• Mecânica Clássica

• Termodinâmica

• Eletromagnetismo
Eletromagnetismo
                      




James Clerk Maxwell
   (1831-1879)
Força de Lorentz


                  




     Hendrik A.
      Lorentz
    (1853-1928)
Partículas carregadas eletricamente se
movendo em um campo magnético
Existe um Referencial
Absoluto?
De acordo com a Física de Newton:

Todos os movimentos ocorrem em relação ao
espaço absoluto.
No caso da Força de Lorentz, a velocidade
da partícula é em relação ao campo
magnético uniforme.
Annus Mirabilis
(1905)
    Albert Einstein revoluciona a Física
    publicando quatro trabalhos:
 “On a Heuristic Viewpoint Concerning the Production and
  Transformation of Light“ (Efeito Fotoelétrico)
 “Über die von der molekularkinetischen Theorie der Wärme
  geforderte Bewegung von in ruhenden Flüssigkeiten suspendierten
  Teilchen“ (Movimento Browniano)
 “Ist die Trägheit eines Körpers von seinem Energieinhalt
  abhängig“ (Equivalência entre massa e energia)
   “Zur Elektrodynamik bewegter Körper”
    (Relatividade Restrita)
Postulados da Relatividade
Restrita

   As equações da Física têm a mesma
    forma em todos os referenciais inerciais.

   A velocidade de propagação da luz no
    vácuo c é invariante em qualquer
    referencial inercial.
Retomada do conceito de
movimento relativo




                     Cuidado! O câmera
                     do vídeo não era um
                     referencial inercial.
A teoria dos absolutos
   Einstein mostrou que
    não apenas as
    equações da mecânica
    são invariantes usando
    transformações de
    galileu, mas todas
    equações da física são
    invariantes usando
    transformações de
    Lorentz.
O Éter Luminífero
                Século   XVII
Duas   teorias principais:
Teoria corpuscular de Newton


Teoria ondulatória de Huygens
O Éter Luminífero
   Segundo Huygens, a luz se comporta como
    onda assim como o som;
   Deveria haver um meio de propagação, o
    éter;
   Características:
       Está em todo o espaço;
       É pouquíssimo denso e muito elástico;
       É perturbado por objetos que se tornam
        luminosos, propagando a luz.
O Éter Luminífero
   Argumentos a favor da teoria ondulatória:
       Consegue explicar a refração e a reflexão;
       É compatível com o princípio da independência
        dos raios de luz, ao contrário da teoria
        corpuscular.
   Argumentos contra a teoria corpuscular:
       A luz não ultrapassa obstáculos, como as ondas
        de água e som.
A invariância de c
 A Terra possui um
  movimento de
  Translação ao redor     Albert
                          Michelson
  do Sol
 Da Terra deve-se
  poder medir o “vento”
  do éter.

                          Edward
                          Morley
A invariância de c
Experimento de Michelson e Morley.
 Objetivo: Detectar o meio onde as
  ondas eletromagnéticas se propagam.
 Aparato experimental: Uma fonte de luz,
  um espelho semitransparente, dois
  espelhos comuns e um anteparo.
O aparato utilizado


    Fonte        Espelho
  luminosa    Semitransparente
                                 Espelho 2




                                       Espelho 1
   Anteparo
O Interferômetro parado em
relação ao Éter
O Interferômetro se movendo em
relação ao Éter
A invariância de c
Mudança no conceito de
Espaço e Tempo
 Lorentz acreditava na existência do éter.
  Assim ele explicava a invariância dos
  padrões de interferência afirmando que
  ocorria uma contração dos objetos na
  direção do movimento em relação ao
  éter.
 Assim surgiram as transformações que
  levaram o seu nome.
Mudança no conceito de
Espaço e Tempo

Einstein por outro lado acreditava que as
transformações de Lorentz estavam
corretas, porém não eram os objetos que
se contraiam.
Era o Espaço que sofria essa contração.
A dilatação temporal
 Vamos supor um experimento usando
  um relógio de luz.
 O relógio de luz consiste basicamente
  de uma fonte de luz, um espelho e um
  receptor de luz.
Relógio de Luz
Dilatação do tempo
Dilatação do Tempo

Contração Espacial
Contração Espacial
A Teoria dos Absolutos
 Como vimos, o conceito de simultaneidade é relativo,
 ou seja depende do referencial do observador.
 A teoria da Relatividade Restrita portanto mostra que a
 simultaneidade, o espaço e o tempo são grandezas
 relativas.
 Por outro lado, a teoria também mostra que outras
 grandezas como a velocidade da luz é absoluta.
 Assim dizermos que a Teoria da Relatividade afirma
 que tudo é relativo é um erro, pois se trata de uma
 teoria dos Absolutos.

