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26/11/10
TEOLOGIA DOTEOLOGIA DO
ANTIGOANTIGO
TESTAMENTOTESTAMENTO
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A ELEIÇÃOA ELEIÇÃO
E AE A
ALIANÇAALIANÇA
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I - Conceito de Eleição
Ato Soberano de Deus
II - O Conceito de Aliança
1. Aliança Condicional
2. Aliança Incondicional
Alianças no Antigo Testamento
1. Aliança com Noé
2. Aliança com Abraão
3. Aliança com Israel no Sinai
4. Aliança com Davi
5. Aliança nos Profetas
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6. A Nova Aliança
Perigos para a Aliança
Contato com as Concepções Cananéias
Exclusivismo do Aspecto Cultual
Falsa Independência do Poder Nacional
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ADORAÇÃOADORAÇÃO
NO ANTIGONO ANTIGO
TESTAMENTTESTAMENT
OO
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Introdução
O relato sagrado sobre a adoração está
praticamente ligado com o início da vida
humana na face da terra, e ao longo da
história sagrada, o ser humano tem
experimentado um crescimento na forma
de cultuar ao Senhor. Como sabemos, em
cada dispensação Deus tem uma forma
diferente para tratar com o homem; como
podemos verificar a revelação divina
seguiu um processo de crescimento
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constante; e essa dinâmica da revelação
exerceu influência direta na adoração ao
Senhor.
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Gn 3.21
Gn 4.3-
5
Gn
4.25,26
Gn 8.18-
22
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É possível que, oculta por detrás deste
versículo, esteja alguma indicação sobre a
origem divina do sacrifício. Ou mediante
algum mandamento direto, ainda que não
registrado, ou talvez mediante uma
convicção divinamente inspirada dentro
dele, é possível que Adão tenha sido
impelido a oferecer a vida de um animal
em sacrifício, de cuja pele ele e sua
mulher foram orientados para usar como
cobertura de sua vergonha.
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É impossível, contudo, dogmatizar a
maneira pela qual o Senhor “fez” as
túnicas de peles, mas tudo deixa crer que
este sacrifício é uma espécie de protótipo
do sacrifício de Cristo.
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Não é dito aqui que a oferta de holocausto
estivesse baseada numa instituição
divina. É provável que tenha sido uma ação
espontânea de gratidão e reconhecimento
a Deus. A origem dos holocaustos está
envolta em mistério, contudo a Bíblia diz
que foi pela fé que Abel ofereceu maior
sacrifício do que Caim, Hb 11.4, ora, a fé é
resultado de uma operação divina,
porquanto, tudo deixa crer que Abel
exercitou a sua fé com base no ato divino
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relatado em Gn 3.21. É interessante
observar que o ofertante aparece antes da
oferta, mesmo sob a lei mosaica era o
estado da mente do ofertante que dava
valor moral ao seu sacrifício.
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Segundo o professor F. Davidson, o nome
“Sete” significa “apontado” (passivo) ou
“apontador” (ativo). Quanto ao primeiro
sentido, é chamada a atenção àquele filho
como a semente que Deus tinha apontado;
quanto ao último a atenção é focalizada
em Deus, o “Apontador”, cuja atividade Eva
pode discernir na dádiva de seu filho. O
primeiro ato da graça seletiva de Deus
aparece no nascimento de Sete; de agora
por diante o propósito de Deus por ser
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verificado a operar mediante uma linha
escolhida até que tudo estivesse
co9nsumado em Cristo. No verso 26 diz:
Então se começou a invocar o nome do
Senhor. Isso indica que o nome Jeová
começou a ser associado à adoração a
Deus.
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A nova vida do homem sobre a terra
começou com um ato de adoração. Esta é a
primeira referência a um altar nas páginas
das Escrituras Sagradas. Segundo Gn 9.3
parece que somente depois do dilúvio é
que o alimento animal foi permitido ao
homem. Essa permissão talvez tenha sido
dada em conexão com o sacrifício de Noé,
e é possível que aqui tenhamos a origem
da “festa” do holocausto, da qual o próprio
adorador participava.
