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Outras Expressões – Português – 11.º ano
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Teste sumativo de Português
11.º ano
Sequência 1 – “Sermão de Santo António”, Padre António Vieira
Utiliza apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.
Não é permitida a consulta de dicionário.
Não é permitido o uso de corretor. Risca aquilo que pretendes que não seja
classificado.
Para cada resposta, identifica o grupo e o item.
Apresenta as tuas respostas de forma legível.
Ao responder, diferencia corretamente as maiúsculas das minúsculas.
Apresenta apenas uma resposta para cada item.
As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado da prova.
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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Grupo I
Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada.
A
Lê o texto.
Vos estis sal terræ2
(Mateus 5, 13)
1
5
10
15
20
25
30
35
“Vós”, diz Cristo Senhor nosso, falando com os Pregadores, “sois o sal da terra”: e chama-
-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a
corrupção1
, mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela,
que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal
não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os Pregadores
não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, sendo
verdadeira a doutrina, que lhes dão, a não querem receber; ou é porque o sal não salga, e os
Pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os
ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem; ou é porque o sal não
salga, e os Pregadores se pregam a si, e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e
os ouvintes, em vez de servir a Cristo servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda
mal!
Suposto pois que, ou o sal não salgue, ou a terra se não deixe salgar; que se há de fazer a
este sal, e que se há de fazer a esta terra? O que se há de fazer ao sal, que não salga, Cristo
o disse logo: Quod si sal evanuerit, in quo salietur? Ad nihilum valet ultra, nisi ut mittatur foras
et conculcetur ab hominibus2
(Mateus 5, 13). Se o sal perder a substância, e a virtude, e o
Pregador faltar à doutrina, e ao exemplo, o que se lhe há de fazer é lançá-lo fora como inútil,
para que seja pisado de todos. […]
Isto é o que se deve fazer ao sal que não salga. E à terra, que se não deixa salgar, que se
lhe há de fazer? Este ponto não resolveu Cristo Senhor nosso no Evangelho; mas temos sobre
ele a resolução do nosso grande Português Santo António, que hoje celebramos, e a mais
galharda, e gloriosa resolução, que nenhum Santo tomou. Pregava Santo António em Itália na
Cidade de Arimino6
, contra os Hereges, que nela eram muitos; e como erros de entendimento
são dificultosos de arrancar, não só não fazia fruto o Santo, mas chegou o Povo a se levantar
contra ele, e faltou pouco para que lhe não tirassem a vida. Que faria neste caso o ânimo
generoso do grande António? […] Pois que fez? Mudou somente o púlpito, e o auditório, mas
não desistiu da doutrina. Deixa as praças, vai-se às praias, deixa a terra, vai-se ao mar, e
começa a dizer a altas vozes: “Já que me não querem ouvir os homens, ouçam-me os peixes”.
Oh, maravilhas do Altíssimo! Oh, poderes do que criou o mar, e a terra! Começam a ferver as
ondas, começam a concorrer os peixes, os grandes, os maiores, os pequenos, e postos todos por
sua ordem com as cabeças de fora da água, António pregava, e eles ouviam.
Se a Igreja quer que preguemos de Santo António sobre o Evangelho, dê-nos outro. Vos
estis sal terræ: é muito bom Texto para os outros Santos Doutores; mas para Santo António
vem-lhe muito curto. Os outros Santos Doutores da Igreja foram sal da terra, Santo António foi
sal da terra, e foi sal do mar. Este é o assunto, que eu tinha para tomar hoje. Mas há muitos
dias que tenho metido no pensamento que nas festas dos Santos é melhor pregar como eles,
que pregar deles.
VIEIRA, Padre António, 2014. “Sermão de Santo António”. In Obra Completa (Direção de José Eduardo Franco e Pedro
Calafate). Tomo II. Volume X (Sermões Hagiográficos I). Lisboa: Círculo de Leitores (pp. 137-139) (1.ª ed.: 1682)
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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1. degradação; 2. E se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais serve, senão para ser
lançado fora e pisado pelos homens.
