Profª.: Lidiane Rodrigues
Feudalismo
Momento Histórico – Idade Média
Igreja $
Momento Literário
Acompanhamento musical
Poesias – Cantigas

Trovador:...
LÍRICO-AMOROSA
Cantigas de Amor

Cantigas de Amigo

1. Origem: provençal

1. Origem: ibérica

2. Eu-lírico: masculino

2. ...
Non chegou, madre, o meu
amigo,
e oje est o prazo saido!
Ai, madre, moiro d’amor!
Non chegou, madre, o meu
amado,
e oje es...
LINGUAGEM DAS CANTIGAS
FORMA

CONTEÚDO

•

Estrutura simples, de fácil
memorização;

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Repetição de palavras e versos
int...
SATÍRICAS
Cantigas de Escárnio

Cantigas de Maldizer

Crítica indireta
2. Pessoa satirizada não é
identificada
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Ai dona fea! Foste-vos queixar
porque vos nunca louv’en meu trobar
mais ora quero fazer um cantar
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NOVELAS DE CAVALARIA
cavaleiro – honra/ lealdade

Herói
Ideais cristãos

Ciclos: Carolíngeo, Bretão ou Arturiano.
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PROSA MEDIEVAL
SÉCULO XIV
 Autores desconhecidos
 Novelas de cavalaria
 Aventuras heroicas
 Cavaleiros andantes
Temas
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Aventuras fantásticas;
Cavaleiros lendários e
destemidos;
Batalhas sangrentas
travadas em nome de
Deus ,
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OS HERÓIS MODERNOS
O filme Indiana Jones e a
última Cruzada, de
Spielberg, e as revistas
em quadrinhos são
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DICAS DE FILMES
TRISTÃO E ISOLDA
AS BRUMAS DE AVALON
O REI ARTUR
CORAÇÃO DE CAVALEIRO
O NOME DA ROSA
LANCELOT – O PRIMEIRO...
HUMANISMO: A SEGUNDA ÉPOCA MEDIEVAL
SÉCULO XV
Desaparecimento dos

trovadores;
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cortes portu...
PRODUÇÃO LITERÁRIA
• Prosa: crônicas históricas de Fernão Lopes
• Poesia: poesia palaciana, recolhida no Cancioneiro

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Cantiga, partindo-se
Senhora, partem tão tristes
Meus olhos, por vós, meu bem,
Que nunca tão tristes vistes
Outros nenhuns...
GIL VICENTE: RETRATO
E CRÍTICA
MODALIDADES TEATRAIS:
• Os mistérios: encenações de
episódios bíblicos.
• Os milagres: epis...
CARACTERÍSTICAS
Retratar o homem em

sociedade;
Criticar os costumes e
reformá-los;
Obra moralizante;
Nenhuma classe s...
CLASSICISMO
SÉCULO XVI
No final do século XV, a
ciência questionava dogmas
religiosos, comprovara-se que
a Terra era redon...
A LINGUAGEM DA POESIA CLÁSSICORENASCENTISTA
• Expressão das ideias e dos sentimentos do homem do
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LUÍS DE CAMÕES
Traduziu os anseios do

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renascentista;
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cultura clássica com as ...
POESIA ÉPICA
As aventuras e os
feitos heróicos dos
portugueses foram
narrados na epopéia Os
lusíadas.
Liderados por Vasco
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POESIA LÍRICA: A POÉTICA DO CONFLITO
Influenciado pela
lírica medieval portuguesa
e pela italiana dos séculos
XIV a XVI, C...
POESIA LÍRICA
O amor e a mulher –

neoplatonismo (idealização do
amor / emoção-razão)
Amor sensual

A natureza confident...
Camões morre
em 1580,em total
miséria.
Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente,
É dor que desatina s...
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Trovadorismo classicismo

