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Previna-se das
doenças de verão
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Transmissão de
HIV de mãe para
filho cai 42%
Sexta-feira, Sábado e Domingo, 6, 7 e 8 de Janeiro de 2017
Jogosda
solidariedade
F
oi realizado no
início de dezem-
bro em Balne-
ário Arroio do Silva,
um torneio de futsal
que contou com o
envolvimento dos
alunos do projeto An-
jos do Futsal, alunos
da Apae e também
alguns alunos do Cras
do município.
O torneio de integra-
ção arrecadou vários
alimentos e produ-
tos de higiene pes-
soal, doados ao Cras
e a Apae. “O evento
serviu também para
mostrar as crianças e
adolescentes as dife-
renças e dificuldades
que temos”, enfatizou
o diretor municipal
de esportes, Cleber-
son Vieira, o Chico.
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D
urante o verão é comum que
doenças como micoses, brotoeja,
bicho geográfico e conjuntivite se
manifestem com mais frequência. Elas
são causadas, principalmente, pelo calor
e umidade da pele, comuns nessa época
do ano.
Para se prevenir dessas doenças, os
principais cuidados são manter a pele
limpa e seca. “A gente deve enxugar
bem os pés, a pele após o banho, prin-
cipalmente, as regiões de dobras como
axilas e entre os dedos dos pés, evitar
de permanecer muito tempo com roupas
molhadas e vestir tecidos que favoreçam
a transpiração, como o algodão”, explica
o chefe do Serviço de Controle de Infec-
ções do Hospital Celso Ramos, médico
Valter Araújo.
O tratamento para cada uma dessas
doenças também varia. Para os casos
de bicho geográfico, é recomendado um
tratamento com medicamento antiparasi-
tário. Também é necessário tratar os ani-
mais domésticos que tenham a doença.
As pessoas com brotoeja devem ser
mantidas em ambientes frescos para di-
minuir a intensidade do suor. Esfoliar a
pele com tecidos ásperos também ajuda.
As micoses de pés e pele podem ser tra-
tadas com pomadas antifungo.
As conjuntivites podem ser virais ou bac-
terianas. Para a conjuntivite viral, não
existem medicamentos específicos. Já o
tratamento da conjuntivite bacteriana, é
feito com colírios antibióticos, que devem
ser prescritos por um médico.
Em ambos os casos, é importante man-
ter as orientações dos profissionais de
saúde.
Fundação beneficia a regiãoMantida pelo governo do estado, a Fun-
dação Nova Vida, com sede em Florianó-
polis, fez em 2016 algumas doações para
a região. O principal trabalho da Funda-
ção, que se dedica a assistência social, é
a distribuição de cadeiras de rodas, mui-
tas delas feitas sob medida, sem custos
para os beneficiados e suas famílias. A
Fundação faz também doações de ma-
teriais de trabalho para clubes de mães
e outras entidades sem fins lucrativos,
além de outras ações.
Em Maracajá, por exemplo, auxiliou 22
pessoas com a doação de óculos de
grau, óculos de qualidade e com arma-
ções modernas.
Previna-se das
doenças de verão
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A
Escola de Formação em Saúde de Santa Catarina
(EFOS), da Secretaria de Estado da Saúde,realizou
na noite do último sábado, no Clube Grêmio Turven-
se, a formatura de 24 alunos do curso técnico em enferma-
gem no município de Turvo.
O coordenador da turma e técnico da Gerência Regional de
Saúde, enfermeiro Nilo Humberto de Souza, destacou que
foram dois anos de curso, num total de 1800 horas/aula,
entre 600 horas de estágio no Hospital São Sebastião e no
Posto Central de Saúde, e o restante de atividades teórico-
-práticas, que ocorreram em sala de aula na CEI Professora
Maria das Dores Angeloni e visitas extraclasse.
Nilo Humberto conta que o curso foi ministrado entre 30
de março de 2015 e 30 de novembro de 2016, de segun-
da a sexta-feira, e até aos sábados para completar a car-
ga horária, e que o mesmo foi oferecido de forma gratuita,
através de parceria entre Governo do Estado/SES, Agência
de Desenvolvimento Regional de Araranguá, Hospital São
Sebastião, Associação Irmã Úrsula Heiddman e prefeitura
de Turvo. “Foi mais um excelente curso proporcionado pela
EFOS, com muita qualidade, que proporcionou 24 presen-
Posto na
Zona OesteAAdministração Municipal de BalneárioArroio inau-
gurou no dia 29 de dezembro, a Unidade Básica de
Saúde Valter Oliveira, localizada na Zona Oeste da
cidade. O ato contou com a presença de autorida-
des e lideranças do município, além da comunida-
de.