1. Explicita o sentido metafórico do conceito predicável do sermão e destaca a
sua relevância na estruturação interna do texto.
2. Relaciona o recurso à interrogação retórica usada na linha 4 com a intenção
crítica do pregador presente nas linhas que se lhe seguem.
3. Interpreta a integração da citação de São Mateus, no contexto em que
ocorre.
4. Justifica a evocação da lenda de Santo António, nos dois últimos parágrafos,
relacionando-a com o título do sermão.
5. Explica em que medida o excerto ilustra as funções associadas ao exórdio
do sermão.
Grupo II
Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Escreve, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção
escolhida.
Lê atentamente o texto.
1
5
10
15
Cresci acompanhado por uma frase silenciosa, em letra arrebicada1
, num pequeno
quadro pendurado ao lado do televisor lá de casa. O nicho por baixo do guarda-louça era
o ponto de fuga dos olhares à mesa. As atenções convergiam para o ecrã iluminado, entre
duas garfadas e conversas de circunstância. A frase ficava na sombra.
Uma parte da minha adolescência fez-se do confronto com aquelas três palavras
cercadas por uma moldura de madeira castanha: “Querer é Poder”.
O aparelho de televisão nem sempre ali esteve. O quadrinho, sim. Pelo menos na
minha memória. Mesmo no tempo em que eu ainda tinha de pedir autorização para ir à
taberna do fundo da rua ou a casa de um vizinho ver a série de aventuras que dava aos
sábados à tarde. Queria muito acompanhar o folhetim dos irmãos Cartwright. Queria mas
nem sempre podia.
Talvez o cético que há em mim tenha nascido numa dessas tardes de sábado em que
não pude acompanhar as peripécias de Bonanza. Durante muito tempo alimentei a
suspeita de que a frase em letra desenhada estava ali só para mim. Mais ninguém a via.
Quem a teria dito? De onde viria aquela certeza? Que garantias poderia eu ter de que
comigo não seria diferente?
Não me lembro de alguma vez alguém, lá em casa, ter comentado aquela máxima ou
de ter sequer referido a existência do pequeno quadro. Aquilo não era mais do que um
elemento adicional na paisagem doméstica, como os bibelôs sobre os naperons.
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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Assim que aprendi a ler, descobri-me rodeado de segredos. A frase do quadro era
apenas mais um. Ali estavam eles à vista de todos, ignorados por toda a gente. Era como
se mais ninguém se apercebesse das palavras que, espalhadas por todo o lado, me
consumiam a atenção: em papéis soltos, em pedaços de jornal velho, nas inscrições de
embalagens de todo o tipo. Não havia livros em minha casa, mas o mundo parecia cheio
de coisas escritas à espera de serem decifradas e de alguém que lhes perguntasse o que
tinham para revelar. Por isso, eu revirava frases simples do avesso como um alfaiate
virando um casaco velho para lhe inspecionar o forro. “Querer é Poder” foi a minha
primeira obsessão desse tipo.
Na altura, ainda não entendia o que era um lugar-comum e estava longe de saber que
distâncias inverosímeis certas banalidades são capazes de percorrer. A australiana
Rhonda Byrne4
não era ainda milionária e famosa. O segredo era só meu. Ainda assim,
eu já duvidava dele e daquela certeza que a realidade se empenhava em contrariar
sempre que os meus desejos não eram atendidos.
Só muito mais tarde, com outras leituras, percebi de onde vinha a frase. “Se quiseres,
podes”, promete o Evangelho Segundo São Mateus. Trata-se, pois, de matéria de fé.
Embora haja formas mais subtis de entender a máxima do evangelista reproduzida pelo
quadrinho da minha infância.
O Padre António Vieira explicou num dos seus sermões que interrogar o poder é
também, inevitavelmente, interrogar o querer: “O querer, e o poder, se divididos são nada,
juntos, e unidos são tudo”, pregou na Sé de Lisboa, em Janeiro de 1662, aquele a quem
Fernando Pessoa atribuiu o título de Imperador da língua portuguesa. “O querer sem o
poder é fraco, o poder sem o querer é ocioso, e deste modo divididos são nada. Pelo
contrário o querer com o poder é eficaz, o poder com o querer é ativo, e deste modo
juntos, e unidos são tudo.”
