Enxertos periodontais em cães - alternativa às exodontias

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  • @Lucas Martinez Lucas, primeiro, me desculpe pela demora em responder. Até onde eu sei, há relatos sim a respeito desta sua suposição. Meu conhecimento é na área de odontologia e, portanto, não conhece a fundo as técnicas ortopédicas em animais. Ainda assim, o que se faz de forma mais rotineira em casos de cães com membros pouco desenvolvidos ou que sofreram perdas de massa por trauma é a técnica de distração óssea. Refratura do osso longo, fixação com equipamento específico com ou sem enxertia para, durante um período de tempo, promover o afastamento gradual dos fragmentos... dando tempo para formação de osso novo. Acho que é isso... Grande abraço!!
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  • @Daniel Ferro Com a diferenciação de celulas em condroblastos nas extremidades dos ossos,seria possivel a criação de novas cartilagens hialinas nas extremidades dos osso tornando possível o crescimento longitudinal em animais que pararam de crescer ? é possivel a aplicação de celulas tronco nas extremidades dos osso com essa finalidade ?
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  • Com a diferenciação de celulas em condroblastos nas extremidades dos ossos,seria possivel a criação de novas cartilagens hialinas nas extremidades dos osso tornando possível o crescimento longitudinal em animais que pararam de crescer ?
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  • @danielgferro
    Prezado Dr. Daniel, me chamo Julio Vito (juliovito@gmail.com) e trabalho também com biomateriais. Gostaria de parabenizá-lo pelo belo trabalho e pela apresentação. Gostaria de saber como teve acesso ao produto que utilizou de HA. Você usa este material com frequencia em suas cirurgias? Vi que obteve resultado superior utilizando o Biovidro sobre o HA. Você utiliza atualmente qual material em suas cirurgias para reconstrução óssea? Obrigado!!
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  • Olá Murilo, como vai!? Tudo bem?!?
    Muito obrigado por suas palavras! Temos possibilidade de usar praticamente tudo o que há em perio para animais. Nossa grande limitacão ainda é a higiene... Fazer com que os proprietários escovem os dentes dos animais ainda é um desafio! Rs.

    Quanto aos slides, neste caso eu usei o Keynote e a fonte é uma chamada Gill Sans.

    Se você tiver curiosidade, temos um site da clínica (www.odontovet.com), um de nossa associação (www.abov.org.br) e um pessoal que ainda vai mudar e falta muita coisa. Rs. (www.odontologiaveterinaria.com.br).

    Um grande abraço,
    Obrigado novamente.
    Daniel
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  • Enxertos periodontais em cães - alternativa às exodontias

    1. 1. Enxertos periodontaisconceitos atuais sobre bioengenharia da regeneração Alternativa às extrações na odontologia veterinária moderna Daniel G. Ferro Doutorando pela FMVZ-USP Equipe Odontovet-SP deferro@usp.br Coordenador do curso de especialização em odontologia veterinária da Anclivepa-SP ferro@odontovet.com Presidente da Abov Fone. 11-95181520
    2. 2. Objetivo daterapia periodontal moderna
    3. 3. Objetivo da restabelecer as principais fibras do ligamento periodontal e sua inserçãoterapia periodontal em novo cemento e novo osso moderna alveolar.
    4. 4. Objetivo da restabelecer as principais fibras do ligamento periodontal e sua inserçãoterapia periodontal em novo cemento e novo osso moderna alveolar. O desafio da verdadeira regeneração
    5. 5. Objetivo da restabelecer as principais fibras do ligamento periodontal e sua inserçãoterapia periodontal em novo cemento e novo osso moderna alveolar.células indiferenciadas precisam aderir à superfície da raiz do dente, proliferar-se, diferenciar-se e, O desafio da verdadeira regeneração então, produzir matriz extracelular. Gentrlius, S. e col. In vitro studies on periodontal ligament cells and enamel matrix derivative. J Clin Periodontol 1997; 24:9. Part II. pp. 685-92.
