Aula 03 linguagem visual

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Linguagem visual
Princípios de Design
Leis da Gestalt
Pregnância da Forma

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Aula 03 linguagem visual

  1. 1. LINGUAGEM VISUAL AULA 03 Pregnância da Forma Prof. Ms. Elizeu N. Silva
  2. 2. GESTALT Escola de Psicologia Experimental. Considera os fenômenos psicológicos como totalidades organizadas, indivisíveis, articuladas, isto é, como configurações. Teoria explica o porquê de algumas formas agradarem mais que outras. Opõe-se ao subjetivismo por apoiar-se na fisiologia.
  3. 3. Expressão Gestalt: Integração de “partes” em oposição ao “todo”. Segundo a Gestalt, o que acontece no cérebro não é idêntico ao que acontece na retina. A excitação cerebral não se dá em pontos isolados, mas por extensão. Não existe, na percepção da forma, um processo posterior de associação das várias sensações. A primeira sensação já é de forma, já é global e unificada
  4. 4. Ilusão de ótica
  5. 5. Ilusão de ótica
  6. 6. Ilusão de ótica
  7. 7. Ilusão de ótica
  8. 8. Ilusão de ótica
  9. 9. Pregnância da forma • substantivo feminino 1 Rubrica: psicologia > forma e estabilidade de uma percepção, na teoria da forma; 2 qualidade ou virtude do que se impõe ao espírito, do que produz forte impressão Dicionário Eletrônico Houaiss. Condição de estar “prenhe”. Sentido latente.
  10. 10. Alta pregnância
  11. 11. Alta pregnância
  12. 12. Alta pregnância
  13. 13. Alta pregnância
  14. 14. Baixa pregnância
  15. 15. Baixa pregnância
  16. 16. Baixa pregnância
  17. 17. Baixa pregnância
  18. 18. Baixa pregnância
  19. 19. Baixa pregnância
  20. 20. As leis da Gestalt representam o abc da leitura visual das formas. Para análises e interpretações das formas, é fundamental conhecê-las. • Unidades • Segregação • Unificação • Fechamento • Continuidade • Proximidade • Semelhança • Pregnância
  21. 21. UNIDADES Pode ser a representação de um único objeto, completo em si mesmo, ou partes de um todo. Pode ser entendida, também, como conjunto de elementos que constituem o objeto completo, o “todo”. As unidades são percebidas pelas relações que estabelecem entre si, na composição do objeto.
  22. 22. SEGREGAÇÃO Diz respeito à capacidade de separar os elementos/unidades compositivos do objeto. É possível segregar uma ou mais unidades, dependendo da relação de igualdade/desigualdade entre as partes. É possível estabelecer níveis de segregação: unidades principais, desde que suficientes para a interpretação/análise do objeto.
  23. 23. UNIFICAÇÃO Consiste na igualdade ou semelhança produzidos pelo objeto. Verifica-se quando fatores de harmonia, equilíbrio, ordem e coerência estão presentes no objeto ou composição. Varia em função de maior ou menor organização formal.
  24. 24. FECHAMENTO Importantíssimo para a formação de unidades formais. Obtém-se a sensação de fechamento da forma pela continuidade numa ordem estrutural definida – e previsível. Não confundir com o fechamento físico, obtido pelo contorno dos objetos.
  25. 25. CONTINUIDADE Obtém-se boa continuidade quando há percepção de como as partes se sucedem de forma organizada numa trajetória previsível.
  26. 26. PROXIMIDADE Elementos ópticos próximos tendem a ser vistos juntos, constituindo- se em totalidades ou unidades dentro do todo. Estímulos próximos entre si, seja por forma, cor, tamanho, textura, brilho, peso, direção, entre outros, têm maior tendência de serem agrupados e constituírem unidades.
  27. 27. SEMELHANÇA Igualdade de forma e cor contribuem para a percepção de igualdades. Ajudam no estabelecimento de agrupamentos. Quanto mais semelhantes entre si (forma, cor, tamanho, peso, direção etc) maior a tendência a serem agrupados.
  28. 28. Referência bibliográfica DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997-2000 GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto. Sistema de leitura visual da forma. São Paulo, Ed. Escrituras, 2002. RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 8ª ed. Brasília: LGE Editora, 2003

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