Artigo da Resolução
SEE/MG 2197/12, não
evidenciado nos textos
Artigo – 67
Os Ciclos Intermediário e da Consolidação do Ensino
Fundamental, com o objetivo de consolidar e
aprofundar os conhecimentos, competências e
habilidades adquiridos nos Ciclos da Alfabetização e
Complementar, terão suas atividades pedagógicas
organizadas de forma gradativa e crescente em
complexidade, considerando os Conteúdos Básicos
Comuns – CBC, de modo a assegurar que, ao final desta
etapa, todos os alunos tenham garantidos, pelo
menos, os seguintes direitos de aprendizagem:
b) Língua Estrangeira moderna:
- compreender textos de diferentes gêneros em Língua
Estrangeira moderna, bem como suas condições de
produção e de recepção;
- produzir textos escritos em Língua Estrangeira
moderna, coesos e coerentes e com correção lexical e
gramatical, considerando as condições de produção e
circulação;
- utilizar a linguagem oral da Língua Estrangeira
moderna
como
instrumento
de
interação
sociocomunicativa.
Discutindo, através de
textos, alguns artigos da
Resolução SEE/MG 2197/12
(...) professor (...) gosta de ensinar, fazer
alguns exercícios, aplicar uma prova, medir e
dar a nota. Para por aí. E, muitas vezes, isso
não é o suficiente, porque existem os alunos
que não aprenderam e teriam oportunidades
de aprender, mas, na cabeça do professor,
essa concessão de outra oportunidade é uma
ideia que não é muito bem aceita. Eles acham
que é facilitar e não se trata disso.
Artigo – 69
A avaliação da aprendizagem dos alunos (...) deve:
II – ser contínua, cumulativa e diagnóstica;
V – assegurar tempos e espaços diversos para que os
alunos com menor rendimento tenham condições de
ser devidamente atendidos ao longo do ano letivo;
VI – prover, obrigatoriamente, intervenções
pedagógicas, ao longo do ano letivo, para garantir a
aprendizagem no tempo certo.
Usar um tipo único de mecanismo para
avaliar é de extrema pobreza didática. A
avaliação que se baseia tão somente na
aplicação de uma prova não tem mais razão
de ser. Isso não pode ser chamado de
avaliação. Quando muito seria uma
“examinação”. A variedade permitirá, ao
professor, a verificação do desempenho dos
alunos em função de suas inteligências
múltiplas.
Artigo – 70
Na avaliação da aprendizagem, a Escola deverá
utilizar procedimentos, recursos de acessibilidade e
instrumentos diversos, tais como a observação, o
registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais
e coletivos, os portfólios, exercícios, entrevistas,
provas, testes, questionários, adequando-os à faixa
etária e às características de desenvolvimento do
educando e utilizando a coleta de informações sobre
a aprendizagem dos alunos como diagnóstico para as
intervenções pedagógicas necessárias.
Artigo – 66
A passagem dos alunos dos ciclos dos anos iniciais
para os ciclos dos anos finais do Ensino
Fundamental deverá receber atenção especial da
Escola, a fim de se garantir a articulação sequencial
necessária, especialmente entre o Ciclo
Complementar e o Ciclo Intermediário, em face
das demandas diversificadas exigidas dos alunos,
pelos diferentes professores, em contraponto à
unidocência dos anos iniciais.
Algumas ações que podem ajudar os
alunos:
Mostrar as salas de aula, os laboratórios e outros
espaços comuns;
Ensinar o uso do horário de aulas e de uma agenda
individual;
Adotar uma agenda coletiva (cartaz, blog, entre
outros);
Evitar pedir muitas tarefas para o mesmo dia;
Diálogo com os professores para que expliquem o
conteúdo e as formas de avaliação;
Preparar dinâmicas entre os alunos que já
cursaram o 6º ano.
(...) a prova continuou a “cobrar” conteúdo, assim
como a correção atribuir nota seguindo os mesmos
critérios de antes. É urgente que nossos
planejamentos não mais sejam organizados de
modo a apresentar o conteúdo, mas sim de forma
que o conteúdo ajude a desenvolver uma
competência (...).
Artigo – 69
A avaliação da aprendizagem dos alunos (...) deve:
IV – fazer prevalecer os aspectos qualitativos do
aprendizado do aluno sobre os quantitativos.
Igualdade

