Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"

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  1. 1. E.E. Manoel Lúcio da silva Equipe: Sandra de Oliveira 3° Ano Turma: “B”
  2. 2. Alunas: Ana Jéssica N° 01 Deivila Aparecida N° 07 Jéssica Barbosa N° 11 Rita de Cássia N° 31 Professor: Paulo Celso Química. Arapiraca AL 18/10/14
  3. 3. 1. O Polietileno e outros Polímeros Vinílicos
  4. 4. Introdução O polietileno tem sua cadeia constituída basicamente por carbono e hidrogênio e é um material translucido ou leitoso, maleável e inflamável. É flexível, já que possui temperatura de transição vítrea bem abaixo das temperaturas ambientes usuais.
  5. 5. Polietileno
  6. 6.  Pode ser produzido com diferentes densidades e nas formas linear, ramificada ou reticulada, apresentando campos de aplicação comercial diversificados.
  7. 7.  Por ser um termo plástico barato e de fácil processamento, é muito utilizado para produção de sacos, embalagens e utilidades domesticas como potes e vasilhas. Além disso, são leves, atóxicos e quimicamente resistentes, podendo entrar em contato com alimentos e produtos farmacêuticos sem transmitir odor ou sabor.
  8. 8. Polímeros Vinílicos  São macromoléculas obtidas pela combinação de um número imenso de moléculas pequenas (da ordem de milhares) chamadas monômeros.  Polímeros vinílicos - Quando o monômero inicial tem o esqueleto C=C, que lembra o radical vinila.
  9. 9. Alguns tipos de Polímeros Vinílicos:  Polipropileno  Poliisobuteno  Poliestireno  Cloreto de Polivinila  Acetato de Polivinila  Politetrafluoretileno ou Teflon.
  10. 10. Cada tipo na Cadeia
  11. 11. O sucesso crescente no uso dos plásticos se deve à combinação de baixos custos de produção, ótima resistência e boa aparência. O maior problema é o prejuízo que podem causar ao meio ambiente em longo prazo, uma vez que podem permanecer milhões de anos sob condições adversas sem se degradar.
  12. 12. 2. Elastâmeros
  13. 13. Introdução  Um elastômero é um polímero que apresenta propriedades "elásticas", obtidas depois da reticulação. Ele suporta grandes deformações antes da ruptura. O termo borracha é um sinônimo usual de elastômero.
  14. 14. Elastâmeros
  15. 15. A borracha natural é o polímero 2-metil-buta- 1,3-dieno, também chamado de isopreno, que é obtido das árvores da seringueira (Hevea brasiliensis). Essa árvore pode ser cortada por meio de rachaduras em seu caule. Dessa forma, coleta-se uma seiva chamada de látex, que possui esse polímero.
  16. 16.  Imitando a natureza, os químicos inventaram as borrachas sintéticas, que são formadas por reações de polimerização semelhantes à do poli-isopreno acima, mas que são formadas por outros polímeros diênicos, como o polibutadieno e o policloropreno, ou neopreno.  Existem também borrachas sintéticas formadas por copolímeros, como o Buna-S (but-1,3-dieno com o vinilbenzeno em presença de sódio metálico), o Buna-N ou perbunan (but-1,3-dieno com acrilonitrila na presença de sódio metálico) e o ABS (acrilonitrila, estireno e but- 1,3-dieno).
  17. 17. Alguns Exemplos
  18. 18.  Existem também borrachas de silicone que são elastômeros usados em equipamentos industriais, em automóveis, etc. Inclusive as botas do primeiro astronauta que pisou na Lua foram feitas com borracha de silicone.
  19. 19. 3. Copolímeros
  20. 20. Introdução Os copolímeros são polímeros formados por mais de um tipo de monômero. Os principais exemplos são as borrachas sintéticas, como ABS, Buna-N e Buna-S.
  21. 21.  A formação dos copolímeros pode se dar de forma regular ou irregular. Podemos ver que os monômeros diferentes podem se arranjar de forma regular intercalada ou em blocos, de forma aleatória, dispondo-se ao acaso, e também pode acontecer de blocos de monômeros serem enxertados como cadeias laterais. Essas mudanças modificam as propriedades do polímero final.
