Este documento discute a integralidade da atenção à saúde de crianças e adolescentes com doenças crônicas no Brasil. Primeiro, apresenta o modelo inicial de intervenção do Estado na saúde e a proposta da Reforma Sanitária de superação deste modelo. Em seguida, revisa a literatura sobre as múltiplas dimensões da integralidade e os desafios de sua efetivação nos serviços de saúde. Conclui que, apesar da proposta da Reforma Sanitária, o modelo individual-curativista e hospitalocêntrico ainda prevalece,