Pré-eclâmpsia
O que é?
Não se conhecem as causas que levam à eclâmpsia, condição exclusiva
da gravidez, que se carateriza pela subida alarmante da pressão
arterial, a qual pode provocar convulsões, edema cerebral e induzir o
coma com a possível morte da gestante e do feto. Pré-eclâmpsia é o
estágio que antecede este colapso e, ainda que sendo um problema
grave, se detetado a tempo pode ser controlado, sem prejuízo para a
saúde da mãe e do bebé. A pré-eclâmpsia compromete o fluxo
sanguíneo, o que resulta na insuficiente e deficitária alimentação do
bebé, pelo que, não raras vezes, força o parto antes do tempo.
Sintomas
Manifesta-se através da subida da pressão arterial – seu sintoma mais
comum – e da eliminação de proteínas pela urina. Um quadro que
pode ser acompanhado de outros sintomas, como o inchaço de mãos,
pés e rosto, perturbações da visão, dificuldades respiratórias, aumento
brusco de peso, náuseas e dores de cabeça.
Quando se manifesta?
Na segunda metade da gravidez, a partir da vigésima semana de
gestação.
Diagnóstico
O diagnóstico é difícil, pois nem sempre hipertensão arterial e perda de
proteína pela urina – sinais mais fortes da presença desta condição –
surgem em simultâneo, tornando mais difícil o despiste da doença.
Mesmo em casos inconclusivos, a mera suspeita de pré-eclâmpsia
conduz, em boa parte das ocorrências, ao internamento, a fim de
garantir o necessário repouso, permitir uma constante monitorização e
antecipar outras possíveis complicações daí resultantes.
Dados estatísticos
A incidência de pré-eclâmpsia situa-se, segundo as estimativas, entre
3% e 5%. Cerca de 25% das ocorrências são formas graves que, quando
não detetadas e tratadas atempadamente podem mesmo conduzir à
morte da mãe e do bebé, mas a maioria dos casos são formas ligeiras
da doença.
Fatores de riscos
É mais comum no decurso na primeira gravidez, em grávidas com
idades acima dos 35 anos, em casos de gravidez múltipla ou gemelar, e
quando já se teve pré-eclâmpsia numa anterior gestação. Doenças
prévias à gravidez, como hipertensão arterial, diabetes, doenças renais
ou autoimunes potenciam o risco de vir a ter esta complicação.
Medidas preventivas
Atualmente, é possível antever o risco de pré-eclâmpsia e prever com
mais segurança o seu desenvolvimento, antes mesmo de surgirem os
primeiros sintomas. O teste consiste numa simples análise ao sangue e
permite decisões mais informadas e de caráter preventivo, como seja
uma maior vigilância e repouso, ou mesmo um possível internamento.
O que está na sua mão
Cumprir escrupulosamente a agenda de consultas pré-natais e informar
o médico acerca de qualquer alteração detetada, logo que dela dê
conta, são medidas que não devem ser descuradas. A hipertensão, só
por si, não apenas pode passar despercebida como muitas vezes é
aceite como uma alteração normal. Deixe que sejam os especialistas a
decidir e a diagnosticar. Monitorizar a pressão arterial com
regularidade e anotar os valores deve passar a ser um ritual a cumprir.
Qualquer alteração deve ser reportada de imediato. Evitar o excesso de
peso, acautelar uma alimentação saudável bem como a prática regular
de exercício físico adequado são cuidados a ter e que dependem
apenas da gestante.
Contactos
MALO CLINIC Medical Care
Av. dos Combatentes, 43 – 5º piso
1600-042 Lisboa (Portugal)
Telefone
• (+351) 210 109 000
Email
• info@maloclinic-ginemed.com
Website
• https://www.maloclinic-ginemed.com/

Pré-eclâmpsia

  • 1.
  • 2.
    O que é? Nãose conhecem as causas que levam à eclâmpsia, condição exclusiva da gravidez, que se carateriza pela subida alarmante da pressão arterial, a qual pode provocar convulsões, edema cerebral e induzir o coma com a possível morte da gestante e do feto. Pré-eclâmpsia é o estágio que antecede este colapso e, ainda que sendo um problema grave, se detetado a tempo pode ser controlado, sem prejuízo para a saúde da mãe e do bebé. A pré-eclâmpsia compromete o fluxo sanguíneo, o que resulta na insuficiente e deficitária alimentação do bebé, pelo que, não raras vezes, força o parto antes do tempo.
  • 3.
    Sintomas Manifesta-se através dasubida da pressão arterial – seu sintoma mais comum – e da eliminação de proteínas pela urina. Um quadro que pode ser acompanhado de outros sintomas, como o inchaço de mãos, pés e rosto, perturbações da visão, dificuldades respiratórias, aumento brusco de peso, náuseas e dores de cabeça. Quando se manifesta? Na segunda metade da gravidez, a partir da vigésima semana de gestação.
  • 4.
    Diagnóstico O diagnóstico édifícil, pois nem sempre hipertensão arterial e perda de proteína pela urina – sinais mais fortes da presença desta condição – surgem em simultâneo, tornando mais difícil o despiste da doença. Mesmo em casos inconclusivos, a mera suspeita de pré-eclâmpsia conduz, em boa parte das ocorrências, ao internamento, a fim de garantir o necessário repouso, permitir uma constante monitorização e antecipar outras possíveis complicações daí resultantes.
  • 5.
    Dados estatísticos A incidênciade pré-eclâmpsia situa-se, segundo as estimativas, entre 3% e 5%. Cerca de 25% das ocorrências são formas graves que, quando não detetadas e tratadas atempadamente podem mesmo conduzir à morte da mãe e do bebé, mas a maioria dos casos são formas ligeiras da doença.
  • 6.
    Fatores de riscos Émais comum no decurso na primeira gravidez, em grávidas com idades acima dos 35 anos, em casos de gravidez múltipla ou gemelar, e quando já se teve pré-eclâmpsia numa anterior gestação. Doenças prévias à gravidez, como hipertensão arterial, diabetes, doenças renais ou autoimunes potenciam o risco de vir a ter esta complicação.
  • 7.
    Medidas preventivas Atualmente, épossível antever o risco de pré-eclâmpsia e prever com mais segurança o seu desenvolvimento, antes mesmo de surgirem os primeiros sintomas. O teste consiste numa simples análise ao sangue e permite decisões mais informadas e de caráter preventivo, como seja uma maior vigilância e repouso, ou mesmo um possível internamento.
  • 8.
    O que estána sua mão Cumprir escrupulosamente a agenda de consultas pré-natais e informar o médico acerca de qualquer alteração detetada, logo que dela dê conta, são medidas que não devem ser descuradas. A hipertensão, só por si, não apenas pode passar despercebida como muitas vezes é aceite como uma alteração normal. Deixe que sejam os especialistas a decidir e a diagnosticar. Monitorizar a pressão arterial com regularidade e anotar os valores deve passar a ser um ritual a cumprir. Qualquer alteração deve ser reportada de imediato. Evitar o excesso de peso, acautelar uma alimentação saudável bem como a prática regular de exercício físico adequado são cuidados a ter e que dependem apenas da gestante.
  • 9.
    Contactos MALO CLINIC MedicalCare Av. dos Combatentes, 43 – 5º piso 1600-042 Lisboa (Portugal) Telefone • (+351) 210 109 000 Email • info@maloclinic-ginemed.com Website • https://www.maloclinic-ginemed.com/