Relatividade restrita

  • 1.
    • Mecânica Clássica •Termodinâmica • Eletromagnetismo
  • 2.
    Eletromagnetismo  James Clerk Maxwell (1831-1879)
  • 3.
    Força de Lorentz  Hendrik A. Lorentz (1853-1928)
  • 4.
    Partículas carregadas eletricamentese movendo em um campo magnético
  • 5.
    Existe um Referencial Absoluto? Deacordo com a Física de Newton: Todos os movimentos ocorrem em relação ao espaço absoluto. No caso da Força de Lorentz, a velocidade da partícula é em relação ao campo magnético uniforme.
  • 6.
    Annus Mirabilis (1905) Albert Einstein revoluciona a Física publicando quatro trabalhos:  “On a Heuristic Viewpoint Concerning the Production and Transformation of Light“ (Efeito Fotoelétrico)  “Über die von der molekularkinetischen Theorie der Wärme geforderte Bewegung von in ruhenden Flüssigkeiten suspendierten Teilchen“ (Movimento Browniano)  “Ist die Trägheit eines Körpers von seinem Energieinhalt abhängig“ (Equivalência entre massa e energia)  “Zur Elektrodynamik bewegter Körper” (Relatividade Restrita)
  • 7.
    Postulados da Relatividade Restrita  As equações da Física têm a mesma forma em todos os referenciais inerciais.  A velocidade de propagação da luz no vácuo c é invariante em qualquer referencial inercial.
  • 9.
    Retomada do conceitode movimento relativo  Cuidado! O câmera do vídeo não era um referencial inercial.
  • 10.
    A teoria dosabsolutos  Einstein mostrou que não apenas as equações da mecânica são invariantes usando transformações de galileu, mas todas equações da física são invariantes usando transformações de Lorentz.
  • 11.
    O Éter Luminífero Século XVII Duas teorias principais: Teoria corpuscular de Newton Teoria ondulatória de Huygens
  • 12.
    O Éter Luminífero  Segundo Huygens, a luz se comporta como onda assim como o som;  Deveria haver um meio de propagação, o éter;  Características:  Está em todo o espaço;  É pouquíssimo denso e muito elástico;  É perturbado por objetos que se tornam luminosos, propagando a luz.
  • 13.
    O Éter Luminífero  Argumentos a favor da teoria ondulatória:  Consegue explicar a refração e a reflexão;  É compatível com o princípio da independência dos raios de luz, ao contrário da teoria corpuscular.  Argumentos contra a teoria corpuscular:  A luz não ultrapassa obstáculos, como as ondas de água e som.
  • 14.
    A invariância dec  A Terra possui um movimento de Translação ao redor Albert Michelson do Sol  Da Terra deve-se poder medir o “vento” do éter. Edward Morley
  • 15.
    A invariância dec Experimento de Michelson e Morley.  Objetivo: Detectar o meio onde as ondas eletromagnéticas se propagam.  Aparato experimental: Uma fonte de luz, um espelho semitransparente, dois espelhos comuns e um anteparo.
  • 16.
    O aparato utilizado Fonte Espelho luminosa Semitransparente Espelho 2 Espelho 1 Anteparo
  • 17.
    O Interferômetro paradoem relação ao Éter
  • 18.
    O Interferômetro semovendo em relação ao Éter
  • 19.
  • 20.
    Mudança no conceitode Espaço e Tempo  Lorentz acreditava na existência do éter. Assim ele explicava a invariância dos padrões de interferência afirmando que ocorria uma contração dos objetos na direção do movimento em relação ao éter.  Assim surgiram as transformações que levaram o seu nome.
  • 21.
    Mudança no conceitode Espaço e Tempo Einstein por outro lado acreditava que as transformações de Lorentz estavam corretas, porém não eram os objetos que se contraiam. Era o Espaço que sofria essa contração.
  • 22.
    A dilatação temporal Vamos supor um experimento usando um relógio de luz.  O relógio de luz consiste basicamente de uma fonte de luz, um espelho e um receptor de luz.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    A Teoria dosAbsolutos Como vimos, o conceito de simultaneidade é relativo, ou seja depende do referencial do observador. A teoria da Relatividade Restrita portanto mostra que a simultaneidade, o espaço e o tempo são grandezas relativas. Por outro lado, a teoria também mostra que outras grandezas como a velocidade da luz é absoluta. Assim dizermos que a Teoria da Relatividade afirma que tudo é relativo é um erro, pois se trata de uma teoria dos Absolutos.