O documento explora a produção microbiana de óleos e gorduras, destacando a preferência crescente por microrganismos como fungos e microalgas em comparação aos óleos vegetais nos últimos 20 anos. Defende que a biotecnologia dos lípidos oferece abordagens sustentáveis e eficientes, sendo os microrganismos vantajosos pela sua rápida taxa de crescimento e pela capacidade de acumular lipídios. Além disso, enfatiza o potencial dos microrganismos oleaginosos na produção de ácidos gordos poli-insaturados, relevantes para a indústria alimentar e de biodiesel.