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KLEITOR Lean SS Black Belt certified
Kanban Coach certified
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specialist
kleitor.franklint@gmail.com
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AMDD
DDT
TDDD
TDDWD
O Universo “D”
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O núcleo de todas as
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Alguns pontos de vista
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de aceitação final ( UAT ). Reduz incertezas
-Agrega muito valor ao produto
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ATDD: teste..
Design orientado
32
ATDD: Técnicas de design
BDD
TDD
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Desenhando testes de aceitação
Test Driven Development (TDD)
33Figura: Acceptance Test Driven Development, Naresh Jain
 O que é?
-Neste nível é sobre automação de teste. Criar
(mas não só) testes unitários seguidos do código.
Seu ciclo:
-Criar um teste que reprove, escrever o código
para aprovar, refatorar o código.
34
Então não é a mesma coisa que um teste unitário?
Não, “testes unitários” focam na lógica do código, TDD foca
no negócio.
Test Driven Development (TDD)
TDD
35
Um pouco de demonstração
prática ...
Bem por cima
 Manutenibilidade
-Mais fácil manutenção: menor injeção de dependências
-Melhoria continua do design
 Orientado a valor
-Valida o código do ponto de vista do negócio
 Facilita a aprendizagem
-Auxilia time a entender o código e aprender mais rapidamente;
-Minimiza intermediários
36
TDD
37
 Debug x Test First: reativo x proativo
-Localização do bug mais rápida pela execução da suite de teste
 Entrega e integração contínua
-Produz teste de aceitação, integração e regressão
 Documentação viva
-Mantem a documentação sobre o código atualizada
-Agente estratégico na engenharia de conhecimento
-Basta rodar e aprender
TDD
38
 Melhora produtividade
-Agente colaborador de produtividade
-Auxilia a promover ritmo sustentável
-Integra o time
 Ferramenta de apoio a comunicação
-Experimentar e ganhar feedback
-Risk First
 Gestão de Falha x TDD
-Modelo proativo, dinâmico e vivo de gerir falhas
TDD
TDD: Frameworks
39
Natural: NUnit
PHP: PHP Unit
Java: Junit, Test NG
40
Teste de aceitação com
Fonte da imagem: http://istqbexamcertification.com/what-are-the-different-agile-testing-methodology-test-driven-development-behavior-driven-development/
BDD
-Behavior Driven Development
-Behavior Driven Design
É sobre automação… mas é só?
Não… logo conversamos mais
41
E no começo só havia desenvolvedores
… e então surgiram analistas, testadores, cliente e stakeholders
Quem precisa
de BDD?
42
Como modelar a necessidade do cliente?
Dois universos…
“dos dados e informações” e “bug zero”
Quem precisa de BDD?
43
Quem precisa de BDD?
É sobre modelar a árvore de diferentes
pontos de vista
Não é mais sobre desenvolver sistemas…
é sobre o sistema que o cliente quer
é sobre ser produtivo na produção
44
Quem precisa de BDD?
Como modelar a árvore de diferentes
pontos de vista?
-Usando Exemplos
-Usando Linguaguem Universal
45
BDD critério de aceitação
Desafio: expressões individualizadas do critério
Specification-By-Example with Gherkin, CHRISTIAN HASSA
46
O que é
BDD (Behavior driven design)
• Prática onde a comunicação se faz por um vocabulário comum
encorajando a colaboração entre todo o time.
• Forma de escrever teste de aceitação ( ATDD ) com exemplos DBE (
design by example).
 Foca nas razões pelas quais o código deve ser criado, e não em detalhes
técnicos
 Em vez do termo "testes" , preferimos “cenário" e "especificação“
BDD em nível de implementação tem
duas partes Visão
viva do
cliente
BDD
48
Um pouco de demonstração
prática ...
Bem por cima
BDD: Frameworks
49
Ruby: Cucumber
Java: JBehave, at all
PHP: Behat, at all.
50
 Melhora a captura da necessidade do cliente
- Ilustra comportamento com exemplos vivos
- Usar exemplos concretos quando se discute requisitos;
- Útil para finanças porque não intrínseco;
- Valida e roda o produto ao mesmo tempo:
Responde: Como modelar a aceitação em tempo de demonstração?