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A proibição de comer sangue nessa festa
pode ser equiparada com um instrutivo
contraste com a proibição do jardim do
Éden. A “árvore” proibida, cuja abstenção
era sinal de obediência, estabeleceu a
santidade da lei; o “sangue” proibido, cujo
derramamento era o sinal da propiciação
divina, estabeleceu a santidade da graça.
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DOS PATRIARCAS AO EXÍLIO
No tempo dos patriarcas, a adoração
era simples, individual e periódica. Não
havia mediador, nem ídolo, e nem lugar e
nem tempo determinado. Contudo, quando
Abrão chegou em Canaã foi a Siquém, um
lugar sagrado, mais precisamente no
Carvalho de Moré, ou Carvalho do mestre,
onde um instrutor religioso costumava
sentar-se; e foi neste lugar que o Senhor
apareceu a Abrão e ele edificou um altar
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ao Senhor, Gn 12.6,7. É importante salientar
que a bênção para todas as famílias da
terra, a partir da chamada de Abrão, devia
fluir dele e da sua descendência.
No tempo de Moisés, a adoração
começou na sarça ardente e depois sofreu
uma significativa mudança, sob a
mediação de Moisés no estabelecimento
do culto no Tabernáculo. O decálogo é a
base do pacto, e as demais leis chamadas
Código da Aliança.
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A regulamentação do culto na
Dispensação da Lei, não se encontra no
decálogo, e sim no Código da Aliança.
Mas no período da monarquia Israelita,
a adoração recebeu uma nova dimensão,
pois foi construído um majestoso templo, e
o local de adoração foi fixado. Entretanto,
no cativeiro, a forma de adorar a Deus teve
que ser reinterpretada para ser adequada
à uma nova realidade.
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LUGARES SAGRADOS
Siquém – Abraão
Berseba - Isaque
Betel – Jacó
Monte Sinai – Moisés
Siló – Eli e Samuel
Jerusalém – Davi
Dã e Betel – Jeroboão (Reino do
Norte)
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OBJETOS SAGRADOS
A ARCA – Ex 25.10-16
A Arca era um pequeno depositário,
medindo dois côvados e meio por um
côvado e meio, construído de madeira
e revestida de ouro.
I - Símbolo do Trono de Deus
1. Lugar da manifestação da glória, Sl 99.1
2. Nela estava o fundamento do Reino, Lei
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II – O Conteúdo da Arca
1. As duas tábuas da Lei, Ex 25.16
a) As primeiras foram quebradas
b) As novas acharam repouso na Arca, Dt 10.1-5
– Tipo de Jesus que cumpriu a Lei, Sl 40.6-8;
Gl 4.4; Jo 5.30; 6.38; 8.29.
2. O vaso contendo maná, Ex 16.11-15
a) Tipo de Jesus, o pão vivo, Jo 6.48-51, Ap 2.17
3. A vara que floresceu, Nm 16.17
a) As flores – tipo da ressurreição de Jesus
b) Os frutos – Tipo do ministério de Jesus, Hb
7.24,25
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4. A Bordadura de ouro
a) Tipo de Jesus, o rei dos reis, Ap 19.16
III – Nomes da Arca
1) Arca do Testemunho, Ex 25.22
2) Arca da Aliança, Nm 10.22
3) Arca do Senhor Jeová, I Rs 2.2
4) Arca de Deus, I Sm 3.3
5) Arca Sagrada, II Cr 35.3
6) Arca da tua fortaleza, Sl 132.8
7) Arca de Jeová, vosso Deus, Js 3.3
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IV – Tipo da Presença do Próprio Deus
1) Dirigindo o povo, Nm 101.35
2) Comunicando, Ex 25.22
3) Revelando, Js 7.6
4) Dando Vitória, Js 3.3,4
V – O Propiciatório, Ex 25.17-21
1) Feito de ouro batido – Tipo do sofrimento de
Jesus.
