A PSICOLOGIA NA SEGURANÇA DO
          TRABALHO
    Como a Psicologia pode ajudar?

                      Docente: Psicóloga Juliana Calixto
A SEGURANÇA NO TRABALHO

         Qual o objetivo da área de Segurança do
                         Trabalho?
•   Atuar no processo produtivo, realizando e auxiliando no planejamento da prevenção,
    minimização, mitigação e/ou eliminação dos riscos dos acidentes de trabalho e doenças
    ocupacionais, elaborando planos de emergência disseminando boas práticas de prevenção e
    gerenciando a saúde e segurança do trabalho atendendo os princípios legais, procedimentos
    institucionais e normas técnicas vigentes.

   Para isso, é necessário avaliar o trabalho, as condições e a relação do trabalhador com a atividade
    que exerce para que possa fornecer conhecimentos, ferramentas e programas de
    orientação/treinamento para transformar positivamente o ambiente de trabalho.
A SEGURANÇA NO TRABALHO


• A lógica atual é punir o
  erro (ato inseguro) e
  ignorar o acerto (ato
  seguro);

• Valores culturais de nossa
  sociedade: muito punitiva
  X pouco pedagógica.
A SEGURANÇA NO TRABALHO


 Formação acadêmica
 dos responsáveis pela
Segurança no Trabalho:
  possuem formação
 técnica deficiente em
   Ciências Sociais/
  Ciências Humanas.
Aspectos psicológicos causais dos
      acidentes de trabalho
• PERCEPÇÃO: o mundo é para as pessoas
  aquilo que elas percebem e não
  necessariamente a realidade;
• FADIGA MENTAL: saturação da percepção por
  exposição contínua e demorada a estímulos
  repetitivos = resposta automática podendo
  provocar acidentes;
• FADIGA MENTAL + FADIGA FÍSICA =
  potencialização do risco de acidentes.
Crenças que podem causar
 acidentes no ambiente de
          trabalho
• O trabalhador, muitas vezes, se
  submete à algumas situações com
  medo da perda do emprego e
  racionaliza através de crenças
  como:

 “não é tão perigoso assim”;
 “sei como fazer”;
 “sou macaco velho”;
 “tenho o corpo fechado”.
Resistência ao uso de EPIs

 Falta de informações
  adequadas      (poucos
  trabalhadores sabem
  o significado e para
  que servem os EPIs);
 Descaso;
 Falta de treinamento/
  orientações;
 Problemas de Gestão
  da Segurança do
  Trabalho.
HIERARQUIA E SEGURANÇA
• Hierarquia supõe um sistema de poder. Poder é,
  dentre outras coisas, a        capacidade de
  influenciar comportamentos e resultados;
• O Técnico em Segurança do Trabalho precisa se
  preocupar com a relação líder-subordinado, o
  exercício da autoridade e a influência na
  prevenção de acidentes.
• O valor que damos à segurança, não em
  discursos, mas      na prática, sinaliza aos
  subordinados o que queremos de resultados em
  prevenção.
HIERARQUIA E SEGURANÇAE
      SEGURANÇA
• A hierarquia é sempre percebida
  como fonte de recompensas e
  punições. A Psicologia mostra que
  a punição não leva à extinção do
  comportamento negativo e sim a
  outro comportamento: o de evitar
  a punição;

• Portanto, a punição deve ser a
  exceção e não a regra.
HIERARQUIA E SEGURANÇA
• Os erros e atos inseguros devem ser alvos de
  orientações e esclarecimentos: o Técnico em
  Segurança do Trabalho, assim como os líderes,
  são educadores. Não adianta identificar a culpa
  e, sim, trabalhar sobre a conduta.

• A hierarquia e a área de Segurança do Trabalho
  que não seguem normas, não dão exemplos, e
  não demonstram valorização da segurança,
  dificilmente levarão seus subordinados a fazê-
  lo.
O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA
DE RECURSOS HUMANOS E A
         SEGURANÇA
          SEGURANÇA
• SELEÇÃO: deve detectar, com
  considerável probabilidade de
  acerto, características psicológicas
  que poderão causar acidentes em
  determinadas funções;
• Perfil profissiográfico para análise
  dos     candidatos      frente    ao
  trabalho/função propostos.
O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE
     RECURSOS HUMANOS E A
           SEGURANÇA
          SEGURANÇA
• TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO:
  A Segurança é mais do que um problema de
  treinamento: é uma questão de educação,
  que cabe às lideranças no cotidiano;

• Sensibilização e conscientização em
  segurança – O colaborador percebe a
  importância da segurança, fica disciplinado
  de forma consciente.