    6. 6. Bioengenharia da regeneração
    7. 7. Bioengenharia da regeneração Tríade Matriz para arcabouçoProteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Células-tronco ou progenitoras
    8. 8. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. Conceito deosteocondução
    9. 9. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. fornece a Conceito de estrutura tridimensionalosteocondução (arcabouço) necessária para a invasão vascular, aposição de células mesenquimais e proliferação celular
    10. 10. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. fornece a Conceito de estrutura tridimensionalosteocondução (arcabouço) necessária para a invasão vascular, aposição de células mesenquimais e proliferação celular Tríade Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Células-tronco ou progenitoras
    11. 11. Conceito de osteoinduçãoMarx RE, Sauders TR. Reconstruction and rehabilitation of cancerpatients. In: Fonseca RJ, Davis WH. Reconstructive preprosthetic.Oral and Maxillofacial Surgery. Philadelphia: Saunders;1986. p.347-428
    12. 12. capacidade do materialestimular diferenciação de células Conceito de mesenquimais indiferenciadas em osteoindução condro e osteoblastos (células osteogênicas) Marx RE, Sauders TR. Reconstruction and rehabilitation of cancer patients. In: Fonseca RJ, Davis WH. Reconstructive preprosthetic. Oral and Maxillofacial Surgery. Philadelphia: Saunders;1986. p. 347-428
    13. 13. Tríade Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Células-tronco ou progenitoras capacidade do materialestimular diferenciação de células Conceito de mesenquimais indiferenciadas em osteoindução condro e osteoblastos (células osteogênicas) Marx RE, Sauders TR. Reconstruction and rehabilitation of cancer patients. In: Fonseca RJ, Davis WH. Reconstructive preprosthetic. Oral and Maxillofacial Surgery. Philadelphia: Saunders;1986. p. 347-428
    14. 14. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. Conceito deosteogênese
    15. 15. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. formação de Conceito de novo tecido ósseo aosteogênese partir de elementos celulares como condroblastos e osteoblastos
    16. 16. Khan SN, Cammisa FP Jr, Sandhu HS, Diwan AD, Girardi FP, Lane JM.. The biology of bone grafting. J Am Acad Orthop Surg. 2005 Jan- Feb;13(1):77-86. formação de Conceito de novo tecido ósseo aosteogênese partir de elementos celulares como condroblastos e osteoblastos Tríade Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Células-tronco ou progenitoras
    17. 17. Conceito de osteopromoçãoBuser D, Brägger U, Lang NP, Nyman S Regeneration andenlargement of jaw bone using guided tissue regeneration.Clin Oral Implants Res. 1990 Dec;1(1):22-32.
    18. 18. exclusão de tecidos Conceito de não osteogênicos osteopromoção da área a ser regeneradaBuser D, Brägger U, Lang NP, Nyman S Regeneration andenlargement of jaw bone using guided tissue regeneration.Clin Oral Implants Res. 1990 Dec;1(1):22-32.
    19. 19. Tríade da regeneraçãoCélulas-tronco ou progenitoras Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras
    20. 20. Tríade da regeneração Tipos de enxertos ‣ Autógeno ‣ Alógeno (homólogo)Células-tronco ou progenitoras Matriz para arcabouço ‣ Xenógeno (heterólogo) Proteínas sinalizadoras ‣ Aloplástico
    21. 21. Tríade da regeneraçãoCélulas-tronco ou progenitoras Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras Os materiais de hoje ‣ Proteína de matriz de esmalte ‣ Peptídeo sintético de colágeno tipo-I ‣ PRP ‣ Células-tronco (embrionárias ou adultas) ‣ Hidroxiapatitas ‣ Cerâmicas ‣ Proteínas morfogenéticas
    22. 22. Tríade da regeneraçãoCélulas-tronco ou progenitoras Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras Técnicas e apresentações ‣ Gel ‣ Blocos esponjosos ‣ Partículas liofilizadas ‣ Membranas absorvíveis ou não ‣ Regeneração tecidual
    23. 23. Quais mecanismos de ação estãodisponíveis para a medicina veterinária?
    24. 24. Quais mecanismos de ação estãodisponíveis para a medicina veterinária? Antes de decidir pelo produto é importante pensar no mecanismo de ação pelo qual se procura.
