O documento discute as raízes históricas e sociais do Brasil. Aborda como as fronteiras entre a Europa e o Novo Mundo influenciaram a mentalidade dos portugueses, que valorizavam a ociosidade em vez do trabalho. Também analisa como o princípio da aventura, em vez do trabalho, moldou a colonização portuguesa e a escravidão legou uma herança rural marcada pela ausência de organização social.