Ventilação Mecânica Básica

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  • Este modelo pode ser usado como arquivo de partida para apresentar materiais de treinamento em um cenário em grupo.SeçõesClique com o botão direito em um slide para adicionar seções. Seções podem ajudar a organizar slides ou a facilitar a colaboração entre vários autores.AnotaçõesUse a seção Anotações para anotações da apresentação ou para fornecer detalhes adicionais ao público. Exiba essas anotações no Modo de Exibição de Apresentação durante a sua apresentação. Considere o tamanho da fonte (importante para acessibilidade, visibilidade, gravação em vídeo e produção online)Cores coordenadas Preste atenção especial aos gráficos, tabelas e caixas de texto.Leve em consideração que os participantes irão imprimir em preto-e-branco ou escala de cinza. Execute uma impressão de teste para ter certeza de que as suas cores irão funcionar quando forem impressas em preto-e-branco puros e escala de cinza.Elementos gráficos, tabelas e gráficosMantenha a simplicidade: se possível, use estilos e cores consistentes e não confusos.Rotule todos os gráficos e tabelas.
  • Forneça uma breve visão geral da apresentação. Descreva o foco principal da apresentação e por que ela é importante.Introduza cada um dos principais tópicos.Para fornecer um roteiro para o público, você pode repita este slide de Visão Geral por toda a apresentação, realçando o tópico específico que você discutirá em seguida.
  • Esta é outra opção para um slide de Visão Geral usando transições.
  • Esta é outra opção para um slide de Visão Geral.
  • O Que o público poderá fazer após a conclusão deste treinamento? Descreva brevemente cada objetivo e como o públicose beneficiará apresentação.
  • Use um cabeçalho de seção para cada um dos tópicos, para que a transição seja evidente ao público.
  • Adicione slides a cada seção de tópico conforme necessário, incluindo slides com tabelas, gráficos e imagens. Consulte a próxima seção para obter um exemplotabela, gráfico, imagem e layouts de vídeo.
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  • Resuma. Torne seu texto o mais breve possível para manter um tamanho de fonte maior.
  • Adicione um estudo de caso ou a simulação da aula para incentivar discussões e aplicar lições.
  • Adicione um estudo de caso ou a simulação da aula para incentivar discussões e aplicar lições.
  • Discuta os resultados do estudo de caso ou da simulação de aula.Aborde práticas recomendadas.
  • Ventilação Mecânica Básica

    1. 1. VENTILAÇÃO MECÂNICA Ac. Felipe Patrocínio 28ª Semana da Fisioterapia
    2. 2. PHILIP DRINKER – IRON LUNG 1927 Ac. Felipe M. do Patrocínio
    3. 3. Crise de Poliomielite Ac. Felipe M. do Patrocínio
    4. 4. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    5. 5. Mark 7 Ac. Felipe M. do Patrocínio
    6. 6. A Lesão Pulmonar: 1967Thomas Petty Ac. Felipe M. do Patrocínio
    7. 7. Evolução dos Ventiladores Mecânicos 1 • 1950 – Pulmão de Aço (IRON LUNG); 2 • 1960 – Ventiladores BIRD MARK – 7; 3 • 1970 – Ventiladores Volumétrico – Benneti; 4 • 1980 – Ventiladores Microprocessados; 5 • 1990 – Válvulas Mecatrônicas; 6 • 2000 – Monitorização Ventilatória Ac. Felipe M. do Patrocínio
    8. 8. Classificação dos Ventiladores• 1ª Geração – Ciclados a Pressão• 2ª Geração - Ciclados a Volume• 3ª Geração - Microprocessados Ac. Felipe M. do Patrocínio
    9. 9. OBJETIVOS DA VM Durante a ventilação espontânea os músculos respiratórios geram uma pressão que produz fluxo e volume contra as propriedades resistivas e elásticas do sistema respiratórioPmus= Pres+Pel Ac. Felipe M. do Patrocínio
    10. 10. Objetivos da VMO suporte ventilatório é necessário quandoum processo patológico ou intervençãofarmacológica:• Prejudica a capacidade dos músculos respiratórios de gerar Pmus suficiente• Aumenta a demanda ventilatória além da capacidade muscular• Aumenta o trabalho associado à respiração Ac. Felipe M. do Patrocínio
