Estudo de caso 01

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Estudo de caso 01

  1. 1. ESTUDO DE CASOAcadêmico: Rafael CamaraFundamentos de EnfermagemProfª Flávia Moura
  2. 2. PACIENTE Cleidimar de Souza Kil - 09/04/1983 Idade: 30 anos Status civil: Casado Filho de 11 meses Trabalhava
  3. 3. História do Cliente 30/03/2013 Acidente de moto na estrada Ilhéus-Itacaré, uma noitechuvosa perdeu o controle Do veículo e caiu em um barranco. O clientenão lembra como foi removido do local, mas relata que foi transportadodo local do acidente em uma ambulância do Hospital de Itacaré emuma maca sem nenhuma proteção do colar cervical ou outra proteçãode imobilização, a ambulância o levou a Itacaré onde foi transferidopara o HGLVF em Ilhéus no mesmo dia.
  4. 4. Prescrições Medica Diagnósticos: Tetraplegia Hérnia de disco traumática (C5-C7) TRM (Traumatismo Raquimedilar) Espondiloartrose cervical (C2 a C5) Luxação (C1-C2) Edema de medula Úlcera de escara
  5. 5. TRM Raquimedular (TRM) é uma lesão medular traumática, definida comoum conjunto de situações que comprometem a função da medulaespinal em graus variados de extensão.
  6. 6. Prescrições Medica Medicamentos: Dieta branda laxativa, ingestão de líquidos VO. Decadron 4,0 mg – 1ml EV 8X8 hs. Ciproflaxacino 500mg – 1 comp. VO 12X12 hs. Omeprazol 20mg – 1 comp. VO. Dipirona 2,0cc EV se a T > ou = 38ºC Óleo mineral 20ml VO. Lufital 20gts VO.
  7. 7. Decadron 4,0 mg – 1ml EV 8X8 h. Referência Dexametasona Apresentação de DecadronElixir em frasco de 120 ml Comprimidos:Decadron 0,5 mg: comprimidos em blíster de 20.Decadron 0,75 mg: comprimidos em blíster de 20.Decadron 4 mg: comprimidos em blíster de 10.USO ORALUSO ADULTO E PEDIÁTRICO
  8. 8. O que é? Anti-inflamatório esteroide ; antialérgico; corticosteroide;imunossupressor; (glicocorticoide sintético).Indicações Choque; edema cerebral; reações alérgica.
  9. 9. Ciproflaxacino 500 mg – 1 comp. VO 12X12 h Medicamentos de referencia: Cipro (Bayer); Cipro XR (Bayer). Apresentações comerciais:Comprimido – 250 mg.Comprimido – 500 mg.Comprimido – 750 mg.Solução para infusão – 0,2% (200 mg/ 100 ml)
  10. 10. O que é Antibiótico de amplo espectro; antibacteriano; [fluoroquinolona].Indicações: Bronquite bacteriana (exacerbação de); gastrenterite; gonorreiaendocervical; gonorreia uretral; infecção articular; infecção da pele edos tecidos moles; infecção óssea; infecção urinária; periodontite;pneumonia.
  11. 11. Omeprazol 20 mg – 1 comp. VO Medicamento de referência: Prepazol. Apresentações comerciais:Cápsula – 10 mgCápsula – 20 mgCápsula – 40 mgInfusão – 40 mg/10 mlO que é Antiulceroso; ( benzimidazol substituído; inibidor da bomba ácidagástrica).
  12. 12. Dipirona 2,0 cc EV. Se a temp. > ou = 38ºC Medicamento de referência: Novalgina. Apresentações comerciais:Comprimido – 320 mgComprimido – 500 mgGotas – 400 mg/1 mlGotas – 500 mg/1 mlInjetável – 500 mg/1 mlInjetável – 800 mg/2 mlInjetável – 2.000 mg/5 mlInjetável – 1.000 mg/2 mlInjetável – 2.500 mg/5 ml
  13. 13. Solução oral – 50 mg/1 mlSupositório infantil – 300 mgSupositório infantil – 350 mgSupositório – 1.000 mg O que é:Analgésico; antitérmico.
  14. 14. Óleo mineral 20 ml VO Medicamento de referência: Nujol. Apresentações comerciaisFrasco – 120 mlFrasco – 200 ml O que éLaxante (lubrificante).
  15. 15. Luftal 20 gts VO• Nomes: Dimeticona, flagass.Apresentações Comerciais: Adulto 40mg a 80mg VO• O que éAntiflatos, antifisético.Indicações: fisiose, preparo de exames radiológicos e endoscópicos dotubo digestivo.
  16. 16. ENFERMAGEM
  17. 17. Anamnese Em DD, calmo, consciente, orientado no tempo e espaço, respondendoàs solicitações verbais. Crânio simétrico, cabelos oleosos, courocabeludo com presença de seborreia. Mucosa oftálmica normocrômica,esclerótica anictérica, fossas nasais integras, orelhas simétricas eintegras. Pescoço com gânglio submandibular palpável e doloroso. Pelecom presença de ulcerações e lesões, elasticidade mantida. MMSSsimétrico, em uso de punção venosa no MSE. Tórax simétrico,expansibilidade preservada. Percussão: timbre grave e oco. Auscultabronco vesicular: ruídos adventícios presente. Genitália: Em uso desonda vesical de demora. Em uso de curativo na região sacral. MMIIsimétrico, em uso de curativo no MID. Queixa-se de dor nas regiõesdebridadas. Aceitou a dieta.
  18. 18. Problemas Encontrado Imobilização (Tetraplégico) Acamado Úlcera por pressão na região sacral Necrose seca no MID Em uso de sonda vesical de demora Punção venosa para terapia medicamentosa Uso de fraldas Uso de colar cervical Constipação Hipertermia Curativos
  19. 19. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)IMOBILIZAÇÃO Risco de disfunção neurovascular periférica r/a imobilização e trauma. Integridade da pele prejudicada r/a imobilização física. Integridade tissular prejudicada r/a mobilidade física prejudicada. Risco de Lesão r/a mobilidade alterada. Mobilidade física prejudicada r/a prejuízos neuromusculares.
