Estimativa de Teste sem medo - parte 2

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Um roadmap de práticas e sugestões para transformar esperança e pressupostos em experiências pela redução de incertezas em gestão estratégica de estimativa de esforço.

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Estimativa de Teste sem medo - parte 2

  1. 1. Kleitor Franklint kleitor.franklint@gmail.com ESTIMATIVA DE TESTE SEM MEDO Parte II 1
  2. 2. KLEITOR Entusiasta da Vida, Qualidade, Colaborativos, Ágil, Teste e Testes Ágeis. kleitor.franklint@gmail.com br.linkedin.com/in/kfranklint 92-99416-0873
  3. 3. AGENDA ESTIMATIVA DE TESTE SEM MEDO  Por que estimativas Falham?  Um roadmap de práticas e sugestões para transformar esperança e pressupostos em experiências pela redução de incertezas. 3
  4. 4. COMO ESTIMAR?COMO ESTIMAR? 1. Productivity index 2. COCOMO, SEER-SIM, SLIM models 3. Test distribution percentage 4. Test Case Points Analysis 5. FIA (finger in the air) or best guess 6. Ad-hoc method 7. Experience Based - Analogies and experts 8. WBS 9. Delphi technique 10.Three-point estimation (successive calculation) 11.Function points / Test point Analysis 12.Use case point estimation method 13.Object Point Estimation 14.Intuição e adivinhação 15.Parkinson’s law 16.Price to win 17.Requirements-Based Testing 18.Padrões e normas da empresa 19.% of project effort or staffing 20.Team estimation sessions 21.Story point sizing Poker estimation T-shirt sizing Use técnicas de estimativaUse técnicas de estimativa 4
  5. 5. Sob a Visão Estratégica, Talvez a pergunta mais interessante seja...... O que levar em conta para ter estimativas menos imprecisas? 5
  6. 6. POR QUE AS ESTIMATIVAS FALHAM? 6
  7. 7. Por que as estimativas falham? •A falta de experiência em estimar •Planejamento baseado em esperança •Parkinson’s law: o trabalho se espande até preencher o tempo disponível ra a-lo •Projetos são feitos de pressupostos e expectativas, e em geral irrealistas •Falta de métodos confiáveis para estimar o tamanho e o esforço de teste​​ de software, bem como a produtividade da equipe. •A falta de dados históricos sobre os quais basear estimativas •Deixar de incluir atividades e produtos essenciais dentro do âmbito das estimativas 7
  8. 8. Por que as estimativas falham? ( cont ) •Deixar de reconhecer e lidar com a incerteza inerente estimativas do projeto •Incapacidade de se comunicar e de pedir apoio às estimativas •Visão incompleta de itens da estimativa, mudanças nos itens •Tempo inadequado para estimar •Crença de que sabe o que o cliente quer. 8
  9. 9. Por que as estimativas falham? ( cont ) o Particionamento inadequado de esforço o Inexperiência em saber se está construindo em termos de teste a coisa certa o Incapacidade de identificar a segmentação de planos de teste por fase ou iteração. o Dificuldade de casar o escopo de teste com o prazo de produção. 9
  10. 10. Perguntas a responderPerguntas a responder UM ROADMAPUM ROADMAP 10
  11. 11.  Em que pontos do projeto estimar esforço e a incerteza?  Que fatores podem influenciar na estimativa?  Como sei que particionei o esforço de forma adequada?  Como representar a incerteza no custo da estimativa?  Como priorizar itens da estimativa? Reflexões de umaReflexões de uma Visão EstratégicaVisão Estratégica 11
  12. 12. Reflexões de umaReflexões de uma Visão EstratégicaVisão Estratégica  Como saber que estou construindo em termos de teste a coisa certa?  Como casar escopo e prazo?  Como estimar a velocidade de produção?  Até quando seguir um modelo de terceiro? 12
  13. 13. PONDO A MÃO NA MASSAPONDO A MÃO NA MASSA PRÁTICAS E MODELAGEM DA INCERTEZAPRÁTICAS E MODELAGEM DA INCERTEZA OuOu Estratégias “úteis” durante a estimativaEstratégias “úteis” durante a estimativa BASEADAS EM RISCOBASEADAS EM RISCO 13
