Capítulo 04:4.1 – A evolução dos modelos          atômicos
Modelos atômicos• Retomemos o modelo de Dalton:  - O átomo é a menor porção da matéria, e são esferas    maciças e indivis...
Modelos atômicos• Tales de Mileto (640 - 546a.C.)• Fez algumas experiênciascom âmbar (em grego -elektron) e descobriu quee...
Modelos atômicos• Benjamin Franklin (1706 -1790)•    Observou que existemduas espécies de cargaselétricas, chamadas por el...
Modelos atômicos• Cargas elétricas de sinaisopostos se atraem.•Cargas elétricas de mesmosinal se repelem.•Mais tarde essas...
Modelo de Thomsom• Também chamado de pudim de passas• As cargas elétricas negativas, chamadas elétrons(e-), estavam imersa...
Modelo de Thomsom• Quando um átomo ganha ou perde ele setransforma em uma espécie eletricamentecarregada, que chamamos de ...
Radioatividade• 1896 - Becquerel descobre a radioatividade:  emissão espontânea de radiação vindo do Urânio.• 1897 - Casal...
Modelo atômico de Rutheford• Também conhecido como modelo planetário• Realizou experimentos que demonstraram pelaprimeira ...
Modelo atômico de Rutheford• Comprovou a existênciade um núcleo e umaeletrosfera• Comprovou a existênciade partículas dife...
Modelo atômico de Rutheford• Com base em seus dados,Rutheford também sugeriua existência de cargasneutras no núcleo, carga...
Modelo atômico de Bohr• É um modelo que descreve o átomo como umnúcleo pequeno e carregado positivamente cercadopor elétro...
Modelo atômico de Bohr•No estado fundamental de um átomo, os elétronsse encontram no nível energético mais baixopossível.•...
Modelo atômico de Bohr•Se os elétrons cedem energia, eles saltam paraníveis mais internos e a energia liberada peloselétro...
4.2 – Classificação periódica
Tabela Periódica• Consiste num ordenamento dos elementosconhecidos de acordo com as suas propriedadesfísicas e químicas• O...
Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,•   Agrupou      os      elementos...
Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,•   Agrupou      os      elementos...
Tabela Periódica•    Em     1858,    o   químico   alemão AugustKekulé observou que o carbono tem uma tendênciade ligar-se...
Tabela Periódica• Em 1864, o também químico alemão Julius LotharMeyer publicou uma tabela com os 49 elementosconhecidos or...
Tabela Periódica• Nessa mesma época, O professor de químicarusso Dmitri Ivanovich Mendeleiev publicou sua“versão” da tabel...
Tabela Periódica• Mendeleiev propôs dois aspectos diferentes emsua tabela, que Meyer não havia proposto;  - Primeiro: deix...
Tabela Periódica
Tabela Periódica(Colunas)
Elementos Reperesentativos
Tabela PeriódicaElementos de Transição
Tabela PeriódicaElementos de Transição Interna
1    Tabela Periódica
1        Tabela Periódica    2
1        Tabela Periódica    2                 3
1        Tabela Periódica    2                 3    4
1        Tabela Periódica    2                 3    4   5
1        Tabela Periódica    2                 3    4   5   6
1        Tabela Periódica    2                 3    4   5   6   7
1        Tabela Periódica                   8    2                 3    4   5   6   7
Nº de e- na camada de valência1                                                            8    2                         ...
Tabela PeriódicaMetais Alcalinos
Tabela PeriódicaMetais Alcalinos Terrosos
Tabela Periódica               Halogênios
Tabela Periódica                   Gases Nobres
Tabela Periódica
Tabela PeriódicaK
Tabela PeriódicaKL
Tabela PeriódicaKLM
Tabela PeriódicaKLMN
Tabela PeriódicaKLMNO
Tabela PeriódicaKLMNOP
Tabela PeriódicaKLMNOPQ
Tabela Periódica      • Apesar de o hidrogênio ficar no      primeiro grupo (alcalino) ele não      partilha das mesmas pr...