MARQUES, Carlos Vaz, 2016. “Editorial”. Granta, n.º 2, maio de 2013 (pp. 7-8)
1. ornamentada; 2. divisão de um armário; 3. série de televisão norte-americana, dos anos 50 a 70 do
século XX; 4. escritora australiana que se tornou famosa com a publicação do livro O Segredo.
1. De acordo com o conteúdo dos três primeiros parágrafos, o “pequeno
quadro” (ll. 1-2) e o “televisor” (l. 2)
(A) surgiram em casa do narrador aproximadamente na mesma época.
(B) partilhavam o interesse humano à hora das refeições.
(C) desencadeavam “conversas de circunstância” (l. 4).
(D) suscitavam atenções distintas.
2. Com o recurso às interrogações, no quarto parágrafo, o narrador
(A) apresenta a sua explicação atual para o fascínio infantil pelo “quadrinho” (l. 7).
(B) reproduz as dúvidas sentidas na infância face ao significado da “frase
silenciosa” (l. 1).
(C) justifica a indiferença votada, no tempo da sua adolescência, “ao quadro
pendurado ao lado do televisor” (l. 2).
(D) reforça as suas desconfianças sobre a origem do “pequeno quadro” (l.
18) e a sua relevância “na paisagem doméstica” (l. 19).
3. Através da comparação utilizada nas linhas 26-27, sugere-se o interesse do
narrador
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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(A) pela forma das palavras.
(B) pelo sentido das “coisas escritas” (l. 25).
(C) pelo campo semântico de uma palavra.
(D) por interpretações distintas e contrárias de “frases simples” (l. 26).
4. As expressões “para o ecrã iluminado” (l. 3) e “de madeira castanha” (l. 6)
desempenham as funções sintáticas de
(A) modificador e complemento oblíquo, respetivamente.
(B) complemento agente da passiva e complemento do adjetivo,
respetivamente.
(C) complemento oblíquo e complemento do nome, respetivamente.
(D) complemento do nome e modificador do nome restritivo, respetivamente.
5. Os processos de formação das palavras “confronto” (l. 5) e “lugar-comum” (l.
29) são, respetivamente,
(A) derivação e amálgama.
(B) composição e truncação.
(C) amálgama e composição.
(D) derivação e composição.
6. Os processos fonológicos que intervieram na evolução da palavra MATERĬAM
para “madeira” (l. 6) foram
(A) a apócope, a vocalização e a epêntese.
(B) a aférese, a dissimilação e a metátese.
(C) a apócope, a sonorização e a metátese.
(D) a prótese, a sonorização e a assimilação.
7. As orações introduzidas por “que” nas linhas 9 e 38 são
(A) subordinadas adjetivas relativas, em ambos os casos.
(B) subordinada substantiva completiva, no primeiro caso, e subordinada
adverbial causal, no segundo caso.
(C) subordinada substantiva relativa, no primeiro caso, e subordinada
adjetiva relativa, no segundo caso.
(D) subordinada adjetiva relativa, no primeiro caso, e subordinada
substantiva completiva, no segundo.
8. Identifica o antecedente do pronome pessoal usado na linha 14.
9. Classifica a oração subordinada presente na primeira frase do sexto
parágrafo (l. 20).
10. Indica a função sintática desempenhada pelos constituintes “por uma frase
silenciosa” (l. 1) e “atendidos” (l. 33).
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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Outras Expressões – Português – 11.º ano
Página 7 | 8
Grupo III
No texto apresentado no Grupo II, Carlos Vaz Marques reflete sobre a frase
“Querer é Poder” (l. 6).
Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de
trezentas palavras, defende uma perspetiva pessoal sobre o sentido da frase.
Fundamenta o teu ponto de vista recorrendo, no mínimo, a dois
argumentos e ilustra cada um deles com, pelo menos, um exemplo
significativo.
Observações:
1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em
branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número
conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2017/).