2) Lugar de expiação
a)Os querubins não olhavam para Israel
b) Os querubins olhavam para o sangue que
fazia expiação, Lv 16.14; Ex 25.22
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c) No ato da expiação, cobria-se a lei, Rm 4.15; Gl
3.13
d) Significa que o trono de juízo se tornou trono
de graça, Hb 9.12; II Co 5.21; Is 53.10; Hb 6.20;
4.14-16.
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PARALELO ENTRE O PROPICIATÓRIO E O
CALVÁRIO
P R O P I C I A T Ó R I O C A L V Á R I O
J u í z o s u s p e n s o J u í z o p r o c l a m a d o
S e n t e n ç a a d i a d a S e n t e n ç a e x e c u t a d a
A l e i c o b e r t a A l e i c u m p r i d a
O p e c a d o r p e r d o a d o O p e c a d o r s a l v o
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VI – História da Arca
1) A Arca e a travessia do Jordão, Js 3.7, 8, 15-
18.
2) A Arca na tomada de Jericó, Js 6.,6., 11-20.
3) A Arca e um fracasso, I Sm 4.5; 4.18-21.
4) A Arca e Dagon, I Sm 5 – Fim da idolatria
diante do Senhor
5) A Arca em Bet Semes, I Sm 6
6) A Arca e a Casa de Obede-Edom, II Sm 6.1-
11.
7) A Arca depositada no Templo de Salomão.
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O TABERNÁCULO
Títulos
1)Santuário, Ex 25.8
2)Tabernáculo, Ex 25.9 (lat. “tenda” Hb. “Um
lugar de habitação)
3)Tenda, Ex 40.2; 39.33-43
4)Tenda da revelação, Nm 18.4
5)Tenda do Testemunho, Nm 9.15
6)Casa de Deus, Jz 18.31
7)Santuário terrestre ou material, Hb 9.1
a)Lugar de encontro, II Co 5.18
b)Uma morada, Cl 2.9
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c) Lugar de revelação, Jo 1.18, Rm 3.26
II – A Morada de Deus com os homens
“Deus habita com um povo remido da
escravidão (Faraó – tipo de Satanás) e (Egito –
tipo do mundo) e habita também com um povo
protegido pelo sangue, Is 57.15; 66.1,2.
Tipo de Jesus, Ex 25,.8,9 – Nesse texto, vemos:
a)A graça – no consentimento divino.
b)A ordem – Tudo deveria ser feito conforme o
modelo.
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“A graça e a ordem aqui reveladas
mostram Jesus aquele que é Deus, Jo 1.1,
que se fez carne e habitou (esquenesen, no
gr., literalmente “tabernaculou”, Jo 1.14 –
Tomou sobre si a natureza humana, mas
permanecia o Filho de Deus, igual a Deus
em substância, Jo 1.14; 34; 49; Cl 1.19.
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O BORDÃO SAGRADOO BORDÃO SAGRADO
Cajado de Moisés, Ex 4.17; 17.8,9, etc.Cajado de Moisés, Ex 4.17; 17.8,9, etc.
Este bordão foi instrumento na realizaçãoEste bordão foi instrumento na realização
de vários milagres, tanto no Egito, como node vários milagres, tanto no Egito, como no
deserto.deserto.
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HASTE COM A SERPENTE DE METAL
Chamada Neustã, (pedaço de bronze), Nm
21.4-9, II Rs 18.4.
A haste com a serpente de metal, tipo
de Cristo, Jo 3.14, foi levantada no deserto,
por determinação do Senhor, utilizada num
único episódio, a fim de que todo aquele
que fosse ferido pelas serpentes pudesse
ser curado. Acabou por ser idolatrada
pelos israelitas.
