mundial anual de fibras. As fibras animais são responsáveis por 6% da produção mundial, dentre as quais a lã é a mais importante.
  26. 26. CLASSIFICAÇÃO As fibras têxteis são classificadas conforme a sua origem, que pode ser natural ou não-natural. etc.
  27. 27. CARACTERISTICAS DA FIBRA TEXTIL: filtragem Repelência á agua Isolamento térmico Higrocapacidade Elastecidade Resistência Inflamabilidade
  28. 28. VANESSA OLIVEIRA
  29. 29. IMPACTO DOS PLÁSTICOS NO MEIO AMBIENTE
  30. 30.  Hoje, um terço do lixo doméstico é composto por embalagens. Cerca de 80% das embalagens são descartadas após usadas apenas uma vez! Como nem todas seguem para reciclagem, este volume ajuda a superlotar os aterros e lixões, exigindo novas áreas para depositarmos o lixo que geramos. Isso quando os resíduos seguem mesmo para o depósito de lixo...
  31. 31.  No Brasil, aproximadamente um quinto do lixo é composto por embalagens. São 25 mil toneladas de embalagens que vão parar, todos os dias, nos depósitos de lixo. Esse volume encheria mais de dois mil caminhões de lixo, que, colocados um atrás do outro, ocupariam quase 20 quilômetros de estrada.
  32. 32.  Ou seja, as embalagens, quando consumidas de maneira exagerada e descartadas de maneira regular ou irregular - em lugar de serem encaminhadas para reciclagem - contribuem e muito para o esgotamento de aterros e lixões, dificultam a degradação de outros resíduos, são ingeridos por animais causando sua morte, poluem a paisagem, causam problemas na rede elétrica (sacolas que se prendem em fios de alta tensão), e muitos outros tipos de impactos ambientais menos visíveis ao consumidor final (o aumento do consumo aumenta a demanda pela produção de embalagens, o que consome mais recursos naturais e gera mais resíduos).
  33. 33.  Todo esse impacto poderia ser diminuído ou eliminado, basicamente, por meio da redução do consumo desnecessário e correta separação e destinação do lixo: compramos somente aquilo que é necessário, reutilizamos o que for possível e mandamos para reciclagem materiais recicláveis e para a compostagem os resíduos orgânicos.
  34. 34. POLICARBONATO
  35. 35. O QUE É?  Os policarbonatos são um tipo particular de poliésteres, polímeros de cadeia longa, formados por grupos funcionais unidos por grupos carbonato (-O- (C=O)-O-). São moldáveis quando aquecidos, sendo por isso chamados termoplásticos. Como tal, estes plásticos são muito usados atualmente na moderna manufatura industrial e no design.
  36. 36.  O tipo de policarbonato mais utilizado é baseado no bisfenol A. Por vezes o termo policarbonato é utilizado como sinónimo deste polímero particular (policarbonato de bisfenol A).
  37. 37. ESTRUTURA
  38. 38.  Características dos policarbonatos: densidade:1,20. cristalinidade muito baixa, termoplástico, incolor, transparente.  Propriedades marcantes dos policarbonatos: semelhança ao vidro, porém altamente resistente ao impacto, boa estabilidade dimensional, boas propriedades elétricas, boa resistência ao escoamento sob carga e às intempéries, resistente a chama. É um dos 3 plásticos de engenharia mais importantes (os demais são: PA e POM)
  39. 39.  O policarbonato está se tornando um material comum no uso do dia-a-dia. Produtos feitos com policarbonato são por exemplo os óculos de sol e os CDs. São recicláveis, (veja mais em Reciclagem de polímeros).
  40. 40. VANESSA OLIVEIRA
  41. 41. POLIFENOL
  42. 42. Polifenóis são substâncias caracterizadas por possuírem uma ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático. Então, são fenóis, porém podem apresentar um ou mais grupos hidroxila e mais de um anel aromático. Um polifenol é consequente da reação entre um fenol comum e o formaldeído. Polímeros desse tipo são resistentes aos impactos e estáveis com relação ao aquecimento.
  43. 43.  São usados em materiais elétricos (tomadas e interruptores), cabos de panela, revestimento de freios e na forma de chapas decoradas para revestir móveis. Sua cadeia principal é bastante complexa, onde se encontram diversas outras cadeias unidas.
  44. 44.  Geralmente os polifenóis são sólidos, cristalinos, tóxicos, cáusticos e pouco solúveis em água. São visíveis na luz UV.  Geralmente os polifenóis são substâncias naturais encontradas em plantas, tais como flavonóides, taninos, lignanas, derivados do ácido cafeico, dentre outras. Muitas destas substâncias são classificadas como antioxidantes naturais e possuem propriedades terapêuticas, estando presentes em alimentos e plantas medicinais.
  45. 45. VANESSA OLIVEIRA
  46. 46. SILICONE
  47. 47. O QUE É ?  Silicones são compostos quimicamente inertes, inodoros, insípidos e incolores, resistentes à decomposição pelo calor, água ou agentes oxidantes, além de serem bons isolantes elétricos.
  48. 48.  São também impermeabilizantes, lubrificantes e na medicina são empregados como material básico de próteses.  Atualmente estima-se que os silicones são utilizados em mais de 5.000 produtos.
  49. 49. CARACTERÍSTICAS  Derivado do cristal de rocha quartzo, é considerado produto inorgânico; devido a isto, tem como uma de suas principais características, a vida útil mínima de 10 anos. Os silicones são altamente resistentes ao ultravioleta e intemperismos, tais como efeito ozona, altas ou baixas temperaturas ambientes (em geral de -45 a +145 °C).