  14. 14. PRÁTICAS Nas diferentes fases do ciclo de vida do teste. Planejamento de teste Estimar esforço, modelar risco Em que pontos do projeto estimar e esforço e a incerteza? Essas fases representam pontos de distribuição de esforço  Estimar o esforço de cada produto de trabalho em suas respectivas fases;  Estimar o motante de esforço;  Estimar esforço para o ciclo de regressão. 14
  15. 15. Fatores que podem influenciar na estimativa (custo, esforço e duração) 15
  16. 16. Como representar a incerteza no custo da estimativa? De duas formas: modelar riscos: grafica, textualmente,etc e ações práticas de monitoramento Riscos podem ser encontrados como: Risco do projeto, Risco do processo; Risco do produto 16
  17. 17. Análise e Teste baseado em riscos Como representar a incerteza no custo da estimativa? O conceito básico é que mais tempo dever ser investido na área de software tendo como valores exposição de alto risco. 17
  18. 18. Use estratégias Leves e diretas Como representar a incerteza no custo da estimativa?  Descubra as incertezas: O que de pior pode ocorrer com o produto?  Converse sobre riscos: O que acontece se eu entregar num prazo maior? faça DR. Nem todo prazo maior indica atraso. 18
  19. 19. Use estratégias Lightweight Como representar a incerteza no custo da estimativa? -Treine o time em testes baseados em riscos -Promova sessões identificação e análise de riscos: risk poker -Revise e monitore o risco durante o ciclo de trabalho -Teste com base em riscos -Avalie as lições aprendidadas: beneficios, dificuldade e soluções -Considere riscos funcionais e não funcionais -Oriente os riscos a negócios -Estabeleca claramente os responsáveis pelos riscos -Mapeie os riscos por fase e atividades -Transforme as complexidades em riscos. 19
  20. 20. Como priorizar itens da estimativa? Prioridade baseada em valor Quão importante é um elemento ao negócio? Analise como cada funcionalidade suporta a missão do produto. Priorize bugs visíveis Classifique pela frequência da falha Priorize pela complexidade de correção da falha. Priorize pelo impacto da falha da funcionalidade: áreas afetadas, tecnologias, soluções e métodos afetados, no numero de pessoas envolvidas, impacto de turnover, na pressão do time Prioridade baseada em tempo: Analise prazos e recursos. Analise se automatizar não vale a pena Prioridades mudam, se prepare pra elas: ajuste no time, ajuste no cronograma Método simples: o que de pior pode ocorrer com o produto? 20
  21. 21. Se prepare para soluções criativas: oNem todos os produtos precisam estar livre de defeitos: escolha os defeitos aceitáveis, eles são menos prioritários; oTeste mais onde espera mais falhas: funcionalidades mais complexas, de maior fluxo ou de menor tempo no cronograma. oPensar em qualidade também requer pensar em que partes do produto deseja circunstancialmente abrir mão dela oLeia documentos, mas converse com o cliente no inicio, meio e fim Como priorizar itens da estimativa? 21
  22. 22. Reduzindo as incertezas Como saber que estou construindo em termos de teste a coisa certa? o Faça entregas parciais o Categorize testes o Analise e decomponha requisitos o Faça brain storm sobre itens não cobertos formalmente por artefatos. o Identifique o produto de trabalho para cada ciclo de vida do teste e para cada fase. Eles são itens de distribuição de esforço: check points, pré-condições, dados de teste, tipos de casos de teste. 22
  23. 23. Como saber que estou construindo em termos de teste a coisa certa? o Quantifique os inputs: Number of screens, forms, dialogues, controls, ou messagens sobre a qual um usuário final adicione, altere ou exclua dados. o Quantifique as saídas: screens, reports, gráficos ou mensagens geradas para usuário final, outros programas ou banco de dados  Reduzindo as incertezas 23
