A fotografia como paixão<br /> em Cartier-Bresson<br />A fotografia como paixão<br /> em<br /> Cartier-Bresson<br />Profes...
Henri Cartier-Bresson<br />O trabalho de Henri Cartier-Bresson talvez se possa definir como um exercício de placidez e din...
Henri Cartier-Bresson<br />O gesto poético de Bresson é inesperadamente político: uma política acima, a perplexa política ...
A feirante do <br />mercado de Bali<br />A apresentação de dois seres básicos em meio a um éden suarento<br />INDONESIA. B...
A cidade proibida<br />Da pintura, o surrealismo povoou expressiva parte de sua obra<br />CHINA. Beijing. 1948. <br />The ...
Encontro <br />com o Mahatma<br />A Leicadialoga com o momento, participa daquela solenidade de luz e sombra. O khaddar de...
A pira mortuária de Gandhi<br />INDIA. Delhi. 1948. The cremation of GANDHI <br />O discípulo participa de um momento deci...
A corrida do ouro<br />CHINA. Shanghai.  1948. With the gold rush, in December,<br /> thousands came out and waited in lin...
A aranha do amor<br />MEXICO. Mexico City. 1934<br />A foto recebeu este título do escritor André Pierre Mandiarques, amig...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A fotografia como paixão em Cartier-Bresson

1.299 visualizações

Publicada em

A fotografia como paixão em Cartier-Bresson

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.299
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
17
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
20
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A fotografia como paixão em Cartier-Bresson

  1. 1. A fotografia como paixão<br /> em Cartier-Bresson<br />A fotografia como paixão<br /> em<br /> Cartier-Bresson<br />Professor Doutor Emanoel Francisco Pinto Barreto<br />Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes<br />Departamento de Comunicação Social<br />Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Natal - Brasil<br />Setembro de 2010<br />
  2. 2. Henri Cartier-Bresson<br />O trabalho de Henri Cartier-Bresson talvez se possa definir como um exercício de placidez e dinâmica, distanciamento e imersão do olhar em instante passageiro, conjura de arrebatamento e cerebralismo<br />Aquela, de sentido weberiano, paradoxalmente metódica e cambiante – “apaixonada a uma ‘causa’, ao deus ou ao demônio que a inspira”<br />
  3. 3. Henri Cartier-Bresson<br />O gesto poético de Bresson é inesperadamente político: uma política acima, a perplexa política do olhar. Captação da vida/existência em seu fragor ingênuo, curioso ou trágico. O que virá depois daquele instante? E antes, o que o implicou? Como? Por quê?<br />Este trabalho tem, portanto, o propósito de expor um olhar a respeito do olhar bressoniano. É uma tentativa de imersão e compreensão do que produziu a partir daquilo que seria o lema de sua vida de retratista: o momento decisivo. Aquele instante único e significante.<br />
  4. 4. A feirante do <br />mercado de Bali<br />A apresentação de dois seres básicos em meio a um éden suarento<br />INDONESIA. Bali. 1949.<br /> A village market <br />
  5. 5. A cidade proibida<br />Da pintura, o surrealismo povoou expressiva parte de sua obra<br />CHINA. Beijing. 1948. <br />The Forbidden City<br />
  6. 6. Encontro <br />com o Mahatma<br />A Leicadialoga com o momento, participa daquela solenidade de luz e sombra. O khaddar de Gandi sutilmente reluz. Há algo de santidade<br />INDIA. Delhi. Birla House. 1948.<br /> GANDHI<br />
  7. 7. A pira mortuária de Gandhi<br />INDIA. Delhi. 1948. The cremation of GANDHI <br />O discípulo participa de um momento decisivo<br />
  8. 8. A corrida do ouro<br />CHINA. Shanghai. 1948. With the gold rush, in December,<br /> thousands came out and waited in line for hours<br />A foto tem movimento, ação, angústia emplastrada a faces e corpos que se oprimem<br />
  9. 9. A aranha do amor<br />MEXICO. Mexico City. 1934<br />A foto recebeu este título do escritor André Pierre Mandiarques, amigo de Bresson<br />

×