    25. 25. PRPPlasma Rico em Plaquetas
    26. 26. PRP Plasma Rico em Plaquetas Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Autógeno Alógeno (homólogo)Células-tronco ou progenitoras Xenógeno (heterólogo) Aloplástico
    27. 27. PRP Plasma Rico em Plaquetas Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Autógeno Alógeno (homólogo)Células-tronco ou progenitoras Xenógeno (heterólogo) Aloplástico Osteogênese
    28. 28. PRPPlasma Rico em Plaquetas Preparo Centrifugação única 1. Sangue total 2. Centrifugação a 5600 rpm por 6 minutos Fração superior: PPP (descartada) Fração intermediária: PRP (enxerto) Fração inferior: eritrócitos (1 a 2mm - enxerto)
    29. 29. PRPPlasma Rico em Plaquetas Preparo
    30. 30. PRPPlasma Rico em Plaquetas Preparo Centrifugação em duas etapas 1. Sangue total 2. Centrifugação a 160g por 20 minutos Plasma sobrenadante Fração vermelha (6mm) 3. Centrifugação a 400g por 15 minutos Sobrenadante amarelo (descartado) Restante (enxerto)
    31. 31. PRPPlasma Rico em Plaquetas Preparo Centrifugação em duas etapas 1. Sangue total 2. Centrifugação a 160g por 20 minutos Plasma sobrenadante Fração vermelha (6mm) 3. Centrifugação a 400g por 15 minutos Sobrenadante amarelo (descartado) Restante (enxerto) Acrescenta-se fator de coagulação Trombina bovina a 100 U/ml e Cloridrato de cálcio a 10% Osteocondutor HA, Cerâmica. CAMARGO, P.M. et al. Platelet-rich plasma and bovine porous bone mineral combined with guided tissue regeneration in the treatment of intrabony defects in humans. J Period Res, v.37, p.300-306, 2002.
    32. 32. PRPMecanismo (fatores que modulam a diferenciação eproliferação de Stem Cells)‣ fatores de crescimento
    33. 33. PRPMecanismo (fatores que modulam a diferenciação eproliferação de Stem Cells)‣ fatores de crescimento
    34. 34. PRPMecanismo (fatores que modulam a diferenciação eproliferação de Stem Cells)‣ fatores de crescimento Fatores de crescimento derivados de plaquetas (PDGF) Mitogênese, angiogênese e quimiotaxia de macrófagos e fibroblastos
    35. 35. PRPMecanismo (fatores que modulam a diferenciação eproliferação de Stem Cells)‣ fatores de crescimento Fatores de crescimento derivados de plaquetas (PDGF) Mitogênese, angiogênese e quimiotaxia de macrófagos e fibroblastos Fatores de crescimento transformadores (TGF-β) Diferenciação de células mesenquimais em células osteogênicas
    36. 36. PRP Mecanismo (fatores que modulam a diferenciação e proliferação de Stem Cells) ‣ fatores de crescimento Fatores de crescimento derivados de plaquetas (PDGF) Mitogênese, angiogênese e quimiotaxia de macrófagos e fibroblastos Fatores de crescimento transformadores (TGF-β) Diferenciação de células mesenquimais em células osteogênicas Fatores de crescimento semelhante à insulina (IGF-I) Proliferação de osteoblastos e fibroblastos; síntese de colágeno e proteoglicanos Fatores de crescimento fibroblástico (FGF) Mitose de células endoteliais, fibroblastos, condrócitos e osteoblastos, angiogêneseREMEDIOS, A. Bone and bone healing. Vet Clin North AmSmall Anim Pract, v.29, p.1029-1044, 1999.
    37. 37. PRPaplicado conclusões
    38. 38. PRPaplicado conclusões
    39. 39. PRPaplicado conclusões ‣usar em até 4 horas após preparo; ‣aumenta a qualidade e velocidade da reparação do osso; ‣meia vida das plaquetas de 4 a 5 dias; ‣ação dos fatores de crescimento por 10 dias.
