O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

Implantes

29.336 visualizações

Publicada em

Aula de Implantes da Clínica Integral IV

Implantes

  1. 1.
  2. 2. Perdas Dentais<br />
  3. 3. Implantes Osteointegrados<br />
  4. 4. Histórico<br />Período Antigo – A.C. a 1000 A.D.<br />Egípcios e dinastias pré-colombianas (Maias, Astecas e Incas)<br />Dentes de animais ou de marfim esculpido<br />Período Medieval – 1000 a 1800 A.D.<br />Europa<br />Dentes humanos<br />Período Fundamental – 1800 a 1910<br />América<br />Ouro, porcelana, madeira, metais (platina, prata)<br />
  5. 5. Período pré-moderno – 1910 a 1930<br />América<br />Ouro, porcelana<br />Período Moderno – 1930 a 1978 (Experiências, erros e confusões)<br />Europa e América<br />Porcelana, vitálio, titânio<br />Implantes endo-ósseos I (Vitálio, parafuso)<br />Implantes sub-periostais (Dahl, Suécia)<br />Implantes endo-[osseos II <br />Helicoidal, em espiral, Formiggini (aço inox ou tântalo)<br />Dupla hélice espiral, Cherchéve<br />Implante agulhado, Scialom<br />Implante laminado, Linkow (de 67 até anos 80)<br />Cerâmica e carbono vitrificados<br />
  6. 6. Implante em cesto de Payne<br />
  7. 7. Implante Endodôntico<br />
  8. 8. IMPLANTES SUB-PERIOSTAIS (1947)<br />
  9. 9. Implante de Cherchèvre<br />
  10. 10. IMPLANTES AGULHADOS (1960)<br />
  11. 11. Implante Laminado<br />
  12. 12. Implante em Cerâmica<br />
  13. 13. Implante em Carbono Vitrificado<br />
  14. 14. Período contemporâneo (osseointegração) Brånemark<br />Início em 1965, mas estudos datam de 1952;<br />Início na Suécia, depois espalhou-se rapidamente pelo mundo.<br />Titânio, hidroxiapatita, cerâmica;<br />
  15. 15. OSTEOINTEGRAÇÃO<br />CONCEITO<br />“É uma união anatômica e funcional direta entre o osso vivo remodelado e a superfície do implante.”<br />Brånemark, 1982<br />
  16. 16. OSTEOINTEGRAÇÃO<br />SUCESSO BIOLÓGICO DO IMPLANTE:<br />Características do material do implante<br />Energia superficial<br />Rugosidade superficial<br />Características macroscópicas do implante<br />
  17. 17. Anatomia<br />Maxila:<br />Canal naso-palatino, seios maxilares, tuberosidade, cavidade nasal.<br />Mandíbula:<br />Canal mandibular,<br /> forame mentoniano,<br /> linha milohiodéia.<br />
  18. 18. Variações Anatômicas<br />Reabsorção maxilar e mandibular<br />Modificações anatômicas induzidas<br />Mandíbula centrífuga, 4 X mais rápida;<br />Aproximação do canal mandibular e crista;<br />Maxila centrípeta;<br />Relação intermaxilar modifica-se;<br />Pneumatização do seio maxilar;<br />Inserções musculares.<br />
  19. 19.
  20. 20. Reabsorção Extrema da Mandíbula<br />
  21. 21. Integração e Fisiologia Tecidual<br />Osseointegração<br />Não é uniforme.<br />Qualidade de osseointegração depende da porcentagem de contato direto osso-implante.<br />Clinicamente é semelhante a anquilose.<br />Cicatrização ósse é similar a qualquer ferida óssea.<br />