Tabela Periódica    Metais
Tabela Periódica   Não  Metais
Tabela Periódica• O termo “gás nobre” vem do fato que,do ponto de vista humano, nobre éaquele que geralmente evita as pess...
Elementos presentes nos organismos vivos
Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais
Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais
Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais

1.488 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.488
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
19
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
25
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Modelo atômico de Thomson é uma teoria sobre a estrutura atômica proposta por Joseph John Thomson, descobridor do elétron e da relaçāo entre a carga e a massa do elétron, antes do descobrimento do próton ou do neutron. Neste modelo, o átomo é composto de elétrons embebidos numa sopa de carga positiva, como as passas num pudim. Acreditava-se que os elétrons distribuíam-se uniformemente no átomo. Em outras oportunidades, postulava-se que no lugar de uma sopa de carga positiva seria uma nuvem de carga positiva
  • Modelo atômico de Thomson é uma teoria sobre a estrutura atômica proposta por Joseph John Thomson, descobridor do elétron e da relaçāo entre a carga e a massa do elétron, antes do descobrimento do próton ou do neutron. Neste modelo, o átomo é composto de elétrons embebidos numa sopa de carga positiva, como as passas num pudim. Acreditava-se que os elétrons distribuíam-se uniformemente no átomo. Em outras oportunidades, postulava-se que no lugar de uma sopa de carga positiva seria uma nuvem de carga positiva
  • Após a descoberta dos raios x houve uma revolução na Ciência. A partir desta importante descoberta, outro físico francês iniciou um estudo para tentar descobrir os raios x em substâncias fluorescentes. Esse fenômeno foi descoberto, acidentalmente porque Becquerel guardou, em uma gaveta, um composto de urânio juntamente com uma chapa fotográfica, havendo depois revelado a chapa e notado nela os sinais da radiação Antoine Henri Becquerel descobriu que o sulfato duplo de potássio e uranila emitia raios desconhecidos, que impressionavam chapas fotográficas após atravessar o papel negro, estes raios foram nomeados, inicialmente, de “raios Becquerel”. Marie Sklodowska e Pierre Curie, um casal de cientistas, interessados pela descoberta de Becquerel acabaram descobrindo que todos os compostos que possuíam urânio tinham a propriedade de emitir esses raios, portanto ficou evidente que ele era o elemento responsável por emitir os raios desconhecidos. Assim, o casal nomeou este fenômeno como  radioatividade , que significa  emitir raios  (do latim  radius ). Marie Sklodowska e Pierre Curie. O casal Curie iniciou um trabalho com amostras retidas do elemento urânio. Após medir as radiações emitidas em cada amostra, constataram que, quanto maior era a proporção de urânio na amostra, mais radioativa ela seria. Ao estudar a pechblenda, um minério de urânio, mais uma descoberta inesperada aconteceu. Verificou-se que uma das partes de impureza extraídas do minério era muito mais radioativa do que o próprio urânio puro. Desse modo, o casal Curie desconfiou que houvesse outro elemento radioativo desconhecido. Em 1898, o casal descobriu o elemento que era 400 vezes mais radioativo do que o urânio, este elemento foi denominado “polônio”.  Mesmo com a descoberta do polônio, o casal não cessava as suas pesquisas, até que descobriram outro elemento mais radioativo que o polônio, este foi nomeado de “rádio”