    11. 11. Objetivos da VMA melhor ventilação é aquela que estabelecea proteção, ou seja, estabelecer níveisestratégicos que protejam o pulmão a longoprazo "Estratégia Protetora“ (FERRARI – 2006). Ac. Felipe M. do Patrocínio
    12. 12. Objetivos da VMO ventilador aplica uma pressão “positiva” (supra-atmosférica)que gera um gradiente entre a abertura das vias aéreas e osalvéolos, resultando em um fluxo “positivo” (dirigido doventilador ao paciente)Pmus+Papl= Pres+Pel Ac. Felipe M. do Patrocínio
    13. 13. Objetivos da VM • reverter a hipoxemia; • reverter a hipercapnia e a acidose respiratória; • reverter ou prevenir atelectasias em pacientes com respiraçõessuperficiais (ex: pósoperatório, doenças neuromusculares); • permitir sedação e/ou curarização para realização de cirurgias ououtros procedimentos; • reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixaperfusão. Nas formas graves de choque circulatório, mesmo na ausência deindicação gasométrica, a ventilação mecânica, diminuindo o consumo deoxigênio pelos músculos respiratórios, pode favorecer a perfusão de outrosórgãos (sobretudo coração, sistema nervoso central e território esplâncnico); • estabilização torácica em pacientes com múltiplas fraturas de arcoscostais. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    14. 14. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    15. 15. Efeitos Interrupção da Fisiologia Ventilatória e Respiratória; Proporciona a manutenção do Volume Corrente; Não efetua troca gasosa; Incorretamente designado Respirador. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    16. 16. ComplacênciasDinâmica - Impedância Total do Sistema Respiratório CD = VC / PRESSÃO PICO – PEEP TOTAL (50 A 80 ML/CMH20)Estática - IMPEDÂNCIA DAS UNIDADES ALVEOLARES FUNCIONANTES CD = VC / PRESSÃO PLATÔ – PEEP TOTAL (50 A 80 ML/CMH20) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    17. 17. Complacências • A pressão de platô correlaciona-se com a pressão de retração elástica dos pulmões e da caixa torácica e pode ser usada como um marcador da distensão alveolar • A diferença entre a pressão de pico e a pressão de platô correlaciona-se com a resistência das vias aéreas Ac. Felipe M. do Patrocínio
    18. 18. Modos Ventilatórios Como Cada Ciclo de ser iniciado, controlado e finalizado– Controlado– Assisto-controlada– Espontâneo Ac. Felipe M. do Patrocínio
    19. 19. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    20. 20. Modalidade Como cada ciclo deve ser ofertado de acordo às Variáveis de Controle• VCV – Volume Controlado• PCV – Pressão Controlada• PSV – Suporte Pressórico• SIMV - Mandatória intermitente sincronizada• CPAP - Pressão positiva contínua nas vias aéreas• Associações Ac. Felipe M. do Patrocínio
    21. 21. Ciclo Ventilatório Fase 1 - Início da inspiração – “disparo” Ventilador = FR / Paciente = sensibilidade Fase 2 - Inspiração – fornecimento de V pelo ventilador Fase 3 - Transição da inspiração para expiração - ciclagem” Fase 4 - Expiração – abertura da válvula de exalação Fase 5 – Novo Ciclo Ac. Felipe M. do Patrocínio
    22. 22. Características da Respiração do Ventilador• Disparo: Inicia a ventilação• Limite: Determina a amplitide da respiração• Ciclagem: Determina a interrupção da inspiração e início da expiração Ac. Felipe M. do Patrocínio
    23. 23. VCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUMEA ventilação com volume controlado asseguraque o doente recebe um determinado volumecorrente pré-programado de acordo com umfluxo e tempo inspiratórios pré-programados Ac. Felipe M. do Patrocínio
    24. 24. VCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUME• DisparoTempo (controlada)Pressão, fluxo (assistida)• LimiteVolume, fluxo• CiclagemVolume, tempo*Variável dependente: Pressão inspiratória Ac. Felipe M. do Patrocínio
    25. 25. VCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUME Curvas de Pressão, fluxo e VolumeAc. Felipe M. do Patrocínio
    26. 26. VCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUME Padrão do FluxoAc. Felipe M. do Patrocínio