“Atualmente a população da Zona Oeste conta com
uma praça com academia e quadra de futebol, e
hoje ganha também uma unidade de saúde que es-
tará mais próxima da casa dos moradores. Então, é o
serviço público que vem chegando cada vez mais per-
to do cidadão”, enfatizou o ex-prefeito Evandro Scaini.
A moradora Salete Nunes se emocionou durante o
ato de inauguração e ficou encantada com o posto de
saúde novo. “Ficou muito lindo e agora vai valorizar
ainda mais os moradores, ficamos muito contentes”,
destacou a senhora que esteve com a família conhe-
cendo a nova estrutura.
A Unidade Básica de Saúde atenderá os morado-
res próximos, o que vai aliviar a demanda na Unida-
de Central. O Posto de Saúde Valter Oliveira terá
como responsável a enfermeira Aracelli Raquel
Cutrin de Araújo.
Profissionais
de saúde se formam
tes aos nossos alunos, que receberam esta importante for-
mação”, destacou o professor coordenador de turma.
Também prestigiaram a formatura a coordenadora técnica
da EFOS Maristela Castro e o servidor Gustavo Blosfeld,
responsável pela Plataforma Virtual da EFOS; presidente
do Hospital São Sebastião Renato Manenti; diretor do Hos-
pital São Sebastião, Evandro Peck; presidente da Associa-
ção Irmã Úrsula Heiddman, José Bez Batti; representante
do COREN/SC (Conselho Regional de Enfermagem), Ioná
Bez Birolo, entre outras lideranças. Os paraninfos foram o
atual vice-prefeito e prefeito eleito de Turvo Tiago Zilli e a
esposa Luci Zilli; a patronesse, professora Mariel Bilezimo
Fernandes Patrício.
Em 16 anos a EFOS já formou 284 alunos de vários mu-
nicípios do Extremo-Sul, por meio de cursos de agente co-
munitário de saúde, auxiliar de enfermagem, técnico de en-
fermagem e técnico em higiene dental. “Há 15 anos tenho
o prazer de ser professor coordenador de turmas, e posso
afirmar que excelentes profissionais foram formados pela
Escola de Formação em Saúde de Santa Catarina aqui na
região”, concluiu o enfermeiro Nilo Humberto de Souza.
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N
o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado em
1º de dezembro, Santa Catarina registra a redução
de 42% nos casos de transmissão de HIV de mãe
para filho nos últimos sete anos (2009-2015). De acordo com
o Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde,
a taxa de detecção de HIV/Aids em crianças menores de cin-
co anos em Santa Catarina passou de 6,2, em 2009, para 3,6
casos/100.000 habitantes, em 2015. “Esse índice é resultado
do esforço que o estado e os municípios vêm fazendo ao longo
dos últimos anos para ampliar a realização de testes de HIV
nas gestantes durante o pré-natal e, assim, evitar a transmis-
são do HIV de mãe para o filho. Muito ainda precisa ser feito
para zerar a transmissão vertical, no entanto, verificamos que
estamos no caminho certo”, afirmou Eduardo Macário, diretor
da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saú-
de.
Outro destaque registrado em Santa Catarina é a diminui-
ção no intervalo de tratamento, ou seja, o número de pessoas
diagnosticadas com HIV que não estão em tratamento com an-
tirretroviral, por não terem aderido ou por terem abandonado o
procedimento. O intervalo de tratamento caiu 32% em apenas
três meses, entre junho e setembro deste ano, passando de
4.609 para 3.128 pacientes. Esse índice é superior à meta de
10% de redução estabelecida pelo Ministério da Saúde.
