SlideShare uma empresa Scribd logo
PLANTAS  VASCULARES
Plantas  vasculares 1
FiLOGENIA DAS PLANTAS VASCULARES:
As plantas vasculares englobam os grupos genericamente conhecidos como pteridófitas, gimnospermas e angiospermas.    As plantas vasculares, tem nove divisões. Mas popularmente, são divididas em três grandes grupos:1-Pteridófitas ou samambaias: são plantas vasculares, sem sementes, flores ou frutos. Divisões: Psilotophyta, Lycophyta, Sphenophyta e Pterophyta.     2- Gimnospermas ou pinheiros: são plantas vasculares, com sementes reunidas em cones, mas sem frutos. Divisões: Coniferophyta, Cycadophyta, Ginkgophyta e Gnetophyta.3- Angiospermas: são plantas vasculares, com sementes, flores verdadeiras e frutos. Divisão Anthophyta.
Pteridófitas ou samambaias:        As folhas muitas vezes são divididas em pequenas partes, chamadas de folíolos. As pteridófitas não possuem flores, frutos ou sementes.       As pteridófitas são as primeiras plantas a apresentar tecidos especializados na condução de água e nutrientes. Ou seja, diferentemente das briófitas, as pteridófitas são plantas vasculares. Existem vasos especializados em conduzir a água e os sais minerais, chamados de xilema (ou lenho), e outros que conduzem a seiva elaborada, o floema (ou líber). A presença de vasos condutores permite que a água e os nutrientes sejam transportados de maneira eficiente por longas distâncias. Esta característica permite que elas atinjam tamanhos muito maiores do que os musgos. O corpo das pteridófitas já apresenta a diferenciação em raiz, caule e folhas. As raízes formam o sistema radicular, responsável por fixar a planta ao substrato e pela absorção de água e nutrientes. O caule sustenta o corpo vegetal e realiza o transporte de substâncias entre raízes e folhas e vice-versa. Em muitas espécies, o caule cresce abaixo da superfície do solo, ou seja, é um tipo de caule subterrâneo chamado de rizoma. Em outras espécies, o caule é aéreo e pode atingir vários metros de altura. As folhas muitas vezes são divididas em pequenas partes, chamadas de folíolos. As pteridófitas não possuem flores, frutos ou sementes.Reprodução das pteridófitas: Algumas espécies de pteridófitas apresentam reprodução assexuada através do brotamento. O novo broto surge a partir do caule da planta mãe e, após se desprender desta, origina um novo indivíduo.Assim como nos demais vegetais, na reprodução sexuada das pteridófitas ocorre a alternância entre dois tipos de gerações, uma haplóide (n) e outra diplóide (2n). Por isso o ciclo é chamado de haplodiplobionte. A geração haplóide é o gametófito, estrutura que produz gametas através da mitose. A geração diplóide é o esporófito, que produz esporos através da meiose.
Reprodução das pteridófitas:
Gimnospermas ou pinheiros:As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos. Reprodução das gimnospermas:pinheiro-do-paraná (Araucária angustifólia) como modelo para explicar a reprodução das gimnospermas. Nessa planta os sexos são separados: a que possui estróbilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos de estróbilos podem ocorrer numa mesma planta.Cones ou estróbilosO estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados grãos de pólen. O estróbilo feminino produz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge um grande esporo.Quando um estróbilo masculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e podem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie de tubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresce até alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático.No interior do óvulo, o grande esporo que ele abriga se desenvolve e forma uma estrutura que guarda a oosfera, o gameta feminino. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermático fecunda a oosfera, formando o zigoto. Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medida que o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião
Reprodução das gimnospermas:
Angiospermas:As angiospermas conquistaram definitivamente o ambiente terrestre graças ao seu grau de complexidade, diversidade e distribuição geográfica. É o mais numeroso grupo de plantas atuais, variando de gramíneas a enormes árvores. Existem cerca de 235.000 espécies descritas e habitam todos os tipos de ambientes.A principal característica deste grupo é a presença do fruto e das flores. A flor contém os óvulos e podem estar agrupadas em inflorescências ou estar solitárias. As flores possuem estruturas para atrair polinizadores como lindas pétalas coloridas.Reprodução das Angiospermas:As angiospermas são heterosporadas e o tamanho dos gametófitos é muito reduzido. Não há formação de anterídios e arquegônios.O pólen é levado até o estigma da flor. Ali ele germina e produz o tubo polínico até o gametófito feminino. Os gametas masculinos são aflagelados. O óvulo fecundado vai desenvolver uma semente, envolta pelo ovário, que se desenvolve em fruto.Os processos de formação do megagametófito e dos núcleos polares são chamados de megaesporogênese e megagametogênese.Normalmente as angiospermas fazem fecundação cruzada, porém algumas se reproduzem por autopolinização.
Reprodução das Angiospermas:
Plantas  vasculares 1
inquilinismo (+/-) relação em que o individuo usa o outro para morar ,sem prejudica-loOrquídeasamambaia
Mitologia DAS PLANTAS VASCULARES:Foram descritas milhares de formas completas. A maior parte delas referentes a espécies ou géneros, o que significa que as espécies e os géneros foram conhecidos a partir de esporos ou fragmentos da planta e não a partir de plantas completas. O fóssil mais antigo referente a um género foi encontrado em rochas da Líbia pertencentes ao período Ordovícico superior, e era constituído por cutículas e tétradas de esporos. Muitos botânicos não estão convencidos de que estas plantas possuíam tecidos vasculares pois neles não foi encontrado nenhum fóssil com sinais de traqueídos ou de vascularização. Os mais antigos fósseis de plantas, inquestionavelmente vasculares, são formados por estruturas reprodutoras ou vasculares muito bem conservadas. As plantas do géneroCooksónia tinham raízes, folhas e ramos resultantes da dicotomia do caule e apareceram no período Silúrico, há 420 milhões de anos. A possível origem das raízes é menos clara que a das folhas, mas a maior parte dos botânicos considera que as raízes provêm dos rizomas que desenvolveram tecidos protetores para cobrir os seus rebentos em crescimento. Uma evidência indireta para esta hipótese da origem das raízes é que as raízes são geralmente protostélicas, como eram os rizomas primitivos. Em complemento, verifica-se que as raízes das plantas vasculares sem sementes são em geral adventícias, que pode também ser a origem dos ramos primitivos dos rizomas.
Fisiologia Vegetal- Pteridófitas (Samambaias...);- Gimnospermas (Pinheiros...);- Angiospermas (Lírio, Jacarandá, Feijão...).Plantas Vasculares:-Lenho ou Xilema (Seiva bruta ou inorgânica: Água e SaisMinerais);-Líber ou floema (Seiva elaborada ou orgânica: Nutrientesorgânicos).As plantas terrestres vasculares (período siluriano) – Rhynia (fóssilmais antigo) – primeiros vegetais terrestres – tiveram que seadaptar desenvolvendo principalmente rizóides ou raízesTransição para o continente:1 adaptação = sair do ambiente marinho e passar para o ambientelacustre (água doce), perda de sais por osmose.2 adaptação:a) raízes= fixação e absorção de nutrientesb) caule= sustentação e depois condução (xilema e floema),vascularizaçãoc) folhas= (1 micro filas e depois megafilas)d) Cutículas = cutina ou suberina (evitar a perda de água exessiva)e) sistema de reprodução (1 assexuada- esporos) e 2 sexuada –sementes/ grãos de pólen.
Adaptações evolutivasás briófitas não possuiam vasos condutores de seiva a xilema e floema, ao contrário das pteridófitas.2)As briófitas eram geralmente plantas rasteiras, e as pteridófitas já são de porte maiores que as briófitas;3)Nas briófitas a fase duradoura é o gametófito, já a pteridófita a fase duradoura é o esporófito;4)Nas pteridófitas a estrutura da planta e dividida em raíz, caule e folhas já nas briófitas é rizoide, cauloide e filoide;5)E as pteridofitas tem um POUCO mais de independecia de água, não que deja 100% mas é menor que as briófitas sua dependencia de H2O.
NOMES: Amanda Matos  N*01Diane Ferreira N*08Gabriella Martins N*12Naira Leal N*25ANO: 1*A