  20. 20. Intervenções de EnfermagemIMOBILIZAÇÃO Colocar o paciente em um leito giratório cinético até estabilização damedula espinal. Após estabilização, girar o paciente a cada 2 h em umasuperfície com redução de pressão, assegurando o bom alinhamento. Efetuar exercícios de amplitude de movimento para evitar contraturas emanter o potencial de reabilitação. Monitorar PA com mudanças de decúbito no paciente com lesões acimada área torácica média, para evitar a ocorrência de hipotensãoortostática. Incentivar a fisioterapia e a prática de exercícios, quando tolerado.
  21. 21. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)ACAMADO Risco de disfunção neurovascular periférica r/a imobilização e trauma. Integridade da pele prejudicada r/a imobilização física. Integridade tissular prejudicada r/a mobilidade física prejudicada. Risco de Lesão r/a mobilidade alterada. Risco de infecção r/a Aumento da exposição ambiental a patógenos eDefesas primárias inadequadas.
  22. 22. Intervenções de EnfermagemAcamado Uso de fraldas. Banho no leito. Massagem de conforto. Observar edemas, hiperemias e outras irritações tegumentares. Uso de AGE.
  23. 23. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Úlcera por pressão Integridade da pele prejudicada r/a pressão Risco de infecção r/a defesas primárias inadequadas
  24. 24. Intervenções de EnfermagemÚlcera por pressão Mudança de decúbito, prestar atenção especial aos pontos de pressãoquando reposiciona-lo. As necessidades de sentar e de mobilidadedevem ser determinadas. Providenciar um colchão de alívio de pressão. Inspecionar diariamente à procura de formação de úlceras por pressão. Manter a pele limpa, seca e bem lubrificada. Virar o paciente no mínimo a cada 2 h e instrui-lo a efetuar mudançasde apoio do peso.
  25. 25. Intervenções de Enfermagem Instruir imediatamente o tratamento das úlceras e aliviar a pressão parapromover a cicatrização. Limpeza da ferida. Desbridamento. Curativos para úlceras por pressão. Limitações do dano em úlceras por pressão
  26. 26. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Sonda vesical de demora Risco de infecção r/a procedimentos invasivos Risco de trauma vascular r/a local da inserção.
  27. 27. Intervenções de EnfermagemSonda vesical de demora Manter a patência dos tubos ou cateteres de drenagem urinária enquantoestiverem no local. Evitar o acotovelamento ou a tração. Lavar as mãos e utilizar assepsia ao ministrar os cuidados e manusear osistema de drenagem urinária. Verificar se o cateter de demora está em uma posição de declive e drenando. Manter a bolsa coletora elevada. Verificar a presença de coágulos excessivos ou diminuição do débito. Estar atento aos sinais de infecção urinária.
  28. 28. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Punção venosa Risco de infecção r/a pele rompida Integridade da pele prejudicada r/a rompimento da superfície da pele.
  29. 29. Intervenções de EnfermagemPunção venosa Lavar as mãos antes e após, colocar ou retirar o acesso. Uso das tecnicas assépticas. Analisar a necessidade de troca do acesso. Fazer antissepsia ampla do local com algodão embebido em álcool a70%. Analisar a aparência da área em volta da punção podendo diagnosticara perda da veia puncionada, flebites ou extravasamento.
  30. 30. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Constipação Motilidade gastrintestinal disfuncional r/a dificuldade de eliminar asfezes. Constipação percebida r/a uso exagerado de laxantes
  31. 31. Intervenções de EnfermagemConstipação Orientar o paciente da importância da regularidade e não adiar aurgência para defecar. Orientação dietética. Estimular a ingestão hídrica. Consultar nutricionistas, médicos e farmacêuticos a respeito dasmedicações.
  32. 32. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Uso de fraldas Risco de integridade da pele prejudicada r/a pele úmida Risco de trauma r/a contato com frio intenso
  33. 33. Intervenções de EnfermagemUso de fraldas Verificar a higiene da fralda, pele onde a frauda entra em contado e oselásticos. Troca. Observar a genitália. Assegurar privacidade do paciente.
  34. 34. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA)Uso de colar cervical Risco de integridade da pele prejudicada r/a fatores mecânicos: forçasabrasivas e pressão. Risco de trauma r/a tentativa de livrar-se de imobilizadores
  35. 35. Intervenções de EnfermagemUso de colar cervical Observa a presença de hiperemia, úlceras, sinais flogísticos. Limpeza do colar cervical. Minimizar locais de pressões e fricções.
  36. 36. Diagnósticos de Enfermagem (NANDA) Curativos Risco de disfunção neurovascular periférica r/a compressão mecânica. Risco de integridade da pele prejudicada.
  37. 37. Intervenções de EnfermagemCurativos Escolha de um tratamento. Troca do curativo (diariamente ou em tempos determinados). Uso das tecnicas assépticas. Lavar as mãos antes e após colocar ou retirar o curativo.
  38. 38. Intervenções de EnfermagemHipertermia Administração de medicamentos prescritos. Compressas frias. Controle da temperatura.
  39. 39. Temperatura34353637383940413/31/2013 4/1/2013 4/2/2013 4/3/2013 4/4/2013ManhãTardeNoite
  40. 40. Referências Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação2012-2014/[NANDA Internacional]; tradução: Regina Machado Garcez;revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de barros ... [et al.]. – PortoAlegre: Artmed, 2013.

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