Criatividade e MuseusCasa das Histórias | Paula Rego
Imagens e Realidade
Atenção
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Parte 1 | Sons da Casa…
Máquina 1   Máquina 2   Máquina 3   Máquina 4   Máquina 5   
“Ao contrário de outrosórgãos dos sentidos, osouvidos são expostos evulneráveis. Os olhos podemser fechados, se quisermos;...
John Cage – 4.33’                    Aldeias Sonoras
Parte 2 | Fundamentos Teóricos
Museus (?)       «Um museu é uma instituição permanente, sem      fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu       ...
Somos nós os mesmos observadores?
Arte?
E   …   então?«(…) as acções museológicas não são processadassomente a partir dos objectos, das colecções, mas tendocomo r...
Parte 3 | Criatividade e Museus
«Para que servem os sentimentos? Poder-se-ia argumentar que as      emoções sem sentimentos seriam mais do que suficientes...
«Pensemos, por exemplo, na nossa necessidade de construir narrativas,no nosso gosto pela criação de histórias e poemas. Da...
Precisamos (re)pensar alguma coisa?
Parte 4 | Criação de Projecto
D   esafio final do curso | Criatividade e Museus      Partindo de uma abordagem/vivênciacriativa à Casa das Histórias | P...
O desafio terá dois momentos:2. Elaboração em grupo do projecto/ideia;3. Apresentação e/ou experimentação do              ...
Bom trabalho e boas ideias…
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Criatividade e museus final

  1. 1. Criatividade e MuseusCasa das Histórias | Paula Rego
  2. 2. Imagens e Realidade
  3. 3. Atenção
  4. 4. E strutura da Sessão Sons da CasaFundamentos Teóricos Criatividade e MuseusCriação de Projecto
  5. 5. Parte 1 | Sons da Casa…
  6. 6. Máquina 1 Máquina 2 Máquina 3 Máquina 4 Máquina 5 
  7. 7. “Ao contrário de outrosórgãos dos sentidos, osouvidos são expostos evulneráveis. Os olhos podemser fechados, se quisermos; osouvidos não, estão sempreabertos. Os olhos podemfocalizar e apontar nossavontade, enquanto os ouvidoscaptam todos os sons dohorizonte acústico, em todas asdirecções.
  8. 8. John Cage – 4.33’ Aldeias Sonoras
  9. 9. Parte 2 | Fundamentos Teóricos
  10. 10. Museus (?) «Um museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberto ao público, e que adquire, conserva, estuda, comunica e expõe testemunhos (i)materiais do homem e do seu meio ambiente, tendo em vista o estudo, a educação e a fruição.» ICOM (Internactional Council of Museums)
  11. 11. Somos nós os mesmos observadores?
  12. 12. Arte?
  13. 13. E … então?«(…) as acções museológicas não são processadassomente a partir dos objectos, das colecções, mas tendocomo referencial o património global, na dinâmica davida, tornando assim necessária uma ampla revisão dosmétodos a serem aplicados nas acções de pesquisa,preservação e comunicação, nos diferentescontextos.» Maria Célia Santos
  14. 14. Parte 3 | Criatividade e Museus
  15. 15. «Para que servem os sentimentos? Poder-se-ia argumentar que as emoções sem sentimentos seriam mais do que suficientes para a regulação da vida e para a promoção da sobrevivência. Porém, não é esse o caso. Na orquestração da sobrevivência é extremamentevalioso ter sentimentos. As emoções são úteis em si mesmas, mas é o processo de sentir que alerta o organismo para o problema que a emoção começou a resolver.» António Damásio
  16. 16. «Pensemos, por exemplo, na nossa necessidade de construir narrativas,no nosso gosto pela criação de histórias e poemas. David Miall, daUniversidade de Alberta, no Canadá, criou um programa de computadorcapaz de analisar variações métricas e fonéticas em obras literárias. Opasso seguinte foi comparar esses padrões com os padrões discursivos deuma mãe comunicando com o seu filho bebé. As suas descobertasprovaram que no discurso materno se encontram os mesmos ritmos queencontramos na poesia e nas canções, e até nas grandes obras literárias.Ou seja, os circuitos que relacionam ligam a grande literatura e músicaliteratura à experiência emocional começam a formar-se muito cedo, emresultado das interacções precoces na infância e em período pré-natal.Mas se é verdade que é a experiência que nos expande ou limita aimaginação, se a criatividade é algo que se adquire, também pode serdesenvolvida. Quanto mais ricas, partilhadas, variadas e regulares, foremnossas experiências sensoriais, mais elementos teremos ao nosso disporpara combinar de modo original e criativo.» Paula Pina
  17. 17. Precisamos (re)pensar alguma coisa?
  18. 18. Parte 4 | Criação de Projecto
  19. 19. D esafio final do curso | Criatividade e Museus Partindo de uma abordagem/vivênciacriativa à Casa das Histórias | Paula Rego o resultado esperado é o de, em grupo, ser criada uma actividade/recurso para exploração do espaço, de uma obra (ouobras) no contexto de uma aprendizagem multidisciplinar em contexto de processo de ensino/aprendizagem.
  20. 20. O desafio terá dois momentos:2. Elaboração em grupo do projecto/ideia;3. Apresentação e/ou experimentação do projecto/ideia. Condição: Deverá existir uma actividadesimulada/prototipada do projecto/ideia emque os elementos dos grupos de trabalho serão convidados a participar.
  21. 21. Bom trabalho e boas ideias…
  22. 22. FIM

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