SOCESP XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo   XII SIMPÓSIO DE FARMACOLOGIA EM CARDIOLOGIA Arts & Convention Center Av. Macedo Soares, 499 - Capivari Campos do Jordão – SP Experiências da Farmácia Clínica Pediátrica do Hospital Universitário da USP
 
 
(In  STORPIRTIS, S.Rev Med HU-USP v.5(1/2), p. 49-53, 1995). Farmácia Clínica “ ciência da saúde cuja responsabilidade é assegurar, mediante a aplicação de conhecimentos e funções relacionados ao cuidado dos pacientes, que o uso dos medicamentos seja seguro e apropriado; necessita, portanto, de educação especializada e interpretação de dados, da motivação pelo paciente e de interações multiprofissionais”
Farmácia Clínica Pediátrica no HU - USP Farmacêuticos/Unidades/ número de leitos 1 farmacêutico no período da manhã para as unidades de Berçário/ UTI neonatal e Pediátrica totalizando 44 leitos. 1 farmacêutico no período da manhã para a enfermaria pediátrica com 48 leitos. 1 farmacêutico a tarde para todas as unidade pediátricas.
Processo de prescrição médica e avaliação farmacêutica Médico – Residente Médico – Assistente Farmacêutico Clínico Dispensação/Administração
Etapas do trabalho do Farmacêutico Clínico no HU - USP Entrevista e coleta de dados Avaliação ou triagem farmacêutica da prescrição médica Seguimento
Entrevista farmacêutica e coleta de dados Objetivo: Obter informações sobre o paciente (procedência, hipótese diagnóstica, comorbidades, histórico medicamentoso, alergias, fatores sociais, culturais ou econômicos) e a enfermidade em tratamento que possam influenciar a terapêutica.
Avaliação ou triagem da prescrição médica  Objetivo:   Garantir a utilização racional do medicamento. indicações; posologia (necessidade de ajustes); forma farmacêutica (pacientes pediátricos, psiquiátricos, neuropatas, biodisponibilidade, etc); horários de administração (conveniência ,  adequação, interações); interação entre medicamentos ou entre alimentos.
Interface multiprofisssional Objetivo: Garantir um fluxo de informações que possibilitem o uso racional do medicamento e o sucesso da terapêutica. Participação nas visitas médicas (sugere de alterações (ajustes de posologia, introdução, retirada ou substituição de fármacos).
Seguimento Farmacêutico Objetivo:  Verificar a ocorrência de eventos desejados e/ou indesejados associados ao uso do medicamento afim   de identificar pontos críticos e implementar ações de segurança. Monitoramento da ocorrência de eventos adversos à medicamentos (EAM´s). Relato às autoridades competentes e ao fabricante da ocorrência de reações adversas à medicamentos (RAM´s).
Seguimento Farmacêutico Orientação à equipe médica sobre outras alternativas disponíveis e alertas farmacoterapêuticos oficiais. Orientação da equipe de enfermagem sobre o correto manuseio e administração dos medicamentos prescritos. Garantia de técnicas adequadas para os processos de preparo e dispensação de medicamentos a pacientes. Participação na elaboração e controle de processos de prevenção, relato e gerenciamento de erros de medicação .
Seguimento Farmacêutico Verificação ( com o paciente, cuidador ou equipe de enfermagem) da a aceitação e/ ou  dificuldades da terapêutica proposta. Esclarecimento de dúvidas dos pacientes ou cuidadores relacionadas a medicamentos. Comunica à equipe multidisciplinar dúvidas, inquietações ou qualquer outro fator que possa influenciar a terapêutica proposta.
