Capoeira

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Capoeira

  1. 1.  Disciplina: Capoeira  Orientador: Delson Lutosa  Integrantes: Joice Santos Marcos Rafael Tâmara
  2. 2. Introdução  A SD é uma anomalia gerada por uma alteração do cromossoma 21, alteração genética causada por erro na divisão celular durante a divisão embrionária.
  3. 3. Causas da Anomalia  Baixa coordenação motora;  Atraso mental;  O exercício físico poderá ser um aliado importante para proporcionar melhoria das habilidades.
  4. 4.  Foram avaliados os efeitos da prática da capoeira na coordenação motora de indivíduos com SD, em função do sexo e idade.  Foram submetidos à prática duas vezes por semana, durante 14 semanas, com 45 minutos de duração cada sessão.
  5. 5.  A prática é utilizada como importante recurso cultural, educacional e terapêutico devido à sua grande liberdade de expressão onde possibilita que aqueles que têm algum tipo de limitação, também possam se beneficiar com sua prática.
  6. 6.  No Brasil existe projetos em desenvolvimento que trabalham a capoeira para pessoas com deficiência física, sensorial e mental, com resultados positivos aos benefícios proporcionados.
  7. 7. Benefícios da Capoeira  Fisiológicos  Físicos  Cognitivos  Psicossociais
  8. 8.  Fisiológicos: melhora da função cardíaca e do sistema circulatório, aumenta a capacidade pulmonar permitindo maior oxigenação;
  9. 9.  Físicos: melhora a mobilidade das articulações, aumenta a tonificação, desenvolve a motricidade, a coordenação, lateralidade, equilíbrio e melhora a postura;
  10. 10.  Cognitivos: estimula a concentração, a memória e desenvolve a criatividade;
  11. 11.  Psicossociais: desenvolve a autoconfiança, desenvolve a auto estima e estimula o trabalho em grupo.
  12. 12. Aspectos para Evolução  Para que haja evolução da capacidade motora, deve-se incluir a prática de modo regular, continuada e aspecto de bem estar.  Ter de duas a 5 sessões semanais com 45 minutos de duração cada;  Ser motivante com exercícios de fácil compreensão e execução;  Exercícios em grupo para facilitar a socialização;  Atividades recreativas ao ar livre.
  13. 13. Divisão das Sessões  I) Fase inicial onde o objetivo foi mobilizar articulações;  II) Fase fundamental que objetiva desenvolvimento de capacidades coordenativas;  III) Fase final para retorno à calma.
  14. 14.  Foi utilizado capoeira regional convencional;  Iniciação de capoeira infantil para iniciação de movimentos mais complexos.
  15. 15. Testes realizados  Antes e depois da prática da capoeira, os indivíduos foram submetidos a testes.  Corrida de Mudança de Direção;  Tapping Pedal;  Destreza Manual de Minnesota.
  16. 16. Resultados Pré Teste  Estatisticamente, foram verificados em função do sexo que indivíduos masculinos obteve melhores resultados em todos os testes de coordenação motora;  Na CMD, os indivíduos do sexo masculino apresentaram menos 6,9 segundos;  No Tapping Pedal, apresentaram 4,2 batimentos a mais que o feminino.  No teste de Minnesota, apresentaram 4 segundos a menos.
  17. 17. Resultados Pós Teste  O sexo masculino também apresenta melhores desempenhos em todos os testes;  Na CMD, obteve 5,9 segundos a menos que o sexo feminino;  No Tapping Pedal, apresentaram 4,2 batimentos a mais;  No Minnesota, apresentaram 11 segundos de diferença.
  18. 18. Conclui-se que  Constata-se melhoria nos valores da coordenação motora, em indivíduo com deficiência mental, portadores e não portadores da SD, após serem submetidos a um programa de atividades motoras.
  19. 19.  Quanto maior é a frequência semanal de atividade física, maiores são os benefícios referentes a coordenação motora de portadores de SD. (Sousa – 2005).

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