  24. 24.  Comunicação face a face ou o mais próximo disso  Identifique quem, quando e como  Use o conhecimento adquirido no Sprint anterior nos sprints seguintes: estimativa iterativa  Defeitos descobertos em sprints anteriores podem indicar necessidade de mudança de estratégias para agregar valor real ao produto.  Separe o esforço de teste do esforço de desenvolvimento Reduzindo as incertezas Como saber que estou construindo em termos de teste a coisa certa? 24
  25. 25.  Provisione apoio da equipe de testes a demais projetos: novos e antigos  Provisione testes com base em correções de defeitos dentro Sprints  Monitore e converse com os envolvidos diariamente ( se possível)  Os resultados precisam ser compreensíveis  Represente a complexidade de alguma forma: gráficos;  Que seja suscetível de análise estatística Reduzindo as incertezas Como saber que estou construindo em termos de teste a coisa certa? 25
  26. 26. Como casar escopo e prazo?  Escolha um método fácil de escolher  Faça o ajustamento de esforço em pequenos períodos e redefina prioridades  Estimação das próximas histórias pode ser feita ou ajustada de acordo com a velocidade da equipe  Faça entregas continuas e parciais  Quebre a estimativa em atividades que caibam dentro de um período de entrega  Use estimativas que sejam aplicáveis e facilmente ajustáveis a todo projeto. 26
  27. 27. Como casar escopo e prazo?  Particione as user stories e casos de uso: como sei que particionei adequadamente? Granule por objetivos  Entregar o quanto antes para ver onde pode investir ou abandonar  Use range de datas para entrega em vez de valores discretos  Indentifique One time task x tarefas repetividas  Busque técnicas que te permita realizar estimativas o mais cedo possível com menos imprecisão: disciplinados e repetíveis. 27
  28. 28. Como estimar a velocidade de produção? Um estudo independente feito com amostras de mais de 8.000 projetos mostrou que equipes ágeis são, em média, 25% mais produtivas do que seus pares da indústria. http://www.deltamatrix.com/why-are-agile-teams-25-more-productive Alta produtividade = mais escopo entregue dentro do mesmo prazo. Medir produtividade é muito difícil. Em um sistema complexo muitos possíveis fatores podem influenciar a produtividade. Produtividade envolve um mix de soluções que incluem quantidade e qualidade 28
  29. 29. Anote a média de produção diária do time; Acompanhe dificuldades do time e ajude a resolvê-las Acompanhe as entregas frequentes de casos de teste; O time não termina o produto sem que todos estejam envolvidos: desocupou, alocou. Merça o time: mais mentalidade de time, menos individual. Responda às mudanças O fator colaboração no time e envolvidos: •Não use paranoia use confiança •Liberdade de criatividade: nós queremos fazer boas escolhas •Use métodos que permita mudar concepções a cada mudança Como estimar a velocidade de produção? 29
  30. 30. Como estimar a velocidade de produção?  Pense em medição como feedback não como alavanca  Considere adaptalidade no monitoramento  Otimize possíveis horas improdutivas de reuniões, treinamentos, problemas de aderência ao processo  Olhe para uma variedade de projetos semelhantes para comparar;  Ande de mãos dadas com o histórico Procure equilíbrio na estimação de produção 30
  31. 31.  Shu- siga as regras  Ha- quebre as regras  Ri- faça as regras Até quando seguir um modelo de terceiro? Merça maturidade pra saber 31
  32. 32. 32 POSSO COLABORAR COM MAIS RESPOSTAS? kleitor.franklint@gmail.com br.linkedin.com/in/kfranklint 92-99416-0873

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