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A VARA DE ARÃO QUE FLORESCEU
Foi depositada na Arca, Nm 17.5; Hb 9.4
A vara de Arão que floresceu, foi
depositada na Arca, para por fim as
murmurações com respeito a chamada de
Arão.
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A SORTE SAGRADA DO URIM E TUMIM
O Urim e Tumim que se colocava no
peitoral, Lv 8.8, eram usados pelo sumo-
sacerdote, para saber a vontade de Deus,
Nm 27.21 e assim tornou-se o sacerdote, o
conselheiro do povo em tempos de
perplexidade, por exemplo, em caso de
inocência ou culpa, etc. Embora que pouco
sabemos do seu verdadeiro uso em
tempos posteriores, compreendemos que,
como os demais artigos do sacerdócio
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arônico, eles representam a direção divina
do Espírito Santo. O Urim e Tumim
desapareceu, mas o Espírito Santo
permanece conosco para sempre, Jo 14.16;
I Co.10.
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ÉPOCAS SAGRADAS
Três vezes no ano os do sexo masculino
tinham de comparecer diante de Deus: Nas
festas da Páscoa, de Pentecostes e dos
Tabernáculos. Além destas havia a Festa
das Trombetas e o Dia da Expiação. O
objetivo de tais festas era fazer que Deus
sempre estivesse no pensamento do povo,
e fomentar a unidade nacional.
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1ª) A Páscoa, também chamada festa dos
pães asmos, observava-se na primavera,
no dia 15 do 1º mês e durava 7 dias, como
um memorial do livramento dos israelitas
do Egito. Lembra a redenção de Israel.
2ª) O Pentecostes, também chamada festa
das semanas, da ceifa, ou das primícias,
celebrava-se 50 dias após a Páscoa, e
durava um dia. – Lembra as primícias do
pentecostes.
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3ª) Tabernáculos, também chamada festa
da colheita, ocorria no 15º dia do sétimo
mês, cinco dias depois do Dia da expiação,
e durava 7 dias.
O sábado também era um dia sagrado,
no qual os israelitas descansavam, e a
outra festa que tinha uma característica
cultual era o Grande Dia da Expiação, Lv 16;
23.26-32; Nm 29.7-11.Mais tarde surgiram
outras festas históricas
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AÇÕES SAGRADAS
A adoração no Antigo Testamento girava
em torno da forma e do significado. Quando
formalismo religioso tornou-se uma
realidade nacional, e o culto tornou-se uma
forma sem conteúdo, sem vida, sem
significado; Deus levantou os profetas para
advertí-los.
Cânticos – Expressando os vários aspectos
da vida nacional, as intervenções divinas na
história e na natureza, os sentimentos e
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Ritos de Consagração e Purificação
–Os ritos de consagração e purificação
tinham como objetivo purificar o povo de
tudo que era considerado impuro, o
costume dos povos pagãos, comidas,
doenças , etc.
Sacrifícios – Os sacrifícios do Antigo
Testamento tinha uma característica
diferente dos sacrifícios realizados pelos
demais povos da antiguidade, pois tinha
um caráter vicário e era oferecido com
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povo. Antes da Lei não havia um
regulamento, porém depois de
promulgada a Lei mosaica, os adoradores
tinham que seguir um critério pré-
estabelecido, conforme os cinco
sacrifícios descritos em Lv 1-7.
Holocaustos – Era uma oferta queimada,
de aroma agradável ao Senhor. Todos os
tipos de holocaustos se configurava numa
dádiva a Deus.
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As Ofertas de Manjares – Oferta
incruenta, representando o fruto do
trabalho humano; não continha fermento e
nem mel, mas levava sal, azeite e incenso,
Lv 2.
Orações – muitas das quais estão
conservados em alguns textos bíblicos e
nos Salmos.

Teologia do antigo testamento aula do dia 25

  • 1.
    Clique para editaro estilo do subtítulo mestre 26/11/10 TEOLOGIA DOTEOLOGIA DO ANTIGOANTIGO TESTAMENTOTESTAMENTO
  • 2.