2. Desvios dos limites de extensão indicados implicam uma desvalorização.
Cotações
Grupo Item
Cotação (em pontos)
I
1. a 5.
5 x 20 pontos 100
II
1. a 10.
10 x 5 pontos 50
III
Item único
50
TOTAL 200
Outras Expressões – Português – 11.º ano
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  • 1. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 1 | 8 Teste sumativo de Português 11.º ano Sequência 1 – “Sermão de Santo António”, Padre António Vieira Utiliza apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. Não é permitida a consulta de dicionário. Não é permitido o uso de corretor. Risca aquilo que pretendes que não seja classificado. Para cada resposta, identifica o grupo e o item. Apresenta as tuas respostas de forma legível. Ao responder, diferencia corretamente as maiúsculas das minúsculas. Apresenta apenas uma resposta para cada item. As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado da prova.
  • 2. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 2 | 8 Grupo I Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada. A Lê o texto. Vos estis sal terræ2 (Mateus 5, 13) 1 5 10 15 20 25 30 35 “Vós”, diz Cristo Senhor nosso, falando com os Pregadores, “sois o sal da terra”: e chama- -lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção1 , mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela, que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os Pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina, que lhes dão, a não querem receber; ou é porque o sal não salga, e os Pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem; ou é porque o sal não salga, e os Pregadores se pregam a si, e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal! Suposto pois que, ou o sal não salgue, ou a terra se não deixe salgar; que se há de fazer a este sal, e que se há de fazer a esta terra? O que se há de fazer ao sal, que não salga, Cristo o disse logo: Quod si sal evanuerit, in quo salietur? Ad nihilum valet ultra, nisi ut mittatur foras et conculcetur ab hominibus2 (Mateus 5, 13). Se o sal perder a substância, e a virtude, e o Pregador faltar à doutrina, e ao exemplo, o que se lhe há de fazer é lançá-lo fora como inútil, para que seja pisado de todos. […] Isto é o que se deve fazer ao sal que não salga. E à terra, que se não deixa salgar, que se lhe há de fazer? Este ponto não resolveu Cristo Senhor nosso no Evangelho; mas temos sobre ele a resolução do nosso grande Português Santo António, que hoje celebramos, e a mais galharda, e gloriosa resolução, que nenhum Santo tomou. Pregava Santo António em Itália na Cidade de Arimino6 , contra os Hereges, que nela eram muitos; e como erros de entendimento são dificultosos de arrancar, não só não fazia fruto o Santo, mas chegou o Povo a se levantar contra ele, e faltou pouco para que lhe não tirassem a vida. Que faria neste caso o ânimo generoso do grande António? […] Pois que fez? Mudou somente o púlpito, e o auditório, mas não desistiu da doutrina. Deixa as praças, vai-se às praias, deixa a terra, vai-se ao mar, e começa a dizer a altas vozes: “Já que me não querem ouvir os homens, ouçam-me os peixes”. Oh, maravilhas do Altíssimo! Oh, poderes do que criou o mar, e a terra! Começam a ferver as ondas, começam a concorrer os peixes, os grandes, os maiores, os pequenos, e postos todos por sua ordem com as cabeças de fora da água, António pregava, e eles ouviam. Se a Igreja quer que preguemos de Santo António sobre o Evangelho, dê-nos outro. Vos estis sal terræ: é muito bom Texto para os outros Santos Doutores; mas para Santo António vem-lhe muito curto. Os outros Santos Doutores da Igreja foram sal da terra, Santo António foi sal da terra, e foi sal do mar. Este é o assunto, que eu tinha para tomar hoje. Mas há muitos dias que tenho metido no pensamento que nas festas dos Santos é melhor pregar como eles, que pregar deles. VIEIRA, Padre António, 2014. “Sermão de Santo António”. In Obra Completa (Direção de José Eduardo Franco e Pedro Calafate). Tomo II. Volume X (Sermões Hagiográficos I). Lisboa: Círculo de Leitores (pp. 137-139) (1.ª ed.: 1682)