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
Jadson Belem de Moura
 
Fabaceaes
FabaceaesFabaceaes
Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)
éltoon yagami
 
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJAMORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
Geagra UFG
 
Folhas angiospermas
Folhas angiospermasFolhas angiospermas
Folhas angiospermas
Keila Beatriz
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
Bruno Rodrigues
 
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Geagra UFG
 
microrganismos do solo formacao do solo, microrganismos e funcoes
 microrganismos do solo   formacao do solo, microrganismos e funcoes microrganismos do solo   formacao do solo, microrganismos e funcoes
microrganismos do solo formacao do solo, microrganismos e funcoes
Editecminas
 
Caule
CauleCaule
Fatores do meio que influenciam as plantas
Fatores do meio que influenciam as plantasFatores do meio que influenciam as plantas
Fatores do meio que influenciam as plantas
nenhuma
 
Micorrizas
MicorrizasMicorrizas
Micorrizas
Victor Hugo
 
Classificação das folhas
Classificação das folhasClassificação das folhas
Classificação das folhas
00367p
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
Geagra UFG
 
Bancos de germoplasma
Bancos de germoplasma Bancos de germoplasma
Bancos de germoplasma
Diogo Provete
 
Solos 2
Solos 2Solos 2
Propagação de plantas ornamentais
Propagação  de plantas ornamentaisPropagação  de plantas ornamentais
Polinização
PolinizaçãoPolinização
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro SinóticoTipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
Samantha Martins
 
Sistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio DiretoSistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio Direto
Geagra UFG
 

Mais procurados (20)

Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
 
Fabaceaes
FabaceaesFabaceaes
Fabaceaes
 
Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)
 
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJAMORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
 
Folhas angiospermas
Folhas angiospermasFolhas angiospermas
Folhas angiospermas
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do Solo
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
 
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
 
microrganismos do solo formacao do solo, microrganismos e funcoes
 microrganismos do solo   formacao do solo, microrganismos e funcoes microrganismos do solo   formacao do solo, microrganismos e funcoes
microrganismos do solo formacao do solo, microrganismos e funcoes
 
Caule
CauleCaule
Caule
 
Fatores do meio que influenciam as plantas
Fatores do meio que influenciam as plantasFatores do meio que influenciam as plantas
Fatores do meio que influenciam as plantas
 
Micorrizas
MicorrizasMicorrizas
Micorrizas
 
Classificação das folhas
Classificação das folhasClassificação das folhas
Classificação das folhas
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
 
Bancos de germoplasma
Bancos de germoplasma Bancos de germoplasma
Bancos de germoplasma
 
Solos 2
Solos 2Solos 2
Solos 2
 
Propagação de plantas ornamentais
Propagação  de plantas ornamentaisPropagação  de plantas ornamentais
Propagação de plantas ornamentais
 
Polinização
PolinizaçãoPolinização
Polinização
 
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro SinóticoTipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
Tipos de nuvens e sua relação com o Quadro Sinótico
 
Sistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio DiretoSistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio Direto
 

Destaque

Gimnospermas e angiospermas
Gimnospermas e angiospermasGimnospermas e angiospermas
Gimnospermas e angiospermas
aulasdotubao
 
2 morfologia externa de plantas vasculares
2 morfologia externa de plantas vasculares2 morfologia externa de plantas vasculares
2 morfologia externa de plantas vasculares
Pelo Siro
 
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo CaminhoRQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
Adri Baldini
 