  22. 22.  ABS: São três os monômeros usados na copolimerização desse polímero: acrilonitrila, but-1,3-dieno e o estireno. Assim, seu nome é polímero acrilonitrila-butadieno-estireno:  Com o ABS se fabricam brinquedos, componentes de geladeira, painéis de automóveis, telefones, invólucros de aparelhos elétricos e embalagens.
  23. 23.  Buna-S: Esse copolímero recebe esse nome porque é formado a partir de dois monômeros diferentes; sendo que o primeiro é o eritreno, que na verdade tem a nomenclatura oficial de but-1,3-dieno – daí vem, portanto, o prefixo “bu”. O segundo monômero é o estireno (vinilbenzeno), que em inglês escreve sestyrene, por isso o “S” no final. Já o “na” vem do sódio (Na – do latim natrium), que atua como catalisador na reação de polimerização desse copolímero.  Esse polímero é muito usado em bandas de rodagem de pneus, solados, cabos de isolamento, entre outros.
  24. 24.  Buna-N: Esse composto também recebe uma sigla em inglês que é NBR (nitrilo butadien rubber), que quer dizer que ele é uma borracha feita de but-1,3-dieno com o acrilonitrila, conforme pode ser visto a seguir:  O Buna-N, também denominado perbunan, é bastante usado em mangueiras, revestimentos de tanques e válvulas que entram em contato com a gasolina e outros fluidos apolares.
  25. 25. 4. Vulcanização (Borracha)
  26. 26. Introdução  A vulcanização é um processo de adição de enxofre à borracha crua, formando pontes de enxofre entre as cadeias do polímero que melhoram suas propriedades.
  27. 27.  A borracha passa por um processo chamado de vulcanização e que foi descoberto por acidente em 1838 por Charles Goodyear (1800-1860), quando ele deixou cair uma mistura de borracha e enxofre sobre o fogão quente e ele notou que essa mistura queimou um pouco, mas não derreteu.
  28. 28.  Assim, a vulcanização é a adição de enxofre à borracha, sob aquecimento e com o uso de catalisadores. Observe no esquema abaixo que as ligações duplas do poli-isopreno (polímero da borracha) são rompidas e formam-se pontes de enxofre, ou seja, ligações laterais entre as cadeias, tornando-se o polímero tridimensional.
  29. 29.  A proporção de enxofre adicionado à borracha na vulcanização varia entre 2 e 20%, dependendo do que se deseja, sendo que, quanto mais enxofre for adicionado à borracha, maior será a sua dureza. Veja:  Borrachas comuns: 2 a 10% de teor de enxofre;  Borrachas usadas em pneus: 1,5 a 5% de teor de enxofre;  Borrachas empregadas em revestimentos protetores de máquinas e aparelhos de indústrias químicas: cerca de 30% de teor de enxofre.
  30. 30. Alguns Exemplos:
  31. 31. 5. Poliamida
  32. 32. Introdução  Poliamida é um polímero termoplástico composto por monômeros de amida conectados por ligações peptídicas, podendo conter outros grupamentos. A primeira poliamida foi sintetizada na DuPont, por um químico chamado Wallace Hume Carothers, em 1935.1 As poliamidas como o nylon, aramidas, começaram a ser usadas como fibras sintéticas, e depois passaram para a manufatura tradicional dos plásticos.  Atualmente, a poliamida tem estreita relação com uma família de polímeros denominados poliamídicos, e sua produção é feita a partir de quatro elementos básicos, extraídos respectivamente: do petróleo (ou gás natural), do benzeno, do ar e da água (carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio).
  33. 33.  A produção da poliamida é feita a partir de uma polimerização por condensação de um grupo amina e um ácido carboxílico ou cloreto de acila. A reação tem como subproduto água ou ácido clorídrico.
  34. 34. Aplicações e tipos:  As poliamidas existem em uma grande variedade, conforme sua composição polimérica. Dependendo dos grupos funcionais ligados a ela e do número de carbonos que compõem os monômeros dá-se um nome diferente. Tradicionalmente a poliamida sem grupos especiais tem nomenclatura de poliamida x, y onde x e y representam o número de carbonos dos dois monômeros presentes.