  • Já que a maioria das partículas α atravessava a lâmina de ouro sem sofrer desvios, a maior parte do átomo deveria ser vazia. Espaço que foi denominado de eletrosfera, onde estariam os elétrons. As partículas α que voltavam indicavam que deveria existir uma pequena região maciça, denominado NÚCLEO, onde estaria concentrada a massa do átomo. Já que um pequeno número de partículas α sofrem desvios significativos ao atravessar a lâmina de ouro, o núcleo deve ser pequeno e positivo, proporcionando uma
  • Os valores de massa de um nêutron seria muito similar aos de um próton
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais

    1. 1. Capítulo 04:4.1 – A evolução dos modelos atômicos
    2. 2. Modelos atômicos• Retomemos o modelo de Dalton: - O átomo é a menor porção da matéria, e são esferas maciças e indivisíveis - Foi o modelo adotado e aceito pela comunidade científica durante quase todo o séc. XIX - Ainda é muito usado para representar estruturas moleculares e sua distribuição espacial• Mas o modelo de Dalton não conseguia explicarsatisfatoriamente todos os fenômenos naturais
    3. 3. Modelos atômicos• Tales de Mileto (640 - 546a.C.)• Fez algumas experiênciascom âmbar (em grego -elektron) e descobriu queesse adquire uma cargaelétrica quando é atritadocom uma flanela
    4. 4. Modelos atômicos• Benjamin Franklin (1706 -1790)• Observou que existemduas espécies de cargaselétricas, chamadas por ele,arbitrariamente de positiva enegativa.• Com essas observações foipossível explicar o fenômenorelatado por Tales de Mileto
    5. 5. Modelos atômicos• Cargas elétricas de sinaisopostos se atraem.•Cargas elétricas de mesmosinal se repelem.•Mais tarde essas e outrasobservações intensificaram arealização de experimentosenvolvendo eletricidade, osquais permitiram associar aeletricidade ao átomo
    6. 6. Modelo de Thomsom• Também chamado de pudim de passas• As cargas elétricas negativas, chamadas elétrons(e-), estavam imersas em uma “sopa” de cargaelétrica positiva, os prótons. O nº de e- deveria sersuficiente para anular a carga dos prótons• Se o átomo perdesse e- ele ficaria com cargapositiva, e se ganhasse e- ficaria com carga negativa
    7. 7. Modelo de Thomsom• Quando um átomo ganha ou perde ele setransforma em uma espécie eletricamentecarregada, que chamamos de íon• Quando o átomo passa a ser um íon positivo, ochamamos de Cátion• Quando o átomo passa a ser um íon positivo, ochamamos de Ânion
    8. 8. Radioatividade• 1896 - Becquerel descobre a radioatividade: emissão espontânea de radiação vindo do Urânio.• 1897 - Casal Curie descobrem dois elementos radioativos: Polônio e o Rádio.
    9. 9. Modelo atômico de Rutheford• Também conhecido como modelo planetário• Realizou experimentos que demonstraram pelaprimeira vez a existência do núcleo atômico, o quenão era consistente com o modelo atômico deThomson
    10. 10. Modelo atômico de Rutheford• Comprovou a existênciade um núcleo e umaeletrosfera• Comprovou a existênciade partículas diferentes ecom cargas positivasdiferentes
    11. 11. Modelo atômico de Rutheford• Com base em seus dados,Rutheford também sugeriua existência de cargasneutras no núcleo, cargasessas que serviriam paramanter o núcleo coeso eexplicavam os valores damassa atômica
    12. 12. Modelo atômico de Bohr• É um modelo que descreve o átomo como umnúcleo pequeno e carregado positivamente cercadopor elétrons em órbita circular• Explicava o problema de perda de energia doelétron, e possível colisão com o núcleo, que nãoacontecia
    13. 13. Modelo atômico de Bohr•No estado fundamental de um átomo, os elétronsse encontram no nível energético mais baixopossível.•Se os elétrons de um átomo recebem energia oucolidem com outros elétrons, eles saltam paraníveis mais externos. Neste caso, dizemos que oselétrons entram em estado excitado.