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
AngeloGoncalves102
 
Grupos vegetais parte i 3º ano
Grupos vegetais parte i   3º anoGrupos vegetais parte i   3º ano
Grupos vegetais parte i 3º ano
kahebe2
 
Reino Plantae
Reino PlantaeReino Plantae
Reino Plantae
AleSclearuc
 
Grupos Vegetais
Grupos VegetaisGrupos Vegetais
Grupos Vegetais
ilk Sala4
 
Aulas 9 & 10 Biomedicina
Aulas 9 & 10 BiomedicinaAulas 9 & 10 Biomedicina
Aulas 9 & 10 Biomedicina
Caio Maximino
 
Fitopatologia - Estágio
Fitopatologia - EstágioFitopatologia - Estágio
Fitopatologia - Estágio
Viniccius Felipe Rubetti
 
Morfologia externa das angiospermas
Morfologia externa das angiospermasMorfologia externa das angiospermas
Morfologia externa das angiospermas
Fabiano Reis
 
A telomerase em células tronco hematopoéticas
A telomerase em células tronco hematopoéticasA telomerase em células tronco hematopoéticas
A telomerase em células tronco hematopoéticas
escorcio91
 
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
aulasdotubao
 
Aula 11 Biomedicina
Aula 11 BiomedicinaAula 11 Biomedicina
Aula 11 Biomedicina
Caio Maximino
 
3.1. gramíneas
3.1. gramíneas3.1. gramíneas
Floresta Amazônica
Floresta AmazônicaFloresta Amazônica
Floresta Amazônica
Maria Olandina Machado
 
Talófitas
TalófitasTalófitas
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste PelasTaxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
Diego Yamazaki Bolano
 
Aula 3 Prof. Guth Berger
Aula 3 Prof. Guth BergerAula 3 Prof. Guth Berger
Aula 3 Prof. Guth Berger
Matheus Yuri
 
Sistema Cardiovascular
Sistema CardiovascularSistema Cardiovascular
Sistema Cardiovascular
giobbertolini
 
Anatomia do caule
Anatomia do cauleAnatomia do caule
Anatomia do caule
Géssica Guarani-Kaiowá
 

Destaque (20)

Gimnospermas e angiospermas
Gimnospermas e angiospermasGimnospermas e angiospermas
Gimnospermas e angiospermas
 
2 morfologia externa de plantas vasculares
2 morfologia externa de plantas vasculares2 morfologia externa de plantas vasculares
2 morfologia externa de plantas vasculares
 
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo CaminhoRQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
RQS 2006 - Sistema Carcerário - Um Novo Caminho
 
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
Distribuição de matéria: Plantas (23-04-2013)
 
Grupos vegetais parte i 3º ano
Grupos vegetais parte i   3º anoGrupos vegetais parte i   3º ano
Grupos vegetais parte i 3º ano
 
Reino Plantae
Reino PlantaeReino Plantae
Reino Plantae
 
Grupos Vegetais
Grupos VegetaisGrupos Vegetais
Grupos Vegetais
 
Aulas 9 & 10 Biomedicina
Aulas 9 & 10 BiomedicinaAulas 9 & 10 Biomedicina
Aulas 9 & 10 Biomedicina
 
Fitopatologia - Estágio
Fitopatologia - EstágioFitopatologia - Estágio
Fitopatologia - Estágio
 
Morfologia externa das angiospermas
Morfologia externa das angiospermasMorfologia externa das angiospermas
Morfologia externa das angiospermas
 
A telomerase em células tronco hematopoéticas
A telomerase em células tronco hematopoéticasA telomerase em células tronco hematopoéticas
A telomerase em células tronco hematopoéticas
 
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
 
Aula 11 Biomedicina
Aula 11 BiomedicinaAula 11 Biomedicina
Aula 11 Biomedicina
 
3.1. gramíneas
3.1. gramíneas3.1. gramíneas
3.1. gramíneas
 
Floresta Amazônica
Floresta AmazônicaFloresta Amazônica
Floresta Amazônica
 
Talófitas
TalófitasTalófitas
Talófitas
 
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste PelasTaxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
Taxonomia Vegetal E A Conquista Do Ambiente Terreste Pelas
 
