TRICHURIS TRICHIURA
Guellity Marcel F. Pereira
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HELMINTOS
Nematelmintos
Platelmintos
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Nematóides
 Nematoda – (do Grego: nema = fio) –
são os vermes “redondos”
 Pseudocelomados
 Apresentam sexos separados
 Cutícula de revestimento
 Tubo digestivo completo - boca e
ânus
 Parasitas de animais e plantas
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 Oxiuríase: Oxiurus sp.
 Filaríase: Wuchereria bancrofti, Brugia
malayi e B. Timori
 Ascaridíase: Ascaris lumbricoides
 Ancilostomíase: Ancylostoma
duodenale e Necatur americanus
 Trichuríase: Trichuris trichiura
Principais Doenças
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 Macho e fêmea
 Macho menor c/ extremidade posterior
enrolada ventralmente em espiral
 Cor branca ou rósea em ambos
 Anterior do corpo achatado e mais longo
 Vermes adultos medem de 3 a 5 cm
 Parasitam o intestino grosso
Trichuris trichiura
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Trichuris trichiura
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Macho de 3 a 4,5 cm - cauda fortemente recurvada no
sentido ventral, com um espículo protegido por bainha.
Fêmea de 3,5 a 5 cm com a extremidade posterior romba
e reta.
Adultos: porção anterior é longa, filiforme e afilada e a
posterior é mais dilatada.
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Ciclo de
vida
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Ciclo (Monoxênico)
• Ovos são eliminados com as fezes:
• O embrionamento dos parasitos é externo;
• A larva infectante forma-se no interior do
ovo e aí permanece;
• Ingestão do ovo com a larva infectante por
parte do homem;
• Desenvolvimento das larvas nas criptas
cecais;
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Infectividade
• Hospedeiro: Homem
• Ovos são infectantes por longos períodos;
• Número de parasitos normalmente é
pequeno;
• Peridomicílio é o local importante de
infecção em áreas de alta endemicidade;
• Ovos resistentes no ambiente
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Patologia
•Inflamação da mucosa intestinal;
•Aumento da motilidade intestinal devido a
liberação de toxinas pela larva;
•Eosinofilia;
•Alteração da permeabilidade celular na
mucosa.
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Sinais e sintomas
• Indivíduos com tricuríase não apresentam
manifestações claras de infecção;
• A evolução do parasitismo pode levar a dor
abdominal, flatulência e febre moderada;
• Diarréia com perda de peso nas infestações
intensas; pode haver desidratação;
• Constipação e tenesmo;
• Em casos graves pode haver prolapso retal.
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Prolapso retal
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Prolapso retal
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Prolapso retal
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Diagnóstico
• Exame parasitológico de fezes (EPF)
• Métodos de sedimentação (Lutz
(HPJ));
Tratamento
• Pamoato de Pirantel
• Benzimidazóis
• Mebendazol, Albendazol
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Epidemiologia
• Parasito cosmopolita;
• Prevalência associada com a
ascaríase;
• Bastante freqüente nas áreas rurais e
periferia das grandes cidades sem
saneamento básico adequado.
• Medidas de controle relacionada com
parasitos denominados de “geo-
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Profilaxia
• Saneamento básico
• Construção de fossas sépticas
• Educação sanitária
• Higiene pessoal
• Tratamento do solo e água
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