“A IMPORTANCIA DA FISCALIZAÇÃO 
DO TRÂNSITO INTERESTADUAL DE 
PRODUTOS AGROPECUÁRIOS NA 
PREVENÇÃO DE DISSEMINAÇÃO DE 
PRAGAS” 
Bento Gonçalves - Setembro - 2014
FISCALIZAÇÃO 
• CFO – CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE 
ORIGEM (iniciativa privada - fiscalizada oficialmente) 
• PTV – PERMISSÃO DE TRÂNSITO VEGETAL 
(órgãos fiscalizadores oficiais - OEDSV) 
• BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS FIXAS E MÓVEIS 
(órgãos fiscalizadores oficiais).
AS BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS 
INTERESTADUAIS NO BRASIL: 
LOCALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA 
Ricardo Hilman – Mestrado Profissional em Defesa 
Sanitária Vegetal – UFV
IMPORTÂNCIA 
A fiscalização do trânsito interestadual de 
produtos agropecuários têm o importante 
papel de diminuir o risco de disseminação 
de pragas regulamentadas, além de 
contribuir para o atendimento dos requisitos 
fitossanitários dos países importadores, 
sendo parte importante de um sistema de 
rastreabilidade e de um processo nacional 
de controle do trânsito de vegetais.
INTRODUÇÃO 
Acordo de Medidas Sanitárias e 
Fitossanitárias (SPS) – OMC: 
• OIE 
• Codex Alimentarius 
• Convenção Internacional de Proteção dos 
Vegetais - CIPV
INTRODUÇÃO 
Pragas Regulamentadas: 
• Pragas Não Quarentenárias Regulamentadas 
(PNQR) 
• Pragas Quarentenárias Ausentes (A1) 
• Pragas Quarentenárias Presentes (A2) 
* IN 41/2008 e suas atualizações
INTRODUÇÃO 
Histórico de introdução de pragas no Brasil:
INTRODUÇÃO 
Histórico de introdução de pragas no Brasil:
INTRODUÇÃO 
Histórico de introdução de pragas no Brasil: 
•2012 – Helicoverpa armigera; 
•Rápida dispersão das pragas presentes 
•Risco de introdução de 122 espécies, 
segundo SBDA e EMBRAPA.
Fonte: www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/07
BARREIRAS 
FITOSSANITÁRIAS 
INTERESTADUAIS
BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS 
levantamento geográfico e estrutural das barreiras 
fitossanitárias interestaduais. 
Avaliar tecnicamente a estrutura e a quantidade das 
barreiras interestaduais. 
Avaliar sob critérios técnicos e econômicos, a estrutura 
e as ações das barreiras fitossanitárias interestaduais
BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS 
Envio aos OEDSV, através de Ofício do DSV, 
formulário para preenchimento. 
Estabeleceu-se valores (pontuação) para alguns 
critérios selecionados por importância – Resultados 
0 a 10 pontos. 
Comparação da descentralização de recursos em 
relação as notas alcançadas 
Visitas técnicas em 22 Barreiras em 4 regiões 
brasileiras
RESULTADOS 
310 Barreiras fixas e barreiras móveis com 
frequencia indefinida na maioria dos estados. 
Melhores avaliações: BA, SC, MG, ES e GO* 
e 3 estados sem barreiras fixas; 
Repasse total de recursos financeiros aos 
estados pelo MAPA: R$14.070.413,10 (2009- 
2012)
BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS 
UF Barreiras fixas ativas Barreiras móveis 
AC 5 Sem informações 
AL 5 Sem informações 
AP 0 Sem informações 
AM 5 Sem informações 
BA 40 23 
CE 11 4 
DF 2 8 
ES 4 4 
GO 19 13 
MA 13 Sem informações 
MT 4 Sem informações 
MS 5 Esporádicas 
MG 16 30 
PA 12 48 
PB 5 Sem informações 
PR 21 Sem informações 
PE 8 0 
PI 17 Sem informações 
RJ 0 4 
RN 6 0 
RS 5 2 
RO 9 10 
RR 2 2 
SC 60 20 
SP 0 15 
SE 6 4 
TO 30 18 terrestres e 10 fluviais
BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS - 
CONCLUSÕES 
Primeiro levantamento nacional de localização e 
estrutura das barreiras fitossanitárias; 
Planejamento: Ações conjuntas, barreiras móveis, 
descentralização de recursos, Rotas de trânsito, 
número e localização das barreira, etc ; 
Situação crítica: estrutural, de pessoal, legal , 
financeira e consequentemente de fiscalização; 
Ações de fiscalização se limitam a análise 
documental; 
Necessidade de atualização periódica e ampliação 
dos estudos.
PROPOSTAS 
Elaboração de uma política nacional de defesa 
sanitária vegetal (legislação atualizada, recursos 
garantidos, disciplina obrigatória, planejamento, etc) 
Fiscalização conjunta entre estados limítrofes, 
racionalizando recursos; 
Elaboração de rotas de trânsito obrigatórias 
(nacional) 
Algumas barreiras fixas com apoio de barreiras 
móveis.
DESAFIOS 
Elaboração de uma política nacional de defesa 
sanitária vegetal (legislação atualizada, recursos 
garantidos, disciplina obrigatória, planejamento, etc) 
Fortalecimento da Certificação Fitossanitária de 
origem; 
Racionalização do uso de Barreiras interestaduais 
fitossanitárias fixas e móveis; 
Fortalecimento dos órgãos fiscalizadores, 
principalmente os OEDSV (órgãos estaduais de 
defesa sanitária vegetal.