Indicadores do Serviço de Farmácia - 2006 Curso de especialização em Farmácia Clínica 3 Projetos em análise pela COMEP 2 Outros projetos de pesquisa em andamento 9 8 Número de estagiários orientados 552,5 499 Total de horas de estágio supervisionado Projeto Bolsa Trabalho COSEAS 1 1 Projetos de Pesquisa Clínica em andamento Pesquisa 0 5 Relatos à ANVISA de desvio de qualidade de medicamentos 12 13 EAM´s notificados à ANVISA 7 17 Número de orientações a pacientes de alta 269 Intervenções farmacêutica Assistência Fevereiro Ensino
Intervenções Farmacêuticas aceitas  Fevereiro 2006 15,6% 13,8% 16% 42 37 43 Berçário UTI Pediátrica/ neonatal Pediatria
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 6 4 9 23 2 5 Número 2,2 Nomenclatura equivocada 1,5 Nomenclatura  comercial 3,3 Modo de prescrição segura (recomendações) 8,6 Ilegibilidade 0,7 Identificação de paciente equivocada 1,9 Abreviações ou siglas  % Segurança na prescrição
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 0,4 1 Dose máxima ultrapassada 0,4 1 Ajuste – insuficiência renal ou hepática 1,9 5 Correção de subdose 1,9 5 Arredondamento 2,6 7 Ajuste por idade pós concepcional 2,6 7 Posologia incompleta 3,7 10 Correção de unidade 4,1 11 Alteração de intervalo 5,6 15 Confirmação de dose – Off label 5,6 15 Correção de sobredose % Número  Posologia
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 6,7 18 Horário de administração inadequado 0,4 1 Ausência de horário de administração 6,3 17 Modo de preparo, administração, estabilidade 7,4 20 Restrição hídrica % Número Administração de medicamentos
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 0,7 2 Substituição por disponível na UBS 0,7 2 Correção de receita  0,7 2 Apresentação de medicamento substituída % Número Alta hospitalar
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 Correção de dose de componente Risco incompatibilidade Ausência de componente Ausência ou erro de volume final Nutrição parenteral 0,7 2 0,7 2 3 8 1,9 5 % Número
Intervenções Farmacêuticas Fevereiro 2006 1,5 4 Item esquecido  1,1 3 Substituição EV para VO 1,1 3 Interação medicamento alimento 0,7 2 Protocolo – adequação 2,2 6 Alteração de via de administração 2,6 7 Inclusão de medicamento 3,3 9 Substituição/ suspensão de não padronizado 5,6 15 Suspensão de medicamento % Número Outros
 

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    SOCESP XXVII Congressoda Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo XII SIMPÓSIO DE FARMACOLOGIA EM CARDIOLOGIA Arts & Convention Center Av. Macedo Soares, 499 - Capivari Campos do Jordão – SP Experiências da Farmácia Clínica Pediátrica do Hospital Universitário da USP
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    (In STORPIRTIS,S.Rev Med HU-USP v.5(1/2), p. 49-53, 1995). Farmácia Clínica “ ciência da saúde cuja responsabilidade é assegurar, mediante a aplicação de conhecimentos e funções relacionados ao cuidado dos pacientes, que o uso dos medicamentos seja seguro e apropriado; necessita, portanto, de educação especializada e interpretação de dados, da motivação pelo paciente e de interações multiprofissionais”
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    Farmácia Clínica Pediátricano HU - USP Farmacêuticos/Unidades/ número de leitos 1 farmacêutico no período da manhã para as unidades de Berçário/ UTI neonatal e Pediátrica totalizando 44 leitos. 1 farmacêutico no período da manhã para a enfermaria pediátrica com 48 leitos. 1 farmacêutico a tarde para todas as unidade pediátricas.
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    Processo de prescriçãomédica e avaliação farmacêutica Médico – Residente Médico – Assistente Farmacêutico Clínico Dispensação/Administração
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    Etapas do trabalhodo Farmacêutico Clínico no HU - USP Entrevista e coleta de dados Avaliação ou triagem farmacêutica da prescrição médica Seguimento
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    Entrevista farmacêutica ecoleta de dados Objetivo: Obter informações sobre o paciente (procedência, hipótese diagnóstica, comorbidades, histórico medicamentoso, alergias, fatores sociais, culturais ou econômicos) e a enfermidade em tratamento que possam influenciar a terapêutica.
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    Avaliação ou triagemda prescrição médica Objetivo: Garantir a utilização racional do medicamento. indicações; posologia (necessidade de ajustes); forma farmacêutica (pacientes pediátricos, psiquiátricos, neuropatas, biodisponibilidade, etc); horários de administração (conveniência , adequação, interações); interação entre medicamentos ou entre alimentos.