    14. 14. Modelo atômico de Bohr•Se os elétrons cedem energia, eles saltam paraníveis mais internos e a energia liberada peloselétrons sai em forma de quantum de luz ou fóton
    15. 15. 4.2 – Classificação periódica
    16. 16. Tabela Periódica• Consiste num ordenamento dos elementosconhecidos de acordo com as suas propriedadesfísicas e químicas• Os elementos que apresentam as propriedadessemelhantes são dispostos em colunas• São organizados em forma crescente de Nºatômico
    17. 17. Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,• Agrupou os elementos em gases, não-metais, metais e terras: - “Gases”: Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio; - Não-Metais: enxofre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico;
    18. 18. Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,• Agrupou os elementos em gases, não-metais, metais e terras: - Metálicas: Antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco; - Terras: Calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
    19. 19. Tabela Periódica• Em 1858, o químico alemão AugustKekulé observou que o carbono tem uma tendênciade ligar-se a outros elementos em uma proporçãode um para quatro.• Este conceito tornou-se conhecido como valência.
    20. 20. Tabela Periódica• Em 1864, o também químico alemão Julius LotharMeyer publicou uma tabela com os 49 elementosconhecidos organizados pela valência. A tabelarevelava que os elementos com propriedadessemelhantes freqüentemente partilhavam a mesmavalência.
    21. 21. Tabela Periódica• Nessa mesma época, O professor de químicarusso Dmitri Ivanovich Mendeleiev publicou sua“versão” da tabela periódica.
    22. 22. Tabela Periódica• Mendeleiev propôs dois aspectos diferentes emsua tabela, que Meyer não havia proposto; - Primeiro: deixar lacunas na tabela quando parecia que o elemento correspondente ainda não tinha sido descoberto. - Segundo: ignorar a ordem sugerida pelos pesos atômicos e alternar elementos adjacentes, tais como o cobalto e o níquel, para melhor classificá-los em famílias químicas
    23. 23. Tabela Periódica
    24. 24. Tabela Periódica(Colunas)
    25. 25. Elementos Reperesentativos
    26. 26. Tabela PeriódicaElementos de Transição
    27. 27. Tabela PeriódicaElementos de Transição Interna
    28. 28. 1 Tabela Periódica
    29. 29. 1 Tabela Periódica 2
    30. 30. 1 Tabela Periódica 2 3
    31. 31. 1 Tabela Periódica 2 3 4
    32. 32. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5
    33. 33. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5 6
    34. 34. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5 6 7
    35. 35. 1 Tabela Periódica 8 2 3 4 5 6 7
    36. 36. Nº de e- na camada de valência1 8 2 3 4 5 6 7
    37. 37. Tabela PeriódicaMetais Alcalinos
    38. 38. Tabela PeriódicaMetais Alcalinos Terrosos
    39. 39. Tabela Periódica Halogênios
    40. 40. Tabela Periódica Gases Nobres
    41. 41. Tabela Periódica
    42. 42. Tabela PeriódicaK
    43. 43. Tabela PeriódicaKL
    44. 44. Tabela PeriódicaKLM
    45. 45. Tabela PeriódicaKLMN
    46. 46. Tabela PeriódicaKLMNO
    47. 47. Tabela PeriódicaKLMNOP
    48. 48. Tabela PeriódicaKLMNOPQ
    49. 49. Tabela Periódica • Apesar de o hidrogênio ficar no primeiro grupo (alcalino) ele não partilha das mesmas propriedades do mesmo;• Ele só está na primeira coluna por causade seu nº de valência.
    50. 50. Tabela Periódica Metais
    51. 51. Tabela Periódica Não Metais
    52. 52. Tabela Periódica• O termo “gás nobre” vem do fato que,do ponto de vista humano, nobre éaquele que geralmente evita as pessoascomuns;• Também conhecidos por gases inertes;• A primeira evidência da existência dosgases nobres foi através da descobertada existência do hélio no sol, feita poranálise espectrográfica da luz solar
    53. 53. Elementos presentes nos organismos vivos

    ×