  50. 50.  As características físico-químicas do silicone são especialmente determinadas pelo fato da grande mobilidade da sua cadeia, uma vez que o impedimento espacial é pequeno neste grupo de produtos.
  51. 51. IMPLANTES DE SILICONE  São utilizados na cirurgia plástica para melhorar a estética dos seios e outras partes do corpo humano. Podem dar mais volume e consistência às mamas, ou atuar em reconstruções mamárias (cirurgias reconstrutivas). Popularmente, os implantes são mais conhecidos como próteses de silicone.
  52. 52. ERICA FERNANDA
  53. 53. QUIMICA POLIAMIDA ARAMIDA POLIESTER POLIURETANO
  54. 54. POLIAMIDA  É um polímero termoplástico composto por monômeros de amida conectados por ligações peptídicas, podendo conter outros grupamentos.  A primeira poliamida foi sintetizada na DuPont, por umquímico chamado Wallace Hume Carothers, em 1935.  As poliamidas como o nylon, aramidas, começaram a ser usadas como fibras sintéticas, e depois passaram para a manufatura tradicional dos plásticos.
  55. 55.  A produção da poliamida é feita a partir de uma polimerização por condensação de um grupo amina e um ácido carboxílico ou cloreto de acila. A reação tem como subproduto água ou ácido clorídrico. Reação de síntese da poliamida 4,6
  56. 56. ARAMIDA  Aramida é o nome de uma fibra sintética nuito resistente e leve, produzida pela Du Pont, com o nome comercial de ¨Kevlar¨. É usada na fabricação de cintos de segurança, cordas, coletes à prova de balas, raquetes de tênis, etc.  A aramida é , proporcionalmente, sete vezes mais resistente do que o aço.
  57. 57. POLIESTER  É uma categoria de polímeros que contém o grupo funcional éster na sua cadeia principal. Apesar de existirem muitos poliésteres, o substantivo masculino "poliéster" como material específico refere-se ao polietileno tereftalato (PET).  Os poliésteres incluem produtos químicos que ocorrem naturalmente, tais como a cutina presente na cutícula das plantas, e produtos químicos sintéticos obtidos por policondensação tais como o policarbonato e polibutirato.
  58. 58. POLIURETANO  É um polímero que compreende uma cadeia de unidades orgânicas unidas por ligações uretânicas.  É amplamente usado em espumas rígidas e flexíveis, em elastômeros duráveis e em adesivos de alto desempenho, em selantes, em fibras, vedações, gaxetas, preservativos,carpetes, peças de plástico rígido e tintas.  Poliuretanos tem este nome porque são formados por unidades de uretano, ou carbamato.
  59. 59.  A criação dos poliuretanos é atribuída ao químico industrial alemão Otto Bayer (1902–1982), que descobriu a reação de poliadição de isocianatos e polióis .  O produto foi inicialmente desenvolvido como um substituto da borracha, no início da Segunda Guerra Mundial Esquema de síntese de um poliuretano
  60. 60. POLÍMEROS TERMOPLÁSTICOS E TERMOFIXOS
  61. 61.  POLÍMEROS TERMOPLÁSTICOS
  62. 62.  O comportamento térmico de polímeros é uma questão bem interessante que envolve a composição química destes materiais. Para fazer um teste seria bem simples:
  63. 63.  coloque um brinquedo infantil de plástico (bola ou boneca) sob o sol escaldante, o que ocorre? Ele adquire uma consistência macia como se estivesse derretendo não é isso?
  64. 64.  Os polímeros termoplásticos são compostos de longos fios lineares ou ramificados. A vantagem deste material está na remoldagem, pois estes plásticos podem ser reciclados várias vezes.
  65. 65. POLÍMEROS TERMOFIXOS
  66. 66.  Já os termofixos, como o próprio nome diz, possuem uma estrutura mais rígida, tudo se explica pela estrutura que os compõem: ligações cruzadas unem os fios de polímeros. Durante o preparo deste tipo de plástico, o mesmo é aquecido para formar pontes fixas na estrutura polimérica.
  67. 67.  A baquelite é um exemplo de plástico termofixo, ela é usada para compor cabos de frigideira por ser dura, resistente e não condutora (o cabo não se aquece no fogo).
  68. 68. VULCANIZAÇÃO
  69. 69. O QUE É ?  Vulcanização é o processo químico destinado a melhorar as propriedades físicas da borracha natural ou sintética. A borracha acabada adquire, assim, maior força tênsil e resistência à dilatação e à abrasão, e torna-se elástica a uma variedade maior de temperaturas.
  70. 70.  A forma mais simples de provocar a vulcanização consiste em aquecer a borracha com enxofre.  O inventor do processo, Goodyear, observou também a importância de certa substâncias, os aceleradores, que apressam a vulcanização ou a fazem ocorrer a temperaturas mais baixas.
  71. 71.  Quanto mais enxofre for adicionado à borracha, maior será a sua dureza: • Borrachas comuns: 2% a 10% de teor de enxofre; • Borrachas usadas em pneus: 1,5% a 5% de teor de enxofre; • Borrachas empregadas em revestimentos protetores de máquinas e aparelhos de indústrias químicas: cerca de 30% de teor de enxofre.
  72. 72.  Essa nova estrutura é melhor porque, como se pode ver na imagem abaixo, sem a vulcanização, as moléculas de poli-isopreno podem deslizar umas sobre as outras. Agora, com a realização da vulcanização, os átomos de enxofre unem as estruturas lineares iniciais, formando pontes de enxofre que aumentam a resistência e a dureza da borracha.
  73. 73. ERICA FERNANDA

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