    27. 27. VCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUME Vantagens e LimitaçõesVantagens• Habilidade de controlar o volume corrente: ▪ Controle da PaCO2 (ex: hipertensão intracraniana) ▪Alvo de volume corrente (ex:SARA)Limitações• Sincronismo em pacientes com ventilação ativa• Ausência de controle sobre as pressões inspiratórias Ac. Felipe M. do Patrocínio
    28. 28. PCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃOA ventilação com pressão controlada asseguraum nível de pressão inspiratória pré-programadaconstante durante um tempo inspiratório pré-programado Ac. Felipe M. do Patrocínio
    29. 29. PCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO• DisparoTempo (controlada)Pressão, fluxo (assistida)• LimitePressão• CiclagemTempo*Variável dependente: Volume, Fluxo Ac. Felipe M. do Patrocínio
    30. 30. PCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO Curvas de Pressão, fluxo e VolumeAc. Felipe M. do Patrocínio
    31. 31. PCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO Vantagens e LimitaçõesVantagens• Limita a pressão aplicada aos alvéolos : menor risco de lesão (?)• Fuxo variável: melhor sincronismo• Padrão de fluxo decrescente: maior recrutamento alveolarDesvantagens• Volume corrente não é garantido: risco de hipoventilação Ac. Felipe M. do Patrocínio
    32. 32. PCV - VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO Vantagens e LimitaçõesAc. Felipe M. do Patrocínio
    33. 33. PSV - VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃOA ventilação com suporte de pressão asseguraum nível de pressão inspiratória pré-programadaconstante durante a inspiração. A frequência e otempo da inspiração são determinados pelopaciente Ac. Felipe M. do Patrocínio
    34. 34. PSV - VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃODisparo• Pressão, fluxoLimite• PressãoCiclagem• FluxoVariáveis dependentes: Volume, fluxo Ac. Felipe M. do Patrocínio
    35. 35. PSV - VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃO Curvas de Pressão, fluxo e VolumeAc. Felipe M. do Patrocínio
    36. 36. PSV – VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃO Vantagens e LimitaçõesVantagens• Auxilia no desmame do ventilador• Melhor sincronismo em pacientes ventilando ativamenteLimitações• Volume corrente não é garantido• Requer atividade respiratória do paciente Ac. Felipe M. do Patrocínio
    37. 37. SIMV – VENTILAÇÃO MANDATÓRIA INTERMITENTE SINCRONIZADAA SIMV combina ventilações assisto -controladas em umafrequência pré-programada com períodos de ventilaçãoespontânea Ac. Felipe M. do Patrocínio
    38. 38. SIMV – VENTILAÇÃO MANDATÓRIA INTERMITENTE SINCRONIZADAAc. Felipe M. do Patrocínio
    39. 39. SIMV – VENTILAÇÃO MANDATÓRIA INTERMITENTE SINCRONIZADAPermite Ciclos Controlados, Assistidos e Espontâneos;DisparoVantagem: ausência de assincronismoPode ser utilizada a Pressão Suporte nas espontâneas. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    40. 40. PARAMÊTROS VENTILATÓRIOS Ac. Felipe M. do Patrocínio
    41. 41. OXIGENAÇÃOAc. Felipe M. do Patrocínio
    42. 42. OXIGENAÇÃO Curva de Dissociação da HemoglobinaFIO2: não baixar < 40% em VMIFIO2 > 60% - Toxicidadepela absorção deNitrogênio > 24Hs Ac. Felipe M. do Patrocínio
    43. 43. PEEP AplicaçõesRecrutamento de unidades alveolares:↓ shunt• SARA• Edema agudo de pulmão• Fisiológico? Ac. Felipe M. do Patrocínio
    44. 44. PEEP AplicaçõesPEEP= 5 cmH²O - impede colabamento alveolarPEEP > 8 cmH²O - melhora oxigenaçãoPEEP > 12 cmH²O - repercussões hemodinâmicas Ac. Felipe M. do Patrocínio
    45. 45. PEEP Efeitos HemodinâmicosRedução da pré-carga• ↑Pressão pleural :↓Retorno venoso• ↑ Resistência vascular pulmonar• Compressão da veia cavaRedução da pós -carga• ↑ Pressão extra-muralDébito cardíaco• ↓ Se hipovolemia• ↑ Se normovolemia Ac. Felipe M. do Patrocínio
    46. 46. PEEP Problemas AssociadosPotenciais efeitos danosos associados à ventilação com pressão positivaHemodinâmica• Redução do débito cardíaco e hipotensãoPulmões• Barotrauma - Extravasamento gasoso• Injúria pulmonar iduzida pelo ventilador (VILI)• Auto-PEEP• Pneumonia associada à VMTroca gasosa• Pode aumentar o espaço morto (compressão de capilares)• Shunt (redirecionamento do fluxo sanguíneo para regiões doentes) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    47. 47. PEEPProblemas Associados Ac. Felipe M. do Patrocínio