    26/11/10 A ELEIÇÃOA ELEIÇÃO EAE A ALIANÇAALIANÇA
  • 3.
    26/11/10 I - Conceitode Eleição Ato Soberano de Deus II - O Conceito de Aliança 1. Aliança Condicional 2. Aliança Incondicional Alianças no Antigo Testamento 1. Aliança com Noé 2. Aliança com Abraão 3. Aliança com Israel no Sinai 4. Aliança com Davi 5. Aliança nos Profetas
  • 4.
    26/11/10 6. A NovaAliança Perigos para a Aliança Contato com as Concepções Cananéias Exclusivismo do Aspecto Cultual Falsa Independência do Poder Nacional
  • 5.
  • 6.
    26/11/10 Introdução O relato sagradosobre a adoração está praticamente ligado com o início da vida humana na face da terra, e ao longo da história sagrada, o ser humano tem experimentado um crescimento na forma de cultuar ao Senhor. Como sabemos, em cada dispensação Deus tem uma forma diferente para tratar com o homem; como podemos verificar a revelação divina seguiu um processo de crescimento
  • 7.
    26/11/10 constante; e essadinâmica da revelação exerceu influência direta na adoração ao Senhor.
  • 8.
  • 9.
    26/11/10 É possível que,oculta por detrás deste versículo, esteja alguma indicação sobre a origem divina do sacrifício. Ou mediante algum mandamento direto, ainda que não registrado, ou talvez mediante uma convicção divinamente inspirada dentro dele, é possível que Adão tenha sido impelido a oferecer a vida de um animal em sacrifício, de cuja pele ele e sua mulher foram orientados para usar como cobertura de sua vergonha.
  • 10.
    26/11/10 É impossível, contudo,dogmatizar a maneira pela qual o Senhor “fez” as túnicas de peles, mas tudo deixa crer que este sacrifício é uma espécie de protótipo do sacrifício de Cristo.
  • 11.
    26/11/10 Não é ditoaqui que a oferta de holocausto estivesse baseada numa instituição divina. É provável que tenha sido uma ação espontânea de gratidão e reconhecimento a Deus. A origem dos holocaustos está envolta em mistério, contudo a Bíblia diz que foi pela fé que Abel ofereceu maior sacrifício do que Caim, Hb 11.4, ora, a fé é resultado de uma operação divina, porquanto, tudo deixa crer que Abel exercitou a sua fé com base no ato divino
  • 12.
    26/11/10 relatado em Gn3.21. É interessante observar que o ofertante aparece antes da oferta, mesmo sob a lei mosaica era o estado da mente do ofertante que dava valor moral ao seu sacrifício.
  • 13.
    26/11/10 Segundo o professorF. Davidson, o nome “Sete” significa “apontado” (passivo) ou “apontador” (ativo). Quanto ao primeiro sentido, é chamada a atenção àquele filho como a semente que Deus tinha apontado; quanto ao último a atenção é focalizada em Deus, o “Apontador”, cuja atividade Eva pode discernir na dádiva de seu filho. O primeiro ato da graça seletiva de Deus aparece no nascimento de Sete; de agora por diante o propósito de Deus por ser
  • 14.
    26/11/10 verificado a operarmediante uma linha escolhida até que tudo estivesse co9nsumado em Cristo. No verso 26 diz: Então se começou a invocar o nome do Senhor. Isso indica que o nome Jeová começou a ser associado à adoração a Deus.
  • 15.
    26/11/10 A nova vidado homem sobre a terra começou com um ato de adoração. Esta é a primeira referência a um altar nas páginas das Escrituras Sagradas. Segundo Gn 9.3 parece que somente depois do dilúvio é que o alimento animal foi permitido ao homem. Essa permissão talvez tenha sido dada em conexão com o sacrifício de Noé, e é possível que aqui tenhamos a origem da “festa” do holocausto, da qual o próprio adorador participava.