Aula 3 Prof. Guth Berger
Aula 3 Prof. Guth BergerAula 3 Prof. Guth Berger
Aula 3 Prof. Guth Berger
 
Sistema Cardiovascular
Sistema CardiovascularSistema Cardiovascular
Sistema Cardiovascular
 
Anatomia do caule
Anatomia do cauleAnatomia do caule
Anatomia do caule
 

Semelhante a Plantas vasculares 1

Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
Ikaro Slipk
 
reino plantae
reino plantaereino plantae
reino plantae
Brígida Menário
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
biroskaa
 
Reino Plantae Power Point
Reino Plantae Power PointReino Plantae Power Point
Reino Plantae Power Point
infoeducp2
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
infoeducp2
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
Marcos Mororó
 
Aulas sobre plantas
Aulas sobre plantasAulas sobre plantas
Aulas sobre plantas
Fatima Comiotto
 
Aula bio 30set2011 2
Aula bio 30set2011 2Aula bio 30set2011 2
Aula bio 30set2011 2
Roberto Bagatini
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
Isabella Silva
 
7 ano classificação das plantas
7 ano classificação das plantas7 ano classificação das plantas
7 ano classificação das plantas
crisbassanimedeiros
 
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
Colégio Batista de Mantena
 
Apostila botanica
Apostila botanicaApostila botanica
Apostila botanica
Aline Volpini
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
sergio_chumbinho
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
Silvana De Fátima Engelmann
 
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermasAula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
Fatima Comiotto
 
reino-plantae-metaphyta.ppt
reino-plantae-metaphyta.pptreino-plantae-metaphyta.ppt
reino-plantae-metaphyta.ppt
IsamaraRochaLima
 
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 

Semelhante a Plantas vasculares 1 (20)

Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
 
reino plantae
reino plantaereino plantae
reino plantae
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Reino das plantas
 
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
 
Reino Plantae Power Point
Reino Plantae Power PointReino Plantae Power Point
Reino Plantae Power Point
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 
Aulas sobre plantas
Aulas sobre plantasAulas sobre plantas
Aulas sobre plantas
 
Aula bio 30set2011 2
Aula bio 30set2011 2Aula bio 30set2011 2
Aula bio 30set2011 2
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
 
7 ano classificação das plantas
7 ano classificação das plantas7 ano classificação das plantas
7 ano classificação das plantas
 
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
Curso Pré Vestibular Sistema Objetivo - Colégio Batista de Mantena.Aula sobre...
 
Apostila botanica
Apostila botanicaApostila botanica
Apostila botanica
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
 
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermasAula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
Aula de briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas
 
reino-plantae-metaphyta.ppt
reino-plantae-metaphyta.pptreino-plantae-metaphyta.ppt
reino-plantae-metaphyta.ppt
 
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
Reinoplantae powerpoint-090726184322-phpapp02 (2)
 

Mais de SESI 422 - Americana

Origem da vida e Evolução
Origem da vida e EvoluçãoOrigem da vida e Evolução
Origem da vida e Evolução
SESI 422 - Americana
 
Genética de populações
Genética de populaçõesGenética de populações
Genética de populações
SESI 422 - Americana
 
Bioquímica básica
Bioquímica básicaBioquímica básica
Bioquímica básica
SESI 422 - Americana
 
Expressividade e penetrância
Expressividade e penetrânciaExpressividade e penetrância
Expressividade e penetrância
SESI 422 - Americana
 
Alelos múltiplos
Alelos múltiplosAlelos múltiplos
Alelos múltiplos
SESI 422 - Americana
 
Casos especiais de herança
Casos especiais de herançaCasos especiais de herança
Casos especiais de herança
SESI 422 - Americana
 