x

Equidade
Artigo - 73
As Escolas e os professores, com o apoio das famílias e da
comunidade, devem envidar esforços para assegurar o progresso
contínuo dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno
e à aquisição de aprendizagens significativas, lançando mão de
todos os recursos disponíveis, e ainda:
I - criando, ao longo do ano letivo, novas oportunidades de
aprendizagem para os alunos que apresentem baixo desempenho
escolar;
II - organizando agrupamento temporário para alunos de níveis
equivalentes de dificuldades, com a garantia de aprendizagem e de
sua integração nas atividades cotidianas de sua turma;
III - adotando as providências necessárias para que a
operacionalização do princípio da continuidade não seja traduzida
como “promoção automática” de alunos de um ano ou ciclo para o
seguinte, e para que o combate à repetência não se transforme em
descompromisso com o ensino-aprendizagem.
Avaliar é muito mais que conhecer o
aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa
digna de respeito e de interesse. (...) o
professor precisa estar preocupado com
a aprendizagem desse aluno.
(...) o professor interpreta a prova não
para saber o que o aluno não sabe, mas
para pensar em quais estratégias
pedagógicas ele deverá desenvolver
para atender esse aluno.
(...) o aluno deve ter várias
oportunidades de expressar os seus
conhecimentos a respeito de um estudo
ou noção, e que essas várias expressões
sejam observadas pelo professor,
durante a sua evolução. Essa é uma
questão básica.
Erro é o que não se aprendeu ou o
que ainda não se aprendeu?
Recuperar não é repetir, não é
olhar para trás, não é fazer de
novo. É fazer melhor, é caminhar
para a frente, é fazer diferente.
O que é mesmo ser professor?

Mensagem recebida de um professor (publicada com
autorização):

“Por muitos anos, dediquei-me a identificar entre meus alunos
quem podia e quem não podia aprender. Era rigoroso nisto, e me
orgulhava de ser um professor justo, que não deixava passar quem
não soubesse.
Confesso que grande parte de minha energia era canalizada para
isto.
De uns tempos para cá é que percebi que justiça, efetivamente, é
fazer com que todos aprendam.
Não foi fácil, pois tive de ‘correr atrás do prejuízo’ e buscar me
qualificar para ensinar a todos.
Todavia, sinceramente, hoje me sinto Professor com ‘P’
maiúsculo!” (Hermano Célio, Londrina)