  • 16.
    26/11/10 A proibição decomer sangue nessa festa pode ser equiparada com um instrutivo contraste com a proibição do jardim do Éden. A “árvore” proibida, cuja abstenção era sinal de obediência, estabeleceu a santidade da lei; o “sangue” proibido, cujo derramamento era o sinal da propiciação divina, estabeleceu a santidade da graça.
  • 17.
    26/11/10 DOS PATRIARCAS AOEXÍLIO No tempo dos patriarcas, a adoração era simples, individual e periódica. Não havia mediador, nem ídolo, e nem lugar e nem tempo determinado. Contudo, quando Abrão chegou em Canaã foi a Siquém, um lugar sagrado, mais precisamente no Carvalho de Moré, ou Carvalho do mestre, onde um instrutor religioso costumava sentar-se; e foi neste lugar que o Senhor apareceu a Abrão e ele edificou um altar
  • 18.
    26/11/10 ao Senhor, Gn12.6,7. É importante salientar que a bênção para todas as famílias da terra, a partir da chamada de Abrão, devia fluir dele e da sua descendência. No tempo de Moisés, a adoração começou na sarça ardente e depois sofreu uma significativa mudança, sob a mediação de Moisés no estabelecimento do culto no Tabernáculo. O decálogo é a base do pacto, e as demais leis chamadas Código da Aliança.
  • 19.
    26/11/10 A regulamentação doculto na Dispensação da Lei, não se encontra no decálogo, e sim no Código da Aliança. Mas no período da monarquia Israelita, a adoração recebeu uma nova dimensão, pois foi construído um majestoso templo, e o local de adoração foi fixado. Entretanto, no cativeiro, a forma de adorar a Deus teve que ser reinterpretada para ser adequada à uma nova realidade.
  • 20.
    26/11/10 LUGARES SAGRADOS Siquém –Abraão Berseba - Isaque Betel – Jacó Monte Sinai – Moisés Siló – Eli e Samuel Jerusalém – Davi Dã e Betel – Jeroboão (Reino do Norte)
  • 21.
    26/11/10 OBJETOS SAGRADOS A ARCA– Ex 25.10-16 A Arca era um pequeno depositário, medindo dois côvados e meio por um côvado e meio, construído de madeira e revestida de ouro. I - Símbolo do Trono de Deus 1. Lugar da manifestação da glória, Sl 99.1 2. Nela estava o fundamento do Reino, Lei
  • 22.
    26/11/10 II – OConteúdo da Arca 1. As duas tábuas da Lei, Ex 25.16 a) As primeiras foram quebradas b) As novas acharam repouso na Arca, Dt 10.1-5 – Tipo de Jesus que cumpriu a Lei, Sl 40.6-8; Gl 4.4; Jo 5.30; 6.38; 8.29. 2. O vaso contendo maná, Ex 16.11-15 a) Tipo de Jesus, o pão vivo, Jo 6.48-51, Ap 2.17 3. A vara que floresceu, Nm 16.17 a) As flores – tipo da ressurreição de Jesus b) Os frutos – Tipo do ministério de Jesus, Hb 7.24,25
  • 23.
    26/11/10 4. A Bordadurade ouro a) Tipo de Jesus, o rei dos reis, Ap 19.16 III – Nomes da Arca 1) Arca do Testemunho, Ex 25.22 2) Arca da Aliança, Nm 10.22 3) Arca do Senhor Jeová, I Rs 2.2 4) Arca de Deus, I Sm 3.3 5) Arca Sagrada, II Cr 35.3 6) Arca da tua fortaleza, Sl 132.8 7) Arca de Jeová, vosso Deus, Js 3.3
  • 24.
