ÓCIO, LAZER E TIC<br />Nas<br />Necessidades Especiais<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />1<br />
LAZER E RECREAÇÃO<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />2<br />DESENVOLVIMENTO E DESCOBERTA DE NOVAS POTENCIALIDADES INDIVIDUAI...
mobilidade <br />e <br />acessibilidade<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />3<br />constitui um direito universal <br />conqu...
EXCLUSÃO<br />POBREZA <br />EXCLUSÃO SOCIAL <br />PRECONCEITO <br />DISCRIMINAÇÃO <br />INDIFERENÇA<br />Virgílio Ribeiro,...
LAZER=INCLUSÃO<br />lazer<br />5<br />É indispensável à vida de qualquer indivíduo<br />É uma importante componente no pro...
O NOSSO TRABALHO DIÁRIO<br />Desenvolvemos processos de avaliação da acessibilidade dos indivíduos portadores de limitaçõe...
7<br />PROGRESSO TECNOLÓGICO <br />promove horizontes mais amplos <br />melhora a qualidade da vida<br />incrementa as pos...
“Muitas vezes, em vez de facilitar e simplificar o desenvolvimento destas pessoas, podem criar-se obstáculos intransponíve...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />9<br />BENEFÍCIOS DAS TIC<br />Versatilidade e flexibilidade que permite múltiplas aplicações,...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />10<br />BENEFÍCIOS DAS TIC<br />Aumenta a auto-estima, <br />Permite que o professor tenha mai...
O elevado custo do software e do hardware, pelo que não é possível o acesso a estes recursos por todos aqueles que deles n...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />12<br />TECNOLOGIA DE APOIO/PRODUTO DE APOIO<br />TIC para as pessoas com limitações <br />Tec...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />13<br />FUNÇÕES RECURSOS TECNOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO <br />Ferramenta de comunicação. <br />Ferra...
O computador é uma máquina facilmente modificável e adaptável às necessidades individuais de cada um;<br />Satisfaz os obj...
Para os profissionais da educação, não há dúvidas de que a Internet implica a possibilidade de obter informações actualiza...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />16<br />OUTRAS  FORMAS DE APRENDER<br />Para as pessoas cujas características são os problemas...
INCLUSÃO<br />Contudo devemos questionar-nos se estas opções serão realmente inclusivas e se isto implica a integração soc...
Manipular um objecto num ambiente diferente, sem existir fisicamente... Imagine-se o que pode significar para as pessoas c...
CONCLUINDO<br />Educar na diversidade, requer uma grande quantidade de materiais na sala de aula de modo a diversificar o ...
Virgílio Ribeiro, 2010<br />20<br />Obrigado por terem tido a paciência de me ouvir.<br />Talvez tenhamos a oportunidade d...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Ócio, Lazer e TIC virgílio ribeiro

1.781 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Turismo, Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.781
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
385
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
11
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ócio, Lazer e TIC virgílio ribeiro

  1. 1. ÓCIO, LAZER E TIC<br />Nas<br />Necessidades Especiais<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />1<br />
  2. 2. LAZER E RECREAÇÃO<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />2<br />DESENVOLVIMENTO E DESCOBERTA DE NOVAS POTENCIALIDADES INDIVIDUAIS<br />Promovem<br />INTEGRAÇÃO COMUNITÁRIA<br />aumento da auto-estima <br />um veículo privilegiado de inclusão<br />PROMOVE A relação directa entre indivíduos ditos “normais” e pessoas portadoras de limitações<br />QUALIDADE DE VIDA<br />
  3. 3. mobilidade <br />e <br />acessibilidade<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />3<br />constitui um direito universal <br />conquistas sociais importantes<br />reforçam o conceito de cidadania<br />
  4. 4. EXCLUSÃO<br />POBREZA <br />EXCLUSÃO SOCIAL <br />PRECONCEITO <br />DISCRIMINAÇÃO <br />INDIFERENÇA<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />4<br />SOCIEDADE<br />MARCADA<br />Estas formas de exclusão são mais evidentes para com as pessoas com necessidades especiais: a falta de acessibilidade a muitos espaços ditos “públicos”, a falta de conhecimento a respeito de questões relacionadas com estas pessoas, o super-protecionismo por parte da família e das pessoas do círculo restrito de amigos e vizinhos, a falta de políticas públicas de lazer e recreação para estes, são a prova evidente desta exclusão. <br />
  5. 5. LAZER=INCLUSÃO<br />lazer<br />5<br />É indispensável à vida de qualquer indivíduo<br />É uma importante componente no processo de inclusão social <br />“O que define a pessoa portadora de deficiência não é a falta de um membro nem a visão ou audição reduzidas. O que caracteriza a pessoa portadora de deficiência é a dificuldade de se relacionar, de se integrar na sociedade, o grau de dificuldade para a integração social é que definirá quem é ou não portador de deficiência”. Araújo (1997)<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />
  6. 6. O NOSSO TRABALHO DIÁRIO<br />Desenvolvemos processos de avaliação da acessibilidade dos indivíduos portadores de limitações às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).<br />É neste sentido que nos iremos debruçar mais sobre estes aspectos na vida destas pessoas e de que forma podem utilizar as tecnologias no seu tempo de ócio e lazer.<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />6<br />
  7. 7. 7<br />PROGRESSO TECNOLÓGICO <br />promove horizontes mais amplos <br />melhora a qualidade da vida<br />incrementa as possibilidades do ser humano <br />Melhora a sociedade em todos os seus aspectos<br />Para se usufruir das oportunidades oferecidas requer-se continuamente novos e mais específicos conhecimentos e habilidades da parte dos indivíduos<br />Nas pessoas portadoras de limitações, esta complexidade progressiva das exigências do ambiente social pode ter um efeito oposto ao pretendido pelo progresso social.<br />
  8. 8. “Muitas vezes, em vez de facilitar e simplificar o desenvolvimento destas pessoas, podem criar-se obstáculos intransponíveis, que devem ser evitados em prol do acesso às tecnologias. No campo da tecnologia, se um sistema tecnológico está configurado de modo a que seja pouco acessível às pessoas portadoras de limitações ao nível cognitivo, sensorial e/ou motor, estamos a criar um processo de exclusão digital e consequentemente social. Se se considerarem as tecnologias no contexto educacional, em que o potencial como ferramenta de ensino está a mostrar-se extremamente importante, as limitações no acesso a estas tecnologias traduzem-se necessariamente em limitações no acesso à educação. Mas também vale a pena recordar o perigo que representam os meios tecnológicos quando considerados como a panaceia universal para contemplar o sucesso de todos os alunos com necessidades educativas especiais (NEE). O recurso tecnológico em si não é a varinha mágica que resolve totalmente qualquer problema, embora se possa dizer que as novas tecnologias no mundo de hoje e do futuro, representam um caminho de esperança na educação especial e vida quotidiana das pessoas com necessidades especiais.” (Gonzalez e Lopez, 1994).<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />8<br />
  9. 9. Virgílio Ribeiro, 2010<br />9<br />BENEFÍCIOS DAS TIC<br />Versatilidade e flexibilidade que permite múltiplas aplicações, com objectivos diferentes, e ainda a adaptação a cada caso específico. <br />É ainda possível utilizar um único dispositivo ou programa por várias crianças e/ou adultos, apenas com alguns ajustes.<br />Facilita a individualização do ensino, combinando tarefas, tendo em conta o nível de habilidades de cada aluno e de acordo com seu próprio ritmo.<br />Permite a repetição de um exercício (com "paciência infinita") e autocorrecção imediata.<br />Aumenta o grau de autonomia e independência pessoal uma vez que a criança pode trabalhar sozinha e com necessidade de menos ajuda do outro. <br />
  10. 10. Virgílio Ribeiro, 2010<br />10<br />BENEFÍCIOS DAS TIC<br />Aumenta a auto-estima, <br />Permite que o professor tenha mais tempo para dedicar a outros alunos ou actividades.<br />Permite uma maior rapidez e qualidade do trabalho, poupando um esforço considerável à criança e ajuda a eliminar a sensação de fracasso.<br />Permite a concepção de actividades de trabalho cooperativo, o que pode ser um meio para aumentar a comunicação e a socialização do grupo (por exemplo, actividades de lazer ou treino de habilidades sociais).<br />O computador oferece a possibilidade de armazenar dados sobre as realizações de cada criança, gravando ou imprimindo.<br />
  11. 11. O elevado custo do software e do hardware, pelo que não é possível o acesso a estes recursos por todos aqueles que deles necessitam. Além disso, o rápido progresso da investigação, em muitos produtos, torna-os ultrapassados num curto período de tempo. <br />A falta de preparação dos profissionais da educação, com a incorporação das TIC no currículo escolar exige uma reavaliação, resultando, por vezes em situações de suspeita e rejeição. Além disso, há poucas escolas, ou nenhumas, que têm profissionais especializados num determinado programa, responsável por analisar a evolução de um determinado software. <br />A utilização inadequada de meios tecnológicos, como resultado da introdução destes no campo educacional, como mera moda e a falta de abordagens anteriores que considerem os estudos das reais capacidades da criança e conformes com as suas necessidades e as possibilidades de integrar a sua utilização num currículo convencional.<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />11<br />INCONVENIENTES DAS TIC<br />