    40. 40. PRPaplicado conclusões ‣usar em até 4 horas após preparo; ‣aumenta a qualidade e velocidade da reparação do osso; ‣meia vida das plaquetas de 4 a 5 dias; ‣ação dos fatores de crescimento por 10 dias. aplicações ‣elevação de seio maxilar1 ‣lesões verticais e horizontais2 ‣manutenção de altura de osso3 ‣defeitos periodontais e peri-implantes4 1- Kassolis et al., 2000; Lozada et al., 2001; Mendonca-Caridad et al., 2006 2 - Carlson et al., 2002 3 - Carlson et al., 2002 4 - Kim et al., 2002
    41. 41. HAP-91 e Col.HAP-91Hidroxiapatita sintética e colágeno
    42. 42. HAP-91 e Col.HAP-91 Hidroxiapatita sintética e colágeno Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Autógeno Alógeno (homólogo)Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico
    43. 43. HAP-91 e Col.HAP-91 Hidroxiapatita sintética e colágeno Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Autógeno Alógeno (homólogo)Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico Osteocondução R$ 120,00
    44. 44. HAP-91 ‣hidroxiapatita sintética absorvível
    45. 45. Col.HAP-91 ‣75% hidroxiapatita sintética absorvível + 25% colágeno (coagulante)
    46. 46. HAP-91 ‣Hidroxiapatita - Ca10(OH)2(PO4)6
    47. 47. HAP-91 ‣Hidroxiapatita - Ca10(OH)2(PO4)6 ‣Matriz passiva para o crescimento ósseo em que células osteoprogenitoras se fixem
    48. 48. HAP-91 ‣Hidroxiapatita - Ca10(OH)2(PO4)6 ‣Matriz passiva para o crescimento ósseo em que células osteoprogenitoras se fixem
    49. 49. ConsilBiovidro
    50. 50. Consil Biovidro Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Autógeno Alógeno (homólogo)Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico
    51. 51. Consil Biovidro Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Autógeno Alógeno (homólogo)Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico Osteocondução (Osteoindução?) US$ 120,00
    52. 52. ConsilBiovidro ‣90 - 710 µm
    53. 53. ConsilBiovidro ‣90 - 710 µm ‣Óxidos de cálcio e sódio, pentóxido de fósforo e dióxido de silício
    54. 54. ConsilBiovidroAção
    55. 55. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;
    56. 56. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;‣formação de um gel de silício > núcleo para formação de uma camada de fosfato de cálcio (CaP);
    57. 57. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;‣formação de um gel de silício > núcleo para formação de uma camada de fosfato de cálcio (CaP);‣cristalização (apatita);
    58. 58. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;‣formação de um gel de silício > núcleo para formação de uma camada de fosfato de cálcio (CaP);‣cristalização (apatita);‣colágeno, sulfato de condroitina e glicosaminoglicanos são incorporados;
    59. 59. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;‣formação de um gel de silício > núcleo para formação de uma camada de fosfato de cálcio (CaP);‣cristalização (apatita);‣colágeno, sulfato de condroitina e glicosaminoglicanos são incorporados;‣forte ligação mecânica entre o material implantado e o tecido hospedeiro; Carlo, E.C. et al. Avaliação do efeito osteoindutor da hidroxiapatita e do biovidro implantados em tecido subcutâneo de cães. Revista Ceres. v. 54(316): 492-500, 2007
    60. 60. ConsilBiovidroAção‣dissolução do dióxido de silício;‣formação de um gel de silício > núcleo para formação de uma camada de fosfato de cálcio (CaP);‣cristalização (apatita);‣colágeno, sulfato de condroitina e glicosaminoglicanos são incorporados;‣forte ligação mecânica entre o material implantado e o tecido hospedeiro;Aplicação‣diretamente no sítio de aplicação‣solubilizado em solução estéril‣solubilizado em sangue do animal Carlo, E.C. et al. Avaliação do efeito osteoindutor da hidroxiapatita e do biovidro implantados em tecido subcutâneo de cães. Revista Ceres. v. 54(316): 492-500, 2007