  • 3. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 3 | 8 1. degradação; 2. E se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens. 1. Explicita o sentido metafórico do conceito predicável do sermão e destaca a sua relevância na estruturação interna do texto. 2. Relaciona o recurso à interrogação retórica usada na linha 4 com a intenção crítica do pregador presente nas linhas que se lhe seguem. 3. Interpreta a integração da citação de São Mateus, no contexto em que ocorre. 4. Justifica a evocação da lenda de Santo António, nos dois últimos parágrafos, relacionando-a com o título do sermão. 5. Explica em que medida o excerto ilustra as funções associadas ao exórdio do sermão. Grupo II Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta. Escreve, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida. Lê atentamente o texto. 1 5 10 15 Cresci acompanhado por uma frase silenciosa, em letra arrebicada1 , num pequeno quadro pendurado ao lado do televisor lá de casa. O nicho por baixo do guarda-louça era o ponto de fuga dos olhares à mesa. As atenções convergiam para o ecrã iluminado, entre duas garfadas e conversas de circunstância. A frase ficava na sombra. Uma parte da minha adolescência fez-se do confronto com aquelas três palavras cercadas por uma moldura de madeira castanha: “Querer é Poder”. O aparelho de televisão nem sempre ali esteve. O quadrinho, sim. Pelo menos na minha memória. Mesmo no tempo em que eu ainda tinha de pedir autorização para ir à taberna do fundo da rua ou a casa de um vizinho ver a série de aventuras que dava aos sábados à tarde. Queria muito acompanhar o folhetim dos irmãos Cartwright. Queria mas nem sempre podia. Talvez o cético que há em mim tenha nascido numa dessas tardes de sábado em que não pude acompanhar as peripécias de Bonanza. Durante muito tempo alimentei a suspeita de que a frase em letra desenhada estava ali só para mim. Mais ninguém a via. Quem a teria dito? De onde viria aquela certeza? Que garantias poderia eu ter de que comigo não seria diferente? Não me lembro de alguma vez alguém, lá em casa, ter comentado aquela máxima ou de ter sequer referido a existência do pequeno quadro. Aquilo não era mais do que um elemento adicional na paisagem doméstica, como os bibelôs sobre os naperons.
  • 4. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 4 | 8 20 25 30 35 40 Assim que aprendi a ler, descobri-me rodeado de segredos. A frase do quadro era apenas mais um. Ali estavam eles à vista de todos, ignorados por toda a gente. Era como se mais ninguém se apercebesse das palavras que, espalhadas por todo o lado, me consumiam a atenção: em papéis soltos, em pedaços de jornal velho, nas inscrições de embalagens de todo o tipo. Não havia livros em minha casa, mas o mundo parecia cheio de coisas escritas à espera de serem decifradas e de alguém que lhes perguntasse o que tinham para revelar. Por isso, eu revirava frases simples do avesso como um alfaiate virando um casaco velho para lhe inspecionar o forro. “Querer é Poder” foi a minha primeira obsessão desse tipo. Na altura, ainda não entendia o que era um lugar-comum e estava longe de saber que distâncias inverosímeis certas banalidades são capazes de percorrer. A australiana Rhonda Byrne4 não era ainda milionária e famosa. O segredo era só meu. Ainda assim, eu já duvidava dele e daquela certeza que a realidade se empenhava em contrariar sempre que os meus desejos não eram atendidos. Só muito mais tarde, com outras leituras, percebi de onde vinha a frase. “Se quiseres, podes”, promete o Evangelho Segundo São Mateus. Trata-se, pois, de matéria de fé. Embora haja formas mais subtis de entender a máxima do evangelista reproduzida pelo quadrinho da minha infância. O Padre António Vieira explicou num dos seus sermões que interrogar o poder é também, inevitavelmente, interrogar o querer: “O querer, e o poder, se divididos são nada, juntos, e unidos são tudo”, pregou na Sé de Lisboa, em Janeiro de 1662, aquele a quem Fernando Pessoa atribuiu o título de Imperador da língua portuguesa. “O querer sem o poder é fraco, o poder sem o querer é ocioso, e deste modo divididos são nada. Pelo contrário o querer com o poder é eficaz, o poder com o querer é ativo, e deste modo juntos, e unidos são tudo.” MARQUES, Carlos Vaz, 2016. “Editorial”. Granta, n.