    26/11/10 IV – Tipoda Presença do Próprio Deus 1) Dirigindo o povo, Nm 101.35 2) Comunicando, Ex 25.22 3) Revelando, Js 7.6 4) Dando Vitória, Js 3.3,4 V – O Propiciatório, Ex 25.17-21 1) Feito de ouro batido – Tipo do sofrimento de Jesus. 2) Lugar de expiação a)Os querubins não olhavam para Israel b) Os querubins olhavam para o sangue que fazia expiação, Lv 16.14; Ex 25.22
  • 25.
    26/11/10 c) No atoda expiação, cobria-se a lei, Rm 4.15; Gl 3.13 d) Significa que o trono de juízo se tornou trono de graça, Hb 9.12; II Co 5.21; Is 53.10; Hb 6.20; 4.14-16.
  • 26.
    26/11/10 PARALELO ENTRE OPROPICIATÓRIO E O CALVÁRIO P R O P I C I A T Ó R I O C A L V Á R I O J u í z o s u s p e n s o J u í z o p r o c l a m a d o S e n t e n ç a a d i a d a S e n t e n ç a e x e c u t a d a A l e i c o b e r t a A l e i c u m p r i d a O p e c a d o r p e r d o a d o O p e c a d o r s a l v o
  • 27.
    26/11/10 VI – Históriada Arca 1) A Arca e a travessia do Jordão, Js 3.7, 8, 15- 18. 2) A Arca na tomada de Jericó, Js 6.,6., 11-20. 3) A Arca e um fracasso, I Sm 4.5; 4.18-21. 4) A Arca e Dagon, I Sm 5 – Fim da idolatria diante do Senhor 5) A Arca em Bet Semes, I Sm 6 6) A Arca e a Casa de Obede-Edom, II Sm 6.1- 11. 7) A Arca depositada no Templo de Salomão.
  • 28.
    26/11/10 O TABERNÁCULO Títulos 1)Santuário, Ex25.8 2)Tabernáculo, Ex 25.9 (lat. “tenda” Hb. “Um lugar de habitação) 3)Tenda, Ex 40.2; 39.33-43 4)Tenda da revelação, Nm 18.4 5)Tenda do Testemunho, Nm 9.15 6)Casa de Deus, Jz 18.31 7)Santuário terrestre ou material, Hb 9.1 a)Lugar de encontro, II Co 5.18 b)Uma morada, Cl 2.9
  • 29.
    26/11/10 c) Lugar derevelação, Jo 1.18, Rm 3.26 II – A Morada de Deus com os homens “Deus habita com um povo remido da escravidão (Faraó – tipo de Satanás) e (Egito – tipo do mundo) e habita também com um povo protegido pelo sangue, Is 57.15; 66.1,2. Tipo de Jesus, Ex 25,.8,9 – Nesse texto, vemos: a)A graça – no consentimento divino. b)A ordem – Tudo deveria ser feito conforme o modelo.
  • 30.
    26/11/10 “A graça ea ordem aqui reveladas mostram Jesus aquele que é Deus, Jo 1.1, que se fez carne e habitou (esquenesen, no gr., literalmente “tabernaculou”, Jo 1.14 – Tomou sobre si a natureza humana, mas permanecia o Filho de Deus, igual a Deus em substância, Jo 1.14; 34; 49; Cl 1.19.
  • 31.
    26/11/10 O BORDÃO SAGRADOOBORDÃO SAGRADO Cajado de Moisés, Ex 4.17; 17.8,9, etc.Cajado de Moisés, Ex 4.17; 17.8,9, etc. Este bordão foi instrumento na realizaçãoEste bordão foi instrumento na realização de vários milagres, tanto no Egito, como node vários milagres, tanto no Egito, como no deserto.deserto.
  • 32.
    26/11/10 HASTE COM ASERPENTE DE METAL Chamada Neustã, (pedaço de bronze), Nm 21.4-9, II Rs 18.4. A haste com a serpente de metal, tipo de Cristo, Jo 3.14, foi levantada no deserto, por determinação do Senhor, utilizada num único episódio, a fim de que todo aquele que fosse ferido pelas serpentes pudesse ser curado. Acabou por ser idolatrada pelos israelitas.