 Melhora a comunicação
- Promove linguagem universal entre times e envolvidos
- Permite Experimentar e ganhar feedback
BDD
51
 Entrega e integração contínua
 Produz teste de aceitação, integração e testes de regressão
 Gestão de Falha x BDD: mais proativo
 Melhora produtividade:
- quando o processo está maduro
- Produz colaboração: negócio x técnico
 Pode ser orientado a Riscos
 Facilita a aprendizagem ( engenharia do conhecimento)
 Documentação viva (Basta rodar e aprender)
BDD
BDD, TDD, ATDD
O que faz
valer à pena?
52
Orientando a Valor…
53
10 anos fazendo BDD
totalmente errado
Liz Keogh
https://www.youtube.com/watch?v=2EM4itu7j7I
O que faz valer à pena?
54
BDD e TDD, (também) são sobre
automação.
Mas… Qual o valor da automação?
“I made a lipstick robot”
https://www.youtube.com/watch?v=WcW70-6eQcY
55
Qual o valor
da automação se…
-Não atende a necessidade do cliente?
-Não torna o time mais produtivo?
56
Desenvolvimento orientado a valor como proposta.
Mas… o que é valor?
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57
 Como modelar necessidade?
-Como você quiser! Casos de uso, diagramas,
estórias, Design Thinking…at all
 Como descobrir e validar necessidades?
Hum!!! Eis a grande pergunta!
Test First
Teste continuo+entregas frequentes +
Restropectivas+ muito feedback+
envolva o time+ valores ágeis
58
Como descobrir e validar necessidades?
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59
Use Testes exploratórios
-Orientado a valor
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sobre amplas perspectivas
Automação
-Só checa: olha a superfície rasa
-Depende do Exploratório para ter valor
Como descobrir e validar necessidades?
SÃO COMPLEMENTARES
Universo “D”: duas abordagens
Automatizada x Manual:
qual a melhor?
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Quem precisa de
Exploratórios?
62
Quem precisa de
Exploratórios?
63
Técnicas Exploratórias- Como explorar
Jogos de
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Comportamento
padrão
Técnica
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Session Based e
de Reconhecimento
Persona
Não são
sequenciais
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Como escrever casos de uso, estórias,
diagramas, etc usando test first?
UC, Estórias,
etc BDD
TDD
Card
Teste do
requisito
Exploratórios
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Driving Development with Tests:ATDD and TDD, Elisabeth Hendrickson
Todo o
time
explora e
modelaTime
explora e
remodela
testes de
aceitação
Time apoia
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Teste de aceitação: ATDD
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Analistas
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POSSO COLABORAR COM
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kleitor.franklint@gmail.com
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Test First, TDD e outros Bichos

  • 1. Test First, TDD e outros Bichos BDD, ATDD at all KLEITOR Lean SS Black Belt certified Kanban Coach certified Scrum Coach certified Lean expert and QA specialist kleitor.franklint@gmail.com br.linkedin.com/in/kfranklint
  • 2. Relaxe um pouco... O Porquê da apresentação -Visão geral de ATDD: treinamentos -Não indica que serão jogados no Ágil -Movimento dentro FAP Sobre a apresentação -Não é sobre livros ou Internet -Não é sobre blá, blá, blá -Nem lavagem cerebral sobre o Agil ou Teste -É sobre chão de fábrica -É sobre trabalhar com mais qualidade -É sobre cliente satisfeito -É sobre pontos de vista
  • 3. 3 Um Road Map 1 Ágil no mundo real... Testes de Aceitação 3 4 Orientação a Valor O Universo “D” 2 5
  • 4. 4 Agile ALM - Jurgen Appelo Repensando o saber. Essencialmente todos os modelos estão errados, mas alguns são úteis George E. P. Box
  • 5. Ágil no mundo real Um pouco de contexto
  • 6. Não é sobre um novo “big bang” Ágil no mundo real É só sobre uma forma simples e prática de criar produtos orientada a testes.
  • 7. Que perguntas queremos responder? Como reduzir custos da incerteza? Porque projetos “orientados a plano” falham? É possível testar primeiro se o produto não foi construído? Que valores sustentam o Test First? Que práticas sustentam Test First? Boas ferramentas bastam para criar bons produtos?