º 2, maio de 2013 (pp. 7-8) 1. ornamentada; 2. divisão de um armário; 3. série de televisão norte-americana, dos anos 50 a 70 do século XX; 4. escritora australiana que se tornou famosa com a publicação do livro O Segredo. 1. De acordo com o conteúdo dos três primeiros parágrafos, o “pequeno quadro” (ll. 1-2) e o “televisor” (l. 2) (A) surgiram em casa do narrador aproximadamente na mesma época. (B) partilhavam o interesse humano à hora das refeições. (C) desencadeavam “conversas de circunstância” (l. 4). (D) suscitavam atenções distintas. 2. Com o recurso às interrogações, no quarto parágrafo, o narrador (A) apresenta a sua explicação atual para o fascínio infantil pelo “quadrinho” (l. 7). (B) reproduz as dúvidas sentidas na infância face ao significado da “frase silenciosa” (l. 1). (C) justifica a indiferença votada, no tempo da sua adolescência, “ao quadro pendurado ao lado do televisor” (l. 2). (D) reforça as suas desconfianças sobre a origem do “pequeno quadro” (l. 18) e a sua relevância “na paisagem doméstica” (l. 19). 3. Através da comparação utilizada nas linhas 26-27, sugere-se o interesse do narrador
  • 5. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 5 | 8 (A) pela forma das palavras. (B) pelo sentido das “coisas escritas” (l. 25). (C) pelo campo semântico de uma palavra. (D) por interpretações distintas e contrárias de “frases simples” (l. 26). 4. As expressões “para o ecrã iluminado” (l. 3) e “de madeira castanha” (l. 6) desempenham as funções sintáticas de (A) modificador e complemento oblíquo, respetivamente. (B) complemento agente da passiva e complemento do adjetivo, respetivamente. (C) complemento oblíquo e complemento do nome, respetivamente. (D) complemento do nome e modificador do nome restritivo, respetivamente. 5. Os processos de formação das palavras “confronto” (l. 5) e “lugar-comum” (l. 29) são, respetivamente, (A) derivação e amálgama. (B) composição e truncação. (C) amálgama e composição. (D) derivação e composição. 6. Os processos fonológicos que intervieram na evolução da palavra MATERĬAM para “madeira” (l. 6) foram (A) a apócope, a vocalização e a epêntese. (B) a aférese, a dissimilação e a metátese. (C) a apócope, a sonorização e a metátese. (D) a prótese, a sonorização e a assimilação. 7. As orações introduzidas por “que” nas linhas 9 e 38 são (A) subordinadas adjetivas relativas, em ambos os casos. (B) subordinada substantiva completiva, no primeiro caso, e subordinada adverbial causal, no segundo caso. (C) subordinada substantiva relativa, no primeiro caso, e subordinada adjetiva relativa, no segundo caso. (D) subordinada adjetiva relativa, no primeiro caso, e subordinada substantiva completiva, no segundo. 8. Identifica o antecedente do pronome pessoal usado na linha 14. 9. Classifica a oração subordinada presente na primeira frase do sexto parágrafo (l. 20). 10. Indica a função sintática desempenhada pelos constituintes “por uma frase silenciosa” (l. 1) e “atendidos” (l. 33).
  • 6. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 6 | 8
  • 7. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 7 | 8 Grupo III No texto apresentado no Grupo II, Carlos Vaz Marques reflete sobre a frase “Querer é Poder” (l. 6). Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, defende uma perspetiva pessoal sobre o sentido da frase. Fundamenta o teu ponto de vista recorrendo, no mínimo, a dois argumentos e ilustra cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo. Observações: 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2017/). 2. Desvios dos limites de extensão indicados implicam uma desvalorização. Cotações Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. a 5. 5 x 20 pontos 100 II 1. a 10. 10 x 5 pontos 50 III Item único 50 TOTAL 200
  • 8. Outras Expressões – Português – 11.º ano Página 8 | 8