“Com a entrada de mais pessoas em tratamento, conse-
quentemente teremos o aumento da qualidade das pessoas
vivendo com HIV/Aids e a diminuição da mortalidade por Aids
a médio prazo em Santa Catarina”, destacou Eduardo Macá-
rio. O tratamento para todos é a estratégia adotada pelo novo
Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para Manejo do
HIV, lançado em 2013 e atualizada em 2015, pelo Ministério
da Saúde. “Por isso, é fundamental o diagnóstico precoce. O
Teste Rápido tem papel primordial nessa estratégia”, enfatizou
o diretor da Vigilância Epidemiológica. O Teste Rápido é ofere-
cido gratuitamente nas unidades de saúde.
Prevenção
Atualmente, o foco é na prevenção, por meio do uso do
preservativo em todas as relações sexuais, e do diagnóstico
precoce por meio do teste rápido. Também está sendo divulga-
da a Profilaxia Pós Exposição (PEP).
Ao contrário do preservativo, que evita que uma pessoa
entre em contato com o vírus presente no sêmen durante a
relação sexual, a PEP atua quando a pessoa já foi exposta ao
vírus, ou tem suspeita de exposição. São comprimidos antirre-
trovirais que devem ter a primeira dose tomada entre as duas
primeiras horas depois da exposição, até no máximo 72 horas
depois. Para garantir a eficácia do procedimento, a medicação
deve ser utilizada por 28 dias consecutivos, sem interrupções.
As testagens para verificar a sorologia da pessoa exposta de-
vem ser feitas 30 e 90 dias depois da possível infecção. Este
serviço está sendo expandido em todos os municípios catari-
nenses, e faz parte do plano de fortalecimento das ações de
Segurança
Músico deficiente visual
é atropelado na BR101
Simpósio incentiva a
indústria de jogos online
Ponte interditada deixa
famílias isoladas na serra
Sombrio
Tecnologia
Timbé
15Página
3Página
17Página
ANO XXVI EDIÇÃO Nº 5.026
TERÇA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2016
R$ 2,00
www.grupocorreiodosul.com.br
23º 19º
PancadasdeChuva-Chuvadecurtaduraçãoepodeser
acompanhadadetrovoadasaqualquerhoradodia.
Previsão para hoje Extremo Sul Catarinense
7Página
Crechedevefecharasportas
hojeporfaltaderecursos
Araranguá
Correio do Sul
Transmissão de HIV de
mãe para filho cai 42%
vigilância, prevenção e controle do HIV/Aids no estado.
Casos de Aids
De 1984, quando foi registrado o primeiro caso de Aids em
Santa Catarina, até junho de 2016, foram notificados 43.101
casos de Aids no estado. Em 2015, foram 2.755 novos casos,
representando taxa de detecção de 31,9/100.000 habitantes
– a segunda maior taxa do país, atrás apenas do Rio Gran-
de do Sul (34,7). De janeiro a junho deste ano, foram 838
novos casos em Santa Catarina. Em 2015, Florianópolis foi
a segunda capital do país com a maior taxa de detecção de
Aids: 53,7/100.000 habitantes. A primeira é Porto Alegre com
74,0/100.000 habitantes.
Óbitos por Aids - De 1984 a 2015 foram registrados 11.578
óbitos por Aids em Santa Catarina. Em 2015, 580 pessoas
morreram porAids no estado, representando uma taxa de mor-
talidade de 7,6/100.000 habitantes. SC está em quinta posição
entre os estados com maior taxa de mortalidade. Florianópolis
é a terceira capital com a maior taxa de mortalidade por Aids
- 13,6/100.000 habitantes, atrás de Porto Alegre (23,7) e de
Belém (16).
Gestantes com HIV - De 2000, quando os casos de HIV
em gestantes passaram a ser notificados, a junho de 2016,
foram registrados 7.076 casos de HIV em gestantes. Em 2015,
foram 521 novos casos em gestantes, representando taxa de
5,6 casos/1.000 nascidos vivos. De janeiro a junho de 2016,
foram notificadas 351 gestantes com HIV no estado. Florianó-
polis é a segunda capital com a maior taxa de detecção – 8,4
casos/1.000 nascidos vivos, atrás de Porto Alegre (22).
Crianças menores de cinco anos com HIV/Aids - De 1980
a junho a 2016 foram diagnosticadas 1.027 crianças menores
de cinco anos com HIV/Aids em Santa Catarina. Em 2015, 15
crianças foram diagnosticadas com HIV/Aids – taxa de 3,6 ca-
sos por 100.000 habitantes. De janeiro a junho deste ano qua-
tro casos foram notificados.