  22. 22. A porcentagem de osso-implante é influenciada por:<br />Pelo estado de superfície do implante;<br />Pelo material do implante e sua forma;<br />Pela qualidade óssea;<br />Pela terapêutica cirúrgica;<br />Pelo tempo de cicatrização.<br />
  23. 23. Etapas da cicatrização<br />Primeira etapa:<br />Substituição tecido ósseo periimplantar<br />Osso trabecular imaturo.<br />Segunda etapa:<br />Remodelação inicial (18 semanas)<br />Remodelação contínua<br />
  24. 24. Fatores Que Determinam a Osseointegração<br />Relacionados a hospedeiro:<br />Gerais (saúde, idade, osteoporose pós menopausa)<br />De risco;<br />Locais;<br />Relacionados ao implante:<br />Biocompatibilidade do material do implante;<br />Forma do implante;<br />Superfície do implante;<br />Princípios cirúrgicos e protéticos.<br />
  25. 25. Contra-indicações Para Implantes<br />Cardiopatias de alto risco<br />Próteses valvulares aórticas e mitrais;<br />Cardiopatias congênitas cianogênicos;<br />Antecedentes de endocardite infecciosa;<br />Em cardiopatias de risco a decisão final é do cardiologista: <br />valvulopatias aórticas ou mitrais;<br />
  26. 26. Contra-indicações<br />
  27. 27. Implantes dentários são contra-indicados durante o crescimento<br />
  28. 28. Fator de Risco<br />
  29. 29.
  30. 30. SUPERFÍCIE DO IMPLANTE<br />50x 146x 5.000x<br />
  31. 31. Implante Cilíndrico<br />
  32. 32. Implante Core Vent®<br />
  33. 33. Instrumental Cirúrgico<br />
  34. 34. Àrea a ser implantada<br />
  35. 35. PLANEJAMENTO CIRÚRGICO<br />EXAMES POR IMAGENS:<br /><ul><li>Radiografia Panorâmica para implantes
  36. 36. Tomografia linear
  37. 37. Tomografia computadorizada</li></li></ul><li>
  38. 38. Opções de Prótese<br />Prótese Parcial Fixa Associado a Removível<br />Prótese Parcial Fixa<br />Prótese Parcial Removível<br />Prótese Total<br />Prótese Sobre Implantes<br /> Unitária<br /> Vários Elementos<br /> Overdenture<br />
  39. 39. Planejamento / Guias Cirúrgicos<br />
  40. 40. SISTEMAS DE IMPLANTES<br />3i<br />Neodent<br />SIN<br />Nobel-Biocare<br />Intra-lock<br />Implamed<br />outros<br />
  41. 41. Seleção do Comprimento e Largura do Implante<br />Rx Periapical<br />Rx Panorâmico<br />Tomografia Linear<br />Tomografia Computadorizada<br />Prototipagem<br />Largura do dente a ser substituido (largura da plataforma protética)<br />Distância dos dentes vizinhos aos espaços<br />Como regra, usar o maior e mais largo possível<br />
  42. 42. Seleção dos Implantes<br />
  43. 43. Diâmetros de Implantes<br />
  44. 44. Tipos ósseos<br />
  45. 45.
  46. 46. Tipos de implantes<br />
  47. 47. SISTEMAS DE IMPLANTES<br />IMPLANTE ROSQUEADO<br /><ul><li>IMPLANTES SEM ROSCA (CILÍNDRICOS)</li></li></ul><li><ul><li>Superfície:
  48. 48. Usinada
  49. 49. Jateada
  50. 50. Revestida com hidroxiapatita
  51. 51. Plasma Spray de titânio
  52. 52. Oxidada
  53. 53. Ataque ácido
  54. 54. Laser</li></li></ul><li>
  55. 55.
  56. 56.
  57. 57. PRIMEIRA FASE CIRÚRGICA<br /><ul><li>MOTOR PARA CIRURGIA</li></li></ul><li>PRIMEIRA FASE CIRÚRGICA<br /><ul><li>KITS CIRÚRGICOS</li></li></ul><li>Tipos de implante e indicações<br />
  58. 58. Selecionar um Implante:Cone Morse<br />