  • 8. É possível aprender sobre o produto sem ter manuais? Como trabalhar com menos stress e respostas mais rápidas? O que há de errado com a gestão de Falhas? Como saber se estou fazendo certo? Como saber se há valor no que estou fazendo? O que eu ganho com Ágil e Test First? Que perguntas queremos responder?
  • 9. Usar Scrum leva a empresa ao sucesso? "...estamos surpreendidos quando, por exemplo, a complexidade reafirma-se, e fazendo toda a nossa organização a adotar o Scrum, na verdade não nos permite fornecer software como nós pensávamos que seria“ Liz Keogh, lunivore http://lizkeogh.com/
  • 11. 11 Pouco tempo, demanda maior que a capacidade de atendimento, dentre outros.  O Ágil pode ajudar a lidar ou eliminar esses cenários?
  • 12. 12 O que é “Ágil”, Afinal?  Agil não é metodologia, mas práticas úteis, principalmente comportamentais Rapid Testing
  • 13. 13 O que é “Ágil”, Afinal?  O Rápido atrasa o ágil: é sobre fazer melhor! Velocidade como consequência da qualidade no fluxo de desenvolvimento. Valor: KAIZEN
  • 14. 14 O que é “Ágil”, Afinal?  É sobre design proativo: paradigmas do modelo reativo.  Em que parte do código está ocorrendo o erro?  Existe vida além de debug e breakpoints? http://www.deltamatrix.com/why-are-agile-teams-25-more-productive The BUG is on the table!!!
  • 15. 15 O que é “Ágil”, Afinal? É sobre Produtividade  Entrega e integração contínua  Código fácil de manter  Aprendizagem... Mais de 8 mil projetos http://www.deltamatrix.com/why-are-agile-teams-25-more-productive Produtividade x velocidade
  • 16. 16 O que é “Ágil”, Afinal?  É sobre práticas para reduzir incertezas:  Qual o custo do desconhecido?
  • 17. Ciclo de vida de projeto orientado a Alice Ciclo de vida orientado à incerteza Requisitos de negócios Requisitos funcionais desenvolvimento Entrega Suposições Hipóteses Experimentos Validação 17 É sobre Modelagem Orientada a teste O que é “Ágil”, Afinal?
  • 18. 18 O que é Ágil, Afinal?  É sobre feedback: para gerar ROI e produzir melhor Lean Software Testing, Bárbara Cabral, at: http://pt.slideshare.net/barbaracabral/lean-software-testing  Qual o custo da falta de comunicação? Times, artefatos, código
  • 19. 19 É sobre qualidade: técnicas preventivas Garantia da qualidade: prevenção x Controle da qualidade: detecção Kentô: planeje com cuidado execute com precisão http://www.slideshare.net/barbaracabral/lean-software-testing O que é “Ágil”, Afinal?
  • 20. 20 -É sobre Ritmo sustentável O que é “Ágil”, Afinal? Não é sobre o “quanto produz”, mas a qualidade da produção: vida e produto.
  • 21. 21 Cliente puxa a produção O que é “Ágil”, Afinal? MVP Entregar o Mínimo produto viável Não empurrar o produto que o cliente não quer Orientado a valor.
  • 22. 22 KISS - Keep It Simple, Stupid -Fazer a coisa mais simples possível no planejamento e design -Se quiser inventar que seja pra simplificar. DRY: “Don’t Repeat Yourself”: -Não repita pedaços de código. - AntiPattern = WET Write Everything Twice ou We Enjoy Typing. YAGNI(XP) E se no futuro... “You Aren’t Gonna Need It” O que é “Ágil”, Afinal? É sobre simplicidade. Menos é mais!!!
  • 24. 24 Insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes. Definição de insanidade por Albert Einstein Repensando o fazer.
  • 25. “D” de design, “D” desenvolvimento BDD TDD ATDD E os outros “D”? AMDD DDT TDDD TDDWD O Universo “D”
  • 26. BDD TDD ATDD E os outros “D”? AMDD DDT TDDD TDDWD O Universo “D” Melhora o Ágil Anêmico
  • 27. Universo “D”: duas abordagens Automatizada x Manual: qual a melhor?
  • 28. Alguns conceitos Qualquer técnica de construir produtos onde o teste vem primeiro: -Testar antes de escrever os casos de uso, estórias, diagramas, etc. -Testar antes de codificar.