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    CORREIO DO SUL Sexta-feira,6 de Janeiro de 2017 Página2 Previna-se das doenças de verão Págin7 Transmissão de HIV de mãe para filho cai 42% Sexta-feira, Sábado e Domingo, 6, 7 e 8 de Janeiro de 2017 Jogosda solidariedade F oi realizado no início de dezem- bro em Balne- ário Arroio do Silva, um torneio de futsal que contou com o envolvimento dos alunos do projeto An- jos do Futsal, alunos da Apae e também alguns alunos do Cras do município. O torneio de integra- ção arrecadou vários alimentos e produ- tos de higiene pes- soal, doados ao Cras e a Apae. “O evento serviu também para mostrar as crianças e adolescentes as dife- renças e dificuldades que temos”, enfatizou o diretor municipal de esportes, Cleber- son Vieira, o Chico.
  • 2.
    CORREIO DO SUL Sexta-feira,6 de Janeiro de 20172 D urante o verão é comum que doenças como micoses, brotoeja, bicho geográfico e conjuntivite se manifestem com mais frequência. Elas são causadas, principalmente, pelo calor e umidade da pele, comuns nessa época do ano. Para se prevenir dessas doenças, os principais cuidados são manter a pele limpa e seca. “A gente deve enxugar bem os pés, a pele após o banho, prin- cipalmente, as regiões de dobras como axilas e entre os dedos dos pés, evitar de permanecer muito tempo com roupas molhadas e vestir tecidos que favoreçam a transpiração, como o algodão”, explica o chefe do Serviço de Controle de Infec- ções do Hospital Celso Ramos, médico Valter Araújo. O tratamento para cada uma dessas doenças também varia. Para os casos de bicho geográfico, é recomendado um tratamento com medicamento antiparasi- tário. Também é necessário tratar os ani- mais domésticos que tenham a doença. As pessoas com brotoeja devem ser mantidas em ambientes frescos para di- minuir a intensidade do suor. Esfoliar a pele com tecidos ásperos também ajuda. As micoses de pés e pele podem ser tra- tadas com pomadas antifungo. As conjuntivites podem ser virais ou bac- terianas. Para a conjuntivite viral, não existem medicamentos específicos. Já o tratamento da conjuntivite bacteriana, é feito com colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico. Em ambos os casos, é importante man- ter as orientações dos profissionais de saúde. Fundação beneficia a regiãoMantida pelo governo do estado, a Fun- dação Nova Vida, com sede em Florianó- polis, fez em 2016 algumas doações para a região. O principal trabalho da Funda- ção, que se dedica a assistência social, é a distribuição de cadeiras de rodas, mui- tas delas feitas sob medida, sem custos para os beneficiados e suas famílias. A Fundação faz também doações de ma- teriais de trabalho para clubes de mães e outras entidades sem fins lucrativos, além de outras ações. Em Maracajá, por exemplo, auxiliou 22 pessoas com a doação de óculos de grau, óculos de qualidade e com arma- ções modernas. Previna-se das doenças de verão
  • 3.