    61. 61. Consil Osteocondução?Biovidro
    62. 62. Consil Osteocondução?BiovidroHidroxiapatita x Biovidro ‣Biovidro promoveu formação de osso mais rápida e de melhor qualidade1; 1 - Oonish, H.; Kushitani S.; Yasukawa, E. et al. Bone growth into spaces between 455S bioglass granules. Bioceramics, v.7, p.139-144, 1994
    63. 63. Consil Osteocondução?BiovidroHidroxiapatita x Biovidro ‣Biovidro promoveu formação de osso mais rápida e de melhor qualidade1; ‣Implante de biovidro em tecidos sub-cutâneo e muscular com formação de osso2; 1 - Oonish, H.; Kushitani S.; Yasukawa, E. et al. Bone growth into spaces between 455S bioglass granules. Bioceramics, v.7, p.139-144, 1994 2 - Abiraman et al., 2002; Nihouannen et al., 2005
    64. 64. ConsilBiovidro Perda gengival Perda óssea
    65. 65. ConsilBiovidro Debridamento e Retalho mucogengival aplainamento radicular
    66. 66. ConsilBiovidro Aplicação do enxerto Sutura
    67. 67. ConsilBiovidro Aplicação do enxerto Sutura
    68. 68. EmdogainProteína da matriz de esmalte
    69. 69. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Tríade Matriz para arcabouço Tipos de enxertosProteínas sinalizadoras Autógeno (fatores de crescimento) Alógeno (homólogo) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico
    70. 70. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Tríade Matriz para arcabouço Tipos de enxertosProteínas sinalizadoras Autógeno (fatores de crescimento) Alógeno (homólogo) Xenógeno (heterólogo) Células-tronco ou progenitoras Aloplástico Osteoindução R$ 650,00
    71. 71. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97
    72. 72. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas;
    73. 73. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas; ‣Secretada pela bainha epitelial radicular de Hertwig (desenvolvimento radicular);
    74. 74. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas; ‣Secretada pela bainha epitelial radicular de Hertwig (desenvolvimento radicular); ‣Essencial à formação do cemento acelular
    75. 75. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas; ‣Secretada pela bainha epitelial radicular de Hertwig (desenvolvimento radicular); ‣Essencial à formação do cemento acelular Presente no terço cervical da raiz
    76. 76. Ten Cate, 2001, pág. 95Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas; ‣Secretada pela bainha epitelial radicular de Hertwig (desenvolvimento radicular); ‣Essencial à formação do cemento acelular Presente no terço cervical da raiz Promove a adesão do feixe de fibras do ligamento à raiz
    77. 77. Ten Cate, 2001, pág. 95 Proteína da matriz de esmalte Ten Cate, 2001, pág. 97 ‣90% amelogenina; 10% amelinas, proteases, albuminas; ‣Secretada pela bainha epitelial radicular de Hertwig (desenvolvimento radicular); ‣Essencial à formação do cemento acelular Presente no terço cervical da raiz Promove a adesão do feixe de fibras do ligamento à raiz ‣Estímulo direto ao desenvolvimento do lig. periodontal e osso alveolar.1- HAMMARSTROM L. Enamel matrix and cementum development, repair and regeneration. J. Clin. Periodontol., v. 24, p. 658-68, 19972- HAMMARSTROM L, HEIJL L, GESTRELIUS S. Periodontal regeneration in a bucal dehiscence model in monkeys after application of enamel matrix proteins. J. Clin. Periodontol. v.24(9 pt 2), p.669-77, 1997.3- HEIJL L, HEDEN G, SVARDSTROM G, OSTGREN A. Enamel matrix derivate (EMDOGAIN®) in the treatment of intrabony periodontal defects. J. Clin. Periodontol. v.24(9 pt 2), p.705-14, 1997.