    48. 48. AUTO-PEEP APRISIONAMENTO AÉREO“ PRESSÃO RESIDUAL QUE PERMANECENOS ALVÉOLOS APÓS EXPIRAÇÃOINCOMPLETA ” (TOBIN –1991) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    49. 49. AUTO-PEEP APRISIONAMENTO AÉREOCAUSAS: ↑ VC ↑FR ↓TE E COLAPSO DINÂMICO DAS VIAS AÉREASMONITORAR: OCLUIR A VÁLVULA EXPIRATÓRIA NO FINAL DA EXPIRAÇÃOCOMBATER: PEEP EXTRÍNSECO 85% DO AUTO PEEP Ac. Felipe M. do Patrocínio
    50. 50. VOLUME CORRENTE Volume corrente é o volume de ar inspirado ou expirado em cada incursão respiratória normal O volume corrente alvo deve ser calculado de acordo com o peso ideal: Homem: 50 + 0.91 [altura (cm) - 152.4] Mulher: 45.5 + 0.91 [altura (cm) - 152.4]Rotina – 7 a 8 ml / kg de pesoSARA- entre 4 e 6 ml / kg de pesoDPOC – entre 5 e 8 ml / kg de pesoVolumes correntes elevados aumentam as pressõesnas vias aéreas, podem provocar VOLUTRAUMA. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    51. 51. FLUXO INSPIRATÓRIOValor inicial:• Fluxo(l/min) = Peso (kg) x 0,6 a 0,9Valores habituais:• Fluxo inspiratório = 40 a 60 l/minFluxos elevados diminuem o tempo inspiratório eaumentam a pressão no interior das vias aéreas. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    52. 52. FLUXO INSPIRATÓRIOESCOLHA DO PADRÃO DE FLUXO INSPIRATÓRIOOpções disponíveis:• Fluxo quadrado• Fluxo decrescenteFluxo decrescente é o mais utilizado por produzir menorespressões nas vias aéreas.Sem evidências nítidas de vantagens de um padrão sobre ooutro. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    53. 53. ALARMESPressão inspiratória máxima: 35 a 40 cmH2O.Pressão Inspiratória mínima: 4 a 5 cm acima do valor da PEEP.Volume Minuto máximo: 20% acima do VM estipuladoVolume Minuto Mínimo: 50% abaixo do VM estipulado.FR máxima: 35 rpmFR mínima: 6 rpm.(VM = VC x FR) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    54. 54. SENSIBILIDADEUtilizada na modalidade A/C, SIMV, PSV;Esforço do paciente para deflagrar o ventilador;Pode ser a Pressão ou Fluxo;Pressão: - 0,5 a – 2,0 cmH2OFluxo: 04 a 06 l/min (+ sensível) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    55. 55. RELAÇÃO I:EUsar relação I:E de 1:2 até 1:3. (Ventilação espontânea – 1:1,5 – 1:2)As seguintes variáveis interferem na relação I:E–Fluxo inspiratório–Padrão do fluxo inspiratório–Volume corrente–Tempo inspiratório Ac. Felipe M. do Patrocínio
    56. 56. RELAÇÃO I:E INVERTIDAUsar relação I:E 1:1 ou 2:1 com cuidado!A relação I:E invertida deve ser usada na SDRA grave, após otimizarVC,PEEP e FiO2.A relação I:E invertida pode:• Melhorar o PO2• Provocar o aparecimento de auto-PEEP• Interferir no retorno venoso – Causar instabilidade hemodinâmica Ac. Felipe M. do Patrocínio
    57. 57. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIAVALORES INICIAIS:• FR = 12 a 16 rpmFreqüências elevadas podem produzir alcalose respiratória eaparecimento de auto-PEEP.Freqüências baixas podem provocar acidose respiratória. Ac. Felipe M. do Patrocínio
    58. 58. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIACORREÇÃO DA ACIDOSE / ALCALOSE RESPIRATÓRIACorreção pela freqüência respiratória:• FR = PaCO2 (a) x FR (a) / PaCO2 (d)Correção pelo volume corrente:• VC = PaCO2 (a) x VC (a) / PaCO2 (d) Ac. Felipe M. do Patrocínio
    59. 59. PRESSÃO DE SUPORTEInicialmente usar PSV de valor igual ao valor da pressão de picodurante a ventilação A/C.Diminuir ou aumentar o valor do PSV até atingir um VC próximo de 8ml/kg.O valor do PSV deve ser aumentado e principalmente diminuído deuma maneira progressiva.Durante o desmame o PSV deve ser diminuído em 2 cm 2 vezes ao diaaté um valor de 6-8 cm H2O.Ac. Felipe M. do Patrocínio
    60. 60. VCV VS PCVCálculo da Capacidade Pulmonar FuncionalCPF = VC/P.picoCPF < 15 PCVCPF > 15 VCV Ac. Felipe M. do Patrocínio
    61. 61. OBRIGADO!. Ac. Felipe M. do Patrocínio

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