    CORREIO DO SUL Sexta-feira,6 de Janeiro de 2017 3 A Escola de Formação em Saúde de Santa Catarina (EFOS), da Secretaria de Estado da Saúde,realizou na noite do último sábado, no Clube Grêmio Turven- se, a formatura de 24 alunos do curso técnico em enferma- gem no município de Turvo. O coordenador da turma e técnico da Gerência Regional de Saúde, enfermeiro Nilo Humberto de Souza, destacou que foram dois anos de curso, num total de 1800 horas/aula, entre 600 horas de estágio no Hospital São Sebastião e no Posto Central de Saúde, e o restante de atividades teórico- -práticas, que ocorreram em sala de aula na CEI Professora Maria das Dores Angeloni e visitas extraclasse. Nilo Humberto conta que o curso foi ministrado entre 30 de março de 2015 e 30 de novembro de 2016, de segun- da a sexta-feira, e até aos sábados para completar a car- ga horária, e que o mesmo foi oferecido de forma gratuita, através de parceria entre Governo do Estado/SES, Agência de Desenvolvimento Regional de Araranguá, Hospital São Sebastião, Associação Irmã Úrsula Heiddman e prefeitura de Turvo. “Foi mais um excelente curso proporcionado pela EFOS, com muita qualidade, que proporcionou 24 presen- Posto na Zona OesteAAdministração Municipal de BalneárioArroio inau- gurou no dia 29 de dezembro, a Unidade Básica de Saúde Valter Oliveira, localizada na Zona Oeste da cidade. O ato contou com a presença de autorida- des e lideranças do município, além da comunida- de. “Atualmente a população da Zona Oeste conta com uma praça com academia e quadra de futebol, e hoje ganha também uma unidade de saúde que es- tará mais próxima da casa dos moradores. Então, é o serviço público que vem chegando cada vez mais per- to do cidadão”, enfatizou o ex-prefeito Evandro Scaini. A moradora Salete Nunes se emocionou durante o ato de inauguração e ficou encantada com o posto de saúde novo. “Ficou muito lindo e agora vai valorizar ainda mais os moradores, ficamos muito contentes”, destacou a senhora que esteve com a família conhe- cendo a nova estrutura. A Unidade Básica de Saúde atenderá os morado- res próximos, o que vai aliviar a demanda na Unida- de Central. O Posto de Saúde Valter Oliveira terá como responsável a enfermeira Aracelli Raquel Cutrin de Araújo. Profissionais de saúde se formam tes aos nossos alunos, que receberam esta importante for- mação”, destacou o professor coordenador de turma. Também prestigiaram a formatura a coordenadora técnica da EFOS Maristela Castro e o servidor Gustavo Blosfeld, responsável pela Plataforma Virtual da EFOS; presidente do Hospital São Sebastião Renato Manenti; diretor do Hos- pital São Sebastião, Evandro Peck; presidente da Associa- ção Irmã Úrsula Heiddman, José Bez Batti; representante do COREN/SC (Conselho Regional de Enfermagem), Ioná Bez Birolo, entre outras lideranças. Os paraninfos foram o atual vice-prefeito e prefeito eleito de Turvo Tiago Zilli e a esposa Luci Zilli; a patronesse, professora Mariel Bilezimo Fernandes Patrício. Em 16 anos a EFOS já formou 284 alunos de vários mu- nicípios do Extremo-Sul, por meio de cursos de agente co- munitário de saúde, auxiliar de enfermagem, técnico de en- fermagem e técnico em higiene dental. “Há 15 anos tenho o prazer de ser professor coordenador de turmas, e posso afirmar que excelentes profissionais foram formados pela Escola de Formação em Saúde de Santa Catarina aqui na região”, concluiu o enfermeiro Nilo Humberto de Souza.
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    CORREIO DO SUL Sexta-feira,6 de Janeiro de 2017 7 N o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado em 1º de dezembro, Santa Catarina registra a redução de 42% nos casos de transmissão de HIV de mãe para filho nos últimos sete anos (2009-2015). De acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, a taxa de detecção de HIV/Aids em crianças menores de cin- co anos em Santa Catarina passou de 6,2, em 2009, para 3,6 casos/100.000 habitantes, em 2015. “Esse índice é resultado do esforço que o estado e os municípios vêm fazendo ao longo dos últimos anos para ampliar a realização de testes de HIV nas gestantes durante o pré-natal e, assim, evitar a transmis- são do HIV de mãe para o filho. Muito ainda precisa ser feito para zerar a transmissão vertical, no entanto, verificamos que estamos no caminho certo”, afirmou Eduardo Macário, diretor da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saú- de. Outro destaque registrado em Santa Catarina é a diminui- ção no