  35. 35.  Podemos ver a poliamida sendo usada para fabricação de carpetes, airbags, patins, relógios, calçados esportivos, uniformes de esqui, cordas para alpinismo, barracas. Também podemos ver que um automóvel tem hoje pelo menos dez quilos de seus materiais em poliamida, apresentando vantagens exclusivas e diminuindo o peso do carro e, em consequência, reduz o consumo de combustível.
  36. 36. Alguns Exemplos:
  37. 37. 6. Poliéster
  38. 38. Introdução  Poliéster é um polímero que contém em sua cadeia principal o grupo funcional éster, que é obtido a partir da condensação de ácidos carboxílicos e glicóis: ácido + álcool = éster + água. Também é conhecido como polietileno tereftalato (PET). Um dos poliésteres mais importantes é fabricado através da reação química entre o ácido tereftálico.
  39. 39.  Poliéster Saturado: são resultantes da reação de um biálcool com um biácido saturado, as ligações existentes entre os carbonos da cadeia são apenas ligações simples.  Poliéster Insaturado: são polímeros alquídico, onde contém insaturações dissolvidas em um monômero para facilitar o seu uso, esse monômero pode ser o estireno. É resultante da reação entre um ácido insaturado, um ácido saturado e um biálcool, as ligações existentes na cadeia carbônica é simples e duplas.
  40. 40.  O polímero PET é também comercializado com o nome de dracon e pode ser usado para produzir filmes fotográficos, fitas de áudio, guarda-chuvas, embalagens, gabinetes de forno, varas de pescar, barracas de camping e engrenagens.  Quando o PET é misturado ao algodão, ele forma uma fibra sintética conhecida como tergal que é usada na produção de tecidos para roupas e maiôs.
  41. 41. Alguns Exemplos:
  42. 42. 7. Aramida
  43. 43. Introdução  A poliaramida (aramida) é um polímero de alto desempenho, onde a elevada tenacidade, baixo alongamento e resistência ao calor são algumas de suas principais características. Este tipo de matéria prima não é fabricado no Brasil e não são previstas normas específicas para a determinação da qualidade do material. Desta forma, a principal forma de avaliação do material é mediante o gráfico tensão x deformação. Embora este método seja bastante confiável para o caso de filamentos contínuos de poliaramida de uso balístico, outros tipos de poliaramida são encontrados no mercado e sua correta caracterização se faz necessária, pois há diversas qualidades adequadas a mercados e aplicações diferentes.
  44. 44. Forma Molecular  [-CO-C6H4-CO-NH-C6H4-NH-]n
  45. 45.  Kevlar®: é formado pela união entre o ácido tereftálico e o benzenodiamina. É aplicado principalmente em coletes à prova de balas, bem como em chassis de carros de corrida, em roupas dos pilotos desses carros, em roupas de combate a incêndios e em peças de aviões.
  46. 46. Alguns Exemplos:
  47. 47. 8. Poliuretano
  48. 48. Introdução  O poliuretano (PU), também denominado por alguns autores como poliuretana, é um polímero de rearranjo muito usado na produção de espumas para colchões, travesseiros, assentos de automóveis, isolantes térmicos de paredes e refrigeradores, isolantes acústicos, na produção de fibras, vedações, preservativos, calçados, carpetes e bolas de futebol.
  49. 49. O primeiro coração artificial implantado no homem foi feito de poliuretana
  50. 50.  O poliuretano é bastante versátil na combinação com outras resinas e é útil em trabalho em altas temperaturas. Um exemplo que mostra isso é na produção de espuma, pois ele é misturado ao gás fréon, que se desprende durante a reação, provocando sua expansão, seu aumento de volume e liberação de calor.  No caso do poliuretano usado como revestimento dos gomos das bolas de futebol modernas, ele se apresenta altamente durável e leve e é colado por meio de uma ligação térmica. Seu uso permite que, ao longo do jogo, a massa, o formato e a medida da bola não mudem.