    78. 78. EmdogainProteína da matriz de esmalte
    79. 79. EmdogainProteína da matriz de esmalte Emdogain ‣Proteínas obtidas da bainha de Hertwig de suínos; ‣Rica em amelogeninas; ‣Gel
    80. 80. EmdogainAção e aplicação Proteína da matriz de esmalte
    81. 81. EmdogainProteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício
    82. 82. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefícioPousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. 2005; 17,1: 229-233
    83. 83. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício ‣Defeitos infraósseosPousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. 2005; 17,1: 229-233
    84. 84. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício ‣Defeitos infraósseos Redução média de profundidade de bolsa de 4,2mmPousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. 2005; 17,1: 229-233
    85. 85. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício ‣Defeitos infraósseos Redução média de profundidade de bolsa de 4,2mm Ganho de inserção clínica média de 3,4mm (dados semelhantes aos de técnicas RTG)Pousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. 2005; 17,1: 229-233
    86. 86. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício ‣Defeitos infraósseos Redução média de profundidade de bolsa de 4,2mm Ganho de inserção clínica média de 3,4mm (dados semelhantes aos de técnicas RTG) Poucas evidências científicas / custo-benefício questionávelPousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. 2005; 17,1: 229-233
    87. 87. Emdogain Proteína da matriz de esmalte Indicações Grandes evidências científicas / ótimo custo-benefício ‣Defeitos infraósseos Redução média de profundidade de bolsa de 4,2mm Ganho de inserção clínica média de 3,4mm (dados semelhantes aos de técnicas RTG) Poucas evidências científicas / custo-benefício questionável ‣retrações gengivais; ‣furcas dentais;Pousa, X.; Rodrigues, C.; Pastor, F.; Rodrigo, D. ‣reabsorcões radiculares; Emdogain: últimos avances en regeneración periodontal. Av Periodon Implantol. ‣endodontia (dentina reparadora ~ hidróxido de cálcio) 2005; 17,1: 229-233 ‣peri-implantites e reabsorções peri-implantes.
    88. 88. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I
    89. 89. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Autógeno Alógeno (homólogo)Células-tronco ou progenitoras Xenógeno (heterólogo) Aloplástico
    90. 90. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço Proteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Autógeno Alógeno (homólogo)Células-tronco ou progenitoras Xenógeno (heterólogo) Aloplástico Osteogênese R$ 1.200,00 (?)
    91. 91. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I
    92. 92. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 1. Adesão celular (Sinalização)
    93. 93. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 1. Adesão celular (Sinalização) 2. Conversão celular (Diferenciação)
    94. 94. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 1. Adesão celular (Sinalização) 2. Conversão celular (Diferenciação) 3. Produção do osso
    95. 95. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 1. Adesão celular (Sinalização) 2. Conversão celular (Diferenciação) 3. Produção do osso
    96. 96. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 20 - 25% composto orgânicoQian J.J. & Bhatnagar R.S. 1996. Enhanced cell attachment to anorganicbone mineral in the presence of synthetic peptide related to collagen.J. Biomed. Materials Res. 31:545-554.
    97. 97. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 20 - 25% composto orgânico 90% dele é colágeno tipo-IQian J.J. & Bhatnagar R.S. 1996. Enhanced cell attachment to anorganicbone mineral in the presence of synthetic peptide related to collagen.J. Biomed. Materials Res. 31:545-554.
    98. 98. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 20 - 25% composto orgânico 90% dele é colágeno tipo-IQian J.J. & Bhatnagar R.S. 1996. Enhanced cell attachment to anorganicbone mineral in the presence of synthetic peptide related to collagen.J. Biomed. Materials Res. 31:545-554.
    99. 99. PepGen P-15 Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I 20 - 25% composto orgânico 90% dele é colágeno tipo-I responsável pela adesão (sinalização) das células osteogênicasQian J.J. & Bhatnagar R.S. 1996. Enhanced cell attachment to anorganicbone mineral in the presence of synthetic peptide related to collagen.J. Biomed. Materials Res. 31:545-554.
    100. 100. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I
    101. 101. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I HA
    102. 102. PepGen P-15Peptídeo sintético de colágeno do tipo-I HA Substituto do osso autólogo Bhatnagar R.S. & Qian J.J. 1999. Design of biomimetic habitats for tissue engineering with P-15, a synthetic peptide analogue of collagen. Tissue Engineering 5(1):53-65.
    103. 103. PepGen P-15 IndicaçõesPeptídeo sintético de colágeno do tipo-I quais dentes? 1o molares (inferiores) 2o caninos 3o incisivos Ferro D.G. & Gioso M.A. 2009. Clinical study of effectiveness of an Anorganic Bone Matrix and Cell-Binding Peptide (ABM/P-15), PepGen-P15®: Application in advanced periodontal lesions of dogs. Pesquisa Veterinária Brasileira 29(2):109-116.