Exercícios 2
Exercícios 2Exercícios 2
Exercícios 2
SESI 422 - Americana
 
Probabilidades e heredogramas
Probabilidades e heredogramasProbabilidades e heredogramas
Probabilidades e heredogramas
SESI 422 - Americana
 
Textos novas espécies
Textos novas espéciesTextos novas espécies
Textos novas espécies
SESI 422 - Americana
 
Exercícios
ExercíciosExercícios
Taxonomia
TaxonomiaTaxonomia
Cromossomos, genes e alelos
Cromossomos, genes e alelosCromossomos, genes e alelos
Cromossomos, genes e alelos
SESI 422 - Americana
 
Genética mendeliana básica
Genética mendeliana básicaGenética mendeliana básica
Genética mendeliana básica
SESI 422 - Americana
 
Evidências da evolução
Evidências da evoluçãoEvidências da evolução
Evidências da evolução
SESI 422 - Americana
 
Projeto terrário
Projeto terrárioProjeto terrário
Projeto terrário
SESI 422 - Americana
 
Projeto paleontólogos
Projeto paleontólogosProjeto paleontólogos
Projeto paleontólogos
SESI 422 - Americana
 
Garça branca
Garça brancaGarça branca
Garça branca
SESI 422 - Americana
 
Reportagem jornalística – coalas
Reportagem jornalística – coalasReportagem jornalística – coalas
Reportagem jornalística – coalas
SESI 422 - Americana
 
Capivara o maior roedor do mundo
Capivara o maior roedor do mundoCapivara o maior roedor do mundo
Capivara o maior roedor do mundo
SESI 422 - Americana
 
Lírios
LíriosLírios

Mais de SESI 422 - Americana (20)

Origem da vida e Evolução
Origem da vida e EvoluçãoOrigem da vida e Evolução
Origem da vida e Evolução
 
Genética de populações
Genética de populaçõesGenética de populações
Genética de populações
 
Bioquímica básica
Bioquímica básicaBioquímica básica
Bioquímica básica
 
Expressividade e penetrância
Expressividade e penetrânciaExpressividade e penetrância
Expressividade e penetrância
 
Alelos múltiplos
Alelos múltiplosAlelos múltiplos
Alelos múltiplos
 
Casos especiais de herança
Casos especiais de herançaCasos especiais de herança
Casos especiais de herança
 
Exercícios 2
Exercícios 2Exercícios 2
Exercícios 2
 
Probabilidades e heredogramas
Probabilidades e heredogramasProbabilidades e heredogramas
Probabilidades e heredogramas
 
Textos novas espécies
Textos novas espéciesTextos novas espécies
Textos novas espécies
 
Exercícios
ExercíciosExercícios
Exercícios
 
Taxonomia
TaxonomiaTaxonomia
Taxonomia
 
Cromossomos, genes e alelos
Cromossomos, genes e alelosCromossomos, genes e alelos
Cromossomos, genes e alelos
 
Genética mendeliana básica
Genética mendeliana básicaGenética mendeliana básica
Genética mendeliana básica
 
Evidências da evolução
Evidências da evoluçãoEvidências da evolução
Evidências da evolução
 
Projeto terrário
Projeto terrárioProjeto terrário
Projeto terrário
 
Projeto paleontólogos
Projeto paleontólogosProjeto paleontólogos
Projeto paleontólogos
 
Garça branca
Garça brancaGarça branca
Garça branca
 
Reportagem jornalística – coalas
Reportagem jornalística – coalasReportagem jornalística – coalas
Reportagem jornalística – coalas
 
Capivara o maior roedor do mundo
Capivara o maior roedor do mundoCapivara o maior roedor do mundo
Capivara o maior roedor do mundo
 