  51. 51. Alguns Exemplos:
  52. 52. 9. Silicone
  53. 53. Introdução  Silicones são compostos quimicamente inertes, inodoros, insípidos e incolores, resistentes à decomposição pelo calor, água ou agentes oxidantes, além de serem bons elétricos. Podem ser sintetizados em grande variedade de formas com inúmeras aplicações práticas, por exemplo, como agentes de polimento, vedação e proteção. São também impermeabilizantes, lubrificantes e na medicina são empregados como material básico de próteses. O termo silicone é o termo inglês para a classe de compostos químicos cujo nome correto em português é silicone, em função da sua semelhança da sua fórmula geral com as cetonas.
  54. 54. É formado por um esqueleto inorgânico silício-oxigênio (…-Si-O-Si-O-Si-O-…) com grupos laterais orgânicos ligados aos átomos de silício.  Repare que a molécula ilustrada acima é formada por silício e oxigênio intercalados, contendo também grupos orgânicos (CH3) na sua estrutura. Com isso podemos concluir que silicones são um misto de material orgânico e inorgânico com fórmula química geral: [R2SiO]n, onde R é grupo orgânico como metil, etil, e fenil.
  55. 55.  Mas as aplicações desse material não dizem respeito somente à estética corporal, ele pode ser ainda empregado na fabricação de impermeabilizantes de superfícies, graxa lubrificante, cera de polimento, adesivos, selantes, colas de silicone, etc.
  56. 56. 10. Policarbonato
  57. 57. Introdução  Os policarbonatos são um tipo particular de poliésteres, polímeros de cadeia longa, formados por grupos funcionais unidos por grupos carbonato (-O-(C=O)-O-). São moldáveis quando aquecidos, sendo por isso chamados termoplásticos. Como tal, estes plásticos são muito usados atualmente na moderna manufatura industrial e no design.
  58. 58.  O tipo de policarbonato mais utilizado é baseado no bisfenol A. Por vezes o termo policarbonato é utilizado como sinónimo deste polímero particular (policarbonato de bisfenol A).
  59. 59.  Propriedades marcantes dos policarbonatos: semelhança ao vidro, porém altamente resistente ao impacto, boa estabilidade dimensional, boas propriedades elétricas, boa resistência ao escoamento sob carga e às intempéries, resistente a chama.  É um dos 3 plásticos de engenharia mais importantes. O policarbonato está se tornando um material comum no uso do dia-a-dia. Produtos feitos com policarbonato são por exemplo os óculos de sol e os CDs. São recicláveis.
  60. 60. Alguns Exemplos:
  61. 61. 11. Polifenol
  62. 62. Introdução  Polifenóis são substâncias caracterizadas por possuírem uma ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático. Então, são fenóis, porém podem apresentar um ou mais grupos hidroxila e mais de um anel aromático. Um polifenol é consequente da reação entre um fenol comum e o formaldeído. Polímeros desse tipo são resistentes aos impactos e estáveis com relação ao aquecimento.
  63. 63.  Geralmente os Polifenóis são sólidos, cristalinos, tóxicos, cáusticos e pouco solúveis em água. São visíveis na luz UV.
  64. 64.  São usados em materiais elétricos (tomadas e interruptores), cabos de panela, revestimento de freios e na forma de chapas decoradas para revestir móveis. Sua cadeia principal é bastante complexa, onde se encontram diversas outras cadeias unidas.  Geralmente os Polifenóis são substâncias naturais encontradas em plantas, tais como flavonoides, taninos, lignanas, derivados do ácido cafeico, dentre outras. Muitas destas substâncias são classificadas como antioxidantes naturais e possuem propriedades terapêuticas, estando presentes em alimentos e plantas medicinais.
  65. 65. Alguns Exemplos:
  66. 66. 12. Polímeros termoplásticos
  67. 67. Introdução  Os polímeros termoplásticos são compostos de longos fios lineares ou ramificados. A vantagem deste material está na remoldagem, pois estes plásticos podem ser reciclados várias vezes.
  68. 68.  Basta uma breve exposição ao sol e já ficam amolecidos como se estivessem se desfazendo. Como por exemplo, um brinquedo plástico abandonado no quintal, rapidamente ele desbota e deforma, por ser constituído pelo que chamamos de “termoplástico”.  A desvantagem está na sensibilidade ao calor. Neste caso, a alta temperatura influi negativamente na estrutura do material, tornando-o pouco resistente. Em compensação, o polímero é passível de remoldagem, por isso, estes plásticos podem ser facilmente reciclados.