  59. 59.
  60. 60.
  61. 61. WS Cone Morse<br />
  62. 62. Hexágono Externo<br />
  63. 63. Hexágono Interno<br />
  64. 64. GT<br />
  65. 65. Fixação Zigomática<br />
  66. 66.
  67. 67.
  68. 68.
  69. 69. Irrigação<br />
  70. 70. Implante de acordo com a prótese <br />
  71. 71. Seqüência de Brocas<br />
  72. 72.
  73. 73.
  74. 74.
  75. 75.
  76. 76.
  77. 77.
  78. 78.
  79. 79.
  80. 80.
  81. 81.
  82. 82.
  83. 83.
  84. 84.
  85. 85. Avaliação Clínica no Momento da Instalação do Implante<br />Aparelhos especiais Osstell (mede por freqüência e ressonância)<br />Avaliação Clínica (estabilidade)<br />Torquímetro (mínimo 45 Newtons)<br />Avaliação radiográfica ( durante a instalação, mede a distância entre implantes e estruturas adjacentes)<br />
  86. 86. Avaliação Clínica Após Período de Osseointegração <br />Imobilidade Clínica<br />Assintomático<br />Ausência de imagem radiolúcida peri-implantar<br />Ausência de neuropatia<br />Perda óssea vertical inferior a 1,0 mm após o primeiro ano em função, e de 0,1 mm nos anos seguintes<br />
  87. 87. Porcen-tagem de Sucessos e Fracassos<br />
  88. 88. Implantes Em Áreas Com Pouco Volume Ósseo<br />
  89. 89. Paciente Edentado<br />Análise radiográfica<br />Panorâmica<br />Perfil<br />TC<br />Análise de Modelos<br />Análise Clínica<br />
  90. 90. Tomografia computadorizada<br />
  91. 91. T.C.<br />
  92. 92. T.C.<br />
  93. 93. TC<br />
  94. 94. Rebordo Zero<br />
  95. 95.
  96. 96. Mandíbula Parcialmente Edentada<br />Qualidade do osso<br />Posição do feixe neurovascular<br />Comprimento dos implantes<br />Tamanho do espaço edentado<br />Tipo de carga oclusal<br />
  97. 97.
  98. 98.
  99. 99.
  100. 100.
  101. 101.
  102. 102.
  103. 103.
  104. 104.
  105. 105.
  106. 106. <ul><li>Seio maxilar
  107. 107. Tipo ósseo
  108. 108. Quantidade óssea
  109. 109. Número de implantes
  110. 110. Carga oclusal</li></ul>Maxila Pacialmente Edentada<br />
  111. 111.
  112. 112.
  113. 113.
  114. 114.
  115. 115.
  116. 116.
  117. 117.
  118. 118.
  119. 119.
  120. 120. <ul><li>Onlay
  121. 121. Elevação do assoalho do seio maxilar (sinus lifting)
  122. 122. Local doador
  123. 123. Quantidade de osso necessário
  124. 124. Tempo de espera
  125. 125. Carga imediata
  126. 126. Carga mediata</li></ul>Enxertos ósseos<br />
  127. 127. Avaliação da Altura e Largura óssea<br />
  128. 128. Áreas Doadoras Retro-molares<br />
  129. 129.
  130. 130. Enxertos de mento<br />
  131. 131.
  132. 132.
  133. 133.
  134. 134.
  135. 135.
  136. 136.
  137. 137.
  138. 138.
  139. 139.
  140. 140. Enxertos de Ilíaco<br />
  141. 141. On Lay<br />
  142. 142.
  143. 143. Sinus Liftimg<br />
  144. 144. Retirado da Tuberosidade<br />
  145. 145.
  146. 146.
  147. 147.
  148. 148. Retirado das perfurações de outros implantes<br />
  149. 149. Retirado da Crista do Ilíaco<br />
  150. 150.
  151. 151.
  152. 152.
  153. 153.
  154. 154.
  155. 155. Conclusões<br />
  156. 156.
  157. 157.
  158. 158. É O FIM<br />Me Ferrei<br />João<br />

×