Lírios
LíriosLírios
Lírios
 

Plantas vasculares 1

  • 4. As plantas vasculares englobam os grupos genericamente conhecidos como pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. As plantas vasculares, tem nove divisões. Mas popularmente, são divididas em três grandes grupos:1-Pteridófitas ou samambaias: são plantas vasculares, sem sementes, flores ou frutos. Divisões: Psilotophyta, Lycophyta, Sphenophyta e Pterophyta. 2- Gimnospermas ou pinheiros: são plantas vasculares, com sementes reunidas em cones, mas sem frutos. Divisões: Coniferophyta, Cycadophyta, Ginkgophyta e Gnetophyta.3- Angiospermas: são plantas vasculares, com sementes, flores verdadeiras e frutos. Divisão Anthophyta.
  • 5. Pteridófitas ou samambaias: As folhas muitas vezes são divididas em pequenas partes, chamadas de folíolos. As pteridófitas não possuem flores, frutos ou sementes. As pteridófitas são as primeiras plantas a apresentar tecidos especializados na condução de água e nutrientes. Ou seja, diferentemente das briófitas, as pteridófitas são plantas vasculares. Existem vasos especializados em conduzir a água e os sais minerais, chamados de xilema (ou lenho), e outros que conduzem a seiva elaborada, o floema (ou líber). A presença de vasos condutores permite que a água e os nutrientes sejam transportados de maneira eficiente por longas distâncias. Esta característica permite que elas atinjam tamanhos muito maiores do que os musgos. O corpo das pteridófitas já apresenta a diferenciação em raiz, caule e folhas. As raízes formam o sistema radicular, responsável por fixar a planta ao substrato e pela absorção de água e nutrientes. O caule sustenta o corpo vegetal e realiza o transporte de substâncias entre raízes e folhas e vice-versa. Em muitas espécies, o caule cresce abaixo da superfície do solo, ou seja, é um tipo de caule subterrâneo chamado de rizoma. Em outras espécies, o caule é aéreo e pode atingir vários metros de altura. As folhas muitas vezes são divididas em pequenas partes, chamadas de folíolos. As pteridófitas não possuem flores, frutos ou sementes.Reprodução das pteridófitas: Algumas espécies de pteridófitas apresentam reprodução assexuada através do brotamento. O novo broto surge a partir do caule da planta mãe e, após se desprender desta, origina um novo indivíduo.Assim como nos demais vegetais, na reprodução sexuada das pteridófitas ocorre a alternância entre dois tipos de gerações, uma haplóide (n) e outra diplóide (2n). Por isso o ciclo é chamado de haplodiplobionte. A geração haplóide é o gametófito, estrutura que produz gametas através da mitose. A geração diplóide é o esporófito, que produz esporos através da meiose.
  • 7. Gimnospermas ou pinheiros:As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos. Reprodução das gimnospermas:pinheiro-do-paraná (Araucária angustifólia) como modelo para explicar a reprodução das gimnospermas. Nessa planta os sexos são separados: a que possui estróbilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos de estróbilos podem ocorrer numa mesma planta.Cones ou estróbilosO estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados grãos de pólen. O estróbilo feminino produz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge um grande esporo.Quando um estróbilo masculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e podem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie de tubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresce até alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático.No interior do óvulo, o grande esporo que ele abriga se desenvolve e forma uma estrutura que guarda a oosfera, o gameta feminino. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermático fecunda a oosfera, formando o zigoto. Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medida que o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião
  • 9. Angiospermas:As angiospermas conquistaram definitivamente o ambiente terrestre graças ao seu grau de complexidade, diversidade e distribuição geográfica. É o mais numeroso grupo de plantas atuais, variando de gramíneas a enormes árvores. Existem cerca de 235.000 espécies descritas e habitam todos os tipos de ambientes.A principal característica deste grupo é a presença do fruto e das flores. A flor contém os óvulos e podem estar agrupadas em inflorescências ou estar solitárias. As flores possuem estruturas para atrair polinizadores como lindas pétalas coloridas.Reprodução das Angiospermas:As angiospermas são heterosporadas e o tamanho dos gametófitos é muito reduzido. Não há formação de anterídios e arquegônios.O pólen é levado até o estigma da flor. Ali ele germina e produz o tubo polínico até o gametófito feminino. Os gametas masculinos são aflagelados. O óvulo fecundado vai desenvolver uma semente, envolta pelo ovário, que se desenvolve em fruto.Os processos de formação do megagametófito e dos núcleos polares são chamados de megaesporogênese e megagametogênese.Normalmente as angiospermas fazem fecundação cruzada, porém algumas se reproduzem por autopolinização.
  • 12. inquilinismo (+/-) relação em que o individuo usa o outro para morar ,sem prejudica-loOrquídeasamambaia
  • 13. Mitologia DAS PLANTAS VASCULARES:Foram descritas milhares de formas completas. A maior parte delas referentes a espécies ou géneros, o que significa que as espécies e os géneros foram conhecidos a partir de esporos ou fragmentos da planta e não a partir de plantas completas. O fóssil mais antigo referente a um género foi encontrado em rochas da Líbia pertencentes ao período Ordovícico superior, e era constituído por cutículas e tétradas de esporos. Muitos botânicos não estão convencidos de que estas plantas possuíam tecidos vasculares pois neles não foi encontrado nenhum fóssil com sinais de traqueídos ou de vascularização. Os mais antigos fósseis de plantas, inquestionavelmente vasculares, são formados por estruturas reprodutoras ou vasculares muito bem conservadas. As plantas do géneroCooksónia tinham raízes, folhas e ramos resultantes da dicotomia do caule e apareceram no período Silúrico, há 420 milhões de anos. A possível origem das raízes é menos clara que a das folhas, mas a maior parte dos botânicos considera que as raízes provêm dos rizomas que desenvolveram tecidos protetores para cobrir os seus rebentos em crescimento. Uma evidência indireta para esta hipótese da origem das raízes é que as raízes são geralmente protostélicas, como eram os rizomas primitivos. Em complemento, verifica-se que as raízes das plantas vasculares sem sementes são em geral adventícias, que pode também ser a origem dos ramos primitivos dos rizomas.
  • 14. Fisiologia Vegetal- Pteridófitas (Samambaias...);- Gimnospermas (Pinheiros...);- Angiospermas (Lírio, Jacarandá, Feijão...).Plantas Vasculares:-Lenho ou Xilema (Seiva bruta ou inorgânica: Água e SaisMinerais);-Líber ou floema (Seiva elaborada ou orgânica: Nutrientesorgânicos).As plantas terrestres vasculares (período siluriano) – Rhynia (fóssilmais antigo) – primeiros vegetais terrestres – tiveram que seadaptar desenvolvendo principalmente rizóides ou raízesTransição para o continente:1 adaptação = sair do ambiente marinho e passar para o ambientelacustre (água doce), perda de sais por osmose.2 adaptação:a) raízes= fixação e absorção de nutrientesb) caule= sustentação e depois condução (xilema e floema),vascularizaçãoc) folhas= (1 micro filas e depois megafilas)d) Cutículas = cutina ou suberina (evitar a perda de água exessiva)e) sistema de reprodução (1 assexuada- esporos) e 2 sexuada –sementes/ grãos de pólen.
  • 15. Adaptações evolutivasás briófitas não possuiam vasos condutores de seiva a xilema e floema, ao contrário das pteridófitas.2)As briófitas eram geralmente plantas rasteiras, e as pteridófitas já são de porte maiores que as briófitas;3)Nas briófitas a fase duradoura é o gametófito, já a pteridófita a fase duradoura é o esporófito;4)Nas pteridófitas a estrutura da planta e dividida em raíz, caule e folhas já nas briófitas é rizoide, cauloide e filoide;5)E as pteridofitas tem um POUCO mais de independecia de água, não que deja 100% mas é menor que as briófitas sua dependencia de H2O.
  • 16. NOMES: Amanda Matos N*01Diane Ferreira N*08Gabriella Martins N*12Naira Leal N*25ANO: 1*A