SENSO COMUM 
É o processo pelo qual os indivíduos assimilam a cultura da sociedade 
em que vivem, portanto ele é um fator ...
TIPOS DE SABER 
SABER IMEDIATO – Baseia-se em observações ingênuas da realidade. 
Confunde o real com a aparência. 
SABER ...
SOCIALIZAÇÃO 
É um processo dinâmico e contraditório: ao mesmo 
tempo que aceitamos e reproduzimos certas 
regras, muitas ...
REVOLUÇÃO 
A mudança de padrão configura a Revolução. 
Revoluções são transformações radicais e violentas. 
Mudam conceito...
CONFLITOS 
São bem mais comuns no cotidiano. 
Refletem a insatisfação de grupos sociais referentes às 
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DO SENSO COMUM AO PENSAMENTO FILOSÓFICO 
Bom senso – Assumir uma posição diante do saber constituído. 
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CIÊNCIA E TÉCNICA. 
Técnica – Combinação entre o agir e o pensar que produz 
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MÉTODO CIENTÍFICO 
OBSERVAÇÃO EMPÍRICA – Estudo dos fenômenos na sua 
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HIPÓTESE – Formulada com base na obs...
BONITO OU FEIO? 
Achar algo bonito ou feio, varia conforme o gosto de 
uma pessoa. O que pode ser feio para alguns, é 
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OBRE DE ARTE, ARTISTA E ADMIRADOR. 
As obras podem apresentar funções: 
Políticas – Propões ideologia política. 
Religiosa...
Filosofia - Senso comum, ciência e estética.
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Filosofia - Senso comum, ciência e estética.

  1. 1. SENSO COMUM É o processo pelo qual os indivíduos assimilam a cultura da sociedade em que vivem, portanto ele é um fator de grande importância no processo de socialização. Os fatores culturais determinam padrões de vida para os indivíduos, como, por exemplo, os hábitos culturais, os valores morais, religiosos e artísticos. Ditos populares e crendices são algumas formas do senso comum.
  2. 2. TIPOS DE SABER SABER IMEDIATO – Baseia-se em observações ingênuas da realidade. Confunde o real com a aparência. SABER SUBJETIVO – Baseia-se em observações espontâneas. Está contaminado por fatores culturais e psicológicos sobre o modo de ver as coisas. SABER HETEROGÊNEO – Baseia-se numa acumulação não-organizada de representações espontâneas sobre a realidade. SABER NÃO-CRÍTICO – Baseia-se em ideias feitas e não refletidas sobre a realidade. Não apresenta a universalidade das coisas e nem suas causas.
  3. 3. SOCIALIZAÇÃO É um processo dinâmico e contraditório: ao mesmo tempo que aceitamos e reproduzimos certas regras, muitas vezes contestamos outras. Isto ocorre porque o convívio social é fruto da tensão entre indivíduo e o coletivo, entre interesses pessoais e os do grupo.
  4. 4. REVOLUÇÃO A mudança de padrão configura a Revolução. Revoluções são transformações radicais e violentas. Mudam conceitos artísticos, científicos, filosóficos, econômicos e religiosos. Ela representa marcos históricos do fim de uma época e início de outra.
  5. 5. CONFLITOS São bem mais comuns no cotidiano. Refletem a insatisfação de grupos sociais referentes às desigualdades de classe – etnia, condições de trabalho, entre outras. Quanto maior a desigualdade, mais a sociedade produz conflitos.
  6. 6. DO SENSO COMUM AO PENSAMENTO FILOSÓFICO Bom senso – Assumir uma posição diante do saber constituído. Discernir entre o que é certo e errado é elaborar a herança cultural reflexiva e coerente. A tarefa da Filosofia é justamente desvelar verdades ocultas pela herança cultural e questiona-las.
  7. 7. CIÊNCIA E TÉCNICA. Técnica – Combinação entre o agir e o pensar que produz transformações no meio. Com o passar dos tempos, houve o aprimoramento de técnicas, produzindo verdadeiras revoluções na vida dos homens. Teoria – Conjunto de proposições organizadas e coerentes, levantadas com base na observação e no experimento. Teorias devem ser universais. Conhecimento Científico – É necessário possuir fins práticos, coerência e consistência. Deve ser objetivo e universal.
  8. 8. MÉTODO CIENTÍFICO OBSERVAÇÃO EMPÍRICA – Estudo dos fenômenos na sua forma natural. HIPÓTESE – Formulada com base na observação, explica provisoriamente os fenômenos observados, levanta dúvidas e propões soluções. EXPERIMENTAÇÃO - Observação provocada em situações específicas, como em laboratórios, para verificar a validade da hipótese. GENERALIZAÇÃO – Após a confirmação da hipótese, deve-se provar que ela é válida a todos os casos semelhantes àquele.
  9. 9. BONITO OU FEIO? Achar algo bonito ou feio, varia conforme o gosto de uma pessoa. O que pode ser feio para alguns, é bonito para outros. Belo e feio não são conceitos fechados, pois não possuem um só significado, já que o julgamento estético depende de um estado de espírito.
  10. 10. OBRE DE ARTE, ARTISTA E ADMIRADOR. As obras podem apresentar funções: Políticas – Propões ideologia política. Religiosas - Servem as necessidades místicas. Pedagógicas – Função social e de colaboração educacional. Naturalistas – Retratar a realidade. Formalistas – Preocupam-se com a técnica usada.

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