  69. 69.  Aplicação dos termoplásticos: para produzir filmes, fibras e embalagens, como polietileno (PE), polipropileno (PP), cloreto de Polivinila (PVC), entre outros.
  70. 70. Alguns Exemplos:
  71. 71. 13. Polímeros Termofixos
  72. 72. Introdução  Polímeros Termorrígidos ou Termofixos: são plásticos que são maleáveis apenas no momento de sua fabricação, sendo que depois não é possível remodelá-los, eles se decompõem.  Não é possível remodela-los porque suas macromoléculas formam ligações em todas as direções do espaço, formando uma rede tridimensional chamada de reticulado.
  73. 73.  Os polímeros termorrígidos são infusíveis e insolúveis em solventes orgânicos comuns.  O primeiro polímero termorrígido a ser produzido foi a resina fenol-formaldeído, mais conhecida como baquelite ou novolac. Entre outras finalidades, a baquelite é empregada na fabricação de cabos de panelas, já que não derrete sob ação do calor.
  74. 74. Tipos de polímeros termofixos:  Resina epóxi;  Resina fenólica;  Resina poliéster;  Resina furano.
  75. 75. Alguns exemplos:
  76. 76. 14. A guerra contra a Água Mineral
  77. 77. Introdução O novo vilão dos ambientalistas não é o líquido, mas o plástico das embalagens.  O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases que agravam o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado. Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas.
  78. 78.  Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas.  O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao ser descartadas. Só no Brasil, que recicla menos da metade das garrafas PET que produz, mais de 4 bilhões delas viram lixo todos os anos.  De acordo com um relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria.
  79. 79. 15.O impacto ambiental causado pelos plásticos.
  80. 80. Introdução Prós e contras do plástico para o meio ambiente.  Nos dias de hoje, com a conscientização a respeito da reciclagem tomando cada vez mais corpo na sociedade, falar nos benefícios do plástico é complicado, mas eles de fato existem. Em termos de embalagens, o plástico é imbatível, mas há outras coisas boas por trás dessa indústria.
  81. 81.  Entupimentos de valas e bueiros podem causar enchentes e desabrigar pessoas, principalmente as moradoras de periferias. A poluição visual também é outro malefício causado pelos resíduos plásticos. Isso sem contar o impacto dos plásticos no ecossistema marinho.  Pesquisas já demonstraram que o plástico, no ambiente marinho, sofre ações do meio (sol, altas temperaturas, diferentes níveis de oxigênio, energia das ondas e presença de fatores abrasivos, como areia, cascalho ou rocha), fragmenta-se e passa a ter aparência de alimento para muitos dos animais marinhos, causando a morte deles e interferindo no ciclo reprodutivo de muitas espécies.
  82. 82. O que fazer?  As pessoas tendem a acreditar que o fato de o plástico demorar 200 anos para se degradar é ruim, mas na verdade essa é uma das grandes virtudes desse material, pois é o que permite que ele seja usado de novo, que seja reciclado. Isso economiza energia e matéria-prima e contribui com o que chamamos de redução da pegada ecológica, que é a necessidade que o ser humano tem de explorar o meio ambiente.
  83. 83. 16. Fibras têxteis
  84. 84. Introdução  Entende-se por fibra têxtil, todo elemento de origem química ou natural, constituído de macromoléculas lineares, que apresente alta proporção entre seu comprimento e diâmetro e cujas características de flexibilidade, suavidade e conforto ao uso, tornem tal elemento apto ás aplicações têxteis.
  85. 85. Simbologia  As fibras têxteis são classificadas conforme a sua origem, que pode ser natural ou não-natural.
  86. 86. Fibras naturais  Fibras de origem vegetal;  Fibras de origem animal;  Fibras de origem mineral.
  87. 87. Fibras não-naturais  Fibras artificiais;  Fibras sintéticas.
  88. 88. Alguns Exemplos
  89. 89. Fim

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