Psicologia e Segurança do trabalho

  • 1.
    A PSICOLOGIA NASEGURANÇA DO TRABALHO Como a Psicologia pode ajudar? Docente: Psicóloga Juliana Calixto
  • 2.
    A SEGURANÇA NOTRABALHO Qual o objetivo da área de Segurança do Trabalho? • Atuar no processo produtivo, realizando e auxiliando no planejamento da prevenção, minimização, mitigação e/ou eliminação dos riscos dos acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, elaborando planos de emergência disseminando boas práticas de prevenção e gerenciando a saúde e segurança do trabalho atendendo os princípios legais, procedimentos institucionais e normas técnicas vigentes.  Para isso, é necessário avaliar o trabalho, as condições e a relação do trabalhador com a atividade que exerce para que possa fornecer conhecimentos, ferramentas e programas de orientação/treinamento para transformar positivamente o ambiente de trabalho.
  • 3.
    A SEGURANÇA NOTRABALHO • A lógica atual é punir o erro (ato inseguro) e ignorar o acerto (ato seguro); • Valores culturais de nossa sociedade: muito punitiva X pouco pedagógica.
  • 4.
    A SEGURANÇA NOTRABALHO Formação acadêmica dos responsáveis pela Segurança no Trabalho: possuem formação técnica deficiente em Ciências Sociais/ Ciências Humanas.
  • 5.
    Aspectos psicológicos causaisdos acidentes de trabalho • PERCEPÇÃO: o mundo é para as pessoas aquilo que elas percebem e não necessariamente a realidade; • FADIGA MENTAL: saturação da percepção por exposição contínua e demorada a estímulos repetitivos = resposta automática podendo provocar acidentes; • FADIGA MENTAL + FADIGA FÍSICA = potencialização do risco de acidentes.
  • 6.
    Crenças que podemcausar acidentes no ambiente de trabalho • O trabalhador, muitas vezes, se submete à algumas situações com medo da perda do emprego e racionaliza através de crenças como:  “não é tão perigoso assim”;  “sei como fazer”;  “sou macaco velho”;  “tenho o corpo fechado”.
  • 7.
    Resistência ao usode EPIs  Falta de informações adequadas (poucos trabalhadores sabem o significado e para que servem os EPIs);  Descaso;  Falta de treinamento/ orientações;  Problemas de Gestão da Segurança do Trabalho.
  • 8.
    HIERARQUIA E SEGURANÇA •Hierarquia supõe um sistema de poder. Poder é, dentre outras coisas, a capacidade de influenciar comportamentos e resultados; • O Técnico em Segurança do Trabalho precisa se preocupar com a relação líder-subordinado, o exercício da autoridade e a influência na prevenção de acidentes. • O valor que damos à segurança, não em discursos, mas na prática, sinaliza aos subordinados o que queremos de resultados em prevenção.
  • 9.
    HIERARQUIA E SEGURANÇAE SEGURANÇA • A hierarquia é sempre percebida como fonte de recompensas e punições. A Psicologia mostra que a punição não leva à extinção do comportamento negativo e sim a outro comportamento: o de evitar a punição; • Portanto, a punição deve ser a exceção e não a regra.
  • 10.
    HIERARQUIA E SEGURANÇA •Os erros e atos inseguros devem ser alvos de orientações e esclarecimentos: o Técnico em Segurança do Trabalho, assim como os líderes, são educadores. Não adianta identificar a culpa e, sim, trabalhar sobre a conduta. • A hierarquia e a área de Segurança do Trabalho que não seguem normas, não dão exemplos, e não demonstram valorização da segurança, dificilmente levarão seus subordinados a fazê- lo.
  • 11.
    O PAPEL FUNCIONALDA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA SEGURANÇA • SELEÇÃO: deve detectar, com considerável probabilidade de acerto, características psicológicas que poderão causar acidentes em determinadas funções; • Perfil profissiográfico para análise dos candidatos frente ao trabalho/função propostos.
  • 12.
    O PAPEL FUNCIONALDA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA SEGURANÇA • TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO: A Segurança é mais do que um problema de treinamento: é uma questão de educação, que cabe às lideranças no cotidiano; • Sensibilização e conscientização em segurança – O colaborador percebe a importância da segurança, fica disciplinado de forma consciente.