    104. 104. PepGen P-15 IndicaçõesPeptídeo sintético de colágeno do tipo-I quais faces? 1o palatina 2o mesial 3o distal Ferro D.G. & Gioso M.A. 2009. Clinical study of effectiveness of an Anorganic Bone Matrix and Cell-Binding Peptide (ABM/P-15), PepGen-P15®: Application in advanced periodontal lesions of dogs. Pesquisa Veterinária Brasileira 29(2):109-116.
    105. 105. PepGen P-15 IndicaçõesPeptídeo sintético de colágeno do tipo-I quais faces? 1o palatina 2o mesial 3o distal Defeitos infraósseos Ferro D.G. & Gioso M.A. 2009. Clinical study of effectiveness of an Anorganic Bone Matrix and Cell-Binding Peptide (ABM/P-15), PepGen-P15®: Application in advanced periodontal lesions of dogs. Pesquisa Veterinária Brasileira 29(2):109-116.
    106. 106. Dente canino - face palatina
    107. 107. Dente canino - face palatina
    108. 108. Membranas biocompatíveis Reabsorvíveis ou não-reabsorvíveis
    109. 109. Membranas biocompatíveis Reabsorvíveis ou não-reabsorvíveis Tipos de enxertos Autógeno Alógeno (homólogo) Xenógeno (heterólogo) Aloplástico
    110. 110. Membranas biocompatíveis Reabsorvíveis ou não-reabsorvíveis Tipos de enxertos Autógeno Alógeno (homólogo) Xenógeno (heterólogo) AloplásticoOsteopromoção
    111. 111. Membranas biocompatíveis Reabsorvíveis ou não-reabsorvíveis Tríade Tipos de enxertos Matriz para arcabouço AutógenoProteínas sinalizadoras (fatores de crescimento) Alógeno (homólogo) Células-tronco ou progenitoras Xenógeno (heterólogo) Aloplástico Osteopromoção
    112. 112. Membranas biocompatíveis FunçãoCarranza. Periodontia clínica. Elsevier editora.10a edição, 2007
    113. 113. Membranas biocompatíveis‣proteger o coágulo sanguíneo; Função Carranza. Periodontia clínica. Elsevier editora. 10a edição, 2007
    114. 114. Membranas biocompatíveis‣proteger o coágulo sanguíneo; Função‣evitar a migração de células dos tecido moles(epitélio e tecido conjuntivo) para dentro do defeito ósseo; Carranza. Periodontia clínica. Elsevier editora. 10a edição, 2007
    115. 115. Membranas biocompatíveis‣proteger o coágulo sanguíneo; Função‣evitar a migração de células dos tecido moles(epitélio e tecido conjuntivo) para dentro do defeito ósseo;‣suporte para materiais de enxertia. Carranza. Periodontia clínica. Elsevier editora. 10a edição, 2007
    116. 116. Membranas biocompatíveis membrana aplicadaentre e o osso alveolar a gengivafonte: www.altschulercenter.com
    117. 117. Membranas biocompatíveis sutura aplicada à membrana e gengiva mantendo borda de membrana sobressalentefonte: www.altschulercenter.com
    118. 118. Membranas biocompatíveis suporte ou coágulo para enxertofonte: www.goremedical.com
    119. 119. Membranas biocompatíveis fonte: www.goremedical.comepitélio juncional longo
    120. 120. Membranas biocompatíveis fonte: www.goremedical.comepitélio juncional longo tempo e espaço para regeneração óssea
    121. 121. Membranas biocompatíveis fonte: www.goremedical.comepitélio juncional longo tempo e espaço para regeneração óssea
    122. 122. em resumo Quais dentes e quais sítios aplicar?
    123. 123. em resumo FacesDentes
    124. 124. em resumo Faces CaninosDentes
    125. 125. em resumo Faces Caninos faces distal e mesialDentes
    126. 126. em resumo Faces Caninos faces distal e mesialDentes 1o molar inferior
    127. 127. em resumo Faces Caninos faces distal e mesialDentes 1o molar faces lingual e palatina inferior
    128. 128. em resumo Faces Caninos faces distal e mesialDentes 1o molar faces lingual e palatina inferior Defeitos infraósseos
    129. 129. Defeito horizontal Defeito verticalHarvey & Emily, 1993 Harvey & Emily, 1993
    130. 130. obrigado

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