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    Interface multiprofisssional Objetivo:Garantir um fluxo de informações que possibilitem o uso racional do medicamento e o sucesso da terapêutica. Participação nas visitas médicas (sugere de alterações (ajustes de posologia, introdução, retirada ou substituição de fármacos).
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    Seguimento Farmacêutico Objetivo: Verificar a ocorrência de eventos desejados e/ou indesejados associados ao uso do medicamento afim de identificar pontos críticos e implementar ações de segurança. Monitoramento da ocorrência de eventos adversos à medicamentos (EAM´s). Relato às autoridades competentes e ao fabricante da ocorrência de reações adversas à medicamentos (RAM´s).
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    Seguimento Farmacêutico Orientaçãoà equipe médica sobre outras alternativas disponíveis e alertas farmacoterapêuticos oficiais. Orientação da equipe de enfermagem sobre o correto manuseio e administração dos medicamentos prescritos. Garantia de técnicas adequadas para os processos de preparo e dispensação de medicamentos a pacientes. Participação na elaboração e controle de processos de prevenção, relato e gerenciamento de erros de medicação .
  • 13.
    Seguimento Farmacêutico Verificação( com o paciente, cuidador ou equipe de enfermagem) da a aceitação e/ ou dificuldades da terapêutica proposta. Esclarecimento de dúvidas dos pacientes ou cuidadores relacionadas a medicamentos. Comunica à equipe multidisciplinar dúvidas, inquietações ou qualquer outro fator que possa influenciar a terapêutica proposta.
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    Indicadores do Serviçode Farmácia - 2006 Curso de especialização em Farmácia Clínica 3 Projetos em análise pela COMEP 2 Outros projetos de pesquisa em andamento 9 8 Número de estagiários orientados 552,5 499 Total de horas de estágio supervisionado Projeto Bolsa Trabalho COSEAS 1 1 Projetos de Pesquisa Clínica em andamento Pesquisa 0 5 Relatos à ANVISA de desvio de qualidade de medicamentos 12 13 EAM´s notificados à ANVISA 7 17 Número de orientações a pacientes de alta 269 Intervenções farmacêutica Assistência Fevereiro Ensino
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    Intervenções Farmacêuticas aceitas Fevereiro 2006 15,6% 13,8% 16% 42 37 43 Berçário UTI Pediátrica/ neonatal Pediatria
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 6 4 9 23 2 5 Número 2,2 Nomenclatura equivocada 1,5 Nomenclatura comercial 3,3 Modo de prescrição segura (recomendações) 8,6 Ilegibilidade 0,7 Identificação de paciente equivocada 1,9 Abreviações ou siglas % Segurança na prescrição
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 0,4 1 Dose máxima ultrapassada 0,4 1 Ajuste – insuficiência renal ou hepática 1,9 5 Correção de subdose 1,9 5 Arredondamento 2,6 7 Ajuste por idade pós concepcional 2,6 7 Posologia incompleta 3,7 10 Correção de unidade 4,1 11 Alteração de intervalo 5,6 15 Confirmação de dose – Off label 5,6 15 Correção de sobredose % Número Posologia
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 6,7 18 Horário de administração inadequado 0,4 1 Ausência de horário de administração 6,3 17 Modo de preparo, administração, estabilidade 7,4 20 Restrição hídrica % Número Administração de medicamentos
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 0,7 2 Substituição por disponível na UBS 0,7 2 Correção de receita 0,7 2 Apresentação de medicamento substituída % Número Alta hospitalar
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 Correção de dose de componente Risco incompatibilidade Ausência de componente Ausência ou erro de volume final Nutrição parenteral 0,7 2 0,7 2 3 8 1,9 5 % Número
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    Intervenções Farmacêuticas Fevereiro2006 1,5 4 Item esquecido 1,1 3 Substituição EV para VO 1,1 3 Interação medicamento alimento 0,7 2 Protocolo – adequação 2,2 6 Alteração de via de administração 2,6 7 Inclusão de medicamento 3,3 9 Substituição/ suspensão de não padronizado 5,6 15 Suspensão de medicamento % Número Outros
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