Obrigado 
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A IMPORTANCIA DA FISCALIZAÇÃO DO TRÂNSITO INTERESTADUAL DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS NA PREVENÇÃO DE DISSEMINAÇÃO DE PRAGAS

  • 1.
    “A IMPORTANCIA DAFISCALIZAÇÃO DO TRÂNSITO INTERESTADUAL DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS NA PREVENÇÃO DE DISSEMINAÇÃO DE PRAGAS” Bento Gonçalves - Setembro - 2014
  • 2.
    FISCALIZAÇÃO • CFO– CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE ORIGEM (iniciativa privada - fiscalizada oficialmente) • PTV – PERMISSÃO DE TRÂNSITO VEGETAL (órgãos fiscalizadores oficiais - OEDSV) • BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS FIXAS E MÓVEIS (órgãos fiscalizadores oficiais).
  • 3.
    AS BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS INTERESTADUAIS NO BRASIL: LOCALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA Ricardo Hilman – Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal – UFV
  • 4.
    IMPORTÂNCIA A fiscalizaçãodo trânsito interestadual de produtos agropecuários têm o importante papel de diminuir o risco de disseminação de pragas regulamentadas, além de contribuir para o atendimento dos requisitos fitossanitários dos países importadores, sendo parte importante de um sistema de rastreabilidade e de um processo nacional de controle do trânsito de vegetais.
  • 5.
    INTRODUÇÃO Acordo deMedidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) – OMC: • OIE • Codex Alimentarius • Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais - CIPV
  • 6.
    INTRODUÇÃO Pragas Regulamentadas: • Pragas Não Quarentenárias Regulamentadas (PNQR) • Pragas Quarentenárias Ausentes (A1) • Pragas Quarentenárias Presentes (A2) * IN 41/2008 e suas atualizações
  • 7.
    INTRODUÇÃO Histórico deintrodução de pragas no Brasil:
  • 8.
    INTRODUÇÃO Histórico deintrodução de pragas no Brasil:
  • 9.
    INTRODUÇÃO Histórico deintrodução de pragas no Brasil: •2012 – Helicoverpa armigera; •Rápida dispersão das pragas presentes •Risco de introdução de 122 espécies, segundo SBDA e EMBRAPA.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS levantamentogeográfico e estrutural das barreiras fitossanitárias interestaduais. Avaliar tecnicamente a estrutura e a quantidade das barreiras interestaduais. Avaliar sob critérios técnicos e econômicos, a estrutura e as ações das barreiras fitossanitárias interestaduais
  • 13.
    BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS Envioaos OEDSV, através de Ofício do DSV, formulário para preenchimento. Estabeleceu-se valores (pontuação) para alguns critérios selecionados por importância – Resultados 0 a 10 pontos. Comparação da descentralização de recursos em relação as notas alcançadas Visitas técnicas em 22 Barreiras em 4 regiões brasileiras
  • 14.
    RESULTADOS 310 Barreirasfixas e barreiras móveis com frequencia indefinida na maioria dos estados. Melhores avaliações: BA, SC, MG, ES e GO* e 3 estados sem barreiras fixas; Repasse total de recursos financeiros aos estados pelo MAPA: R$14.070.413,10 (2009- 2012)
  • 15.
    BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS UFBarreiras fixas ativas Barreiras móveis AC 5 Sem informações AL 5 Sem informações AP 0 Sem informações AM 5 Sem informações BA 40 23 CE 11 4 DF 2 8 ES 4 4 GO 19 13 MA 13 Sem informações MT 4 Sem informações MS 5 Esporádicas MG 16 30 PA 12 48 PB 5 Sem informações PR 21 Sem informações PE 8 0 PI 17 Sem informações RJ 0 4 RN 6 0 RS 5 2 RO 9 10 RR 2 2 SC 60 20 SP 0 15 SE 6 4 TO 30 18 terrestres e 10 fluviais
  • 17.
    BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS - CONCLUSÕES Primeiro levantamento nacional de localização e estrutura das barreiras fitossanitárias; Planejamento: Ações conjuntas, barreiras móveis, descentralização de recursos, Rotas de trânsito, número e localização das barreira, etc ; Situação crítica: estrutural, de pessoal, legal , financeira e consequentemente de fiscalização; Ações de fiscalização se limitam a análise documental; Necessidade de atualização periódica e ampliação dos estudos.
  • 18.
    PROPOSTAS Elaboração deuma política nacional de defesa sanitária vegetal (legislação atualizada, recursos garantidos, disciplina obrigatória, planejamento, etc) Fiscalização conjunta entre estados limítrofes, racionalizando recursos; Elaboração de rotas de trânsito obrigatórias (nacional) Algumas barreiras fixas com apoio de barreiras móveis.
  • 19.
    DESAFIOS Elaboração deuma política nacional de defesa sanitária vegetal (legislação atualizada, recursos garantidos, disciplina obrigatória, planejamento, etc) Fortalecimento da Certificação Fitossanitária de origem; Racionalização do uso de Barreiras interestaduais fitossanitárias fixas e móveis; Fortalecimento dos órgãos fiscalizadores, principalmente os OEDSV (órgãos estaduais de defesa sanitária vegetal.
  • 20.
    Obrigado www.agricultura.gov.br facebook.com/MinAgricultura twitter.com/Min_Agricultura youtube.com/MinAgriculturaBrasil ricardo.hilman@agricultura.gov.br