Fonte: Facebook Celso Vasconcelos

Resolução 2197 língua estrangeira

  • 1.
    Artigo da Resolução SEE/MG2197/12, não evidenciado nos textos
  • 2.
    Artigo – 67 OsCiclos Intermediário e da Consolidação do Ensino Fundamental, com o objetivo de consolidar e aprofundar os conhecimentos, competências e habilidades adquiridos nos Ciclos da Alfabetização e Complementar, terão suas atividades pedagógicas organizadas de forma gradativa e crescente em complexidade, considerando os Conteúdos Básicos Comuns – CBC, de modo a assegurar que, ao final desta etapa, todos os alunos tenham garantidos, pelo menos, os seguintes direitos de aprendizagem:
  • 3.
    b) Língua Estrangeiramoderna: - compreender textos de diferentes gêneros em Língua Estrangeira moderna, bem como suas condições de produção e de recepção; - produzir textos escritos em Língua Estrangeira moderna, coesos e coerentes e com correção lexical e gramatical, considerando as condições de produção e circulação; - utilizar a linguagem oral da Língua Estrangeira moderna como instrumento de interação sociocomunicativa.
  • 4.
    Discutindo, através de textos,alguns artigos da Resolução SEE/MG 2197/12
  • 6.
    (...) professor (...)gosta de ensinar, fazer alguns exercícios, aplicar uma prova, medir e dar a nota. Para por aí. E, muitas vezes, isso não é o suficiente, porque existem os alunos que não aprenderam e teriam oportunidades de aprender, mas, na cabeça do professor, essa concessão de outra oportunidade é uma ideia que não é muito bem aceita. Eles acham que é facilitar e não se trata disso.
  • 7.
    Artigo – 69 Aavaliação da aprendizagem dos alunos (...) deve: II – ser contínua, cumulativa e diagnóstica; V – assegurar tempos e espaços diversos para que os alunos com menor rendimento tenham condições de ser devidamente atendidos ao longo do ano letivo; VI – prover, obrigatoriamente, intervenções pedagógicas, ao longo do ano letivo, para garantir a aprendizagem no tempo certo.
  • 8.
    Usar um tipoúnico de mecanismo para avaliar é de extrema pobreza didática. A avaliação que se baseia tão somente na aplicação de uma prova não tem mais razão de ser. Isso não pode ser chamado de avaliação. Quando muito seria uma “examinação”. A variedade permitirá, ao professor, a verificação do desempenho dos alunos em função de suas inteligências múltiplas.
  • 9.
    Artigo – 70 Naavaliação da aprendizagem, a Escola deverá utilizar procedimentos, recursos de acessibilidade e instrumentos diversos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, entrevistas, provas, testes, questionários, adequando-os à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando e utilizando a coleta de informações sobre a aprendizagem dos alunos como diagnóstico para as intervenções pedagógicas necessárias.
  • 11.
    Artigo – 66 Apassagem dos alunos dos ciclos dos anos iniciais para os ciclos dos anos finais do Ensino Fundamental deverá receber atenção especial da Escola, a fim de se garantir a articulação sequencial necessária, especialmente entre o Ciclo Complementar e o Ciclo Intermediário, em face das demandas diversificadas exigidas dos alunos, pelos diferentes professores, em contraponto à unidocência dos anos iniciais.
  • 12.
    Algumas ações quepodem ajudar os alunos: Mostrar as salas de aula, os laboratórios e outros espaços comuns; Ensinar o uso do horário de aulas e de uma agenda individual; Adotar uma agenda coletiva (cartaz, blog, entre outros); Evitar pedir muitas tarefas para o mesmo dia; Diálogo com os professores para que expliquem o conteúdo e as formas de avaliação; Preparar dinâmicas entre os alunos que já cursaram o 6º ano.
  • 14.
    (...) a provacontinuou a “cobrar” conteúdo, assim como a correção atribuir nota seguindo os mesmos critérios de antes. É urgente que nossos planejamentos não mais sejam organizados de modo a apresentar o conteúdo, mas sim de forma que o conteúdo ajude a desenvolver uma competência (...).
  • 15.
    Artigo – 69 Aavaliação da aprendizagem dos alunos (...) deve: IV – fazer prevalecer os aspectos qualitativos do aprendizado do aluno sobre os quantitativos.
  • 16.
  • 17.
    Artigo - 73 AsEscolas e os professores, com o apoio das famílias e da comunidade, devem envidar esforços para assegurar o progresso contínuo dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens significativas, lançando mão de todos os recursos disponíveis, e ainda: I - criando, ao longo do ano letivo, novas oportunidades de aprendizagem para os alunos que apresentem baixo desempenho escolar; II - organizando agrupamento temporário para alunos de níveis equivalentes de dificuldades, com a garantia de aprendizagem e de sua integração nas atividades cotidianas de sua turma; III - adotando as providências necessárias para que a operacionalização do princípio da continuidade não seja traduzida como “promoção automática” de alunos de um ano ou ciclo para o seguinte, e para que o combate à repetência não se transforme em descompromisso com o ensino-aprendizagem.
  • 19.
    Avaliar é muitomais que conhecer o aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. (...) o professor precisa estar preocupado com a aprendizagem desse aluno.
  • 20.
    (...) o professorinterpreta a prova não para saber o que o aluno não sabe, mas para pensar em quais estratégias pedagógicas ele deverá desenvolver para atender esse aluno.
  • 21.
    (...) o alunodeve ter várias oportunidades de expressar os seus conhecimentos a respeito de um estudo ou noção, e que essas várias expressões sejam observadas pelo professor, durante a sua evolução. Essa é uma questão básica.
  • 22.
    Erro é oque não se aprendeu ou o que ainda não se aprendeu?
  • 23.
    Recuperar não érepetir, não é olhar para trás, não é fazer de novo. É fazer melhor, é caminhar para a frente, é fazer diferente.
  • 24.
    O que émesmo ser professor? Mensagem recebida de um professor (publicada com autorização): “Por muitos anos, dediquei-me a identificar entre meus alunos quem podia e quem não podia aprender. Era rigoroso nisto, e me orgulhava de ser um professor justo, que não deixava passar quem não soubesse. Confesso que grande parte de minha energia era canalizada para isto. De uns tempos para cá é que percebi que justiça, efetivamente, é fazer com que todos aprendam. Não foi fácil, pois tive de ‘correr atrás do prejuízo’ e buscar me qualificar para ensinar a todos. Todavia, sinceramente, hoje me sinto Professor com ‘P’ maiúsculo!” (Hermano Célio, Londrina) Fonte: Facebook Celso Vasconcelos