  12. 12. Virgílio Ribeiro, 2010<br />12<br />TECNOLOGIA DE APOIO/PRODUTO DE APOIO<br />TIC para as pessoas com limitações <br />Tecnologia de Apoio <br />“tecnologia assistiva” ou “adaptada” e mais recentemente, “produto de apoio”. <br />Por ajudas técnicas entende-se então "…qualquer item, equipamento global ou parcial ou sistema adquirido comercialmente, adaptado às limitações de uma pessoa e que é usado para aumentar ou melhorar as capacidades funcionais desta, ou para alterar ou introduzir novos comportamentos." (Cook e Hussey, 1995).<br />
  13. 13. Virgílio Ribeiro, 2010<br />13<br />FUNÇÕES RECURSOS TECNOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO <br />Ferramenta de comunicação. <br />Ferramenta para o desenvolvimento da capacidade de atenção e concentração, capacidade lógica e pensamento convergente, da linguagem nas suas duas vertentes compreensiva e expressiva, incluindo mesmo a criatividade e a socialização.<br />Instrumento para a valorização educacional. Especialmente no caso dos alunos com limitações graves que necessitam de utilizar esses meios para comunicar e realizar as suas tarefas escolares.<br />Como objecto lúdico, para jogar individualmente ou em grupo, o que também promove a socialização.<br />Como meio para desenvolver a autonomia pessoal e integração social. <br />Como meio de preparação profissional. Para adquirir conhecimentos básicos para o exercício de uma profissão e superar limitações pessoais, permitindo trabalhar num meio normalizado. <br />(Lopez e Lopez, 1994) <br />
  14. 14. O computador é uma máquina facilmente modificável e adaptável às necessidades individuais de cada um;<br />Satisfaz os objectivos adequando-se às necessidades de cada um dos utilizadores;<br />facilita a acessibilidade e elimina barreiras;<br />Existem aparelhos desenvolvidos especificamente para pessoas portadoras de limitações;<br />Recurso valioso para pessoas com limitações; <br />Não é vulgar encontrar noutras tecnologias esta facilidade de adaptação.<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />14<br />ÓCIO, LAZER E O COMPUTADOR<br />
  15. 15. Para os profissionais da educação, não há dúvidas de que a Internet implica a possibilidade de obter informações actualizadas sobre praticamente qualquer coisa, que vão desde o treino educativo até aos últimos desenvolvimentos da pedagogia, quer convencionais quer adaptadas, uma vez que nela se podem encontrar referências a quase todos os tipos de problemas. Além disso facilita o contacto entre profissionais, não importa onde seja o local de trabalho, permitindo conhecer outras e novas experiências que podem ser interessantes para cada um de nós. <br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />15<br />possibilidade de obter informações actualizadas sobre praticamente qualquer coisa<br />INTERNET : A COMUNICAÇÃO POR EXCELÊNCIA<br />
  16. 16. Virgílio Ribeiro, 2010<br />16<br />OUTRAS FORMAS DE APRENDER<br />Para as pessoas cujas características são os problemas graves de mobilidade (ou outras deficiências)<br />formação no próprio contexto<br />aula virtual<br />videoconferência<br />(e-learning)<br />Teletrabalho<br />
  17. 17. INCLUSÃO<br />Contudo devemos questionar-nos se estas opções serão realmente inclusivas e se isto implica a integração social?<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />17<br />
  18. 18. Manipular um objecto num ambiente diferente, sem existir fisicamente... Imagine-se o que pode significar para as pessoas com determinadas deficiências, esta oportunidade.<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />18<br />Realidade Virtual<br />
  19. 19. CONCLUINDO<br />Educar na diversidade, requer uma grande quantidade de materiais na sala de aula de modo a diversificar o processo ensino-aprendizagem. A diversificação das estratégias de ensino-aprendizagem exigem o uso de muitos materiais diferentes. Neste sentido, as tecnologias de apoio podem representar para os alunos com NEE, um elemento crucial para normalizar as suas vidas e em alguns casos, uma das poucas opções de acesso a um currículo que, de outro modo, lhe estaria vedado. Também pode ser considerado um meio de serem resgatados de um mundo de silêncio, onde a ausência de um código compreensível para a maioria deles, os condicionaria, no mínimo, a serem comunicadores passivos, deixando-lhes oportunidades muito reduzidas para serem capazes de expressar todo o seu rico mundo interior. As TIC são, sobretudo, para estas populações, um caminho para a integração. Várias experiências mostram que, para individualizar o ensino, a vida quotidiana e o lazer, a adaptação das tecnologias às necessidades específicas de cada um, incorporando os computadores na sala de aula e nos serviços públicos, como um recurso de acesso à comunicação, promove a integração não só física, mas também a integração social, tornando a sociedade mais inclusiva. (Stevenson, 2002).<br />Virgílio Ribeiro, 2010<br />19<br />
  20. 20. Virgílio Ribeiro, 2010<br />20<br />Obrigado por terem tido a paciência de me ouvir.<br />Talvez tenhamos a oportunidade de nos voltarmos a encontrar.<br />Adeus!<br />

×