intervalo de tratamento, ou seja, o número de pessoas diagnosticadas com HIV que não estão em tratamento com an- tirretroviral, por não terem aderido ou por terem abandonado o procedimento. O intervalo de tratamento caiu 32% em apenas três meses, entre junho e setembro deste ano, passando de 4.609 para 3.128 pacientes. Esse índice é superior à meta de 10% de redução estabelecida pelo Ministério da Saúde. “Com a entrada de mais pessoas em tratamento, conse- quentemente teremos o aumento da qualidade das pessoas vivendo com HIV/Aids e a diminuição da mortalidade por Aids a médio prazo em Santa Catarina”, destacou Eduardo Macá- rio. O tratamento para todos é a estratégia adotada pelo novo Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para Manejo do HIV, lançado em 2013 e atualizada em 2015, pelo Ministério da Saúde. “Por isso, é fundamental o diagnóstico precoce. O Teste Rápido tem papel primordial nessa estratégia”, enfatizou o diretor da Vigilância Epidemiológica. O Teste Rápido é ofere- cido gratuitamente nas unidades de saúde. Prevenção Atualmente, o foco é na prevenção, por meio do uso do preservativo em todas as relações sexuais, e do diagnóstico precoce por meio do teste rápido. Também está sendo divulga- da a Profilaxia Pós Exposição (PEP). Ao contrário do preservativo, que evita que uma pessoa entre em contato com o vírus presente no sêmen durante a relação sexual, a PEP atua quando a pessoa já foi exposta ao vírus, ou tem suspeita de exposição. São comprimidos antirre- trovirais que devem ter a primeira dose tomada entre as duas primeiras horas depois da exposição, até no máximo 72 horas depois. Para garantir a eficácia do procedimento, a medicação deve ser utilizada por 28 dias consecutivos, sem interrupções. As testagens para verificar a sorologia da pessoa exposta de- vem ser feitas 30 e 90 dias depois da possível infecção. Este serviço está sendo expandido em todos os municípios catari- nenses, e faz parte do plano de fortalecimento das ações de Segurança Músico deficiente visual é atropelado na BR101 Simpósio incentiva a indústria de jogos online Ponte interditada deixa famílias isoladas na serra Sombrio Tecnologia Timbé 15Página 3Página 17Página ANO XXVI EDIÇÃO Nº 5.026 TERÇA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2016 R$ 2,00 www.grupocorreiodosul.com.br 23º 19º PancadasdeChuva-Chuvadecurtaduraçãoepodeser acompanhadadetrovoadasaqualquerhoradodia. Previsão para hoje Extremo Sul Catarinense 7Página Crechedevefecharasportas hojeporfaltaderecursos Araranguá Correio do Sul Transmissão de HIV de mãe para filho cai 42% vigilância, prevenção e controle do HIV/Aids no estado. Casos de Aids De 1984, quando foi registrado o primeiro caso de Aids em Santa Catarina, até junho de 2016, foram notificados 43.101 casos de Aids no estado. Em 2015, foram 2.755 novos casos, representando taxa de detecção de 31,9/100.000 habitantes – a segunda maior taxa do país, atrás apenas do Rio Gran- de do Sul (34,7). De janeiro a junho deste ano, foram 838 novos casos em Santa Catarina. Em 2015, Florianópolis foi a segunda capital do país com a maior taxa de detecção de Aids: 53,7/100.000 habitantes. A primeira é Porto Alegre com 74,0/100.000 habitantes. Óbitos por Aids - De 1984 a 2015 foram registrados 11.578 óbitos por Aids em Santa Catarina. Em 2015, 580 pessoas morreram porAids no estado, representando uma taxa de mor- talidade de 7,6/100.000 habitantes. SC está em quinta posição entre os estados com maior taxa de mortalidade. Florianópolis é a terceira capital com a maior taxa de mortalidade por Aids - 13,6/100.000 habitantes, atrás de Porto Alegre (23,7) e de Belém (16). Gestantes com HIV - De 2000, quando os casos de HIV em gestantes passaram a ser notificados, a junho de 2016, foram registrados 7.076 casos de HIV em gestantes. Em 2015, foram 521 novos casos em gestantes, representando taxa de 5,6 casos/1.000 nascidos vivos. De janeiro a junho de 2016, foram notificadas 351 gestantes com HIV no estado. Florianó- polis é a segunda capital com a maior taxa de detecção – 8,4 casos/1.000 nascidos vivos, atrás de Porto Alegre (22). Crianças menores de cinco anos com HIV/Aids - De 1980 a junho a 2016 foram diagnosticadas 1.027 crianças menores de cinco anos com HIV/Aids em Santa Catarina. Em 2015, 15 crianças foram diagnosticadas com HIV/Aids – taxa de 3,6 ca- sos por 100.000 habitantes. De janeiro a junho deste ano qua- tro casos foram notificados.
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