  • 33.
    26/11/10 A VARA DEARÃO QUE FLORESCEU Foi depositada na Arca, Nm 17.5; Hb 9.4 A vara de Arão que floresceu, foi depositada na Arca, para por fim as murmurações com respeito a chamada de Arão.
  • 34.
    26/11/10 A SORTE SAGRADADO URIM E TUMIM O Urim e Tumim que se colocava no peitoral, Lv 8.8, eram usados pelo sumo- sacerdote, para saber a vontade de Deus, Nm 27.21 e assim tornou-se o sacerdote, o conselheiro do povo em tempos de perplexidade, por exemplo, em caso de inocência ou culpa, etc. Embora que pouco sabemos do seu verdadeiro uso em tempos posteriores, compreendemos que, como os demais artigos do sacerdócio
  • 35.
    26/11/10 arônico, eles representama direção divina do Espírito Santo. O Urim e Tumim desapareceu, mas o Espírito Santo permanece conosco para sempre, Jo 14.16; I Co.10.
  • 36.
    26/11/10 ÉPOCAS SAGRADAS Três vezesno ano os do sexo masculino tinham de comparecer diante de Deus: Nas festas da Páscoa, de Pentecostes e dos Tabernáculos. Além destas havia a Festa das Trombetas e o Dia da Expiação. O objetivo de tais festas era fazer que Deus sempre estivesse no pensamento do povo, e fomentar a unidade nacional.
  • 37.
    26/11/10 1ª) A Páscoa,também chamada festa dos pães asmos, observava-se na primavera, no dia 15 do 1º mês e durava 7 dias, como um memorial do livramento dos israelitas do Egito. Lembra a redenção de Israel. 2ª) O Pentecostes, também chamada festa das semanas, da ceifa, ou das primícias, celebrava-se 50 dias após a Páscoa, e durava um dia. – Lembra as primícias do pentecostes.
  • 38.
    26/11/10 3ª) Tabernáculos, tambémchamada festa da colheita, ocorria no 15º dia do sétimo mês, cinco dias depois do Dia da expiação, e durava 7 dias. O sábado também era um dia sagrado, no qual os israelitas descansavam, e a outra festa que tinha uma característica cultual era o Grande Dia da Expiação, Lv 16; 23.26-32; Nm 29.7-11.Mais tarde surgiram outras festas históricas
  • 39.
    26/11/10 AÇÕES SAGRADAS A adoraçãono Antigo Testamento girava em torno da forma e do significado. Quando formalismo religioso tornou-se uma realidade nacional, e o culto tornou-se uma forma sem conteúdo, sem vida, sem significado; Deus levantou os profetas para advertí-los. Cânticos – Expressando os vários aspectos da vida nacional, as intervenções divinas na história e na natureza, os sentimentos e
  • 40.
    26/11/10 Ritos de Consagraçãoe Purificação –Os ritos de consagração e purificação tinham como objetivo purificar o povo de tudo que era considerado impuro, o costume dos povos pagãos, comidas, doenças , etc. Sacrifícios – Os sacrifícios do Antigo Testamento tinha uma característica diferente dos sacrifícios realizados pelos demais povos da antiguidade, pois tinha um caráter vicário e era oferecido com
  • 41.
    26/11/10 povo. Antes daLei não havia um regulamento, porém depois de promulgada a Lei mosaica, os adoradores tinham que seguir um critério pré- estabelecido, conforme os cinco sacrifícios descritos em Lv 1-7. Holocaustos – Era uma oferta queimada, de aroma agradável ao Senhor. Todos os tipos de holocaustos se configurava numa dádiva a Deus.
  • 42.
    26/11/10 As Ofertas deManjares – Oferta incruenta, representando o fruto do trabalho humano; não continha fermento e nem mel, mas levava sal, azeite e incenso, Lv 2. Orações – muitas das quais estão conservados em alguns textos bíblicos e nos Salmos.