  1. 1. Profª.: Lidiane Rodrigues
  2. 2. Feudalismo Momento Histórico – Idade Média Igreja $ Momento Literário Acompanhamento musical Poesias – Cantigas Trovador: homem, músico, nobre Jogral / Menestrel Segrel
  3. 3. LÍRICO-AMOROSA Cantigas de Amor Cantigas de Amigo 1. Origem: provençal 1. Origem: ibérica 2. Eu-lírico: masculino 2. Eu-lírico: feminino 3. Ambiente: palácio 3. Ambiente: popular 4. Tema: amor cortês 4. Tema: saudades do amigo (Namorado) Coita: sofrimento amoroso Mia dama Mia senhor Refrão Paralelismo
  4. 4. Non chegou, madre, o meu amigo, e oje est o prazo saido! Ai, madre, moiro d’amor! Non chegou, madre, o meu amado, e oje est o prazo passado! Ai, madre, moiro d’amor! E oje est o prazo saido! Por que mentiu o desmentido? Ai, madre, moiro d’amor! E oje est o prazo passado! Por que mentiu o perjurado? Ai, madre, moiro d’amor! Paralelismo
  5. 5. LINGUAGEM DAS CANTIGAS FORMA CONTEÚDO • Estrutura simples, de fácil memorização; • Repetição de palavras e versos inteiros; • • Presença constante do refrão; • Textos escritos em galegoportuguês. • Na produção lírica, temas como amor e saudade; Na produção satírica, crítica de costumes.
  6. 6. SATÍRICAS Cantigas de Escárnio Cantigas de Maldizer Crítica indireta 2. Pessoa satirizada não é identificada 3. Ambiguidades, trocadilhos 4. Ironia 1. 1. Crítica direta 2. Pessoa satirizada – geralmente – identificada 3. Linguagem chula, vulgar 4. Zombaria
  7. 7. Ai dona fea! Foste-vos queixar porque vos nunca louv’en meu trobar mais ora quero fazer um cantar em que vos loarei toda via; e vedes como vos quero loar: dona fea, velha e sandia!
  8. 8. NOVELAS DE CAVALARIA cavaleiro – honra/ lealdade Herói Ideais cristãos Ciclos: Carolíngeo, Bretão ou Arturiano. -A demanda do Santo Graal -Tristão e Isolda
  9. 9. PROSA MEDIEVAL SÉCULO XIV  Autores desconhecidos  Novelas de cavalaria  Aventuras heroicas  Cavaleiros andantes
  10. 10. Temas     Aventuras fantásticas; Cavaleiros lendários e destemidos; Batalhas sangrentas travadas em nome de Deus , Ou pelo amor de uma donzela.
  11. 11. OS HERÓIS MODERNOS O filme Indiana Jones e a última Cruzada, de Spielberg, e as revistas em quadrinhos são exemplos do interesse do homem contemporâneo pela cultura medieval.
  12. 12. DICAS DE FILMES TRISTÃO E ISOLDA AS BRUMAS DE AVALON O REI ARTUR CORAÇÃO DE CAVALEIRO O NOME DA ROSA LANCELOT – O PRIMEIRO CAVALEIRO FEITIÇO DE ÁQUILA CORAÇÃO VALENTE
  13. 13. HUMANISMO: A SEGUNDA ÉPOCA MEDIEVAL SÉCULO XV Desaparecimento dos trovadores; Reflorescimento cultural nas cortes portuguesas; Transição entre o Trovadorismo e o Renascimento do século XVI; Grandes navegações.
  14. 14. PRODUÇÃO LITERÁRIA • Prosa: crônicas históricas de Fernão Lopes • Poesia: poesia palaciana, recolhida no Cancioneiro Geral • Teatro: dramaturgia de Gil Vicente
  15. 15. Cantiga, partindo-se Senhora, partem tão tristes Meus olhos, por vós, meu bem, Que nunca tão tristes vistes Outros nenhuns por ninguém. Tão tristes, tão saudosos, Tão doentes da partida, Tão cansados, tão chorosos, Da morte mais desejosos Cem mil vezes que da vida. Partem tão tristes os tristes, Tão fora de esperar bem, Que nunca tão tristes vistes Outros nenhuns por ninguém. João Roiz de Castelo Branco (século XV)
  16. 16. GIL VICENTE: RETRATO E CRÍTICA MODALIDADES TEATRAIS: • Os mistérios: encenações de episódios bíblicos. • Os milagres: episódios da vida de santos. • As sotties: peças cujas personagens, por serem loucas, tinham a liberdade de dizer verdades desagradáveis ao público.
  17. 17. CARACTERÍSTICAS Retratar o homem em sociedade; Criticar os costumes e reformá-los; Obra moralizante; Nenhuma classe social escapa à sátira de Gil Vicente: o rei, o papa, o clérigo, a mulher adúltera, etc.
  18. 18. CLASSICISMO SÉCULO XVI No final do século XV, a ciência questionava dogmas religiosos, comprovara-se que a Terra era redonda, o comércio expandia-se. Esse processo de mudanças, que se estendeu até o final do século XVI, é chamado de Renascimento que marca o fim da Idade Média e a transição para a Idade Moderna.
  19. 19. A LINGUAGEM DA POESIA CLÁSSICORENASCENTISTA • Expressão das ideias e dos sentimentos do homem do • • • • • • • • • • século XVI; Busca pelos modelos greco-latinos e pelo espírito aventureiro reinante à época das navegações; Medida nova; Soneto; Oitava-rima; Culto ao paganismo; Idealização amorosa; Racionalismo; Universalismo; Nacionalismo; Formas de inspiração clássica: écloga, elegia, ode, epístola, epitalâmio.
  20. 20. LUÍS DE CAMÕES Traduziu os anseios do homem português renascentista; Conciliou seus estudos de cultura clássica com as ricas experiências de suas viagens pelo Oriente; Os lusíadas.
  21. 21. POESIA ÉPICA As aventuras e os feitos heróicos dos portugueses foram narrados na epopéia Os lusíadas. Liderados por Vasco da Gama, os lusos lançaram-se ao mar numa época em que ainda se acreditava em monstros marinhos e abismos.
  22. 22. POESIA LÍRICA: A POÉTICA DO CONFLITO Influenciado pela lírica medieval portuguesa e pela italiana dos séculos XIV a XVI, Camões produz uma obra identificada como medida velha (tradição medieval), e como medida nova (inspiração no Humanismo e Renascimento).
  23. 23. POESIA LÍRICA O amor e a mulher – neoplatonismo (idealização do amor / emoção-razão) Amor sensual A natureza confidente (jogo de cor, luz, relevo, som / locus amoenus) A degradação dos costumes (hipocrisia, poder, contradições) O ideal de aurea mediocritas (vida simples – imitação do poeta grego Horácio)
  24. 24. Camões morre em 1580,em total miséria.
  25. 25. Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

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