  • 29. ATDD (Acceptance Test Driven Development) O núcleo de todas as práticas Teste de Aceitação
  • 30. 30 Alguns pontos de vista -Aceitação do cliente como base; -Só como pré-entrega do produto é subutilizar a inteligência produtiva da empresa: muito gasto pouco ROI -No Ágil é executado em todo o ciclo de vida do produto ATDD: teste.. Design orientado
  • 31. 31 Alguns pontos de vista -Aproxima o produto da necessidade do cliente no teste de aceitação final ( UAT ). Reduz incertezas -Agrega muito valor ao produto -Gera padrão pra desenvolvedores ATDD: teste.. Design orientado
  • 32. 32 ATDD: Técnicas de design BDD TDD CARD e Exploratórios Desenhando testes de aceitação
  • 33. Test Driven Development (TDD) 33Figura: Acceptance Test Driven Development, Naresh Jain  O que é? -Neste nível é sobre automação de teste. Criar (mas não só) testes unitários seguidos do código. Seu ciclo: -Criar um teste que reprove, escrever o código para aprovar, refatorar o código.
  • 34. 34 Então não é a mesma coisa que um teste unitário? Não, “testes unitários” focam na lógica do código, TDD foca no negócio. Test Driven Development (TDD)
  • 35. TDD 35 Um pouco de demonstração prática ... Bem por cima
  • 36.  Manutenibilidade -Mais fácil manutenção: menor injeção de dependências -Melhoria continua do design  Orientado a valor -Valida o código do ponto de vista do negócio  Facilita a aprendizagem -Auxilia time a entender o código e aprender mais rapidamente; -Minimiza intermediários 36 TDD
  • 37. 37  Debug x Test First: reativo x proativo -Localização do bug mais rápida pela execução da suite de teste  Entrega e integração contínua -Produz teste de aceitação, integração e regressão  Documentação viva -Mantem a documentação sobre o código atualizada -Agente estratégico na engenharia de conhecimento -Basta rodar e aprender TDD
  • 38. 38  Melhora produtividade -Agente colaborador de produtividade -Auxilia a promover ritmo sustentável -Integra o time  Ferramenta de apoio a comunicação -Experimentar e ganhar feedback -Risk First  Gestão de Falha x TDD -Modelo proativo, dinâmico e vivo de gerir falhas TDD
  • 39. TDD: Frameworks 39 Natural: NUnit PHP: PHP Unit Java: Junit, Test NG
  • 40. 40 Teste de aceitação com Fonte da imagem: http://istqbexamcertification.com/what-are-the-different-agile-testing-methodology-test-driven-development-behavior-driven-development/ BDD -Behavior Driven Development -Behavior Driven Design É sobre automação… mas é só? Não… logo conversamos mais
  • 41. 41 E no começo só havia desenvolvedores … e então surgiram analistas, testadores, cliente e stakeholders Quem precisa de BDD?
  • 42. 42 Como modelar a necessidade do cliente? Dois universos… “dos dados e informações” e “bug zero” Quem precisa de BDD?
  • 43. 43 Quem precisa de BDD? É sobre modelar a árvore de diferentes pontos de vista Não é mais sobre desenvolver sistemas… é sobre o sistema que o cliente quer é sobre ser produtivo na produção
  • 44. 44 Quem precisa de BDD? Como modelar a árvore de diferentes pontos de vista? -Usando Exemplos -Usando Linguaguem Universal
  • 45. 45 BDD critério de aceitação Desafio: expressões individualizadas do critério Specification-By-Example with Gherkin, CHRISTIAN HASSA
  • 46. 46 O que é BDD (Behavior driven design) • Prática onde a comunicação se faz por um vocabulário comum encorajando a colaboração entre todo o time. • Forma de escrever teste de aceitação ( ATDD ) com exemplos DBE ( design by example).  Foca nas razões pelas quais o código deve ser criado, e não em detalhes técnicos  Em vez do termo "testes" , preferimos “cenário" e "especificação“
  • 47. BDD em nível de implementação tem duas partes Visão viva do cliente
  • 48. BDD 48 Um pouco de demonstração prática ... Bem por cima
  • 49. BDD: Frameworks 49 Ruby: Cucumber Java: JBehave, at all PHP: Behat, at all.
  • 50. 50  Melhora a captura da necessidade do cliente - Ilustra comportamento com exemplos vivos - Usar exemplos concretos quando se discute requisitos; - Útil para finanças porque não intrínseco; - Valida e roda o produto ao mesmo tempo: Responde: Como modelar a aceitação em tempo de demonstração?  Melhora a comunicação - Promove linguagem universal entre times e envolvidos - Permite Experimentar e ganhar feedback BDD
  • 51. 51  Entrega e integração contínua  Produz teste de aceitação, integração e testes de regressão  Gestão de Falha x BDD: mais proativo  Melhora produtividade: - quando o processo está maduro - Produz colaboração: negócio x técnico  Pode ser orientado a Riscos  Facilita a aprendizagem ( engenharia do conhecimento)  Documentação viva (Basta rodar e aprender) BDD
  • 52. BDD, TDD, ATDD O que faz valer à pena? 52 Orientando a Valor…
  • 53. 53 10 anos fazendo BDD totalmente errado Liz Keogh https://www.youtube.com/watch?v=2EM4itu7j7I O que faz valer à pena?
  • 54. 54 BDD e TDD, (também) são sobre automação. Mas… Qual o valor da automação? “I made a lipstick robot” https://www.youtube.com/watch?v=WcW70-6eQcY
  • 55. 55 Qual o valor da automação se… -Não atende a necessidade do cliente? -Não torna o time mais produtivo?
  • 56. 56 Desenvolvimento orientado a valor como proposta. Mas… o que é valor? -Necessidade gera valor! -Cliente puxa a produção Plan driven x client driven
  • 57. 57  Como modelar necessidade? -Como você quiser! Casos de uso, diagramas, estórias, Design Thinking…at all  Como descobrir e validar necessidades? Hum!!! Eis a grande pergunta! Test First
  • 58. Teste continuo+entregas frequentes + Restropectivas+ muito feedback+ envolva o time+ valores ágeis 58 Como descobrir e validar necessidades? Ou Ágil , BDD e TDD anêmicos
  • 59. 59 Use Testes exploratórios -Orientado a valor -Testar: um olhar profundo sobre o produto sobre amplas perspectivas Automação -Só checa: olha a superfície rasa -Depende do Exploratório para ter valor Como descobrir e validar necessidades? SÃO COMPLEMENTARES
  • 60. Universo “D”: duas abordagens Automatizada x Manual: qual a melhor?
  • 63. 63 Técnicas Exploratórias- Como explorar Jogos de catástrofes Modelos de estado, Técnica de relações, CRUD, QQC, Comportamento padrão Técnica de turismo Session Based e de Reconhecimento Persona Não são sequenciais
  • 64. 64 Como escrever casos de uso, estórias, diagramas, etc usando test first? UC, Estórias, etc BDD TDD Card Teste do requisito Exploratórios ATDD
  • 65. 65 Driving Development with Tests:ATDD and TDD, Elisabeth Hendrickson Todo o time explora e modelaTime explora e remodela testes de aceitação Time apoia e modela testes de aceitação Teste de aceitação: ATDD Testers, Dev, Analistas modelam testes de aceitação
  • 66. POSSO COLABORAR COM MAIS RESPOSTAS? 66 kleitor.franklint@gmail.com br.linkedin.com/in/kfranklint 92-99416-0873
  • 67. 67 Figuras Parque: http://sweetclipart.com/cute-colorful-amusement-park-53 Zoo: http://ohlsd.org/blogs/elearning/2012/02/14/columbus-zoo-distance-learning/ Menino foto: http://agoraaquiamanhanaosesabe.blogspot.com.br/2010/05/coisas-simples.html Capoeira: http://cncapoeira.info/ Benficios: http://www.vph-institute.org/news/vphi-benefit-package-find-out-what-we-have-for-you.html http://www.ebpwb.co.uk/business-benefits/ Evolução: http://ovnihoje.com/2015/08/10/espaco-do-leitor-caminhos-da-evolucao-tecnologica/ Perguntas imagens: http://www.encontresuafranquia.com.br/franquias/perguntas-para-fazer-ao-franqueador-antes- de-fechar- Melhoria: http://caetanodeoliveira.com.br/category/melhoria_continua/ Tdd: http://singlepageappbook.com/single-page.html Programador: http://pleasantprogrammer.com/archive.html